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- O alarme soou às 2h17. Não o alarme de perímetro — o de nível dois. Invasão confirmada, presença ativa dentro do Santuário, não apenas sinal de campo externo. Eiden estava acordado antes do segundo pulso. Não porque havia antecipado — havia algo na qualidade do som que o corpo reconheceu como diferente antes que a cabeça processasse o que era diferente. No corredor, passos. Raiji primeiro — sempre primeiro quando havia movimento, com o instinto de alguém que havia aprendido que…
- Capítulo
11 — O que Cooperação Significa
Daeron convocou o treino dois dias depois da rachadura. Não com envelope, não com aviso formal — apareceu no café da manhã, ficou em pé perto da porta com o chá que nunca esfriava, e disse: arena, meia hora com o tom de quem estava continuando uma conversa que havia começado antes. Os quatro foram. I. A arena no subsolo tinha a qualidade de espaço que havia visto muita coisa e não guardava surpresa fácil. As marcas do treino anterior ainda eram visíveis — o concreto alterado no… - Daeron não usou o envelope desta vez. Quando a convocação chegou era verbal — Raiji ouviu de um instrutor no corredor, Miyu recebeu mensagem direta, Ayame foi avisada por Eiden que havia sido avisado por Raiji. A cadeia de informação tinha a qualidade informal de algo que Daeron havia decidido comunicar sem o peso de protocolo. Isso era diferente. Os quatro chegaram à sala de reunião no terceiro andar com intervalos de menos de dois minutos. Raiji primeiro, com a pontualidade específica…
- Foi Eiden quem perguntou. Não planejou perguntar — a pergunta simplesmente existiu, da forma que algumas perguntas existem depois de você ter ouvido algo que abriu espaço para elas. Mikoto havia partido. O Santuário havia retomado o ritmo. E havia algo no ar do corredor depois que a visitante foi embora que tornava o silêncio sobre o clã mais pesado do que o silêncio sobre outras coisas. Eram dois dias depois quando ele encontrou Miyu no pátio, sozinha, sentada na raiz exposta da árvore…
- Capítulo
Capítulo 8 — O que o Espelho Guarda
Três dias depois de Koenji, o Santuário havia retomado o ritmo sem que ninguém declarasse que o ritmo havia sido retomado. As aulas continuavam. As missões continuavam. O café da manhã continuava com Raiji chegando dois minutos atrasado e Miyu não comentando, o que era diferente de não notar. Ayame aparecia com comida extra sem explicar de onde vinha e distribuía com a naturalidade de alguém que havia decidido que garantir que o grupo comia era responsabilidade dela. Eiden havia aprendido a…- 24,4 K • Ongoing
A missão chegou como todas as outras: de manhã, antes do café, sem cerimônia. Desta vez foi Miyu que bateu na porta de Eiden. Não com a energia de Raiji — dois toques precisos, espaçados, o tipo de batida que não pede resposta mas também não aceita ser ignorada. — Missão em vinte minutos. Café depois. Eiden ouviu os passos se afastando antes de abrir a boca. I. O briefing foi diferente desta vez. Daeron não estava na sala. Havia um envelope na mesa — papel real, não…- 24,4 K • Ongoing
Eiden acordou às três e quarenta e dois da manhã sem motivo aparente. Não foi pesadelo. Não foi o poder fazendo algo errado no escuro. Foi o tipo de despertar que não tem causa identificável — você estava dormindo e então não estava, e o espaço entre os dois estados era tão limpo que parecia intencional. Ele ficou olhando para o teto por um momento. O quarto temporário havia ganhado uma qualidade diferente nas últimas noites — não familiar exatamente, mas menos estranho. O…- 24,4 K • Ongoing
- Capítulo
Capítulo 5 — Campo
A missão foi comunicada de manhã, antes do café. Eiden descobriu isso porque Raiji bateu na porta do quarto dele às sete e dezoito com a energia de alguém que já havia acordado há tempo suficiente para ficar animado com alguma coisa. — Missão. Shinjuku. Saímos em quarenta minutos. Ele fechou a porta antes que Eiden pudesse responder. Eiden ficou olhando para o teto por três segundos. Depois levantou. I. O briefing aconteceu no corredor, em movimento, porque Daeron caminhava…- 24,4 K • Ongoing
A arena de treino do Santuário ficava no subsolo. Eiden não tinha certeza do que esperava — talvez algo parecido com uma academia, colchonetes no chão, aquele cheiro específico de borracha e esforço. O que havia era diferente. O teto era alto o suficiente para que a parte de cima sumisse na penumbra, as paredes eram de pedra escura com marcas de impacto antigas demais para serem recentes, e o chão tinha uma textura que Eiden não conseguia classificar — não era pedra, não era madeira, não…- 24,4 K • Ongoing
O Santuário da Dualidade ficou mais impressionante na segunda vez. Eiden não tinha certeza do que esperava — talvez que a impressão diminuísse com a luz do dia, que o lugar parecesse menor sem a chuva e o espírito corrompido como contexto. Não foi o que aconteceu. Era manhã cedo. O sol batia oblíquo nos telhados curvos da estrutura principal, fazendo o dourado dos detalhes arquitetônicos brilharem de um jeito que parecia menos decorativo e mais funcional — como se a luz fosse parte do…- 24,4 K • Ongoing
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