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    Siegfried imobilizou Lavina pelos pulsos e forçou a garota a abrir bem os braços para que pudesse vê-la. Os seus seios balançando soltos para cima e para baixo, enquanto a penetrava com vigor.

    Dezenove dias.

    Fazia quase três semanas que vinha fodendo ela dia e noite, mas teria sido impossível deduzir isso pela forma como se comportava. Mesmo agora, a garota ainda agia feito uma virgem — assustada demais até para abrir os olhos.

    Foi preciso uma semana inteira e várias posições diferentes, antes de Lavina finalmente perder um pouco da timidez e soltar a voz.

    — M-milorde — gemeu. — Milorde. Isso. Ahn!

    Siegfried sorriu.

    Gostava de vê-la assim, por baixo dele. Indefesa. Submissa. Seu corpo brilhando de suor, enquanto a fazia gemer com cada empurrão. A cama inteira rangendo em um ritmo desenfreado.

    Mas podia ficar ainda melhor…

    Então se inclinou para a frente, seu corpo colado ao dela, e sussurrou em seu ouvido:

    — Diga o meu nome!

    Por um breve instante, a única coisa que saiu dos lábios de Lavina foi um gemido baixinho, como se não tivesse escutado. Mas então engoliu em seco e fez como lhe havia dito:

    — … S-Siegfried…

    — De novo!

    — S-Siegfried…

    — De novo!

    — Siegfried! Siegfried! Siegfried!

    — E não se esqueça.

    Isso foi mais que o suficiente para deixá-la de rosto corado e com os lábios tremendo. Adorava provocá-la. Lavina nunca lhe negava nada e isso só o deixava com ainda mais vontade de brincar com ela.

    “Que garotinho malvado”, sussurrou Lili em seu ouvido. “Do jeito que eu gosto.”

    A garota fantasma virou o rosto de Siegfried para o lado e o beijou, tomando o controle. Sua língua úmida na dele. Explorando. Saboreando. O rapaz sentiu um calafrio lhe subir a espinha, antes do seu coração disparar e o sangue começar a ferver.

    Estava quase lá.

    Lavina deve ter sentido isso, porque ergueu bem os quadris e enrolou as pernas em volta da sua cintura, prendendo-o dentro dela.

    — Siegfried! — ela gritou. — Siegfried! Siegfried! Si… Aaahhhnn! Aaaaahhhhhnnn!

    Por um momento, Lavina gritou tão alto que era provável que a tivessem ouvido de Thedrit até às Terras Verdes, mas depressa mordeu os lábios e conteve a voz, enquanto Siegfried gozava. Podia senti-la se comprimir ao seu redor. Úmida, quente e gelada ao mesmo tempo.

    Ficaram assim por quase quarenta segundos, até que o rapaz finalmente terminou. Mesmo então, ela o manteve firmemente preso onde estava por mais dez segundos, antes de soltá-lo.

    Nessa altura, a garota tinha as pernas trêmulas e as coxas encharcadas de quando a fez esguichar mais cedo. O útero tão cheio que bastou Siegfried tirar o pênis de dentro dela para ver o seu sêmen escorrer para fora em excesso.

    Era perfeita.

    Então a biscate se aproximou.

    Lavina já estava meio adormecida quando Lili lhe abriu bem as coxas para que o rapaz pudesse ver o resultado do seu trabalho. A garota estremeceu e gemeu baixinho, mas não resistiu, enquanto um sorriso lascivo brilhava no rosto da fantasma:

    “Minha nossa, olha só o que você fez. Pobre garota. Você realmente não tem pena dela, não é?!”

    Siegfried ainda estava de joelhos, de frente para a Lavina, quando Lili subiu em cima dele, pondo os braços ao redor do seu pescoço e as pernas, em volta do seu quadril. A boca a menos de seis centímetros da dele, enquanto dizia:

    “Só que ela não é o suficiente, não é?! Você quer mais. É a mim que deseja? Eu não ligo. Eu posso ser sua se quiser. Eu sempre fui sua. Assim como você sempre foi meu. E não sou ciumenta. Você pode ficar com ela também. Você pode ter todas as garotas que quiser. Todas e mais uma.”

