Capítulo 107: Primeiro confronto
Os dois irmãos saíram do quarto confusos e assustados pelo acontecimento recente. Ainda ansiosos, estavam completos e preparados para o que significasse aquela vermelhidão.
A grande porta de madeira metálica apenas se trancava ou por dentro ou por fora, por sorte Kizimu agora tinha permissão para sair agora, deixando as coisas fluírem mais fáceis. Ao lado de fora, olharam para os lados procurando alguma inconsistência.
A vermelhidão era completamente estranha, como se até mesmo a temperatura ambiente estivesse diferente, o suor de Kizimu desceu, enquanto eles olhavam para os lados.
Ninguém.
O que era estranho, era para terem guardas ali. De repente gritos começaram a percorrer todos os corredores, uivos, berros, sons grotescos. Era como se a agonia humana ganhasse forma sonora.
— O que está acontecendo?
— Vamos descobrir.
Seguindo até o final do corredor, eles olharam o grande salão de celas, lá, cenas grotescas aconteciam.
Sangue se espalhavam por diversos locais. O cheio de ferro dava ânsia aos irmãos que viram com seus olhos a maior cena de massacre que poderia existir. 9 homens armados brutalmente esmagaram outros guardas.
Alguns gritavam perturbadoramente, sendo massacrados.
— Flavio! Sou eu cara! ME escu—
Aquela brutalidade não era humana, os olhos injetados de ira, a baba que caia como se fossem animais ferozes. Eles estavam catatônicos, fora de si. Atacando uns aos outros. Os guardas que pareciam insanos, não atacavam outros também insanos.
Uma verdadeira cena de carnificina, onde, o teatro era colocado para loucos que atacavam com suas armas. Brutalmente esmagavam crânios, batiam com uma força desumana. E suas atitudes cada vez mais inumanas.
— ohheee.
— Uheehoo.
— ee—eu—oggh
Sons não humanos eram produzidos pelas gargantas arranhadas daqueles homens insanos. Aisha quis vomitar por ver uma cena tão vermelha quanto aquela. Kizimu, retirou da bainha de nylon a arma que já carregava em seu bolso.
A afiada faca de caça se faria útil agora. E todos os momentos de treino, todos eles, foram para esse momento. Kizimu observou aqueles homens tão transtornados. E ficou trêmulo. Acima de tudo que imaginava, agora, ele teria que enfrentar os cavaleiros de Insurgia.
Matar? Deveria matar eles? Deveria verdadeiramente assassinar aqueles guardas? Eles com certeza estavam sendo controlados pela doma vermelha, e pelos projetos. Aquilo que Kizimu não conseguia compreender era como tudo tinha dado seu efeito.
Qual era a causa? Por que alguns foram afetados e outros não? E por que os loucos não atacavam outros loucos, não estavam insanos.
“Isso é uma mistura bem assustadora. A doma vermelha tem um ritual acionado. Está usando algum efeito que já se portava em todos eles, e está acionando um comando único. O controle se fez necessário, em um grande ritual.”
— Isso é meramente possível?
“Um ritual dessa escala, seria necessário uma energia amaldiçoada e devastadora. Algo extremamente difícil, mas se eles tivessem preparando isso, nessas últimas semanas…”
— Então os assassinatos, eram catalisadores disso?
— Do que está falando?
Aisha apenas viu Kizimu falando sozinho, e ficou confusa. O mesmo percebeu tal coisa e apenas observou sua irmã. Ele teria tempo de lutar e proteger ela ao mesmo tempo?
“Não posso afirmar, mas sim, o assassinato era algum tipo de catalisador… talvez não necessariamente os assassinatos, mas sim, o medo deles. Já que a morte traz medo, e medo é um elemento capaz de catalisar demais rituais. É um dos elementos assim como o miasma gerado.”
— Isso é algo insano. Desse jeito… preciso reunir todo mundo. E—
— Oooheeri.
Um grande machado longo passou pela sua frente, enquanto estava distraído com sua própria mente. Não percebeu que um grande homem barbudo estava o mirando. Aisha caiu para trás, e o homem girou a arma mirando na cabeça de Kizimu.
