Histórias 1
Capítulos 125
Palavras 168,9 K
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Tempo de Leitura 9 horas, 23 minutos9 hrs, 23 m

por Bruno dos Santos — Marco observava, maravilhado, a estação de trem à sua frente. Era a primeira vez que pisava na parte sul de Yhe-for, e a grandiosidade da estrutura o deixava sem fôlego. As imensas plataformas de pedra, o telhado arqueado de vidro que deixava a luz natural iluminar o interior, os trens de aço negro repousando como feras adormecidas e os trilhos que se estendiam até desaparecer na neblina criavam uma cena quase surreal para uma civilização medieval. — Nunca pensei que Taeris tivesse algo assim… 168,9 K Palavras • Ongoing

por Bruno dos Santos — A sala do hospital estava silenciosa, exceto pelo som do vento batendo contra as janelas e o leve estalar das velas queimando em suportes de ferro, o cheiro de ervas medicinais impregnava o ar. Lou-reen entrou com passos firmes, sua silhueta recortada pela luz do corredor. Sobre a cama, Elucydor estava completamente enfaixado, com apenas a boca visível. Apesar da cegueira, sua voz fraca e carregada de dor soou precisa ao pronunciar seu nome: — General Lou-reen. Ela parou ao lado da cama,… 168,9 K Palavras • Ongoing

por Bruno dos Santos — — Manipulação de Essência: Acelerar. A essência fluiu pelo corpo de Marco como um raio e, em um instante, ele avançou, a lâmina cortando o ar. Faey mal teve tempo de reagir, mas sua experiência falou mais alto. Seu braço se moveu instintivamente, bloqueando o golpe com firmeza. O choque reverberou pelo metal e, antes que Marco pudesse continuar, ela girou a espada e contra-atacou. Ele mal conseguiu desviar. Os dois se engajaram em um duelo feroz, lâminas se chocando em alta… 168,9 K Palavras • Ongoing

por Bruno dos Santos — Marco entrou na sala com um sorriso animado, segurando com cuidado um pano macio enrolado em algo claramente frágil. — Trouxe uma coisa especial — anunciou, com um brilho no olhar. Maera ergueu os olhos do mapa onde rabiscava trajetórias lunares e piscou, ajustando o foco. — Isso é o quê…? — começou, até notar o que ele carregava. — Espera... essas são...? Marco desembrulhou com cuidado o pano, revelando duas lentes circulares, polidas e transparentes como cristal. —… 168,9 K Palavras • Ongoing

por Bruno dos Santos — A brisa noturna soprava suavemente pela torre em ruínas. No alto, sob um céu limpo e estrelado, Marco terminava de ajustar seu telescópio improvisado, soltando um grunhido discreto ao se esticar. Seu ombro estalou, as costelas protestaram, as coxas tremiam. Cada parte do seu corpo parecia ter uma reclamação pronta — e todas gritavam juntas. — Você sempre faz essas caretas quando monta o telescópio? — Maera perguntou, sentada sobre uma tapeçaria velha, observando com um… 168,9 K Palavras • Ongoing

por Bruno dos Santos — “Chamando a cavalaria.” A voz de Nova soou nos ouvidos de Marco, mas ele mal conseguia processá-la. Seu corpo estava dormente, a dor do feixe de luz atravessando-o como uma chama fria e inclemente. O ar ao seu redor parecia espesso, e sua visão estava turva. Cinco segundos se passaram. Um estrondo cortou o céu. Lou-reen chegou como um meteoro, seu corpo envolto em um rastro de fogo e vento. Quando pousou na torre da mansão abandonada, o impacto rachou as pedras… 168,9 K Palavras • Ongoing

por Bruno dos Santos — Marco subia, apressado, as escadas da torre da mansão abandonada, um sorriso satisfeito no rosto enquanto segurava firmemente uma pequena sacola de couro. Dentro dela estavam o compasso, algumas réguas improvisadas, pergaminhos e um novo pedaço de carvão. Ele havia conseguido tudo o que precisava para continuar suas medições e anotações com Maera. “Frequência de essência na área acima do esperado. Recomendação: extrema cautela”. Marco franziu a testa, mas deu de ombros.… 168,9 K Palavras • Ongoing

por Bruno dos Santos — O céu já começava a se tingir com os tons da tarde, e a luz dourada ressaltava a fumaça leve que pairava sobre o campo. O chão ao redor estava marcado por crateras de impacto e rastros de calor. Ele havia dominado a esfera. Marco já perdera a conta de quantas conjurações havia feito. Eram dezenas, uma atrás da outra. Lou-reen, de pé à frente dele, rebatia cada ataque com as costas da mão, dissipando as esferas com precisão indiferente. No início,… 168,9 K Palavras • Ongoing

por Bruno dos Santos — Marco estava profundamente relaxado em seu sono, o corpo leve após uma longa noite de observação das estrelas com Maera. Seu rosto estava sereno, a respiração tranquila enquanto ele se entregava completamente ao descanso. O som suave da brisa entrando pela janela e o silêncio da madrugada envolviam-no, criando um ambiente perfeito de paz. Finalmente, ele havia encontrado um pouco de alívio depois de dias de treinamento exaustivo e desafios constantes. Porém, a tranquilidade foi quebrada de… 168,9 K Palavras • Ongoing

por Bruno dos Santos — O almoço havia terminado, e Marco observava enquanto Lou-reen se preparava para sair. A general ajustou a capa e pegou a espada, preparando-se para a visita à prisão. Antes de sair, Lou-reen retirou algo do bolso e estendeu para Marco. — Tome. Nunca deixe de usá-lo. Marco pegou o objeto e percebeu que era um colar com uma pequena pedra de selenita vermelha incrustada no centro. O cristal emitia um brilho fraco, quase imperceptível. Ele ergueu uma sobrancelha. — Isso é só um… 168,9 K Palavras • Ongoing