    A boca dela se aproximou, até que os seus lábios estivessem quase se tocando, mas quando ele se inclinou um pouco mais para a frente para beijá-la, a biscate recuou o rosto e sorriu, o provocando.

    “Ah! Mas eu não sou tão fácil assim. Você vai ter que implorar.”

    Siegfried jogou Lili de bruços na cama e dominou a garota fantasma por trás, puxando o seu quadril para cima, ao mesmo tempo em que enrolava os dedos em seu cabelo loiro e empurrava a cabeça dela para baixo, até que estivesse completamente inclinada.

    — Quem devia implorar é você!

    “Que bruto”, ela brincou. “Não vai nem me dizer algumas palavras bonitas primeiro?”

    As brincadeiras acabaram assim que a penetrou. Ao contrário de Lavina, Lili gemeu alto e sem um pingo de timidez. Não que alguém além dele pudesse ouvi-la.

    “Aaahhhnn! Isso! Isso! Assim! Aí!”

    Nessa altura, Lavina já estava dormindo. A garota sempre ficava cansada depois de gozar nela três ou quatro vezes. Por isso, nem notou enquanto o rapaz fodia a Lili bem ao seu lado. Isso apenas o deixou ainda mais duro.

    Então empurrou com mais força.

    A boceta dela o esmagando mais e mais. Úmida, quente e apertada. Até que finalmente gozou ao som dos gritos e gemidos de Lili. E desta vez, foi ele quem a prendeu firme onde estava, até que a última gota de sêmen tivesse saído.

    Quando terminou, estava tão fraco que Lili tomou o controle facilmente. A garota fantasma levantou sem qualquer dificuldade, empurrou Siegfried para trás até que estivesse deitado e então começou a beijar o seu peito, descendo lentamente até o seu umbigo e finalmente pondo o seu pênis na boca.

    Já estava quase mole quando ela começou, mas a sua língua o deixou pronto outra vez. Tão longa e macia que parecia envolvê-lo por completo. Lhe lambendo cada centímetro, até que estivesse tão molhado quanto a boceta dela.

    Deuses.

    Não queria admitir, mas aquela biscate era de longe a melhor que o rapaz já teve.

    Trinta segundos.

    Foi só o que ela precisou para fazê-lo gozar, mas ao invés de cuspir ou engolir, Lili preferiu tampar a boca com a mão e mostrar para Siegfried. Seu sêmen lhe enchendo a boca, enquanto a garota fantasma passava os dedos em volta dos lábios, para limpar as gotas que escorriam.

    Então se virou para Lavina.

    A jovem estava dormindo pacificamente, quando Lili lhe abriu a boca e a beijou, enquanto Siegfried assistia o sêmen fresco passando de uma garota para a outra. Quando terminou, era Lavina quem tinha a boca cheia e quase se engasgou. O rosto se tornando vermelho e as lágrimas escorrendo.

    “Ah! Nada de desperdiçar”, disse Lili, segurando firme o queixo dela, para que não derramasse.

    Então a garota engoliu.

    Ainda adormecida e sem ter ideia do que estava acontecendo, Lavina engoliu tudo de uma vez e continuou dormindo, enquanto Lili lhe lambia os lábios para limpar o sêmen que escapou da sua boca e fez o seu caminho até às bochechas e o queixo dela.

    Quando terminou, a garota fantasma passou os dedos em volta dos lábios e lambeu eles. Quase como se estivesse satisfeita consigo mesma pelo que havia feito.

    Então sorriu para Siegfried.

    “Onde estávamos? Ah! Sim.”

    Lili subiu em cima dele e agarrou-lhe o pênis. As suas mãos geladas e macias o acariciando como se tivesse medo de machucá-lo. Pouco a pouco o deixando duro de novo.

    “Agora que você já me montou, é a minha vez de montar em você”, sorriu.

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