Capítulo 6: O rei
— Lucas. Guilherme. — Disse Noah, a imagem dele agora perfeitamente visível, seus olhos brilhando com uma serenidade perigosa. — Que surpresa ver vocês ao lado do meu sobrinho. Vocês cresceram… bastante. Estou orgulhoso, meus filhos, mas eu esperava que usassem sua força pra algo melhor em vez de seguir ordens.
— Nós fizemos o que o senhor nos ensinou, pai. Cuidamos deste estado, lidando com traficantes, bandidos e policiais corruptos, dando a eles o tratamento que mereciam. — Disse Guilherme, fitando Noah com seriedade.
— Meus filhos… estou orgulhoso de vocês. — Respondeu Noah, esboçando um sorriso. Ele acreditava que estava mostrando ternura, mas, na verdade, seu semblante era duro, carregado de algo difícil de decifrar.
— Eu sabia… eles conheciam nosso pai. Só não imaginava que fossem nossos irmãos. — Murmurou Bart, apoiando Charlotte no chão com cuidado.
— Como você sabia? — Perguntou Estela.
— Há uma marca do pai neles. — Disse Bart com simplicidade.
— Meu menino é tão atencioso… — Sussurrou Charlotte, entrelaçando os braços no pescoço dele, como se buscasse forças.
— O que você quer saber, tio? — Indagou Victor, levantando o olhar.
— A situação atual de tudo isso. — Disse Noah, sua voz firme como uma rocha.
— Bem, pelo que eu sei… cinco anos após o massacre da geração dos prodígios, o país começou a prosperar. Os políticos estavam mais cautelosos, nossa geração passou a tomar as rédeas. Mesmo assim, o tráfico e a corrupção existiam. Mas nada tão devastador que não pudéssemos conter. — Victor respirou fundo, seu semblante se tornando mais sério. — Até que as coisas mudaram.
Ele suspirou, como se aquele assunto pesasse toneladas.
— Quatro indivíduos começaram a subjugar os remanescentes do massacre da geração dos prodígios. De pequenos criminosos a antigos reis que sobreviveram. Há muitos boatos sobre eles, mas pouca certeza.
— Eu sei de quem está falando. — Disse Charlotte, com os olhos semicerrados. — Os rumores dizem que um deles é uma figura costurada de pele pálida, que caminha completamente nu. O outro é um homem loiro de óculos. O terceiro é um homem pálido, dentes caninos grandes e afiados. O último, um homem alto, que só foi visto à noite.
— Espera… eles… — Noah arregalou os olhos por um instante, a surpresa rasgando seu semblante calmo. — Entendi… podem continuar.
— A partir desses quatro, a grande maioria dos integrantes da geração se juntou a eles como subordinados. Reuniram também veteranos da geração dos monstros. O poder da organização deles, levou grande parte da minha geração a se curva. — Victor parecia conter a raiva a cada palavra.
— E vocês sabiam disso tudo? Por que nunca me contaram antes? — A voz de Noah soou carregada de decepção e dureza.
— A culpa é minha, pai. Eu e os outros queríamos resolver sozinhos… — Disse Bart, surgindo no enquadramento da chamada. Sua voz saiu embargada. — Queríamos te dar orgulho… honrar nosso título. Afinal, nós somos pinturas.
Noah respirou fundo, encarando o filho como se o mundo inteiro coubesse naquele olhar.
— Bart… Eu tenho orgulho de vocês. E sei o quão fortes são… especialmente você, meu Adão. — Disse ele, deixando escapar uma ponta de emoção.
— Desculpa, pai… — Murmurou Bart, abaixando a cabeça.
— Está tudo bem. — Noah endireitou o tronco e sua voz se tornou novamente firme, cortante. — Escutem com atenção. Estou voltando para o Brasil hoje mesmo. Levarei seus irmãos comigo. Vamos eliminar essa escória até o último verme.
Ele virou o rosto na direção de Victor e seus generais.
— Querem se juntar a nós?
Victor trocou um olhar com os gêmeos, respirou fundo.
