Capítulo 52 - Arco: Investigação
Um dia atrás, na sala do diretor Saulo Kobayashi, em uma bela manhã de domingo, com um sol lindo brilhando pela janela redonda da sala, o diretor Saulo observava a natureza à sua frente, como sempre fazia.
Toc, toc.
O som de batidas ecoou pela sala; alguém batia à sua porta.
— Entre! — disse o diretor, com as mãos cruzadas para trás.
— Licença, diretor! Queria conversar com você, pode me dar exatamente dois minuto?
— Hm, professor Shuukyo! Claro que sim, o que deseja?
O diretor Saulo sentou-se em sua cadeira após seu breve passatempo diante da janela.
O homem, de cabelos negros ondulados, com um corte que lembrava um cogumelo, segurava firmemente sua corrente enquanto se aproximava do diretor.
— Meu senhor! Eu estava orando para o meu Deus e, por um motivo breve, senti um arrepio na espinha… isso me fez perguntar: o que aconteceu?
— Você e suas intuições religiosas… — disse o diretor. — Aconteceu algo recentemente com um de nossos alunos. Algo trágico.
— Oh, céus! Me desculpe dizer isso, senhor, mas agora temos apenas um minuto e trinta e quatro segundos, e eu não gosto de decepcionar o tempo! — disse Shuukyo, segurando firme seu colar.
O colar de Shuukyo era diferente. Nele havia algo como um medalhão com nuvens e meio sol, indicando uma religião desconhecida.
Era algo claramente importante para Shuukyo, já que ele não soltava o medalhão desde que entrara na sala.
— Então diga logo o que deseja saber, se tem tão pouco tempo! — disse o diretor.
— Claro, meu senhor! Creio eu que o senhor irá precisar de uma pequena ajuda para resolver essa questão… investigativa.
— Como sabe disso? Enfim… já deveria imaginar que saberia. Pois bem, já tenho a segunda melhor do rank de dedução ajudando, então não preciso da ajuda de seu aluno preferido.
— Que pena, meu senhor. Mas o senhor sabe o que faz. Se mudar de ideia, sabe onde me procurar. — disse Shuukyo, abaixando a cabeça.
— E mais uma coisa, Shuukyo. Quero que você vá receber nosso novo professor de dedução na entrada principal. Pode fazer isso?
— Novo professor? O que, deveras, aconteceu com nosso antigo amigo, se me permite saber?
— Ele desistiu, simplesmente assim! Não sei como, mas saiu deste lugar sem ser notado. Um mistério que ainda estou tentando resolver. — disse o diretor, levantando-se da cadeira.
O brilho do sol refletiu no medalhão de Shuukyo, lançando sua luz sobre o diretor. Encarando aquele brilho, com os braços abertos e expressão eufórica, Saulo disse, em uma breve frase:
— Os tempos de glória não irão demorar a chegar. O brilho que o nosso Deus do Sol está lançando sobre o mundo iluminará até os espaços mais escuros! E, no fim desta história, nós iremos rir… rir com a imortalidade divina!
— Com certeza, meu senhor! A promessa de nosso Deus irá se cumprir, e poderemos viver ao lado dele no novo mundo sem escuridão! Sem sombras, purificando os pecadores!
Shuukyo e o diretor começaram a rir de forma maligna, esquecendo completamente que havia pessoas do lado de fora que poderiam ouvir aquela loucura. Para ambos, porém, isso não importava; o desejo deles era maior do que tudo.
Mas, naquele tempo de risadas, o tempo de Shuukyo se esgotou.
— HAHAHAHA… rhum, rhum! Me perdoe, meu senhor, mas irei me retirar, já que meus dois minutos acabaram. Se me der licença.
Ele se retirou, caminhando calmamente, sem soltar o medalhão.
O diretor, sem fôlego após aquele momento, sentou-se novamente em sua cadeira e virou-se para a janela, voltando a observar o lado de fora, com o brilho do sol batendo em seu rosto.
