Capítulo 127 - Portão Fechado: O Estágio Inatingível
A Tribuna de Honra da Arena Shang Mu estava sendo palco não só de um grupo disposto a um plano de ação contra o suposto grande mal entre os lutadores chamado Samsara.
As paredes vermelhas do salão nobre e milenar também abrigavam lendas — não somente as do passado, mas também as do presente.
O guardião da arena, o raposo ruivo Huli Hu Li, era um emocionado defensor da imensa e gloriosa história de mais de mil anos das artes marciais na cidade — a lágrima oculta de seu olho por trás dos cabelos era a evidência desse sentimento.
Fora há minutos que encontrou, por acidente, em seu visitante, o urso pardo Showman Bryan O’Brian, a verdadeira importância e essência de um lutador em Avalice: a feição do Mudra Sakro.
O gesto, para muitos desavisados, era só um levantar de mãos simplório e sem significado.
Ledo engano — aliás, no mundo marcial de Avalice, seu desconhecimento era uma prova de ignorância.
O Mudra Sakro era um privilégio irrevogável, onde sua prática só era permitida aos poucos que, de fato, tinham alcançado o título de Mãos de Lendário Lutador — qualquer lutador que fizesse o gesto sem ter o direito, poderia ser punido por penas severas.
Retornando ao exato ponto da demonstração do Mudra Sakro, o raposo se dirigiu até Bryan, dizendo:
— Com muito agrado, devo lhe pedir desculpas, honorável Bryan O’Brian — voz rouca, ainda tomada pela emoção. — Tentei mostrar-lhe o abismo, mas sem saber que já passou por este caminho e voltou dele mais forte.

Voltando a pôr seus icônicos óculos escuros, ficando alinhado com a humildade.
— Relaxa, guardião… e sem reverências, tudo bem? Isso que fiz é só pra você saber que não está sozinho pra gente limpar essa sujeira chamada Samsara. Temos pouco tempo, lembra?
Ele arrumou seu blazer, em sinal de confiança.
Ana, tomando seu tablet, realçou a urgência.
— Ele tem razão, Sr. Huli. Agora que sabemos que o “colapso moral” não é um risco para nós nesta sala, podemos focar em quem realmente corre perigo.
As desconfianças cessaram.
A ponte entre Bryan O’Brian e Huli Hu Li acerca da moralidade marcial se estreitou a um nível de respeito inimaginável.
Antes era um trio; agora eles eram um time.
O raposo, a morcega e, principalmente, o urso, estavam em pé de igualdade de poder, como Huli mesmo avaliou.
Enquanto voltaram suas atenções aos escritos antigos, o ruivo reafirmou essa convicção.
— “Bryan me mostrou que não é só um falastrão, desses que o mundo trata como fraude. Ele é um nobre guerreiro.”
Ele, ao pegar um documento mais importante e pô-lo na mesa, olhou para Ana, que estava atenta ao que via em seu tablet.
— “Onde Bryan a achou? Essa morcega… ela é tão forte quanto ele ou… até o supera.”
Quebrando o silêncio, Huli bateu com as garras na mesa, como um marco de virada.

A atenção cresceu no time, com a dupla à espera da próxima fase — o raposo não demorou.
— A quarta fase: Chi Instável ou, como os antigos o denominam, Hei’an Zhī Qì | 黑暗之氣.
A negatividade nos rostos de Bryan e sua secretária voltou com força — a morcega chegou a abraçar seu tablet contra o dorso, como um mecanismo de defesa.
O urso pardo, franzindo sua testa, também expressou a reação.
— Já não gostei desse começo… e tenho quase certeza que não vou gostar do fim também.
Verdades precisavam ser ditas, independente da aversão visível da dupla. Huli ignorou o desagrado, com o caminho livre para começar as definições.
— O Chi no Samsara funciona… mas cobra — seus olhos se fecharam, respirou fundo ao abri-los outra vez. — O lutador tem poder descomunal, pagando pelo extinguir de sua vitalidade.
Prontamente, Ana fez uso do tablet, fazendo anotações a uma velocidade incrível.
Isso chamou a atenção de Huli: ela mantinha o olhar nele, ao mesmo tempo que usava a caneta digital para redigir tudo o que ele dizia.
— “Isso é incomum. Ela subverte a prática da audição e escrita simultânea. Formidável.”
Sua curiosidade, característica já visível há tempos, atrasava o desenrolar do estudo.
O guardião tinha um nome a zelar e uma reputação alta demais para se deixar distrair: sacudiu sua cabeça, para surpresa de Bryan e Ana, que indagou:
— Ah, o que está acontecendo, senhor Huli?
— Somente me certificando… de que preciso mesmo continuar com os ensinamentos.
— Algo o incomoda?
— Não mais, senhorita Ana Andirá.
A morcega estranhou — ajeitou os óculos, sinal de curiosidade — não ligando a atitude do raposo ao que ele fez sem esconder.
Bryan somente observava, centrado na explicação.
Huli não demorou mais.
— É aqui que o lutador deixa evidente tal manifesto maldito. Ele possui um cheiro metálico característico que, na verdade, é o aroma do definhar corporal, como ácido em nossas peles ou o fogo consumindo cobre.
Ana, ao ouvir isso, adicionou:
— Esse cheiro já está impregnado no lutador? Como sou a juíza do Tormenta, identificá-lo não será difícil…
— Não, senhorita Ana Andirá… — sussurrava, sinal de cuidado no tom. — O eflúvio exala da aura do Chi e não do portador. Uma vez em suspensão, ele está a par dos demais.
— Ah, entendo, senhor Huli. Prossiga.
Com um documento antigo em mãos, o raposo mostrou mais do estado pútrido.
— Vejam aqui: a temperatura do usuário é instável, entre estado febril e febre, quase uma síncope. Além disso, há também vibração constante dos picos de Nirvana.
— Hm… isso está mesmo me deixando preocupado… — Bryan coçava o queixo, ao mesmo tempo que seu semblante fechava. — Coisas assim realmente existirem é muito perigoso.
— De fato, honorável Bryan O’Brian — virou para o urso. — Além disso, devemos também nos preocupar com o som.
Esse comentário fez com que Ana e seu chefe trocassem olhares, sob a observação mais uma vez curiosa de Huli.
O raposo ficou intrigado com a troca.
— “Os dois sempre reagem quando agem em concordância de pensamento” — pensava, fitando os dois.
Sem que o raposo esperasse, a morcega, indo até o centro, com o olhar de Huli acompanhando seu caminhar elegante.
Ela deu cinco passos, ficando a três metros do raposo — Ana fechou seus olhos ao mesmo tempo que sua aura azul escuro voltou a ser emanada.
Huli não ficou calado.
— Senhorita Ana Andirá, o que significa seu gesto?
— Como eu disse, sou a juíza deste torneio e, como obrigação e responsabilidade, preciso mostrar minha habilidade especial mais útil ao senhor no momento.
— O que?! — esse foi pego de surpresa. — “Ela deve estar se referindo a sua técnica Orbital Auditivo…”
Bem, não foi nem assim.
Ana estava manifestando uma habilidade especial, mas havia algo diferente: sua aura azul escura se propagou um pouco mais, ficando mais densa e mais escura, quase como uma sombra, a circulando.
Um cheiro floral foi sentido, proveniente da aura da morcega, frescor que foi expandido após ela abrir suas asas.