— Nós iremos ajudar, pai.
— Eu… não sei… — Victor passou a mão no queixo, hesitando. — Aquele desgraçado vai estar no seu time?
— Vai.
— Então, estou fora.
Noah soltou um leve suspiro, mas seu tom se manteve tranquilo.
— Meu sobrinho… seja esperto. Se nós ajudar, você terá a chance de enfrentá-lo de novo. Até vencer. E outra coisa, planeja lutar contra inúmeros sozinho? Não seja burro.
Victor ergueu o olhar, refletindo por um instante. Seus punhos cerrados.
— É… verdade. — Murmurou, como se aceitasse algo que custava a engolir.
— Bem, eu vou organizar as coisas pra viajar hoje. Se cuidem e tomem juízo, crianças. — Disse Noah, desligando a ligação. Seu olhar firme fraquejou por um instante, revelando uma preocupação que ele raramente deixava transparecer.
Passos pesados, o olhar dos gêmeos foi na direção da escuridão da noite.
O tablet treme um pouco na mão de Estela.
uma pressão esmagadora.
Algo se aproximava.
No quarto do casal, Ana passava as mãos pequenas e quentes pelo rosto do amado. Ela inclinou o rosto, a voz carregada de travessura:
— O que está preocupando a grande Baba Yaga? — Perguntou, deslizando os dedos pelo peito dele, com um sorriso malicioso.
— Os quatro indivíduos que eles mencionaram… com certeza são as outras calamidades. — Ele suspirou, apertando de leve a cintura dela. — E se forem mesmo, significa que as coisas estão num nível completamente diferente… Vai ser divertido. — Ele riu baixo, se levantando com ela no colo como se não pesasse nada.
— Então a coisa tá feia… Mas a gente não precisa se preocupar, né? Temos as outras quatro calamidades ao nosso lado, hihihihi. — Disse ela, abrindo a porta e dando uma piscadinha atrevida.
Eles desceram e, ao chegarem na sala, viram Ycaro deitado, dormindo pesado, enquanto Mia e Carolina rabiscavam todo o peito dele com canetinha. As duas se contorciam de tanto rir, tentando não acordá-lo.
— Parece que a nossa capetinha encontrou uma amiga pra aprontar… — Comentou Ana, segurando o riso.
Lipe observava tudo encostado no sofá, tentando não gargalhar.
— Lipe, onde está a Samantha? — Perguntou Noah, massageando a têmpora.
— Rapaz… ela tá fazendo companhia pro Oliver.
— Entendi. Bem… arruma sua mala. A gente vai viajar hoje.
Lipe ergueu uma sobrancelha, finalmente soltando uma risada curta.
— Sério? A situação é tão feia assim?
— Muito. Depois eu te explico tudo.
— Certo. — Lipe se levantou e saiu devagar, balançando a cabeça como quem não queria acreditar.
Noah se aproximou de Ycaro, ergueu a mão e pá!, deu um tapa bem no meio da testa dele.
— Acorda, viadinho. Vai arrumar sua mala. A gente viaja hoje.
Ycaro abriu os olhos devagar, a expressão confusa, mas logo caiu na risada.
— Sou viadinho mesmo… Afinal, ainda vou arrombar esse rabinho gostoso que tu tem.
— Lá ele. — Retrucou Noah, passando a mão no rosto, sem paciência.
— Que nada… tu fala “lá ele”, mas tá pedindo porra.
— Peço mesmo. Para que joguem na tua cara.
— Fih de rapariga… — Resmungou Ycaro, bocejando. Seus olhos foram até as meninas e ele viu a caneta na mão das duas. — Ei, suas pestinhas, o que vocês tão aprontando aí?
— Tamo pintando você! — Disse Mia, rindo com uma gargalhada tão gostosa que até o mal-humor de Noah quase sumiu.
— Ah, venham cá… eu vou pegar vocês! — Disse Ycaro, levantando num pulo. As duas deram gritinhos e correram pela sala, com ele atrás, rindo como uma criança.