— Por que… por que você fugiu de mim, antigo professor de dedução?
Presente — quarto de Yuki Hikaru
— Yukii! Acordaaaa!
— Você vai se atrasar, sua mula!
Que barulheira é essa?
TOC, TOC, TOC.
Que batidas fortes são essas?
— Acorda, Yuki! Tá na hora de ir para o primeiro dia de aula!
Essa voz… parece ser do Fuutaro.
Estou com tanto sono que mal consigo pensar. Ontem foi uma noite bem animada, e acabei dormindo tarde.
Havia entregado os presentes para meus amigos, e acabamos comemorando comendo biscoitos e salgadinhos enquanto jogávamos jogos de tabuleiro.
E agora estou aqui, com muito sono e completamente cansado.
— YUKI!! Acorda, vamos chegar atrasados! Tem aula, esqueceu?
Ele ainda está gritando… o que é isso?
Resolvi levantar da cama. Nem sequer olhei a hora; fui direto até a porta, com os cabelos arrepiados e a cara toda amassada.
Assim que abri a porta, Fuutaro se assustou comigo.
— Yuki?? Que isso? Por que você está assim? Não está arrumado por quê, criatura?
— Que mula… — disse Sasori, com os braços cruzados.
— Arrumado? Pra quê? — perguntei, coçando os olhos.
— Pra quê?? Hoje é o primeiro dia de aula, cara!!
Quando vi a luz do sol direito, a ficha caiu no mesmo instante.
— Primeiro… dia? Meu Deus!!! É o primeiro dia de aula!!
— SIM!!!
Os dois gritaram, com os braços abertos.
Fechei a porta na cara deles e fui correndo me arrumar.
Nem sequer tomei banho. Apenas vesti o uniforme da escola e arrumei o cabelo.
Tentei esconder as mechas brancas, mas não foi possível. Ficava estranho, porém não havia o que fazer.
— Vamos logo! — disse Fuutaro assim que saí do quarto.
Corremos para sair do dormitório e ir até a escola.
Como era o primeiro dia de aula, seria fundamental eu ir para descobrir em qual turma ficaria, quem seriam os professores e como funcionaria o ano escolar.
— Será que vamos chegar atrasados? O que acontece se a gente se atrasar? — perguntei.
Fuutaro, quase sem fôlego, tentou explicar enquanto corria à minha frente.
— Se chegarmos atrasados… já perdemos dez mil pontos… de compra.
— O quê??? Tudo isso? Então temos que ir logo!!
Depois de dez minutos, já estávamos perto do prédio escolar, mas vimos alguns alunos caminhando tranquilamente em direção à entrada.
— Acho que tá bom… conseguimos a tempo… uffa. — disse Fuutaro, cansado.
Não demonstrei, mas estava extremamente ansioso. Finalmente estaria em um ambiente escolar de verdade, com vários alunos, professores e desafios. Meu corpo até tremia de nervoso.
— Yuki? Você está bem? — perguntou Fuutaro.
— Ah, sim, sim! Estou bem. Só estou um pouco pensativo.
— Entendi. Relaxa, estamos aqui com você, certo? — disse ele, tocando meu ombro.
— Certo! Obrigado, Fuutaro.
Como eu não sabia exatamente para onde ir, segui os meninos até o quadro de notícias.
— No quadro vai estar o nome de cada aluno e sua respectiva turma. Quando achar seu nome, é só procurar a sala certa, entendeu? — explicou Sasori.
— Entendi.
Observei cada nome nas listas. Como o meu começa com uma letra pouco comum, seria fácil encontrar.
— Aqui, Yuki. Seu nome está nesta turma: Blue Zenith. — disse Fuutaro, apontando.
Sasori se aproximou, surpreso.
— Blue Zenith? Sério? Que estranho… essa turma não estava fechada?
— Fechada? Como assim?
— Não havia vagas, então ela estava fechada há dois anos, desde que entramos. — explicou Fuutaro.
