Índice de Capítulo

    Ahhhhh você achou que não viria haha
    Mas aqui está tive alguns contratempos mas já passou
    He esse é o cap da semana passada não conta como desta semana não vou roubar Hehe
    É cap toda Semana eu disse HiHi

    Enfim aqui está agora finalmente poderei dormir sem esse peso de não ter postado ainda Finalmente

    Vooooooooosh
    Voooooooooooooosh

    O vento circulava, transportando sua brisa gélida e o cheiro trajado pelo sangue de Deylan e de Meiy.

    Mestre (aumentando a intensidade da voz):
    ME RESPONDAM!

    Sua voz reverberou pelo local

    Deylan (abrindo um grande sorriso):
    Hmph. Mas é óbvio que não, porque não estamos aqui para nos igualarmos ao inimigo (em um tom alto) — MAS SIM!

    Meiy (apontando o braço direito transformado em uma espada escarlate para o Mestre):
    Para superá-los.

    Tshinnn

    Mestre (desembainhando a espada):
    E se — (fincando-a no “chão”) — esse lugar fosse destruído? E se não conseguirem voltar para aqui, o que farão?

    Deylan (colocando a mão direita no bolso):
    HM. Hik Hik ahh… E a resposta não é óbvia?
    (Encostando levemente seu pé no de Meiy)
    Né, Meiy?

    Meiy (com um sorriso maroto):
    Te-he-he. É, muito óbvia.

    Mestre (colocando-se em frente de sua espada ):
    E qual é?

    Deylan (apoiando-se no ombro de Meiy):
    A gent—

    Trrack — o braço esquerdo de Deylan sendo deslocado.

    Mestre (apertando o braço de Deylan):
    Não perguntei para você.
    (Direcionando os olhos para Meiy)
    Perguntei a ela.
    (Aproximando seu rosto seriamente amedrontador frente ao dela)
    E então, Meiy? O que vocês irão fazer se não tiverem para onde escapar?

    Ahhhhhhhhh — Os ecos de dor de Deylan ecoam

    Meiy (escondendo o medo por trás de um sorriso frágil):
    Ah… Bem… (Suspirando)
    — Arf O Senhor nos ensinou a escolher bem as nossas batalhas. Sempre que a gente puder escapar, a gente vai escapar. E se escapar for impossível, nós iremos lutar e acharemos a solução da batalha.

    Deylan (caído no “chão”, segurando na perna de Meiy, abrindo um leve sorriso fragilizado pela dor):
    Assim como em nossa última luta. Mesmo ela também tendo a vantagem da velocidade, a gente venceu. Na real…
    (Com um tom mórbido em sua voz)
    Não importa se tivermos para onde escapar ou não. Nós faremos o que é melhor e o que deve ser feito para nós sobrevivermos.

    Sssshhhhhhhzzzzzbbrrrr — um som acompanhado de um feixe azulado de luz vindo da perna esquerda de Meiy.

    O azul seguia preenchendo sua outra perna e se direcionando para o resto do seu corpo.

    O Mestre a observa e a analisa enquanto o azul a preenchia.
    E dá um salto mortal para trás.

    Em meio ao salto, Deylan aproveita para usar uma carta de cura, ajustando seu ombro e curando seus ferimentos.

    Abismo — Sala principal da caverna da Figura Nebulosa

    O Mestre aparece com o ar sendo cortado ao seu redor.

    Mestre (aproximando-se e olhando para a tela, acariciando sua barba):
    Vamos ver se realmente eles são meus alunos.

    Skuldyr (comendo e rangendo os dentes):
    Agora faz mais sentido. Tchomp… sabia que tinha algo errado. Tchomp.

    Mestre (levitando e colocando-se em posição de meditação):
    Como?

    Mílar (com um cinza em seus olhos):
    Aquelas palavras não são típicas de você.

    Figura Nebulosa (sorrindo incandescentemente, virando-se lentamente para o Mestre):
    O que você pretende?