Noah suspirou e se jogou no sofá, puxando Ana pro colo. Ela se encaixou nele com naturalidade e ele a beijou devagar, como se precisasse daquele contato pra manter a sanidade.
Ela retribuiu o beijo, roçando o nariz no dele, antes de sussurrar com os lábios ainda colados:
— Vamos levar as meninas com a gente?
— Eu não sei… — Ele respondeu, passando os dedos pelo cabelo dela. — Não dá pra deixá-las aqui. Vamos ter que levar.
Ana apoiou a cabeça no ombro dele, fechando os olhos. Um sorriso pequeno surgiu nos lábios antes de morder de leve a pele dele.
— Bem… Eu não acho que elas vão estar em perigo. Eu nunca estive, estando do seu lado.
Noah baixou o rosto, encostando a testa na dela, e por um instante todo o mundo pareceu ficar mais silencioso.
Em um grande prédio de luxo, no último andar, um grupo de quatro figuras misteriosas estavam reunidas ao redor de uma mesa. A luz do ambiente era fraca, mas suficiente para que uma delas pudesse comer calmamente.
— Por que diabos a região nordeste ainda não foi dominada? — Perguntou a primeira figura, tragando o cigarro com lentidão, o reflexo da luz dançando nas lentes redondas de seus óculos.
— A aliança dos reis nordestinos é um problema… junto com os Filhos do Mal Necessário. — Respondeu a segunda, uma pessoa de estatura baixa, que mastigava um saco de salgadinhos sem pressa.
— Um problema? — Retrucou a primeira figura, a voz carregada de desprezo. — Já tomamos praticamente o país inteiro, e estamos com dificuldade por causa de alguns reis de uma geração que ainda cheira a leite… e de uns fanáticos da Baba Yaga?
— Não é tão simples, você sabe disso, senhor Marcus. — Rebateu a terceira figura, alta e magra, a voz arrastada como se contivesse um cansaço antigo.
— Não é simples, Liam?! Como não é simples?! — Vociferou a primeira figura, um brilho azul intenso emanando de seus olhos, iluminando parcialmente o rosto afilado.
— Eles têm o Indomável, o Executor, o Carrasco, e o Presságio Negro — Retrucou Liam, soltando uma nuvem de fumaça densa ao acender o charuto. — Não é fácil lidar com aqueles monstros. Mesmo com a Idade, ainda são lendas vivas.
— Bem… você está certo — Disse Marcus, recostando-se na cadeira com um sorriso de desdém. — Mas, no fim, isso não importa mais. Eu enviei aquele lunático.
Marcus era um homem loiro de olhar afiado e sorriso relaxado. Os cabelos curtos e lisos, bagunçados, caíam sobre a testa pálida. Seus olhos azuis brilhavam com uma estranha serenidade.
O físico magro e definido e a postura ereta lhe davam uma presença imponente. Vestia uma camisa social azul-clara presa por suspensórios pretos, combinando com a calça bem cortada.
Entre os lábios, descansava um charuto grosso que soltava fumaça vagarosa.
— Você enviou ele?! — A voz de Liam vacilou, rompendo pela primeira vez o tom blasé. — Você enlouqueceu?
— Claro que sim, Liam. — Marcus sorriu, tirando o charuto para falar com clareza. — Me cansei dessas tentativas miseráveis. Enviei aquele monstro, para pelos menos começar o processo.
— Marcus… ele não se importa com nada. Vai ser uma chacina. — Comentou a segunda figura, dando outra mordida no salgadinho como se não fosse nada demais.
— Não importa — Disse Marcus, com um brilho frio no olhar. — O Flagelo Nu vai cuidar de tudo.
〘Informações〙
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『 Básicas:』
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- Nome: Marcus Albuquerque
- Idade: ???
- Altura: 190cm
- Peso: 79kg
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『 Avançadas:』
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- Afiliação: conselho eclipse
- Cargo: chefe dos executivos
- Uma calamidade.
- Estilo de combate:???
- Título:???
