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    Dentro de sua pequena casa, Bill, sentado em uma cadeira, escrevia sobre o progresso atual de sua missão em seu diário. Ele ainda permanecia com a caveira de cervo em sua cabeça, e saber disso o estressava a cada dia mais que vivia, pois sabia que estaria com aquele crânio para sempre, ele querendo ou não. Basicamente, era sua máscara.

    Mas ficar reclamando ou pensando nisso era o mesmo que chutar cachorro morto. Ele tinha um objetivo bem importante a cumprir.

    O lugar em que morava era pior que uma casa ruim das favelas de Schalvalt. O local era um espaço pequeno, portando uma cama e um buraco no chão para as necessidades de um banheiro no mesmo cômodo. E apesar do lugar ser mal iluminado e pequeno, o rapaz deixava aquele lugar minimamente arrumado.

    De forma repentina, ouviu som de batidas na porta.

    — Entra — disse, não tirando o foco no diário.

    Kelly entrou na casa, fechando a porta delicadamente.

    — O que dese…ja? — Por causa do crânio, ninguém conseguiria ver, mas o rapaz ficou boquiaberto quando viu sua companheira. — Kelly, por que essas roupas?

    A mulher estava usando apenas lingerie. Era a primeira vez que ela se apresentou assim na frente de Bill, então, o homem estava bem confuso.

    — Podemos conversar?

    O rapaz assentiu. A garota caminhou até a cama, sentando em cima do colchão. Bill olhou para trás, esperando o que ela fosse dizer. Porém, acabou por se levantar quando ela bateu lentamente no colchão, o chamando para sentar ao seu lado.

    Fazendo, a garota finalmente abriu o bico.

    — Bill, posso te fazer uma pergunta?

    — Diga.

    — Você acha que ficar muito focado no trabalho e não tirar um tempo para descansar ou divertir algo saudável?

    — Bem… as pessoas precisam tirar a sua folga.

    — Então, por que você não faz isso?

    O rapaz ficou sem uma resposta prévia.

    — Eu te conheço há dois anos, e sei que tudo que você está fazendo é de enorme importância, mas você exagera demais na dose. A última vez que você dormiu foi há seis dias. Eu não sei como você tem energia e disposição para conseguir fazer as coisas que faz desse jeito. Você dorme uma ou duas vezes na semana inteira.

    O homem suspirou, olhando para baixo um pouco desanimado. Ele sabia o que ela estava fazendo e a garota não estava errada, e ele sabia disso, mas não é como se pudesse se dar o luxo de dormir todos os dias.

    — Meu trabalho é mais importante do que a minha saúde. Além do mais, não é como se isso fosse me matar. — Olhou diretamente para ela de novo. — Quando eu coloquei essa máscara na minha cabeça, eu não era ciente das consequências e sua maldição. A boa parte, é que eu fico muito mais forte, o que ajuda no meu plano. O azar é o fato da maldição dessa maldita máscara de caveira ser a imortalidade.

    — Acredito que muitas pessoas discordariam que “ser imortal” é algo ruim.

    Ele suspirou novamente.

    — As pessoas são burras. Não sabem os efeitos negativos que a imortalidade pode causar. Macacos que servem aos nobres, abaixando a cabeça e beijando a bunda deles… Mas esses são os macacos que eu preciso proteger dos nobres. Não se preocupe, minha querida amiga. Eu durmo uma ou duas vezes por semana como de costume. Não se preocupe.

    Entretanto, a garota não aceitou bem essa resposta. Com a cara emburrada, ela montou em cima de seu colo, o encarando de frente.

    — Kelly? — Bill começou a ficar ansioso. Estava entendendo o que aquilo estava se formando, mas ainda não tinha certeza.

    — Se você não quer descansar direito, eu irei fazê-lo descansar — falou, completamente decidida.

    A garota arrastou sua mão do abdômen do rapaz até a sua cintura, onde colocou a sua mão por baixo da calça, pegando em seu “Billzinho”. Ela começou a massagear levemente. O homem estava incrédulo, mas gostando da sensação, então, não protestava quanto a isso.

    A massagem, que antes era leve e calma, aos poucos se tornava mais rápida e agressiva.

    O homem pegou a garota pelos ombros, colocando-a em sua cama. Sobre ela, retirou sua calça por completo, fazendo a garota tomar um leve susto e corar.

    Sem perder tempo, e sem dizer nada, o homem rasgou a lingerie que a mulher usava, deixando ela despida por completo. Sem hesitar, encaixou com força o seu meninão na região macia e molhada de Kelly, que gemeu alto.

    — E-espera aí! Você não pode ser mais gentil? — falou a garota, completamente envergonhada.

    Bill não a escutou, e começou a se movimentar rapidamente e com força, fazendo Kelly continuar gemendo.

    O ato carnal escalou para outro nível, com Bill pegando em seus seios, e os apertando agressivamente.

    O homem estava apenas focado em uma coisa naquele momento. Aquilo estava tão bom que sentia que poderia continuar fazendo aquilo mais e mais. A garota compartilhava da mesma opinião, e queria senti-lo ainda mais.

    O rapaz continuou metendo com força, fazendo a cama balançar no processo. Até que acabou por chegar ao seu final.

    Sentiu que já não tinha mais forças para se manter em pé. Ele já lutava diariamente para se manter acordado, mas após gastar toda a sua energia naquele ato, a vontade de dormir que tanto estava reprimindo, o assolou de vez, e o jovem se rendeu ao sono, dormindo quase imediatamente depois de ter ejaculado.

    A garota ofegava fortemente, depois de ter passado por essa situação intensa. Ela abraçou forte o rapaz, dando um sorriso, vendo que seu plano havia dado certo.

    Ela queria ver o bem estar de Bill, queria vê-lo bem, vê-lo alegre, rindo e animado. Aquela mulher queria estar ao lado dele para sempre, e continuando a mostrar o seu amor por ele, de forma implícita ou explícita.

    — Eu te amo — falou, ainda abraçada com ele.

    Acabou pegando um cobertor que tinha na cama, cobrindo os seus corpos nus e os protegendo do frio.

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