82 Resultados na categoria ‘Ceifadores e Aberrações’
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Capítulo 56 - Madeira e Palha
À princípio, Anayê considerou a cena bizarra, mas o boneco de palha lhe pareceu simpático logo em seguida. Ela só descobriria irritação por ele depois. — Conheça seu saco de pancadas pessoal — Chokhmáh disse. — O senhor Arghus. O boneco caminhou de um modo um pouco desajeitado até elas. — Será um prazer servir, minha senhora. A voz soou oca e Anayê achou engraçado o tufo de palha no lugar do cabelo dele. — Agora terá a chance de experimentar a sua força —…- 107,5 K • Ongoing
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Capítulo 55 - O Custo
O mestre retornou cedo ao quarto do ceifador e se impressionou quando encontrou Anayê treinando seu ataque aos postes com as adagas. A garota estava com o cabelo preso num coque e usava uma camisa branca de mangas curtas, calças dobradas até o joelho e pés descalços. Ela estava há cinco metros de distância dos postes. Anayê abriu um sorriso generoso mostrando sua testa suada. — Eu trouxe a refeição da manhã — o mestre ergueu uma jarra com leite e um cesto com pães e queijos. —…- 107,5 K • Ongoing
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Capítulo 54 - Energia Espiritual
Anayê se sentiu leve. Por um instante, teve a impressão de flutuar acima das colunas, depois além do templo, até quase tocar as nuvens. Dali, contemplou o continente inteiro em sua vastidão. Então, seu olhar se voltou para as pessoas — vidas em movimento, apressadas, buscando propósitos, cruzando caminhos. Mas o que realmente prendeu sua atenção foram as cores dentro delas. Cada indivíduo era entrelaçado por linhas coloridas e irregulares, percorrendo seus corpos como fios de um tecido…- 107,5 K • Ongoing
Anayê despertou assustada e se levantou rapidamente. Por um instante, pensara que havia caído pela escadaria de novo. Porém, ao olhar melhor ao seu redor, viu o mestre sentado ao seu lado e também um bocado de pães, mel e água numa mesa improvisada. Notou, inclusive, a falta das dores e do cansaço que haviam se apoderado dela durante o trajeto. A única coisa realmente persistente era a fome. — Seja bem vinda de volta — o mestre saudou. — Por quanto tempo eu fiquei… O mestre fez…- 107,5 K • Ongoing
Quando o sol se aproximava da linha do horizonte, os pés de Anayê clamavam por descanso, sua garganta suplicava por água e seu corpo tinha dobrado de peso. Dar um passo havia se tornado uma tarefa hercúlea e os degraus se tornavam cada vez mais inclinados e estreitos. Alguns fios de cabelo grudavam na sua testa, assim como sua roupa colava no corpo. Ergueu os olhos e buscou o topo mais uma vez. No entanto, diferente de quando estava embaixo, o topo parecia ter sumido da sua vista. Apenas…- 107,5 K • Ongoing
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Capítulo 51 - A Subida
Anayê bebeu um pouco de água do lago e entrou na casa à procura de um odre para levar água. Lá dentro, havia apenas uma cama, um fogão a lenha e alguns utensílios para comida. E, no canto, um armário feito de boa madeira com algumas roupas. — Você não pode levar água, se é o que deseja — o mestre falou do lado de fora. Ela estreitou os olhos. — Quer que eu suba aquele escadão e não leve um pouco de água? O silêncio dele foi a resposta. A garota hesitou por um momento e…- 107,5 K • Ongoing
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Capítulo 50 - O Quarto e a Escadaria
Anayê acordou e, como de costume, foi apreciar a vista das Colinas. Era incrível aquele silêncio no início do dia no topo da colina, vislumbrando o mundo inteiro de cima. Parecia que o horizonte não tinha fim. Depois, quando foi fazer a refeição da manhã, ela ficou sabendo da partida de Boyak durante a madrugada. — Ele não gosta muito de despedidas — o mestre contou. O ceifador havia falado que ia atrás de sua esposa, uma busca motivada pelos acontecimentos do dia anterior e o…- 107,5 K • Ongoing
Eles seguiram por muito tempo em silêncio. Até ali, Anayê só tinha visto devastação. Árvores, solo e plantas mortas. Nenhum animal ou réptil. Nenhum sinal de vida. Os galhos de algumas árvores lembravam garras afiadas e foices curvadas. — Toda essa devastação foi causada por Astaroth e seus seguidores — Boyak finalmente quebrou o silêncio vendo o seu olhar perdido. — Os asseclas de Astaroth não sabem quando parar. Continuam sugando os recursos da natureza até que tudo se torna uma…- 107,5 K • Ongoing
O corpo do demônio saiu rolando pelo chão deixando marcas de fumaça e gosma preta por onde passava, até enfim parar. Boyak continuou alerta, com o punho em posição de ataque. Em seguida, observou enquanto Aruyo se levantava com dificuldade. O rosto da criatura estava se desmanchando tal qual um argila.— O que… — ele passou as mãos ossudas no rosto com o olhar incrédulo. — Você não pode… eu não posso ser derrotado! Estou em todo lugar, em cada culpa e remorso. Boyak, enfim,…- 107,5 K • Ongoing
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Capítulo 48 - Um Laço Amarelo
— Covarde, você é apenas um covarde!Boyak estava diante de Ingrid. Muito embora ela estivesse ofendendo-o, ele não reparava na ofensa. Seu foco estava nos olhos cinzentos, no cabelo cacheado e no belo rosto habilmente ou simetricamente encaixado. A saudade atropelou seu peito e ele desejou o abraço dela desesperadamente. — Eu não devia ter desistido de te procurar — o ceifador lamentou. Ingrid arregalou os olhos, surpresa. — Mas agora, eu imploro… fica… Ela hesitou por um breve…- 107,5 K • Ongoing
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