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〘Fim das informações〙
Em um prédio reformado, cercado por uma vasta vegetação, quatro homens conversavam enquanto carregavam seus fuzis. Ao redor, erguiam-se casas simples, silenciosas na penumbra da noite.
O prédio ficava bem de frente para a rua principal, iluminada apenas por alguns postes, cujas lâmpadas fracas lançavam um brilho amarelado e trêmulo sobre o asfalto rachado.
— Amanhã eu vou levar a minha filhinha no parque de diversões. Ela vai amar. — Disse um deles, olhando a foto da criança no celular, com um sorriso enorme nos lábios.
— Você realmente gosta dela, né? Queria eu ter tido um pai assim… — Comentou outro homem, tragando seu cigarro com um olhar vago, quase triste.
— Claro que gosto. Eu amo ela. É meu amorzinho… meu único motivo pra ainda trabalhar. Tô juntando dinheiro pra sair desse inferno de país e dar um futuro melhor pra ela.
— Que bom, cara. Fico feliz por você. — Disse um terceiro, sentado nos degraus enquanto limpava o fuzil.
— Valeu. Tô pensando até em comprar aquela casa de boneca que ela viu outro dia.
De repente, a conversa foi brutalmente interrompida por passos pesados, acompanhados de uma pressão no ar tão sufocante que seus corpos se arrepiaram.
Era como se a própria morte estivesse chegando.
Todos se viraram, engolindo seco, ao ver o responsável pelos passos:
Um homem de pele cinzenta, olhar vazio e um sorriso largo, cheio de dentes pontiagudos. Seus lábios esbranquiçados se moviam em um tremor doentio. Tinha cabelos longos, lisos e bagunçados, fios grisalhos com pontas esverdeadas, olhos verdes sem brilho algum — apenas pura perversidade — com as escleras negras como o breu.
Seu corpo alto e forte era definido por músculos cheios de cicatrizes de costura que se espalhavam como remendos grotescos.
Ele estava completamente nu.
Num único pisão firme no chão, o homem costurado avançou como um raio, surgindo ao lado do primeiro soldado.
Com uma só mão, agarrou seu rosto e o esmagou contra o chão.
O impacto seco quebrou o crânio em um instante, sem dar tempo para qualquer reação.
Antes que os outros pudessem entender o que estava acontecendo, o monstro ergueu o pé e desceu com violência no peito do segundo homem, esmagando suas costelas e arrancando um grito sufocado que virou silêncio.
O terceiro soldado, ainda sentado, mal teve tempo de erguer o olhar antes de receber um chute seco no queixo — um “tiro de meta” tão brutal que o ar estalou, deixando seu pescoço pendendo em um ângulo impossível.
O último homem gritou de pavor, disparando rajadas frenéticas de fuzil.
As balas acertavam o peito e os ombros do costurado, mas ele sequer recuou.
Só caminhou lentamente, como um predador se divertindo, até segurar o soldado pelo pescoço.
O homem tentou gritar, mas apenas um som rouco saiu de sua garganta antes que ela fosse esmagada por um único aperto, e seu corpo sem vida caísse no chão.
Ele se aproximou da porta fechada e a chutou com brutalidade, derrubando a enorme folha blindada como se fosse de papelão.
Dentro do prédio, diversos homens e algumas mulheres se viraram ao mesmo tempo, mirando suas armas na direção dele.
Mas ele avançou como um raio.
Num piscar de olhos, surgiu diante de um deles, agarrou o cano da arma e a dobrou com um rangido metálico, antes de desferir um chute lateral tão violento que torceu o pescoço do homem com um estalo seco.
Outro soldado reagiu, disparando em desespero.
O costurado apenas se virou, o olhar morto e vazio, e acertou um soco brutal no rosto do atirador, afundando seu nariz e matando-o instantaneamente.
Do lado de fora, era possível ouvir a melodia macabra dos gritos misturados aos disparos, que soavam como aplausos mórbidos para o massacre.
Minutos se passaram.
E o costurado saiu do prédio.
Estava completamente ileso, seu torso estava tingido por pequenas gotas carmesim que escorriam pelos músculos costurados.
