Índice de Capítulo

    AOBA! EVSOMC VOLTOU À ATIVA, PIAZADINHA!!

    Tava cheio de BO, escravidão diária e blablablá…

    Enfim, tô de volta! Perdão pelo sumiço e pelo vácuo de mais de 3 meses sem lançar cap. Vou tentar compensar esse hiato nível Togashi em algum momento futuro (não prometo datas ou quantidade mínima de caps, não sufoquem esse pobre tradutor falsificado e disléxico).
    E, claro, o mais importante (e a única coisa que cês provavelmente vão ler): voltarei a postar capítulos diariamente!

    ISSO MESMO!

    1 cap diário de segunda a sexta
    e
    2 caps aos sábados e domingos.

    Combinado? Boa noite e inté amanhã (assim espero kk).

    Aviso: O HIATO FORÇADO ACABOU!!!!!!!!!!!! — Alguns conteúdos podem estar marcados como sensíveis. Você pode ocultar o conteúdo sensível marcado ou com a alternância no menu de formatação . Se fornecido, o conteúdo alternativo será exibido no lugar.

    Não foi fácil chegar a este ponto. Porém, o sucesso de Inala se devia a três motivos principais.

    O primeiro deles era o seu ramo de atuação: o Teatro, um setor inédito que acabara de surgir. Como Inala detinha o monopólio absoluto desse modelo de negócios, ninguém podia fazer nada a respeito. Além disso, a nova atividade comercial não entrava em conflito com os mercadores que já possuíam lojas na via principal.

    Como era o único Teatro em todo o Reino Ganrimb, pessoas de toda a região viajavam para assistir às peças, impulsionando o setor de turismo da Cidade Comercial de Ellora. Com isso, todos os grandes mercadores acabavam lucrando de forma direta.

    E, como diz o ditado: Um mercador vai amá-lo contanto que lhe dê lucro.

    Graças a Inala, a margem de ganho deles havia disparado, então não tinham do que reclamar. Independentemente de seu caráter, todo mercador era perfeitamente honesto quando se tratava de seu desejo por dinheiro.

    Esse fato levou diretamente ao segundo motivo.

    Após obrigar Maharell a assinar aquele contrato desfavorável, Inala não parou por aí. Já que havia usado o chicote contra o homem, era hora de lhe oferecer a cenoura.

    À medida que a fama do Teatro crescia, a demanda por produtos temáticos também disparava, pois Inala os promovia exaustivamente, integrando-os de maneira orgânica em suas peças: pelúcias, medalhões, pôsteres, entre outros brindes. Diante desse cenário, ele firmou um novo acordo com Maharell.

    A Mercadorias e Serviços Maharell ficaria responsável pelas vendas. Mediante o pagamento de uma quantia única, Maharell adquiriu os direitos exclusivos de comercialização de todos os produtos ligados à primeira grande produção teatral de Inala: Tom e Jerry.

    Como resultado, o fluxo de clientes do mercador explodiu. Quanto maior a fama da peça, maior a vontade do público de adquirir os produtos oficiais. Maharell ganhava rios de dinheiro; tanto que, apesar de ter perdido o equivalente a algumas décadas de expectativa de vida para Inala, já havia esquecido o assunto por completo e passava os dias com um sorriso de orelha a orelha.

    Testemunhar esse sucesso estrondoso deixou os outros grandes mercadores mordidos de inveja. A princípio, eles planejavam unir forças contra Inala para frear seus negócios. Agora, no entanto, diante daquela inegável oportunidade lucrativa, todos correram até ele, disputando a tapas a compra dos direitos exclusivos das mercadorias atreladas às outras peças.

    Essa se tornou a moeda de troca de Inala para controlar os magnatas, permitindo-lhe reunir não apenas fundos, mas também a logística necessária para acumular uma vasta influência. Além disso, ele ainda detinha trinta por cento de participação nas fábricas que produziam os colecionáveis.

    Basicamente, ele lucrava de braços cruzados. Por meio de suas manobras políticas, Inala não só garantiu uma fonte de renda passiva, como também trouxe os figurões do comércio para o seu lado. Mais do que isso, sua figura tornou-se tão indispensável para aqueles lucros exorbitantes que os empresários faziam tudo ao seu alcance para garantir que nenhuma força externa interferisse nos planos do rapaz.

