
Deja Vu
Certo dia ou noite, Edgar Hussak despertou cercado pelo mais absoluto absurdo. Olhos enormes e leitosos decoravam um firmamento cárneo até onde o horizonte se estendia, lama negra e grossa que engolia cada passo sobremaneira custoso.
Consigo, encontrou apenas um sobretudo, uma lupa e seu próprio nome.
“Sim, devo ser um detetive! É racional e coerente!”
Próximo do ponto em que se ergueu, finalmente nota com pavor: Um cadáver.

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