48 Resultados com o gênero “Comédia”
Definição: Narrativas projetadas para entreter e provocar risadas, utilizando humor para explorar situações e personagens. O gênero Comédia se concentra em criar situações engraçadas e diálogos divertidos, muitas vezes com o objetivo de proporcionar leveza e diversão.
— Eu… conheço você… As palavras saíram travadas, mas havia algo a mais nelas. Não eram só uma dúvida, mas um eco de algo que ficou para trás. Um laço, um vínculo, uma história que talvez nem Louie nem a menina tenham vivenciado, mas que, de alguma forma, existiu. A garganta de Louie se trancou. Seu coração martelava forte no peito. Ele também sentia aquilo, aquela conexão sem explicação, como se percebesse a existência de algo que não existe. De algo que ele…- 118,5 K • Ongoing
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101 — Tá vindo na nossa direção.
“Voltar ao espaço. Excelente plano. Só tem um detalhe: vocês estão alguns séculos atrasados.” A voz da Nova acendeu na mente do Marco, limpa, como sempre. A carruagem já estava na estrada, longe demais da estação pra dar meia-volta na noite pesada. O vento batia na lona e a neve começava a cair de lado, fina, insistente, grudando na madeira e sumindo no barro gelado. As rodas pegavam buraco escondido e jogavam o banco pra cima; o corpo de todo mundo ainda estava no mesmo ritmo do trem,…- 157,6 K • Ongoing
O vento cortava o topo do CEAET. Marco ficou sozinho no terraço, antes de escurecer de vez, com Lauris ainda alto o suficiente pra riscar uma faixa clara por trás das nuvens finas. Kalamera estava no quarto, desmontando e reorganizando as próteses pra viagem. Ele manteve o olhar no chão do terraço. Ele escolheu dois pontos fixos. Um perto do parapeito, onde a pedra tinha uma lasca mais clara. Outro do outro lado, junto à base de uma coluna, onde a superfície tinha uma trinca fina,…- 157,6 K • Ongoing
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099 — Vamos sair ao amanhecer.
Lou-reen entrou na torre do CEAET e já foi falando: — Amanhã cedo a gente viaja. Marco parou o que tava fazendo. — Pra onde? — Velunthar. Marco ficou um segundo a mais parado, tentando lembrar se já tinha ouvido aquele nome em alguma rota de trem, em alguma conversa no pátio, em algum relatório do Exército. Não vinha nada. O HUD da Nova abriu no canto da visão dele. Contorno de Taeris, linhas de serra, uma faixa de mar. Um ponto piscou, perto da costa. Nova desenhou uma…- 157,6 K • Ongoing
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098 — Eu vou resolver.
Halikah desceu as escadas ainda ajustando o laço da túnica azul-claro que usava fora do horário militar. Na cozinha, Chralazar já estava sentado à mesa, mastigando uma fatia de pão com geleia. O cabelo castanho-escuro seguia bagunçado, e a camisa de tecido simples destoava do uniforme que Halikah insistia em vestir até quando ninguém pedia. — Bom dia, dorminhoca. — Bom dia. — Ela puxou uma caneca e encheu de leite. — Primeiro dia de férias. E eu vou pro mar. Chralazar ergueu…- 157,6 K • Ongoing
Depois de passar nove anos em Dungeon and Stone, o RPG que nenhum jogador jamais zerou, Hansu Lee finalmente chega à dungeon do último chefão. Porém, assim que ele abre o portão, ele vê uma mensagem dizendo que seu tutorial foi concluído e se vê no corpo de Bjorn Yandel, um verdadeiro bárbaro dentro do jogo. Uma emocionante aventura o aguarda enquanto ele se esforça para cumprir as leis do mundo fictício!- 2,0 K • jan 1, '26
- 2,4 K • jan 1, '26
- 1,9 K • jan 1, '26
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Capítulo 27: Ampulheta em ruínas
CAPÍTULO ANTERIOR: — “Então o poder dele é do tipo Místico…” — pensou Kael, estreitando os olhos. — “E os cortes que eu recebi vieram de pequenos fragmentos da espada, controlados individualmente.” — Certo. — Kael respirou fundo, faíscas azuis saltitavam ao redor de seu corpo. — Vamos encerrar esse papo furado, cai dentro. — Veremos por quanto tempo você vai conseguir me entreter. A espada dourada reapareceu na mão de Sethros, brilhando intensamente. Ambos se…- 118,5 K • Ongoing
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Capítulo 21: Peões no Tabuleiro
As nuvens cinzentas ainda dominavam o céu de Porto Alegre, deixando o clima pesado. A noite se tornava cada vez mais real, acompanhada pelo leve barulho das gotas de chuva tocando as ruas e calçadas da cidade, deixando uma falsa sensação de tranquilidade. Já fazia uma hora desde que Louie e Nina, acompanhados de um pequeno esquadrão, haviam sido enviados de volta para Áurea. A população, sem saber do que ocorria nos bastidores, seguia suas rotinas habituais, como se aquela não passasse…- 118,5 K • Ongoing
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Capítulo 17: Ecos do Abismo
Louie continuava caminhando pelo corredor, antes escuro, agora levemente iluminado pela luz solar que entrava pela parede destruída. Conforme avançava mais para dentro, a escuridão voltava a dominar o ambiente. Até o ponto em que nem mesmo o próprio Louie conseguia se ver. — E agora? Tá escuro pra cacete... — suspirou Louie. — Ô, falta que uma lanterna faz, hein... Continuou andando assim, passando a mão direita pela parede, sem conseguir ver um palmo à frente. — Difícil…- 118,5 K • Ongoing
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Capítulo 33: Cratera do destino
Após a explosão abissal resultante da troca de golpes entre Arin e a misteriosa menina de olhos roxos, Kael, que havia escolhido focar toda a sua energia para proteger o país de ser obliterado, mantinha-se firme no fundo da cratera de mil e quinhentos metros, agora um belo buraco no mapa de Porto Alegre. Ali, no fundo daquele abismo, Kael permanecia com os braços abertos, a aura roxa ainda vibrando ao redor de suas mãos. Suas roupas estavam completamente destruídas, transformadas em restos de…- 118,5 K • Ongoing
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