E AOI! Feliz Ano Novo! 🎉
E sim, você achou errado se pensou que o capítulo não ia sair, otário(a)!
Brincadeira… ou talvez não, quem sabe.
O capítulo só atrasou porque… bem, eu estava programando algo. O quê? HiHi, vai saber.
Dito isso, aqui está o capítulo. Ah! E talvez eu crie um Patreon. Pra quê? Não faço ideia. Mas entre lá quando eu criar… já que abandonei o Instagram (não uso aquele app mesmo).
Se a bruxa da preguiça não me afetar eu crio, talvez eu disponibilize alguns testes lá. Hahahaahahaha! O que isso significa? Bom… em breve!
Ok, o sono já está me afetando, então só lê o capítulo aí! Hi!
Capítulo 103 — Cálculos e crânios quebrados
Entre a existência e a inexistência — Momento presente
Onde Deylan e Meiy se encontravam.
— Meiy (sorrindo): Não, vamos nos tornar mais fortes. Para que juntos possamos esmigalhar aquele enlatado.
— Deylan (pensativo): É… Nos tornarmos mais fortes. tenho tormento que chegue e sobre para isso. (Estendendo o braço para Meiy) Você pode me dar a lente?
Meiy entrega a lente que continha as informações de Syter.
— Deylan (colocando a lente): Hmmm… Você disse que ele já não parece teleportar, certo?
— Meiy (balançando a cabeça): Sim. Ele não some mais na minha frente, eu consigo vê-lo, mas não consigo me defender dos ataques dele.
— Deylan (pegando uma carta em branco): Entendo. Você pode ir até o final da “parede”?
— Meiy (curiosa): Por quê?
— Deylan (sacando uma carta que continha um bloco de notas): Não questione, apenas faça.
Meiy se aproxima da “parede”.
— Deylan (criando um marcador): Encoste na parede.
Ela se encosta e Deylan se aproxima. Ele marca a silhueta de Meiy, dos pés à cabeça, e escreve o valor de sua altura no bloco de notas.
— Deylan (fechando o bloco de notas): Muito bem, permaneça aí. Não se mexa, entendeu?
Meiy balança a cabeça em resposta.
— Deylan (virando-se de costas para Meiy): Certo.
Ele caminha, contando cada passo até a parede do outro lado.
— Deylan (abrindo o bloco de notas): 14 passos… aproximadamente 10 metros de espaço. (Virando-se para Meiy) Quando eu levantar o braço, corra o mais rápido que puder até aqui, entendeu?
Meiy responde com o balançar de sua cabeça.
— Deylan (pegando uma carta em branco): Acho que o tormento que tenho é suficiente para isso.
Deylan faz um par de óculos com lentes levemente verdes surgir em suas mãos e os vincula à carta.
— Deylan (colocando os óculos e encostando as costas na parede): Agora, foque no meu braço direito.
Deylan olha fixamente para Meiy e levanta o braço.
Meiy aparece ao lado dele chocada contra a “parede”, fraturando o crânio e caindo no chão.
— Deylan (anotando no bloco de notas): Hmmm… Preciso de mais dados. Vá se reconstruindo aí e, quando estiver bem, volte a encostar na parede. (Criando duas barras de chocolate) Ah, e tome isto.
Meiy dá um grande sorriso alegre como resposta.
Deylan começa a encarar todo aquele espaço. Fora das paredes havia o Nada, traduzido por seus olhos como uma escuridão que cega, onde nenhuma luz penetra. Aquele espaço era a única fonte de iluminação; parecia que a luz morria ao tentar sair dali.
Após observar, ele começa a tocar no “chão” e nas “paredes“, dando um salto para alcançar o “teto” do local.
— Deylan (pensativo): Esse poder é estranho… difícil de compreender suas regras ou… talvez não tenha regra nenhuma sobre como eu crio as coisas. Não lembro dele mencionar isso. Será que mencionou? Não recordo. Só me resta testar se…
Ele pega mais uma carta em branco e concentra seus pensamentos nela de tudo o que observou, Projeta o desejo de que aquele espaço se expanda, Ele sentia o tormento sendo gasto ao criar e ligar aquilo. Seria uma parte considerável se ele não tivesse tanto, mas ainda era uma quantia notável.
Então, em meio à criação, ele pensou:
— Deylan (em pensamento): Regra — Custo de uso: 0.
Quando a criação termina, ele se aproxima da “parede” oposta a Meiy, que já estava posicionada. Ele encosta a carta na superfície. A parede some ele a vê recuada por 14 passos — ou, pelos cálculos de Deylan, 10 metros — expandindo toda a estrutura.
No entanto, ele não sentiu nenhum tormento sendo drenado.
— Deylan (com um sorriso): Esse poder é realmente interessante. Eu não entendi direito, mas… talvez eu… o que eu estava pensando? Enfim, não importa. Consegui o que queria.
Deylan avança, encosta-se à parede, olha fixamente para Meiy e levanta o braço. Meiy se choca novamente contra a parede, quebrando levemente o crânio. Deylan entrega um chocolate a ela; ela se recupera e volta ao posto.
Deylan encosta a carta na parede novamente e repete o processo. Ele faz isso por mais sete vezes, totalizando 100 metros.
Nesse processo, ele cria mais alguns itens a custo zero, como lentes de contato que permitem a Meiy enxergar com clareza, independente da distância, sem que ela precise modificar os próprios olhos.
Por fim, ele levanta o braço e Meiy consegue frear a tempo, sem se chocar contra a parede.
— Deylan (anotando no bloco): O que está esperando?
— Meiy (com o braço estendido): Minha recompensa.
— Deylan (fazendo surgir um bolo dentro de um cofre de material prateado): Conte até 100 enquanto o segura. Depois, tente quebrá-lo para pegar sua recompensa.
Meiy segura o cofre e começa a contar. Enquanto isso, Deylan calcula a velocidade dela no bloco de notas. Por que não usar uma calculadora? Ele não o fazia pelo simples prazer do processo; sentia algo próximo à alegria, um sentimento inexplicável, que sua simplificação é alegria.
Abismo — Sala principal da caverna da Figura Nebulosa
— Figura Nebulosa (com um sorriso travesso): Hihi… sentiram minha falta?
— Skuldyr (rangendo os dentes): Com quem você está falando?
— Figura Nebulosa (girando a cabeça 180° para Skuldyr): Hihi!
— Skuldyr (bocejando): Wuaahhhhh… e o que isso significa?
— Figura Nebulosa (voltando a cabeça para a tela): Sei lá, esqueci a piada que iria fazer. INTERESSANTE. Hi hi.
Feliz ano novo que esquisito

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