— Droga!
A estocada do golpe cruzou onde Kizimu conseguiu refletir a arma. O homem insano estava com uma força descomunal, a dor muscular de Kizimu provou que aquilo não era uma mero controle, eles aumentavam drasticamente o poder de combate dos cavaleiros.
— Aisha recue, fique atenta, eu vou precisar derrotar alguns deles para fugirmos.
— Certo. Vou… — Aisha lembrou de algo. — Kizimu precisamos ir no meu quarto.
Kizimu estalou a língua, e avançou na perna do homem com o grande machado longo. Kizimu foi rápido o suficiente e esquivou da lâmina que brutalmente quebrou o chão, assim, por debaixo da perna do homem, fez um corte longo pela lateral da coxa dele.
O homem insano, poderia estar louco, mas o golpe foi efetivo, e fez ele se ajoelhar no chão. Kizimu, pulou e chutou no pescoço do grande homem, assim conseguiu desmaiar ele.
Kizimu aprendeu muitas coisas com Guto. Como usar sua faca, ou como mover seu corpo. A inteligência de Kuzimu o ajudava também. Então, agora precisaria usar toda a experiência que obteve para suprir sua própria fraqueza.
Ele sempre mirou vencer Guto, o melhor dos cavaleiros em treinamento. O mesmo tinha um nível de combate acima de muitos do reino. Se ele treinou com alguém com tamanha habilidade, Kizimu teria uma certa facilidade para lidar com alguns cavaleiros.
Ou pelo menos, Kizimu contava com isso. Ele olhou para frente, feliz com sua vitória. Apenas respirou um pouco, e percebeu algo irreal. As oito figuras armadas vinham em sua direção. Kizimu até poderia lidar com um ou outro, mas oito homens insanos seriam demais.
Kizimu tropeçou para trás, mas percebeu que se falhasse, sua irmã morreria. Mordeu seus molares com força o suficiente para quebrar. E imbuiu; Ritual de chamas roxas, dentro da sua lâmina.
— Kuzimu, por favor, use o Lambda, faça eu sentir os golpes.
Kizimu sentiu algo fora do comum. Muitos sentimentos cruzaram sua mente. Era uma bagunça. Diversos inimigos vinham, e atacaram ao mesmo tempo. Kizimu sentiu como se estivesse vendo o futuro, mas não era isso, era pior que isso.
Diversas, bagunçadas, futuros ataques, acumulados. Tantos ataques deixaram Kizimu confuso, e eles vieram. Um corte, um baque, uma estocada, um perfurar. Tantos ataques juntos, Kizimu ficou sem reação com tudo e a morte★———★———★Kizimu estava distante.
Kizimu quase vomitou quando sentiu tantos acontecimentos ao mesmo tempo. Ele viu Aisha ao seu lado, e percebeu que estavam do outro lado da sala. Todos aqueles homens insanos estavam perto da escada, onde estavam anteriormente.
Eles tinham atravessado o corredor em menos de um piscar de olhos. O arbítrio de Aisha, ainda desconhecido, era assustador. Mas também, sabia que se ela usasse demais, ela mesma seria ferida no processo.
— Droga.
Kuzimu, o que foi isso?
“Muitos daqueles homens eram pessoas ruins, todos eles você sabia onde eles acertariam, a sua certeza embolou em todos acertando ao mesmo tempo. Sua mente não conseguiu pensar em todos ao mesmo tempo.”
— Resolve isso, que merda. Contorne para eu ver apenas o que vier me atacar primeiro. Não, eu tenho que fazer eles me atacarem separados.
— Que?
— Estou falando com Kuzimu, calma.
Aisha ficou boquiaberta, como se escutasse a história de um fantasma, ela afrouxou os lábios e segurou Kizimu que estava se prontificando para atacar novamente.
— Isso é loucura, não temos como vencer todos eles.
Kizimu viu nos olhos delas, o medo mais claro. Era alguém com medo de perder seu irmão, medo de perder aquele que mais a importava. Kizimu sorriu. Ele acariciou os cabelos de Aisha e respirou fundo.