    À primeira vista, a fatia de trinta por cento podia parecer uma desvantagem para Inala, já que a propriedade intelectual era totalmente sua. Contudo, sob a ótica dos grandes mercadores, eram eles que possuíam os majestosos setenta por cento das fábricas. Isso significava que precisariam suar a camisa para garantir que o negócio continuasse rentável.

    Consequentemente, ao protegerem os próprios interesses, garantiam a segurança de Inala por tabela. Como possuía um terço de participação em todas as indústrias produtoras, a receita que o rapaz arrecadava mensalmente beirava um quarto de milhão de Frutas Parute.

    Em três anos, ele se tornou um dos indivíduos mais notáveis da Cidade Comercial de Ellora. Suas ações, inclusive, alavancaram a riqueza do próprio município, elevando seus padrões em comparação aos das cidades vizinhas.

    E a terceira razão pela qual nunca virou presa da cobiça alheia era sua força misteriosa. Inala havia entrado em combate pouquíssimas vezes desde que chegara. Porém, em todas as ocasiões, subjugou oponentes que estavam no Estágio Vital em um instante, deixando-os absolutamente aterrorizados.

    Ter os sentidos, o Prana e o próprio tempo de vida roubados era uma perspectiva assustadora. Portanto, ninguém ousava encostar um dedo nele, nem mesmo os verdadeiramente fortes; afinal, quando enfim tomaram conhecimento de sua existência, Inala já havia se estabelecido como uma figura intocável. Os interesses próprios de dezenas de magnatas já estavam intimamente entrelaçados aos dele.

    — Faltam dois minutos para o intervalo — Inala observou a movimentação e dirigiu-se a um jovem ao lado: — Ruggu, avise os servos para ficarem a postos. Assim que a pausa começar, eles devem servir os refrescos aos convidados. O restante da equipe precisa estar preparado para guiar o público aos banheiros e à área de recreação.

    O ingresso mais barato, localizado no andar mais alto do prédio, custava mil Parutes. Havia também seis suítes VIP reservadas para a elite da elite, cada uma por absurdos quarenta mil Parutes. O próprio Inala se questionava se aquele valor todo valia a pena. No entanto, mês após mês, todas as seis cabines viviam lotadas, o que o deixava surpreso.

    “Pelo visto, em qualquer lugar do mundo sempre vai existir gente podre de rica com mais dinheiro do que consegue gastar”.

    — Sim, Mestre. — Ruggu fez uma reverência e se retirou para executar as ordens.

    O garoto chamava Inala de Mestre e era neto da irmã mais nova de Erwahllu. Ruggu havia sido o primeiro funcionário a ingressar no Teatro, recebendo ensinamentos pessoais diretamente de Inala.

    Graças a essa mentoria meticulosa, o jovem alcançou o Estágio de 2 Vidas. Claro que, como seu Avatar Humano fora forjado com Kirenal, sua força de combate não era nada digna de nota. Contudo, ele possuía um talento formidável para controlar marionetes. Atualmente, era o operador mais experiente da equipe, atrás apenas do próprio Inala e de Asaeya.

    Era ele também quem operava a complexa marionete de Ichigo na peça do Arco da Sociedade das Almas. Em pouco tempo, a primeira metade do espetáculo chegou ao fim, sinalizando o início do intervalo.

    O público se levantou e seguiu para o salão de festas adjacente. Tratava-se de uma majestosa varanda a céu aberto que circundava o teatro, com uma visão panorâmica de Ellora. O cenário era agradável, resultado do investimento direto dos grandes mercadores, que não pouparam despesas para decorar os arredores com o máximo de requinte possível.

    “É hora de recebê-los”, Inala pensou, inspecionando a própria aparência enquanto encarava os braceletes presos em ambos os pulsos. Cada um deles era uma discreta peça de madeira, que continha minúsculas Bombas de Prana embutidas e ocultas por um revestimento espesso.

    Entalhes sutis haviam sido esculpidos na superfície externa para dar aos acessórios um ar elegante e apresentável. Além das duas pulseiras, ele usava tornozeleiras com um design idêntico. Ao redor do pescoço, justa como uma gargantilha, repousava mais uma daquelas ferramentas.

