48 Resultados com o gênero “Comédia”
Definição: Narrativas projetadas para entreter e provocar risadas, utilizando humor para explorar situações e personagens. O gênero Comédia se concentra em criar situações engraçadas e diálogos divertidos, muitas vezes com o objetivo de proporcionar leveza e diversão.
O vento cortava o topo do CEAET. Marco ficou sozinho no terraço, antes de escurecer de vez, com Lauris ainda alto o suficiente pra riscar uma faixa clara por trás das nuvens finas. Kalamera estava no quarto, desmontando e reorganizando as próteses pra viagem. Ele manteve o olhar no chão do terraço. Ele escolheu dois pontos fixos. Um perto do parapeito, onde a pedra tinha uma lasca mais clara. Outro do outro lado, junto à base de uma coluna, onde a superfície tinha uma trinca fina,…- 157,6 K • Ongoing
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021.2 (BÔNUS) — Aula 01
— Onde o sol nasce? — Marco perguntou. Maera apontou para o horizonte sem pensar muito. — Em algum lugar pra lá. — Mas, exatamente onde? Ela deu de ombros. — Ninguém sabe… — Vou te ensinar a saber. Ele caminhou até um trecho limpo do pátio do CEAET e fincou uma estaca no chão plano. — Isto é um gnomom. Maera prendeu o riso. — Parece só o cabo de uma lança quebrado. — Era. Até eu pôr a mão. Agora é instrumento astronômico. Ele amarrou uma…- 157,6 K • Ongoing
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069 — Hamita vs Auhra
O chão de pedra da arena imperial ainda tinha as marcas do desfile das Olimpíadas: riscos de treinamento, pontos escurecidos onde antes havia pedestais, o círculo central bem desenhado. Agora, era só campo de guerra. As outras frentes já estavam presas em seus próprios problemas. De um lado, o som pesado de impacto marcava Koopus contra Pátkos. Mais acima, clarões de essência cortavam a saída por onde Grithin e Löerg tinham sumido em meio a escombros e infiltrados. Serana sumira com Lou-reen…- 157,6 K • Ongoing
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090 — Fica acordada.
A consciência voltou em pedaços. Primeiro veio o gosto amargo, colado na língua, um metal ruim que não saía nem com saliva. Depois, o peso no peito, a dor nas costelas comendo o ar por dentro, e um atraso teimoso entre querer mexer e o corpo obedecer. Luminor piscou. As pálpebras arranharam, secas. Estava escuro. Um escuro com bordas: uma faixa de luz fraca vazava por baixo de uma porta. A última memória veio como lâmina. Jardins com a soldado. O brilho das Olimpíadas acima, longe, e…- 157,6 K • Ongoing
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1º ESPECIAL DE NATAL — PARTE 3
As perenes ficavam além do trecho mais aberto. O vento cortava mais ali e entrava por baixo da roupa, achando as frestas como se conhecesse o corpo dele. O embrulho maior vinha preso no peito por duas tiras, ao lado da bolsa com o cetro. Pano grosso, nó apertado, cheio de vidro dentro. O menor ficava amarrado por cima, mais firme ainda. “Você escolheu o pior dia pra carregar coisa frágil.” — Eu escolhi o dia que eu tenho. Marco seguiu sem olhar pra trás. O machado batia na perna,…- 157,6 K • Ongoing
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042 — O que você quer?
Uma esfera de fogo nasceu sobre as copas, como um sol aceso no lugar errado. Ficou um segundo pendurada no alto e despencou. O clarão estourou no meio da floresta com um baque que empurrou ar pelas passarelas e fez tremer até ali onde eles estavam. — Lou-reen — Marco disse, sem dúvida nenhuma. Kalamera estreitou os olhos, dividida entre respeito e raiva. — Poder bonito. Lugar péssimo pra usar. — O que será que ela está enfrentando? — Depois a gente descobre. Já estavam…- 157,6 K • Ongoing
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061 — “Pelas costas.”
O calor da forja cobria tudo de um laranja pesado. No segundo dia dos desafios, o objetivo era forjar uma lança com cabo longo, lâmina firme, equilíbrio perfeito. Kalamera mal via a barra de aço diante dela. Os quatro braços se moviam no automático: um segurava o metal com a tenaz, outro regulava o fole, os outros dois alternavam marteladas e ajustes no cabo. Os golpes tinham o ritmo certo, mas não tinham alma. O som da forja parecia distante, abafado por uma lembrança que não saía da…- 157,6 K • Ongoing
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085 — Destruir.
Lou-reen caiu de joelhos com a Espada da Chama Eterna cravada no abdômen. A guarda encostava nela; a lâmina vibrava com calor preso. A chama não se espalhava. O Bracelete de Solun, no pulso de Serana, puxava sem pausa. Era uma tração constante, surda, que afinava o fogo na lâmina e fazia ele correr pra dentro do metal como líquido forçado por um tubo. Debaixo da pele, as veias dela pareciam rios de lava, grossos e incandescentes, acompanhando o ritmo do coração. Lou-reen apoiou a mão na…- 157,6 K • Ongoing
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048 — Véu da Noite Eterna.
A porta da oficina se abriu com um estrondo. Lou-reen entrou com um brilho animado nos olhos, trazendo um pergaminho nas mãos. — As Olimpíadas Militares de Taeris estão chegando! — Ela exclamou, desenrolando o pergaminho sobre a mesa, revelando o calendário do evento. Marco piscou, intrigado. — Olimpíadas militares? — Sim! — Lou-reen assentiu com entusiasmo. — Todo ano as seis grandes regiões do império enviam seus melhores guerreiros para competir. É uma das maiores…- 157,6 K • Ongoing
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070 — Ele não volta.
NOITE ANTERIOR O luar derramava-se morno sobre os jardins silenciosos do complexo imperial, onde a música e as vozes da arena, ao longe, começavam a esmorecer. O general Luminor Mandilyn cambaleava entre os arbustos, rindo alto com uma taça vazia na mão e um braço ao redor da cintura de uma jovem soldado. Ela usava o cabelo preso em tranças apertadas e ainda tinha fôlego para rir das piadas do general, apesar de estar visivelmente mais sóbria que ele. — Um general... — Luminor dizia, com…- 157,6 K • Ongoing
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