— Não se preocupa. Não importa quantas vezes eu caia. De agora em diante, eu vou sempre me reerguer. Então, eu vou vencer.
— …! – Uma Aisha boquiaberta foi o que sobrou.
Kizimu correu. Como um pássaro pronto para fazer sua caçada. Ali, ele estava pronto para devorar os mais diversos inimigos que estavam à sua frente. Dando para ele, a motivação mais que clara, que estava prestes a se tornar um heroi.
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O garoto correu com sua faca em chamas. A arma dele era catalisador, então, suas chamas eram tão quentes que poderiam causar danos devastadores, ao toque.
Kizimu avançou e iniciou, diversos futuros foram vistos — não era isso. Não era como ver o futuro, era como se o que fosse acontecer estivesse na sua mente. Ele sabia exatamente onde cada ataque viria. Mas diversos ataques ocorreram ao mesmo tempo.
Dessa vez longe o suficiente conseguiu pensar.
— Kuzimu, quem me acerta primeiro, foque nele. Se alguma arma estiver vindo para cima de mim, acione essa informação em mim. Não quero todos ao mesmo tempo.
“Que trabalheira. Mas tudo bem.”
Um martelo uivou enquanto cortava o ar, Kizimu conseguiu prever e recuar antes de o acertar, a arma bateu no chão e quebrou o ladrilho. Em sequência, uma claymore cortou pela esquerda, e uma espada longa pela direita. Kizimu arqueou o corpo fazendo as armas se colidirem.
Girou por debaixo das armas, e acertou um corte horizontal que cortou as armaduras como papel, elas derretidas, foi completamente efetivo. Kizimu sentiu pena pelos corpos que seriam perfurados pelo calor de sua arma.
Os dois tosseram sangue e caíram no chão. O homem do martelo levantou sua arma novamente, e Kizimu deu uma estocada, a velocidade superando as expectativas, e acertou o peito do homem.
Kizimu ofegou, com um mero cansaço que estava em si. Percebeu algo, estava muito habilidoso. Enfrentar Guto tantas vezes, o fez ter um tempo de resposta e avanço corporal insano. Fazer esse estilo de ataque era fora de seus padrões.
A figura de número 6 ergueu uma espada fina, ela correu com uma velocidade excedente, Kizimu sentiu algo horrível. Um corte acertou seu peito. A fina espada perfurou o flanco esquerdo.
— Kizimu! — Aisha gritou ao longe, vendo seu irmão sendo ferido.
Não previu ela. Além disso, sua velocidade era maior do que o normal. Claramente o nível de habilidade daquela mulher era claro, e sua habilidade era visível.
“Essa não é alguém ruim, então, não vai conseguir prever ela.”
— Que coisa chata.
Kizimu fez um corte brutal na arma da mulher, fatiando a espada fina. Ele recuou e puxou a lâmina de sua barriga. O sangue levemente escorreu, era fino demais, mesmo assim, era uma ferida profunda.
— Acione a anestesia.
Logo a dor cessou. Isso não retiraria a ferida de forma alguma. Segundo passou e logo a mesma mulher avançou com sua arma danificada, ela insana, apenas babava e acertava um assalto com diversos ataques.
Postura mudada, Kizimu defletiu os golpes. O treino que teve com Ernesto não foi em vão, aprendeu muito com ele. Então, girou e chute frontal foi aquilo que deu seu alívio, recuando a garota. O que aprendeu com Amara não seria em vão também. Assim, um corte de baixo a cima rasgou o peito dela, fazendo ela cair no chão.
Com certeza seus cortes fariam todos ficarem bem machucados. Esperava que não morressem, rezava por isso.
Kizimu disparou em ângulo como foco direto nos mais separados. Dois armadurados de espada longa cruzaram juntos, suas armas ensanguentadas, eles golpearam como um martelo de guerra, suas espadas.
Kizimu sentiu os ataques surgindo, mudou para uma postura de contra-ataque, refletiu as armas, correu, horizontalmente cortou e — sangue voou.