— E outra: Blue Zenith é a turma onde está a segunda melhor aluna do rank de dedução, Aikyo Yagame, junto com a crush do Fuutaro, a Katsu, irmã dela.
— Crush, Sasori?!
— Entendi… vai ser legal ficar nessa turma, então.
— Além disso, há alunos muito fortes lá. Mesmo com apenas três anos de existência, a turma é a décima melhor no rank geral.
— Olha, sua amiga Itsuki também está nessa turma! — disse Sasori.
— Sério?
Olhei para a lista. O nome dela realmente estava ali. Mas… por que apenas “Itsuki”? Era estranho não ter sobrenome.
— É melhor irmos logo, vamos!
Nos separamos, cada um seguindo para sua sala.
A Blue Zenith, onde pertenço, fica no segundo andar.
Assim que abri a porta, vi vários grupos de alunos conversando entre si. Todos pareciam estar com amigos — exceto uma pessoa.
Uma garota de cabelos vermelhos estava com a cabeça apoiada sobre a mesa. Mesmo de longe, dava para saber: era a Itsuki.
Caminhei lentamente pela sala, olhando fixamente para ela, sem dar atenção aos outros alunos que claramente me observavam ao notar minha presença.
Um desses alunos chamou minha atenção, e acabei olhando para ele.
Era uma garota de cabelos verdes, encostada na parede no fundo da sala, com os braços cruzados, me observando. Ao seu lado, havia uma garota de cabelos rosas, com mechas verdes, sentada na cadeira enquanto fazia origamis de papel.
O jeito como a garota de cabelos verdes me encarava era diferente. Não parecia apenas curiosidade; ela me analisava com atenção, como se estivesse tentando entender algo em mim.
Não à toa, ela é a segunda melhor aluna no rank de dedução.
Olhares de rejeição e julgamento pairavam sobre mim. Pelo visto, os alunos daquela sala não estavam aprovando minha presença.
Eu não me importei e continuei caminhando até a Itsuki.
Peguei uma cadeira vazia, coloquei ao lado dela, sentei-me e encostei minha mão sobre sua cabeça, fazendo um carinho leve.
Ela abriu os olhos rapidamente, assustada com o gesto, e me olhou profundamente. Assim que percebeu que era eu, seus olhos se encheram de lágrimas.
Antes mesmo que eu dissesse qualquer coisa, ela se levantou e me abraçou com força, quase exagerada.
— I-Itsuki… — murmurei.
— Yuki!! Que bom que você está aqui comigo… não acredito que colocaram a gente na mesma turma. Eu estou tão, mas tão feliz…
— Eu também estou feliz, Itsuki. Não vou deixar você sozinha aqui. — disse, acariciando sua cabeça.
Senti o coração dela disparar rapidamente. Ao mesmo tempo, senti uma felicidade leve e um alívio em sua alma. Meu corpo sempre parece se conectar ao dela quando estamos juntos, então sentir isso me tranquilizou, sabendo que ela estava bem agora.
— Itsuki, não esperava te ver tão cedo na sala de aula… a Ayumi deixou assim tão de repente? — perguntei, ainda abraçado a ela.
— Eu não sei… fiquei surpresa e assustada quando ela me contou que eu iria para a sala. Foi do nada.
— Entendi… isso é estranho. Mas será que o fato de a gente estar na mesma sala foi obra dela?
— Não sei! Mas o que importa é que você está aqui comigo. — disse ela, me abraçando ainda mais forte.
Enquanto estávamos abraçados, uma voz grossa ecoou pela sala.
— Muito bem, alunos. Todos em seus lugares, que vou começar agora. — disse o homem no centro da sala, batendo palmas.
Separei-me da Itsuki e me sentei na cadeira à sua frente, já que a dela ficava na última da fileira.
O único problema é que nossa fileira ficava literalmente no meio da sala. Nem para ser a do canto, para ficarmos mais escondidos.
— É o seguinte, alunos: a agenda escolar já está disponível nos tablets individuais e também no quadro. Os tablets ainda estão sendo preparados e devem chegar a qualquer momento. — explicou o professor.