    A função dos itens era simples: absorver todo e qualquer vestígio de Prana que seu corpo exalasse. Afinal, se sua energia vazasse para o ambiente, qualquer Humano Livre no Estágio Vital o reconheceria como um Membro do Clã Mamute na mesma hora.

    Dessa forma, aquelas Bombas de Prana atuavam como um bloqueador passivo, mascarando sua presença por completo. Inala as havia aperfeiçoado ao forjar, através do Criador de Habilidades Místicas, uma Habilidade específica que potencializava e auxiliava essa absorção. Era graças a esse sistema engenhoso que ele conseguia ocultar sua verdadeira identidade com tanta perfeição.

    Durante seu embate inicial contra Maharell, Asaeya havia ofuscado agressivamente os sentidos do mercador e do líder de sua guarda pessoal, que já se encontrava no Estágio Vital. Por conta dessa interferência oportuna, nenhum dos dois foi capaz de farejar sua verdadeira origem.

    Mesmo no presente, caso Inala decidisse invocar e controlar uma Arma Espiritual no salão, seria muito fácil para qualquer um ali detectar sua linhagem, apesar de todos os braceletes. Os acessórios de bloqueio só funcionavam ao absorver as emissões naturais e contínuas de seu corpo físico. Para comandar uma Arma Espiritual, ele seria forçado a projetar seu Prana para além do limite da madeira, o que violaria e anularia completamente o escopo de atuação dos bloqueadores.

    Asaeya e a Pequena Gannala também estavam equipadas com as mesmas joias modificadas.

    Apesar de a invenção ter provado sua eficácia impecável vez após vez, Inala não abria mão da mais severa cautela. Um único deslize e todo o império de proteção e influência que havia construído desmoronaria como um castelo de cartas.

    “Especialmente agora, que estou quase terminando os preparativos para marchar rumo ao Império Brimgan”, ele refletiu, engolindo em seco.

    — Mestre Inala, é um imenso prazer conhecê-lo. — Um casal luxuosamente vestido se aproximou com sorrisos largos, o que ativou o nervosismo instintivo do rapaz no mesmo segundo. — É incrivelmente difícil conseguir a atenção de um homem tão atarefado quanto você.

    — Por favor, bastava os senhores enviarem um recado e eu teria comparecido à sua porta de imediato. — Inala abriu uma expressão polida, cheia de lisonja, fez uma reverência educada e ergueu o olhar para o Senhor da Cidade e sua elegante esposa.

    Suas costas estavam banhadas em suor frio. Diferente de todos com quem havia negociado ou lidado até o momento, aqueles dois não eram meros ricaços do comércio. Eram verdadeiras potências monstruosas, figuras intimamente ligadas à realeza do Reino.

    Em termos de poder bruto, eles rivalizavam de igual para igual com os guerreiros originais do Clã Mamute. Inala sentiu isso na própria alma ao sondar a presença invisível e opressiva que emanava do corpo do Senhor da Cidade.

    Estágio de 8 Vidas!


    Ah, inclusive, também tô pensando em me render a ser um tradutor mendigaço e abrir a possibilidade de vocês patrocinarem COMBOS de caps pra EVSOMC.

    “Ah, mas por que isso do nada, J?” A real? De forma bem sincera? Ainda estou e vou continuar cheio de B.O., ferradaço, e preciso juntar e farmar money o máximo possível de todos os lugares e bicos possíveis que eu conseguir…

    Então… Se ainda existir algum leitor vivo por aí (velho da lancha, rico e sem saber onde enfiar mais seu lindo dinheirinho, de preferência), entra no Discord da Illusia e me dá um salve que a gente faz um bem-bolado maneiro. Ainda preciso organizar certinho como vou fazer isso e tal, mas vai dar bão! Vou unir o útil ao agradável, basicamente (e também vai me servir de combustível e me forçar a virar gente e ir traduzir os caps mesmo quando eu estiver desanimado ou com vontade de mandar todo mundo ir… enfim, é isso).

    ah!

    Um agradecimento especial aos leitores que curtem a obra e aguardavam o retorno da tradução para continuarem acompanhando fielmente, e também aos novos leitores (de vez em quando eu bizoio as notificações dos comentários de vocês no Discord, mesmo estando bem bugado pra mim, então tenho que ficar caçando 1 por 1).

    Cês são fodas, piazada!

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