248 Resultados com o aviso “Violência”
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Capítulo 12 - Banquete Macabro
Com o passar dos dias, a horda se rarefez. Restos de mortos-vivos ainda avançavam rumo ao leste da cidade, mas outros, perdidos, cambaleavam sem rumo pelas ruas desertas. A passagem se abriu diante de Derek, permitindo-lhe avançar com passos mais leves. O silêncio após os disparos trouxe-lhe um alívio estranho, suspendido a ameaça de morte. Ao chegar perto de um dos prédios gêmeos, Derek viu um dos snipers caído entre uma pilha de mortos-vivos e vidro. Olhando para cima, logo teve uma ideia…- 54,3 K • Ongoing
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Capítulo 16
Eu o ataquei com força na altura dos olhos, Jum aparou o golpe com aparente facilidade. Mas antes do meu recuo, ele me atingiu com um chute brutal no estômago. A dor foi imediata, seca e profunda. Senti o gosto de bile subindo pela garganta, e minha visão se apagou por um instante. A vertigem veio antes da dor, os espasmos tomaram meu corpo, e um frio intenso percorreu minha espinha. — O que foi, covarde? Não consegue ficar em pé…? A pergunta foi feita acompanhada e respondida por várias… - Capítulo
Capítulo 15
Jum estava com uma única flecha na mão, segurando-a pela haste, e apontou para a cicatriz no pescoço antes de falar: — Achou que isso não teria consequências? Continuei calado. O que eu poderia dizer? Não havia nada que pudesse evitar a violência. Havia algo estranho na quantidade de soldados. Pelo cenário, parecia que não era a primeira vez que estavam naquele lugar. “Flechas fincadas no chão!?” “É uma emboscada!” — Vai ficar calado seu bosta?! — Ele… - Capítulo
Capítulo 11 - Chamas da Libertação
Dois anos antes do apocalipse. Em um dia comum na escola. A sala de aula estava silenciosa, sem professor ou alunos, exceto por quatro alunos. No fundo da sala, o riso de três cruéis alunos começou a ecoar, eles estavam fazendo um outro aluno de cadeira. O jovem se mantinha com os braços trêmulos e uma expressão de medo e suor no rosto. Os valentões riam contando suas histórias enquanto fingiam que o jovem era uma cadeira. De repente, Derek abriu a porta da sala de aula com bravura e…- 54,3 K • Ongoing
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Capítulo 14
— Por que ele não continua? — Como eu vou saber? Só aumenta a dosagem! — Outra vez? Se aumentarmos mais ele vai morrer! — Que morra. Lixos iguais a esse temos aos montes! Se ele não continuar, apenas mate essa merda! — Vou dar um jeito. — Só me chama novamente, se tiver algo bom! Yumiro olhou fixamente para seu produto. Ele não podia matá-lo. Ele era um excelente investimento. Não gastou um kuitz, e se sua intuição estivesse certa poderia vendê-lo… - Capítulo
Capítulo 38 - A Morte II
Na surpresa, Evelyn e Clementine olharam para Niko. A assassina, mesmo indefesa, sorriu sem mexer os olhos. — Fez a pergunta certa, garoto… Eu não gosto de trabalhar pra gente que eu não conheço. Então fui atrás de saber quem era o cliente. E, olha… não era uma pessoa muito queee… “moral”. Passagem na polícia por identidade falsa, parentes presos por envolvimento com grupo terrorista… e a casa dele? Parecia mais um museu de símbolos e rituais bizarros. Ele era um- Um estouro…- 261,9 K • Ongoing
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Capítulo 37 - A Morte
Evelyn abriu os olhos, caída ao lado de uma árvore. Havia uma dor incômoda no peito e uma fisgada aguda na parte de trás da cabeça. Gemeu baixo ao se erguer com dificuldade. À sua frente, estava Clementine, com o braço direito apertando o esquerdo contra o corpo. A parte superior do corpo estava tremendo. O sangue escorria dos ferimentos como se não tivesse fim. Mas o rosto da mulher permanecia sereno, como se tivesse se arranhado com uma folha de papel. — Por quê? — perguntou Evelyn,…- 261,9 K • Ongoing
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Capítulo 8 - Caminhos Distintos
Assim que entraram no escritório, a atmosfera mudou. O espaço era um salão amplo, mas envolto em sombras, com apenas algumas luzes fracas iluminando o ambiente. No centro, uma mesa oval dominava o local, ocupando um espaço que poderia facilmente acomodar dez pessoas. No entanto, a mesa estava desordenada, coberta por uma pilha de papéis amarelados e mapas detalhados do acampamento e das áreas circunvizinhas. Fernanda caminhou até a mesa e afastou alguns papéis, fazendo espaço para se sentar.…- 54,3 K • Ongoing
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Capítulo 35 - Silêncio
Evelyn estava deitada sobre um pano grosso estendido no chão, na grama. Ao seu redor, outras figuras — deitadas ou sentadas sobre panos iguais — gemiam de dor, sussurravam coisas inaudíveis ou apenas permaneciam em silêncio. Todos feridos. Todos sendo tratados por médicos correndo de um lado a outro, trocando gazes e carregando baldes de água misturada com sangue e sujeira. Ela, porém, só olhava para cima. Olhava para o céu noturno. Um céu limpo, pontilhado de estrelas. Mas ela não via…- 261,9 K • Ongoing
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Capítulo 34 - O Campo III
Mesmo com o peito apertado, com o gosto ácido ainda na garganta e as mãos sujas de sangue — o próprio e o dos outros —, Evelyn não conseguia mais permanecer parada. Talvez fosse o instinto. O puro impulso de não querer morrer ali deitada como um animal doente. Ela se obrigou a mover os braços, a respirar fundo e fazer alguma coisa. O mundo estava de pé — e ela também precisava estar. Olhou ao redor, ainda pensando no que iria fazer, e viu uma figura negra deitada. Era sua égua, Aguro. O…- 261,9 K • Ongoing
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