Como se fossem joias rubras.
— Fracos. — Disse ele, entediado, a voz rouca e fria como pedra.
Diante dele, várias viaturas e blindados já haviam cercado o local.
Os policiais mantinham as armas erguidas, gritando ordens para que levantasse as mãos.
Ele ergueu os braços com indiferença, sem qualquer emoção no rosto, e começou a caminhar na direção de uma das viaturas.
Num movimento seco, desferiu um chute contra o veículo, arremessando-o pelo ar como um brinquedo.
O blindado girou algumas vezes antes de se chocar contra o chão e capotar, explodindo em uma onda de fogo e fumaça negra.
Ele avançou como um raio, desferindo um soco destruidor na direção do policial, que ergueu o braço num gesto desesperado, mandando-o parar.
Mas então, um sorriso sutil surgiu no rosto do homem, acompanhado de um leve estremecer no ar ao redor dele.
— Ôxente, tu fez foi um barulho da muléstia! — Disse uma voz calma, firme como pedra.
Um homem de presença imponente havia surgido entre o policial e o costurado, bloqueando o punho monstruoso apenas com o ombro.
O impacto abriu uma cratera no concreto sob seus pés, rachaduras se espalhando como teias.
O policial atrás dele soltou um suspiro tremido, a vida voltando aos olhos.
— Mas eu entendo, visse? Cada um se amostra com sua solidão do jeito que dá. —
Completou o homem, agora com um pequeno sorriso que não chegava aos olhos.
O costurado o fitou, intrigado. Por um instante, seus pensamentos se misturaram ao fascínio:
— Ele redirecionou toda a força do meu ataque… Interessante, garoto interessante…
Um sorriso largo se escancarou no rosto costurado, e seu olhar brilhou com uma fome insana.
Sem aviso, ele tentou outro golpe, mas o homem moveu o corpo num impulso suave, dando um leve chute para trás que lançou o policial a salvo.
Então, abaixou-se com fluidez e esquivou do soco, girando com precisão.
Seu pé esquerdo acertou em cheio a mandíbula do monstro, que teve a cabeça lançada para o lado.
Antes mesmo de tocar o chão, ele desferiu uma sequência de chutes rápidos e potentes, empurrando o costurado alguns passos para trás.
— Macho… eu só tinha vindo dar uma chegada no Victor, visse? — disse ele, com a voz tranquila, enquanto ajeitava a postura. — Mas me diga aí: que tipo de cabra vê o povo se lascando e fica só olhando, sem fazer nada
Seu semblante era de uma serenidade perigosa.
Era um homem de olhar calmo, porém denso, a expressão tão fechada que beirava o desdém. Seus cabelos longos e lisos caíam em duas mechas presas em rabos de cavalo na frente, balançando junto ao vento da destruição.
Os olhos verde-claros, marcados por olheiras profundas, carregavam uma quietude que destoava do caos ao redor. Seu corpo, magro, exibia uma força contida que se revelava a cada movimento preciso.
Vestia uma camisa longa de mangas compridas, estampada com o desenho de um leão rugindo, contrastando com a calça preta e os tênis igualmente escuros.
Era a figura que surgia entre a violência e a esperança — e naquele momento, ninguém duvidava que ele era um rei.
〘Informações〙
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『 Básicas:』
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- Nome: Sebastião Ramos Cavalcante
- Idade: 22 anos
- Altura: 180cm
- Envergadura: 187cm
- Peso: 80kg
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『 Avançadas:』
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- Afiliação: filhos do mal necessário
- Cargo: terceiro no comando
- Rei do Ceará.
- Estilo de combate:???
- Título:???
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〘Fim das informações〙
— Você… deixou minha noite muito mais interessante, garoto. — Rosnou o costurado, o sorriso selvagem escorrendo dos lábios enquanto seus olhos brilhavam com pura demência.
— Sério, é? Pois inté bom… mas vou ter que me mandar logo, tenho umas coisas pra resolver. — Disse Sebastião de olhos fechados, com um sorriso no rosto sem mostrar os dentes
Continua

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