24 Resultados com o gênero “Filosófico”
Definição: Narrativas que exploram questões filosóficas e teóricas sobre a vida, a existência e a moralidade. O gênero Filosofia se concentra em debates e reflexões profundas sobre temas metafísicos e éticos.
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Capítulo 4 – Ecos Sob a Cidade
A madrugada repousava como uma manta encharcada sobre Virellium. As ruas permaneciam mergulhadas em penumbra, com as luzes amareladas dos lampiões mal atravessando a névoa densa que se arrastava como uma criatura viva pelas vielas. As sombras da noite parecem sussurrar segredos, e Cael Thornwald caminhava como se as escutasse. O encontro com Leor havia deixado mais perguntas do que respostas. O homem ainda dormia no quarto de hospedaria que Cael alugara por segurança, enquanto ele próprio retornava…- 28,4 K • Ongoing
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Capítulo 3 – Encontro No Bar
A névoa rastejava pelas pedras do calçamento, como se mãos ansiosas tentassem agarrar os pés dos vivos. O ar estava denso e pesado, imerso em uma sensação de presságio. O manto esbranquiçado envolvia a cidade, uma cortina fina que transformava as ruas familiares em corredores de um pesadelo. No alto de um beco escuro, Cael Thornwald observava o vazio. Ele estava parado diante da porta de uma taberna decadente chamada A Boca do Sono. Seu olhar era gélido e implacável, uma lâmina afiada que varria…- 28,4 K • Ongoing
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Capítulo 2 – SUSSURROS NO VÉU
A chuva, que até pouco tempo atrás parecia ameaçar afogar a cidade, finalmente cessara. Mas o cheiro persistia. Era o cheiro de Virellium: ferrugem, fuligem e pecado. A cidade estava imersa em sua essência. As vielas estreitas ainda estavam molhadas, espelhando as lâmpadas a gás que lançavam sombras vacilantes nas paredes de tijolos negros. Um cenário como o de um pesadelo antigo, repetindo-se noite após noite, onde a luz não vinha para iluminar, mas para reforçar o que estava nas…- 28,4 K • Ongoing
O dia em Virellium começava como sempre: afogado em cinza, respirando podres sussurros. O céu estava sobrecarregado de nuvens pesadas que pairavam como um manto funerário, deixando a cidade coberta por uma espessa névoa que parecia nunca se dissipar. Mesmo após o nascer do sol, a luz se recusava a penetrar o véu que envolvia Virellium. Os lampiões a gás ainda ardiam, queimando uma chama amarelada que lançava sombras trêmulas sobre as ruas. Como se a própria cidade recusasse a luz, insistindo em…- 28,4 K • Ongoing
A cidade de Virellium acordava tarde. Não por preguiça, mas por autopreservação. As vielas estreitas e calçadas úmidas pareciam guardar mais do que ratos e neblina. À noite, passos ecoavam como chamados. E era sabido entre os moradores: há coisas em Virellium que respondem. O sino da Torre Sul marcou sete badaladas. Mas o céu, afogado num cinza pesado, não fazia distinção entre o fim da noite e o começo de mais um dia condenado. Um velho carregador empurrava seu carrinho de madeira…- 28,4 K • Ongoing
Cael Thornwald é um homem marcado por um passado obscuro, cuja memória é fragmentada por forças além de sua compreensão. Em um mundo onde o tempo é moldado por ciclos implacáveis e misteriosos, Cael se vê preso a uma rede de segredos, cultos e fragmentos de sua própria alma. Sua jornada começa quando ele descobre que é mais do que um simples espectador do…- 1,3 K • jun 1, '25
- 1,3 K • jun 1, '25
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O mundo se dissolvia ao redor de Jatyr em um borrão de escuridão, dor e o eco da risada fria de Anhangá. Ele corria. Não por escolha consciente, não por uma tática de sobrevivência, mas por puro impulso, por um terror primordial que fora gravado a fogo em seus ossos, em sua alma. As pernas, antes ágeis e incansáveis, agora queimavam com uma fadiga que ameaçava consumi-lo, os pulmões imploravam por um ar que não fosse o daquelas terras malditas, mas ele não parava, não podia parar. Os galhos…- 49,0 K • Ongoing
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Capítulo 11: A Semente da Ruína
A floresta jazia morta. O jovem guerreiro apertou a faca de osso na mão direita, o cabo liso e frio agora escorregadio de suor e do sangue que escorria de seus ferimentos. O braço esquerdo latejava com uma dor pulsante e profunda — a ferida aberta por uma das garras afiadas da Kûara'ika, a carne rasgada, um aviso sombrio de sua vulnerabilidade. Einar certa vez disse que até a sombra mais densa teme o fogo... a lembrança da voz rouca de seu mentor ecoou em sua mente cansada, um contraste…- 49,0 K • Ongoing
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Capítulo 10: Além das Correntes
O breve alívio após a partida de Anhangá provou ser apenas isso: uma pausa efêmera. Kûara'ika, sua presença era um misto de majestade e terror, o espírito ancestral da caça encarnado na selvageria daquela fera. “Onças negras, os antigos as chamavam de Yaguaraté – aquele que mata de um salto. Mas o verdadeiro nome, desses caçadores da noite profunda, é Kûara'ika,” a voz rouca de Einar ecoava em sua memória. “Não são apenas caçadores, Jatyr. São sentinelas. Onde um deles pisa,…- 49,0 K • Ongoing
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Capítulo 9: Provações do Espírito
O sol acabara de se pôr, e a escuridão da noite nas Terras de Anhangá descia rapidamente, espessa e quase palpável. Seus pés afundavam na terra enegrecida e úmida, o solo frio um contraste doloroso com a febre que irradiava de seus ferimentos. Cada passo era um lembrete das batalhas recentes; as cicatrizes deixadas pela criatura alada latejavam, e o peso esmagador do cansaço ameaçava derrubá-lo a qualquer momento. Quando suas pernas ameaçavam ceder por completo, seus olhos encontraram um…- 49,0 K • Ongoing
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