Ahhhhh você achou que não viria haha
Mas aqui está tive alguns contratempos mas já passou
He esse é o cap da semana passada não conta como desta semana não vou roubar Hehe
É cap toda Semana eu disse HiHi
Enfim aqui está agora finalmente poderei dormir sem esse peso de não ter postado ainda Finalmente
Capítulo 108 — O aposentarei
Vooooooooosh
Voooooooooooooosh
O vento circulava, transportando sua brisa gélida e o cheiro trajado pelo sangue de Deylan e de Meiy.
— Mestre (aumentando a intensidade da voz):
— ME RESPONDAM!
Sua voz reverberou pelo local
— Deylan (abrindo um grande sorriso):
— Hmph. Mas é óbvio que não, porque não estamos aqui para nos igualarmos ao inimigo (em um tom alto) — MAS SIM!
— Meiy (apontando o braço direito transformado em uma espada escarlate para o Mestre):
— Para superá-los.
Tshinnn
— Mestre (desembainhando a espada):
— E se — (fincando-a no “chão”) — esse lugar fosse destruído? E se não conseguirem voltar para aqui, o que farão?
— Deylan (colocando a mão direita no bolso):
— HM. Hik Hik ahh… E a resposta não é óbvia?
(Encostando levemente seu pé no de Meiy)
— Né, Meiy?
— Meiy (com um sorriso maroto):
— Te-he-he. É, muito óbvia.
— Mestre (colocando-se em frente de sua espada ):
— E qual é?
— Deylan (apoiando-se no ombro de Meiy):
— A gent—
Trrack — o braço esquerdo de Deylan sendo deslocado.
— Mestre (apertando o braço de Deylan):
— Não perguntei para você.
(Direcionando os olhos para Meiy)
— Perguntei a ela.
(Aproximando seu rosto seriamente amedrontador frente ao dela)
— E então, Meiy? O que vocês irão fazer se não tiverem para onde escapar?
Ahhhhhhhhh — Os ecos de dor de Deylan ecoam
— Meiy (escondendo o medo por trás de um sorriso frágil):
— Ah… Bem… (Suspirando)
— Arf O Senhor nos ensinou a escolher bem as nossas batalhas. Sempre que a gente puder escapar, a gente vai escapar. E se escapar for impossível, nós iremos lutar e acharemos a solução da batalha.
— Deylan (caído no “chão”, segurando na perna de Meiy, abrindo um leve sorriso fragilizado pela dor):
— Assim como em nossa última luta. Mesmo ela também tendo a vantagem da velocidade, a gente venceu. Na real…
(Com um tom mórbido em sua voz)
— Não importa se tivermos para onde escapar ou não. Nós faremos o que é melhor e o que deve ser feito para nós sobrevivermos.
Sssshhhhhhhzzzzzbbrrrr — um som acompanhado de um feixe azulado de luz vindo da perna esquerda de Meiy.
O azul seguia preenchendo sua outra perna e se direcionando para o resto do seu corpo.
O Mestre a observa e a analisa enquanto o azul a preenchia.
E dá um salto mortal para trás.
Em meio ao salto, Deylan aproveita para usar uma carta de cura, ajustando seu ombro e curando seus ferimentos.
O Mestre aparece com o ar sendo cortado ao seu redor.
— Mestre (aproximando-se e olhando para a tela, acariciando sua barba):
— Vamos ver se realmente eles são meus alunos.
— Skuldyr (comendo e rangendo os dentes):
— Agora faz mais sentido. Tchomp… sabia que tinha algo errado. Tchomp.
— Mestre (levitando e colocando-se em posição de meditação):
— Como?
— Mílar (com um cinza em seus olhos):
— Aquelas palavras não são típicas de você.
— Figura Nebulosa (sorrindo incandescentemente, virando-se lentamente para o Mestre):
— O que você pretende?
— Mestre (acariciando sua barba):
— Como é que você diz?
(Encarando a Figura)
— Só quero ver o que acontece.
— Figura Nebulosa (sorrindo de alegria):
— HiHi.
(Virando-se para a tela)
— Esse é o espírito.
Entre a existência e a inexistência
O “Mestre” se posiciona atrás de sua espada fincada ao “chão”.
O brilho vindo de Meiy traz uma nova iluminação ao local.
Um tom azul-escuro inundava aquele espaço transparente como vidro.
— Deylan (colocando uma carta no chão, em seus pensamentos):
— Melhor aproveitar que a atenção dele está nela.
(Puxando uma carta do bolso e olhando para ela)
— Desgraçado, atrapalhou meu plano. É melhor se preparar.
(Colocando a carta na palma da mão direita e segurando novamente na perna de Meiy)
— Hik Hik.
O brilho emitido se acalma e se fragmenta, revelando Meiy trajada com uma armadura azul-escura.
Em seu centro, uma esfera incrustada.
Dentro dela, uma carta em branco.
Da esfera, várias linhas como rabiscos em tons escarlates eram emitidas.
Rachaduras preenchidas com um líquido dourado conectavam-se à esfera como veias vivas.
Meiy sente uma energia percorrendo suas veias.
Uma voz ecoa em seus pensamentos.
— Deylan (na mente de Meiy):
— A gente não tem tempo para conversa, então apenas escute. Ele é forte, a gente sabe disso. Vencer ele em um mano a mano está fora de questão.
— Então, Meiy, apenas aguente o suficiente para eu finalizar o meu plano.
— Essa armadura te tornou mais forte. Não tenho tempo para explicar.
— Te vira aí. Fui.
Um sorriso surge em Meiy.
Ela inspira.
Olha para o “Mestre”.
E expira.
— “Mestre” (segurando o cabo da espada):
— E então, o que está esperando?
— Skuldyr (mastigando):
— Tchomp… Tchomp.
(Olhando para cima, para o Mestre)
— Me diz uma coisa… Tchomp… O quão forte aquele clone seu é?
— Mestre (brincando com sua barba):
— O suficiente.
— Skuldyr (rangendo os dentes com pedaços de pipoca entre eles):
— Entendi.
— Meiy (caminhando lentamente até o Mestre):
— Me desculpe, mas hoje lhe aposentarei.
— “Mestre” (nas costas de Meiy):
— Por quê? Já não precisa mais de mim?
— Meiy (virando-se com um pontapé):
— TALVEZ.
— “Mestre” (novamente atrás da espada):
— Você acredita nessas palavras?
Meiy transforma o braço direito em um cajado.
A armadura começa a se adaptar à nova forma.
— “Mestre” (erguendo a espada ao alto):
— Então vamos colocar isso à prova.
(Olhando para Deylan deitado no “chão”)
— Ao menos você não desistiu que nem ele.
O “Mestre” some diante de Meiy.
E aparece em frente ao corpo de Deylan.
Ele baixa a espada em direção à garganta de Deylan.
Tshink — o som do impacto da espada colidindo com o braço-espada de Meiy, que fora retirado e arremessado por ela.
Por conta dos efeitos da armadura e da potência usada no ataque, o golpe foi contido.
Meiy não percebeu o movimento do “Mestre”.
Mas sua armadura percebeu.
Impulsos elétricos foram transmitidos ao seu cérebro, fazendo-a arremessar o braço a uma velocidade que nem ela compreendeu no momento.
— Meiy (cerrando os olhos para o “Mestre”):
— Por que agir de forma tão covarde e atacar alguém ferido? Não foi o Senhor que disse que só fracassados fazem isso?
— “Mestre” (ao lado de Meiy):
— Se eu quisesse feri-lo, não teria permitido tal brecha.
— Não se preocupe.
Me abrace sono

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