Seu sangue voou.
Suas costas foram brutalmente acertadas. Um homem de Katana, foi tão rápido que nem pode imaginar e novamente.
— Não pude prever ele também?
Por mais engraçado que fosse, os mais habilidosos, também eram pessoas bondosas. Era engraçado que tivesse que enfrentar pessoas assim. Kizimu bloqueou um corte direto do homem, mas fraquejou quando uma das espadas da dupla anterior veio na sua direção.
Kizimu ergueu seu braço esquerdo ao ar, e algo surpreendente aconteceu. Suprindo completamente o impacto. O escudo de metal que Ronan tinha lhe dado serviu como proteção na hora exata. A arma não conseguiu ultrapassar, mas ainda estava com duas pessoas à sua frente.
Suas costas tinham sido acertadas, então, sentia sangue escorrer, era certo que logo algo horrível poderia afetar Kizimu sem precedentes. A sua faca falhou, quando não teve forças para manter o ataque, e no mesmo instante o outro da espada logo seguiu por trás. Um dois cortes avançaram e ★———★———★ Kizimu estava distante novamente.
— Que coisa… assustadora.
— Não se preocupe, eu vou cuidar de você. Foque em derrotar o máximo deles.
Kizimu não pode deixar de sentir medo, pois novamente ele quase recebeu um golpe fatal. Sentimento esse assustador, o coração estava acelerado. Lutar era divertido, mas ao mesmo tempo aterrorizante. Era como apostar a vida, se falhasse, tudo acabaria.
Por sorte, ele tinha sua querida irmã ali. Ela estava servindo de suporte e dando vidas extras nesse jogo. Com certeza era um apoio que nunca poderia retribuir. Beijou a testa de Aisha.
— Obrigado mesmo, mas não se force muito, precisamos de você acordada, antes de achar todos.
— Eu vou aprender a desenvolver esse poder, eu vou ser capaz de salvar também, então, apenas dê o seu melhor, e deixe a retaguarda comigo.
Kizimu riu, ele tinha uma grande aliada ao seu lado. Logo levantou, e olhou para suas costas. O corte era feio, estava escorrendo muito sangue, eventualmente Kizimu poderia desmaiar pela falta de sangue. Era um problema.
— Kuzimu tem alguma habilidade de cura aí?
“Eu até aprendi a absorver ferimentos, mas não existe forma de curar não.”
— Claro que não…
Assim, avançou mais uma vez. Dos 8 que enfrentou, venceu um homem de martelo, um de cleymore, um de espada longa, e uma de espada fina. Ainda faltava dois homens de espadas longas, armas essas que eram favoritas entre os guardas, poucos tinham diferente. Um de Katana, e outro de lança.
O homem de lança vinha na sua direção, e Kizimu notou que não era capaz de prever ele. Kizimu girou por de baixo do ataque que o cruzou, e quando levantou, teve de se defender no mesmo instante. A Katana estava na sua frente.
Sentiu logo um ataque vir, era um dos homens da espada longa, que tentava martelar sua arma esmagando o que viesse pela frente. Kizimu já passou pela mesma situação, se isso se repetisse, estaria em apuros.
Kizimu girou seu braço, derrubando o ataque do Katana, avançou e defendeu com o escudo de braço a espadada, então, Kizimu girou sua mão, segurando o braço do oponente, e girou para dar um ”golpe martelo”, mas isso foi apenas um truque.
Usando o giro de mão do golpe martelo, ele foi rápido para um golpe perfurante brutal, fazendo o homem cair para trás, Kizimu girou no mesmo instante por saber que não preveria o Katana e…
— Sai daquiii! — Aisha gritou.
Kizimu defendeu um corte brutal da Katana, mas ouviu um grito de sua irmã. Olhando para a distância, viu onde estava ela, e o homem de lança estava prestes a atacar ela.
— Vocês não vão tocar um dedo nela!
Kizimu girou sua arma do Katana, e desajeitadamente correu. Como traindo aquela luta que estava, ele falhou em se defender, e recebeu um corte direto no braço, rasgando do ombro até o limite do escudo que defendeu parte do corte.
