203 Resultados com o aviso “Violência”
Erwahllu estava sentada em seu lugar habitual na loja sombria. Mas, ao contrário de antes, seus olhos não estavam mais vagos. Em vez disso, estavam transbordando de energia, um pouco animados com o que quer que Inala estivesse fazendo. Bem, não havia o que fazer, já que na última fase de sua vida, ela pôde assistir de camarote a um conflito, principalmente contra o homem que ela detestava ao extremo. Maharell encarou Erwahllu e bufou levemente. Ele era mais velho que ela. E, é claro, como…- 197,9 K • Ongoing
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Capítulo 149: Atacar Primeiro
O grupo de bandidos fora enviado por um homem poderoso. Tentar argumentar com eles era uma completa perda de tempo. Além disso, Inala não queria gastar neurônios ouvindo qualquer merda que tivessem a dizer para justificar o ataque contra ele. Por isso, ele apenas atacou primeiro. Sua Mão de Prana voou e acertou os sete bandidos em cheio no maxilar, nocauteando-os. Ele então os amarrou, bolando um plano de ação enquanto esperava que acordassem. Claro, Inala já havia investigado a dinâmica do…- 197,9 K • Ongoing
Prateleiras com decorações complexas abarrotavam o local, criando vários corredores para fazer compras. Claro, os itens aqui não eram tão caros. Por isso, a segurança era reduzida. Os funcionários existiam apenas para apontar aos clientes onde ficava o item desejado. No térreo havia utensílios simples. Do primeiro ao quinto andar, roupas. O sexto andar continha alimentos, que iam de arroz a especiarias. Os itens do sétimo ao décimo segundo andar estavam relacionados ao cultivo, de armas a…- 197,9 K • Ongoing
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Capítulo 118 - Arrependimento II
Os três continuaram andando, passando por vitrines iluminadas e cartazes de promoções colados nos vidros. A cidade parecia se acalmar junto deles, e a noite estava estranhamente suave, confortável para o grupo — pelo menos por parte das garotas. Niko caminhava um passo atrás, mais devagar que as duas, com os olhos mais fixos no chão do que na conversa. A fala de Evelyn já estava distante, fora de seu foco, como se estivesse ouvindo a amiga por trás de uma parede e sua atenção estivesse em…- 222,6 K • Ongoing
Loja de Tornozeleiras Erwahllu! Era uma loja precária, com três metros de largura e poucos metros de profundidade. Na entrada, havia uma mesa velha onde um monte de tornozeleiras estava exposto. A julgar pela poeira que as cobria, fazia tempo que nenhum cliente aparecia. As tornozeleiras estavam sem vender há meses. Sentada atrás da mesa, com um leque de papel nas mãos e o olhar perdido nelas, uma velha senhora vigiava a rua estreita. Esta rua estreita já foi uma área movimentada, quando…- 197,9 K • Ongoing
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Capítulo 145: Esculturas de Madeira
Os Lagartos Vacilantes ficaram subitamente cegos, reagindo com puro terror. Enquanto estavam indefesos, uma Arma Espiritual em forma de chakram((O chakram é uma arma de arremesso de origem indiana, em formato de anel ou disco com as bordas afiadas. A a arma que a Xena usava.)) fatiou seus pescoços. Arte Óssea Mística — Marionetismo! Controlando seis Armas Espirituais, Asaeya dizimou os Lagartos Vacilantes, agora privados de visão, audição e olfato. Tinham se tornado meros alvos imóveis para…- 197,9 K • Ongoing
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Capítulo 140: Sete Caminhos
"Você não vai desmaiar de repente, né?" "Não vou." "Você está saudável agora?" "Estou." "Sua cabeça não está girando nem nada, né?" "Estou ótimo." "O Rei Javali não vai aparecer, certo?" "Ele não vai, não depois da surra que levou de mim." "Você está mesmo, mesmo bem?" "Estou, Asaeya." Inala consolava a Asaeya traumatizada. Sua mão esquerda segurava a pequena Gannala, que havia adormecido mais uma vez. Sua direita afagava e massageava as costas de Asaeya,…- 197,9 K • Ongoing
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Capítulo 12 - Vítima
O sol já se punha, tingindo o céu de laranja e roxo, quando Carlos despertou. Ele havia passado a tarde toda deitado de lado em sua cama de terra batida na senzala. Mesmo com a pomada mágica do padre, uma sensação latejante e quente persistia sob sua pele, uma lembrança dolorosa da manhã. O ar dentro da senzala era pesado, carregado de cheiro de suor e terra. Não conseguira fazer outra coisa a não ser adormecer, e só despertara com o burburinho distante da hora da janta. Esfregou os olhos,…- 300,2 K • Ongoing
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O Fantoche da Calamidade
Havia se passado aproximadamente uma hora desde que a portinhola foi aberta para a entrega da comida. Louie já havia comido. Sentia-se um pouco mais disposto fisicamente, mas sua mente continuava em um turbilhão — tomada por dúvidas, perguntas, lembranças quebradas… E uma dor incessante. — Ugh… porcaria de dor. — Louie suspira. — Pelo menos a dor diminuiu um pouco depois que comi… E então, com um movimento simples, Louie apoia as duas palmas de suas mãos no chão, forçando seu…
"Qual é o seu nome?" Gann-Sagar se aproximou da garota ensanguentada e perguntou, hesitante. 'Não posso arriscar que meu nome chegue aos ouvidos do Rei Javali, nem por engano.' Com isso em mente, Gannala esboçou um leve sorriso e disse: "Resha. Me chame de Resha." "Resha?" Gann-Sagar inclinou a cabeça, confuso. "Pensei que você fosse uma garota." "Na minha terra natal, Resha é um nome unissex." Gannala retrucou. Ela então arrastou sua maça de osso e caminhou em direção à…- 197,9 K • Ongoing
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