    Mestre (acariciando sua barba):
    Como é que você diz?
    (Encarando a Figura)
    Só quero ver o que acontece.

    Figura Nebulosa (sorrindo de alegria):
    HiHi.
    (Virando-se para a tela)
    Esse é o espírito.

    Entre a existência e a inexistência

    O “Mestre” se posiciona atrás de sua espada fincada ao “chão”.

    O brilho vindo de Meiy traz uma nova iluminação ao local.
    Um tom azul-escuro inundava aquele espaço transparente como vidro.

    Deylan (colocando uma carta no chão, em seus pensamentos):
    Melhor aproveitar que a atenção dele está nela.
    (Puxando uma carta do bolso e olhando para ela)
    Desgraçado, atrapalhou meu plano. É melhor se preparar.
    (Colocando a carta na palma da mão direita e segurando novamente na perna de Meiy)
    Hik Hik.

    O brilho emitido se acalma e se fragmenta, revelando Meiy trajada com uma armadura azul-escura.

    Em seu centro, uma esfera incrustada.
    Dentro dela, uma carta em branco.

    Da esfera, várias linhas como rabiscos em tons escarlates eram emitidas.
    Rachaduras preenchidas com um líquido dourado conectavam-se à esfera como veias vivas.

    Meiy sente uma energia percorrendo suas veias.

    Uma voz ecoa em seus pensamentos.

    Deylan (na mente de Meiy):
    A gente não tem tempo para conversa, então apenas escute. Ele é forte, a gente sabe disso. Vencer ele em um mano a mano está fora de questão.
    Então, Meiy, apenas aguente o suficiente para eu finalizar o meu plano.
    Essa armadura te tornou mais forte. Não tenho tempo para explicar.
    Te vira aí. Fui.

    Um sorriso surge em Meiy.

    Ela inspira.
    Olha para o “Mestre”.
    E expira.

    “Mestre” (segurando o cabo da espada):
    E então, o que está esperando?

    Abismo — Sala principal da caverna da Figura Nebulosa

    Skuldyr (mastigando):
    Tchomp… Tchomp.
    (Olhando para cima, para o Mestre)
    Me diz uma coisa… Tchomp… O quão forte aquele clone seu é?

    Mestre (brincando com sua barba):
    O suficiente.

    Skuldyr (rangendo os dentes com pedaços de pipoca entre eles):
    Entendi.

    Entre a existência e a inexistência

    Meiy (caminhando lentamente até o Mestre):
    Me desculpe, mas hoje lhe aposentarei.

    “Mestre” (nas costas de Meiy):
    Por quê? Já não precisa mais de mim?

    Meiy (virando-se com um pontapé):
    TALVEZ.

    “Mestre” (novamente atrás da espada):
    Você acredita nessas palavras?

    Meiy transforma o braço direito em um cajado.
    A armadura começa a se adaptar à nova forma.

    “Mestre” (erguendo a espada ao alto):
    Então vamos colocar isso à prova.
    (Olhando para Deylan deitado no “chão”)
    Ao menos você não desistiu que nem ele.

    O “Mestre” some diante de Meiy.

    E aparece em frente ao corpo de Deylan.

    Ele baixa a espada em direção à garganta de Deylan.

    Tshink — o som do impacto da espada colidindo com o braço-espada de Meiy, que fora retirado e arremessado por ela.

    Por conta dos efeitos da armadura e da potência usada no ataque, o golpe foi contido.

    Meiy não percebeu o movimento do “Mestre”.

    Mas sua armadura percebeu.

    Impulsos elétricos foram transmitidos ao seu cérebro, fazendo-a arremessar o braço a uma velocidade que nem ela compreendeu no momento.

    Meiy (cerrando os olhos para o “Mestre”):
    Por que agir de forma tão covarde e atacar alguém ferido? Não foi o Senhor que disse que só fracassados fazem isso?

    “Mestre” (ao lado de Meiy):
    Se eu quisesse feri-lo, não teria permitido tal brecha.
    Não se preocupe.


    Me abrace sono

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