Ele caminhou até sua mesa após a explicação e tomou um copo de água.
— Não preciso explicar tudo isso, já que vocês estão cientes, mas temos dois novatos na turma, então preciso dizer.
— Professor, o que aconteceu com o Theo e o Jio? — perguntou Aikyo.
— Bem, não tenho essa informação, então não vou conseguir responder.
— Entendi, obrigada.
— Enfim, quando os tablets chegarem, vou entregá-los de acordo com o ID de cada um. Já os dois novatos terão que criar um ID, pois será o primeiro acesso. Entenderam?
Ele olhou para mim e para a Itsuki, e assentimos com a cabeça.
— Certo. Os nomes dos novatos são Yuki Hikaru e Itsuki. Espero que vocês se comportem e os aceitem como parte do grupo. Entenderam?
— Sim, professor!
Todos da sala responderam em coro. Pelo visto, esse professor tinha certo respeito ali.
— Continuando: ao final da aula, os tablets devem ser entregues a mim. Eles não podem ser levados para casa, certo?
— Sim, senhor!
— Quando vocês olharem a agenda mensal, verão que cada semana tem aulas diferentes. A sequência não se repete, pois são muitas matérias para poucos dias, e como o dia inteiro é dedicado a apenas uma aula, o espaço fica ainda mais limitado.
Era parecido com as aulas que tive com o Okawara: um dia inteiro para uma única matéria, só que com menos variedade.
— A última semana de cada mês é reservada para exames. Eles são escolhidos pelo aluno templário, aquele que ficou em destaque no rank mensal do mês retrasado, e cada exame tem pontos de ganho e perda definidos por ele e analisados pelo conselho.
— Professor, posso fazer uma pergunta? — disse uma menina sentada na primeira fileira.
— Claro!
— O aluno templário dessa vez é novamente a Rin Tsubaki. Como ela conseguiu ficar em primeiro no rank geral se janeiro não teve aula?
— Bem, como acontece todo ano, o aluno templário — antes chamado de aluno VIP — no mês de fevereiro é definido com base no rank geral, e não no mensal.
— Entendi… mas por essa lógica deveria ser a Sayuri Haiiro, não?
— Correto! Mas ela não gosta de destaque. Vocês sabem como ela é: não fala com ninguém que considere indigno de ouvir sua voz. Quem ela acha inferior não recebe nem um mínimo de atenção… ignora tudo ao redor, blá blá blá…
— Faz sentido. Então, como a Rin ficou em segundo no rank geral, ela se torna a templária deste mês? — perguntou novamente a garota de cabelos loiros.
— Sim, exatamente. Mais alguma pergunta?
— Aqui, professor! Como vai funcionar o sistema de pontos? O senhor disse que vai mudar a forma de ganhar e perder pontos. — perguntou um garoto de cabelo roxo no canto da sala.
— Sim. E não é só a forma; os valores também mudaram. Agora são bem menores do que antes. — disse o professor, indo beber mais água. — O máximo que se pode ganhar no mês, somando exames, provas, trabalhos e comportamento, é de sessenta mil pontos de compra.
— QUÊ???
A sala inteira gritou.
— Silêncio! Enfim, nas provas: se tirar nota máxima, ganha mil pontos de compra e cem pontos de nota. Se tirar a média, que é cinquenta, ganha quinhentos pontos de compra e cinquenta de nota. Mas se tirar menos que a média, ganha metade. Ou seja?
— Se tirar quarenta pontos, ganha duzentos pontos de compra e vinte pontos de nota, que é metade de quarenta, certo? — respondeu Aikyo.
— Exatamente! Agora, sobre os exames da última semana do mês: como falei, eles são definidos pelo aluno templário e aprovados pelo conselho. O total de pontos ganhos não pode ultrapassar quarenta e cinco mil. Já a perda pode chegar a cinco mil pontos de compra, além da perda em nota.
