Histórias 1
Capítulos 95
Palavras 181,9 K
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por Andaz — O topo do castelo, tomado pelo frio, servia como palco para um desafio inesperado. Os grupos, exaustos e feridos, encontravam-se em um impasse: Kentaro havia sido derrotado, e mesmo com a chegada de novos integrantes, a situação permanecia instável. Rin Kurosawa, a autoproclamada última barreira do desafio, observava-os de cima, entediada ao ter de lidar com um jogo que, em sua cabeça, aparentava já levar como vencido. Mayumi, pragmática, optava por esperar de joelhos os próximos passos,… 181,9 K Palavras • Hiatus

por Andaz — Em tempos de desafios, onde cada passo acumulava dificuldades e o cansaço ameaçava paralisar qualquer avanço, havia o que mantinha a esperança e a vontade, transformando toda dor em força: o grupo. Juntos, as dificuldades eram superadas em pequenas conquistas e vitórias que poderiam ser insignificantes aos que olhassem de fora, mas que para aqueles jovens, eram monumentais. Todo obstáculo vencido era celebrado, cada aprendizado, compartilhado. Ninguém foi deixado para trás. O que antes… 181,9 K Palavras • Hiatus

por Andaz — Minoru perdeu força, o ferimento aberto em seu peito jorrava sangue sem controle. Se ele tombasse para trás, não haveria volta. — N-não! — Akemi colocou um joelho no chão e segurou o companheiro pelos ombros, sustentando-o com o máximo que conseguia. Mas quanta firmeza um corpo trêmulo poderia oferecer? — Minoru! Você tá bem?! Consegue me escutar?! — Cof. Com você gritando desse jeito, fica difícil de não ouvir. Os olhos de Akemi tremiam, ofuscados pela imagem de Minoru… 181,9 K Palavras • Hiatus

por Andaz — Mayumi acomodou suas sandálias de madeira no arenoso solo azul; a estaca de gelo eterno assumia a postura de uma katana real. Kenshi, a estátua-viva de presença esmagadora, mantinha a sua nodachi((Uma espada asahiana longa, uma arma de campo de batalha maior que a katana.)) na mão esquerda apontada diretamente para a garota; no punho direito, uma katana normal pronta; entre uma das bainhas, outra espada esperava sua vez de ser sacada.Mayumi sentia o olhar inotável do ronin sobre si. O tempo… 181,9 K Palavras • Hiatus

por Andaz — Caído sentado, Akemi estava cercado. Seus pulmões pareciam pequenos demais para o ar que puxava, enquanto o coração, martelava no peito com uma batida mais forte que a anterior. Os olhos azuis das kunoichis brilhavam com ameaça, as lâminas refletiam a luz do templo ao passo que fechavam o cerco ao seu redor. O encurralado queria se mover, fugir, fazer qualquer coisa que o tirasse daquela situação, mas suas pernas não paravam de tremer, o medo era uma âncora que o puxava para o chão. “Ai,… 181,9 K Palavras • Hiatus

por Andaz — CRRUUUUMMMMM…!!! CRRSSSSHH!!! Pois é, a situação estava complexa para Akemi. “ESSES ATAQUES NÃO TÊM FIM???!!! POR QUE ESSA COISA NÃO SAI DO MEU PÉ???!!!” Ele desviava em saltos, roladas, tudo o que tinha à disposição, porém, da forma mais desengonçada possível. Valia tudo para salvar a própria pele da criatura de gelo bioluminescente que o perseguia sem piedade: o Hyokai, uma aberração que dava a única fonte de luz azul para o domo gelado em meio à escuridão… 181,9 K Palavras • Hiatus

por Andaz — Akemi iniciou as tentativas de intervir. — Sanada, sei que é assustador, mas a Nikko tem razão. Não podemos ficar parados, e se a plataforma já está aqui, talvez seja mais seguro do que subir pelos obstáculos. Mayumi olhou para ele, cheia de desconfiança, mas dava para ver que ela buscava um pingo de esperança nela mesma. Nikko aproveitou a deixa. — É isso aí! E a gente vai segurar a alavanca direitinho dessa vez. Sem surpresas, prometo! — Eu não confiaria tanto nessa garota —… 181,9 K Palavras • Hiatus

por Andaz — — Uma área extensa e circular, com um domo fechado e decorações minimalistas nas estruturas. Não há dúvidas de que estamos em uma arena — analisou Mayumi, sem tirar os olhos do teto. — Isso deveria ser mesmo o subterrâneo de um castelo? — questionou Minoru. A luz azul e o silêncio imitavam a sensação de estar submerso, criando a ilusão de que toda a arena estava sob as profundezas de um vasto oceano, deixando quem a adentrava em um estado de reverência. A origem dessas… 181,9 K Palavras • Hiatus

por Andaz — Não havia norte, não havia sul; nem leste, nem oeste. Estar suspenso na ausência de tudo era experimentar a inexistência. O corpo parecia imóvel, mas até isso soava como uma ilusão. Mãos erguidas à frente não revelavam nada; balançar os braços? Também não adiantava. Não havia diferença entre olhos abertos ou fechados; a visão, como conceito, estava apagada. O frio era uma agonia persistente, um aviso de que a camada de gelo abaixo era a única barreira entre aquele espaço e um… 181,9 K Palavras • Hiatus

por Andaz — Ao fim das escadas, a nova área onde os alunos encontravam-se era um espetáculo da engenharia glacial: plataformas de diferentes distâncias e formas erguiam-se, conectadas por passarelas finas de gelo com saliências traiçoeiras que levavam às alturas. Quem escorregasse teria uma queda feia, e quem optasse pelo medo poderia ficar preso em um “destino congelado” — vulgo, o chão. — Gente! Tem uma porta lá no topo, na última plataforma! O nosso destino deve ser lá! — Pelo menos parece… 181,9 K Palavras • Hiatus