Tachibana Eichi (立花詠知)

    Olá, fico feliz de que esteja lendo! Sou escritor de não-ficção e ficção, e estudante de Letras. Meus principais interesses são Literatura Medieval, Religião, Teologia, Linguística e Filologia no geral. De certa forma, aplico um pouco do que eu sei no que escrevo, então espero que meu trabalho seja agradável a quem estiver me conhecendo, enquanto eu descubro as obras do curioso Tachibana, se é que me entendem.
    Histórias 1
    Capítulos 23
    Palavras 56,9 K
    Comentários 5
    Tempo de Leitura 3 horas, 9 minutos3 hrs, 9 m
    • Capítulo 12: Teimosia

      Capítulo 12: Teimosia Capa
      por Tachibana Eichi (立花詠知) O breve silêncio que irrompeu dessa desconfiança continuou. Através desses valiosos instantes, o jovem por um momento colocou a mão sobre o rosto, até repeti-lo incansavelmente. Quando sentiu a pele que carregava consigo, ele vacilou, como se estivesse duvidoso, respirando mais alto que o rádio, até de repente ele sair da transe de tanto lembrar quem era. “Rápido, Itsuki! Você vai precisar me falar com detalhes qualquer coisa que você perceber", interrompeu, fazendo-o recuperar as pupilas…
    • Capítulo 9: Disforia Vermelha

      Capítulo 9: Disforia Vermelha Capa
      por Tachibana Eichi (立花詠知) A obediência se misturou em meio a confusão. No tormento, um dos homens, vestido modestamente, ergueu seu pescoço. Tinha os olhos cicatrizados e escuros e uma tatuagem longa sobre a nuca. Encarou-o por todo, pacientemente. Mas o capitão demonstrou pouco interesse, sabendo das consequências. Como um membro de uma organização política, sentiu-se no mérito de enfrentá-lo, como se tivesse um espírito ancestral ordenando-o a essa dúvida.  “Por que está parado aí, lerdão? Você me ouviu bem.…
    • Capítulo 8: Dupla mortandade

      Capítulo 8: Dupla mortandade Capa
      por Tachibana Eichi (立花詠知) Suas emoções se alargam pitorescamente, desconstruindo a voz temerosa e acabada que antes era ouvida. Era como se o sol fizesse o mais novo testemunho da face da antiga terra: um lugar vazio, tão escuro e breve como as pupilas de quem não mais anseia a mundanidade. “Eh, lindo! É tão lindo tudo o que está sendo feito aqui. É empolgante, como se valesse de algo a essas mentes frágeis e calculáveis, como números de uma soma. Mas, veja bem: essas mortes não me importam. Para alguns que…
    Nota