— E quanto se perde em nota? — perguntou o garoto de cabelo roxo.
— Como sabem, existe o rank dos exames. Ao final, quem ficar entre os dez últimos de cada turma perde cinco mil pontos de compra e também quinhentos pontos de nota.
— QUÊ????
Mais uma vez, a sala inteira gritou.
— Por que estão tão rigorosos agora?
— Quinhentos pontos de nota são cinco notas máximas! Como isso é possível?
Vários sussurros se espalharam pela sala. Era claro que ninguém tinha gostado da notícia.
— Silêncio, gente! Lamento, mas isso veio do governo. Agora os exames serão mais rigorosos. Eles querem tornar tudo mais importante… e mais disputado.
— Mas por quê? — perguntou Aikyo.
— Não sei, não me perguntem! — respondeu o professor, bebendo mais água.
— Continuando: são cinco exames na semana, um por dia. A nota de cada exame determina os pontos de compra e de nota, mas o total não pode passar de cinquenta e cinco mil. Os outros cinco mil vêm de provas, trabalhos e comportamento.
— Como assim, comportamento, professor? — perguntou Aikyo.
— Todos começam o mês com dez mil pontos de compra separados apenas para comportamento. É um bônus. Se o aluno se comportar, mantém os pontos; se levar advertência, suspensão, se meter em confusão ou bater em alguém, vai perdendo. Entenderam?
— Entendemos!
— Então, dez mil são para comportamento, quarenta e cinco mil para exames, sobrando cinco mil para provas e trabalhos. Como o máximo por prova é mil pontos, sobram quatro mil para trabalhos. Entenderam?
— Siiiim!
— Ótimo! Agora, sobre as provas: elas ocorrem na mesma semana dos exames, começando antes deles. Todas têm vinte questões argumentativas e dissertativas. Ninguém repete de ano; os pontos de nota servem para, no futuro, entrar gratuitamente em faculdades. A mais barata custa cinco mil pontos de nota, e as opções de curso são poucas.
— Bem poucas… só três cursos, segundo o diretor. — murmurou o garoto à minha frente.
— Alguma pergunta? — perguntou o professor.
Ninguém levantou a mão.
— Então podem esperar aí, que os tablets chegam já já. — disse ele, sentando-se novamente.
Foi uma explicação interessante. Vou precisar me esforçar bastante para conseguir pontos de compra e pontos de nota.
Mas, além do esforço, vou precisar de ainda mais atenção… porque a Itsuki vai precisar de mim nesses exames.
Arco: Investigação
📘 Cronograma Semanal de Aulas — Fevereiro (ESA)
Primeira Semana (2 a 6 de fevereiro)
- Segunda-feira: Apresentação (atual)
- Terça-feira: Português
- Quarta-feira: Geografia
- Quinta-feira: Física
- Sexta-feira: Ensino Religioso
Segunda Semana (9 a 13 de fevereiro)
- Segunda-feira: Natação
- Terça-feira: Astronomia
- Quarta-feira: Biologia Onírica
- Quinta-feira: Finanças
- Sexta-feira: Ciências Dedutivas
Terceira Semana (16 a 20 de fevereiro)
- Segunda-feira: Matemática
- Terça-feira: Sociologia
- Quarta-feira: Filosofia
- Quinta-feira: Educação Física
- Sexta-feira: Química
Quarta Semana (23 a 27 de fevereiro)
- Segunda-feira: Prova 1 / Exame Mensal 1
Desafio a ser decidido pelo Aluno Templário - Terça-feira: Prova 2 / Exame Mensal 2
Desafio a ser decidido pelo Aluno Templário - Quarta-feira: Prova 3 / Exame Mensal 3
Desafio a ser decidido pelo Aluno Templário - Quinta-feira: Prova 4 / Exame Mensal 4
Desafio a ser decidido pelo Aluno Templário - Sexta-feira: Prova 5 / Exame Mensal 5
Desafio a ser decidido pelo Aluno Templário

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