Kizimu cheio de irá puxou sua arma e com um arremesso perfeito, fez um ataque digno de ninjas treinados. Sua faca cruzou os ares em uma velocidade que assobiava o vento. As chamas brutais quase se fizeram forma, quando sua ira determinou tamanho trajeto, e essa faca brutalmente perfurou as costas lanceiro.
Kizimu chegou a tempo e rasgou as costas, puxando a arma para baixo. Sangue foi espalhado, e Kizimu percebeu o projetar de sua ira.
Aisha viu os olhos injetados de sangue de Kizimu, como se o medo de perder ela, fosse o primeiro passo para ele se tornar um monstro. Kizimu soltou ar, aliviado.
— Kizimu…
Ela fracamente chamou ele, mas se recusou a continuar seu chamado. E logo…
“Garoto!”
Kizimu ouviu o ecoar em sua mente, e entendeu o que aconteceu, ele relaxou demais e quase não percebeu que estava em luta ainda. Por um triz ele não perdeu o olho naquele corte brutal.
Uma sequência devastadora teve início, onde nenhum dos lados quiseram parar suas armas. Kizimu percebeu algo, seu braço esquerdo falhava em se movimentar. Ele estava muito cortado, então, perdeu as chances de usar aquele braço.
— Kizimu desculpa.
— Não se preocupe, e eu não parei ainda.
Corte, baque, mais um desenvolver de luta. Kizimu mudava sua postura para uma postura mais defensiva, pois o inimigo era rápido demais. Kizimu não poderia falhar.
Erro era igual à morte.
Não era mais um treino, então, o medo era claro. Ainda assim, Kizimu cortou, era impressionante que a Katana era bem resistente mesmo com sua arma queimando em chamas púrpuras.
Kizimu pensou, como ele poderia parar o oponente? A Katana brutalmente esmagou um corte de cima para baixo, onde Kizimu defletiu e conseguiu devolver um corte. A insanidade era tamanha, mas a habilidade não sumiu.
Um eco do que um dia já foi. Kizimu conseguiu ver que estava enfrentando alguém verdadeiramente forte. Mas demorou demais, logo sentiu uma outra espada chegando, e dessa vez, ele não teria um braço forte para defender.
— Aisha! Você sempre aciona na minha falha, certo. Me coloque dessa vez, atrás do Katana.
Os cortes do Katana e da espada longa vieram, Kizimu avançou e cortou horizontalmente, seu corte nem fazia sentido com os cortes que vinham. As espadas viram e ★———★———★ Kizimu horizontalmente cortou as costas do Katana.
Seu plano ecoou perfeitamente, usando o arbítrio de Aisha. Ele sabia que ela não conseguia controlar ele. Mas sempre que estava em apuros, de alguma forma ativava, por isso, sabia que daria certo.
O Katana caiu no chão, e Kizimu avançou, com um corte direto, conseguiu perfurar o peito do espada longa. Assim, finalizando os oponentes que tanto trabalho deram.
Kizimu ergueu sua lâmina aos céus. E gritou.
— Issooooooo!
Assim, o primeiro confronto que tinha se iniciado, teve seu final.
D—————L—————F
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Hora do chá
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Yahalloi
CaiqueDLF aqui!
E assim o pesadelo começa!
Os homi tão loucos. Muito fortes, e aprimorados. Mas por sorte, Kizimu passou pelo arco de treinamento dele.
Kizimu finalmente consegue lidar com problemas sozinho. Um arsenal bastante impressionante.
Claro que ele só conseguiu vencer graças a Aisha, mas não podemos tirar o crédito de Kizimu tankar o 1×8 ou seria 2×8?
O pesadelo apenas começou, muitas lutas estão prestes a causar.
Quem será os próximos a lutar nesse pesadelo? Hein? Próximo capítulo é tão intenso quanto esse.
Não se preocupem, amanhã tem mais capítulo, então venha aqui 20:15
Bye, bye
Ass: CaiqueDLF

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