Os seus olhos violeta também tomaram uma coloração azulada, como uma pedra topázio iluminada, e a região interna de suas orelhas estavam vibrando — lá também havia aura.
Deixando seus olhos fechados — concentração total — ela falou:
— Técnica Adaptativa Bio-Sonar: Ressoar Aquamarine.
Sem que ninguém de toda a Arena Shang Mu pudesse ouvir — nem mesmo Lilac, com seus estilosos auxiliares auditivos — Ana, ao abrir sua boca, ressoou um estrondo poderosíssimo, que se propagou por toda a arena.
Uma imensa onda sonora trouxe à sua mente a leitura precisa do posicionamento de todos os lutadores do torneio — não só os rostos, como também o físico, a temperatura, até o ritmo da respiração de cada um.
Tudo isso aconteceu inodoro, incolor e sem detecção sensorial alguma — era a natureza de Ana agindo a seu favor e sem causar danos ou quebra de privacidade a ninguém.
No canto da boca de Bryan havia um sorriso, na de Huli só a observação de sempre, sem sentir ou reagir.
Porém, logo à sua frente, estava uma competente secretaria multi função.
Ela, mantendo seu poder ativo, falou:
— Senhor Huli, de qual som iremos lidar caso o Chi Corrompido seja ativado?
— Hã? Senhorita Andirá… — sua dúvida interna era mais forte. — “Ressoar Aquamarine?! Do que essa técnica é capaz?”
— Senhor, por favor… Só responda.
Huli quase deixou transparecer sua confusão, dado o desconhecimento da tal técnica.
Por sorte, Bryan deixou tudo claro com poucas palavras.
— Caro Huli, minha secretária está observando toda a arena de um jeito que só ela pode ver e ouvir. Só que ela precisa se concentrar muito mais do que com a técnica Orbital Auditivo, está bem?
O raposo arregalou seu olho visível, o que não durou mais que dois segundos. Ninguém percebeu sua surpresa, mas o tempo era precioso demais para que pudesse perdê-lo com surtos de curiosidade.
Sua paixão marcial deu lugar à razão.
— Som ressonante. Notas Dó e Ré ou Fá e Ré, que trazem desconforto e angústia ao ouvi-las — falou com propriedade, pensando em seguida. — “Ela deve saber exatamente do que estou falando.”
Ele estava certo em sua dedução: o nível de detalhes sonoros, abordando tons musicais específicos, deram uma impressão maiúscula do que Ana Andirá via do guardião.
— “A precisão que ele pôs na descrição só me diz que o senhor Huli têm total ciência de natureza sonora. Ele é incrível, não poderia respeitar menos que isso.”
Recapitulando todo o movimento que tanto Huli e Ana realizaram, o nível de sofisticação utilizado tanto em passar quanto em obter informações era lendário.
O time só tomava liga, sacramentando o nivelamento dos três.
Enquanto a morcega analisava todo o lugar milenar com as coordenadas colhidas, Huli era só orgulho — seu olhar confiante lhe trouxe um pequeno sorriso no canto da boca, algo bem raro.
O raposo ruivo concretizou sua certeza.
Ana, ressoando mais de seu sonar água marino por toda a Arena Shang Mu, retornou com resultados.
— Temperatura média dos lutadores: 36 graus. Normalização plena. Sudorese (suor) pelo recinto inteiro se manteve o mesmo, com nível de pH está em 6.2, abaixo da média. As notas “Dó Ré Fá Ré” não soaram audíveis.
Bryan e Huli respiraram juntos, aliviados, assim como Ana, que desfez sua aura escura, voltando ao normal.
Um silêncio ocorreu, cinco segundos de descanso mental.
Enfim, o descarrego emocional também aconteceu: o urso foi até sua secretária, a abraçando pelo pescoço.
— Haha! Minha secretária é a melhor das melhores! O que seria de nós sem você por aqui, hehe.
— Ah, pare com isso, por favor! — corava, tentando se soltar, com um sorriso no rosto. — Eu… eu só fiz o que eu deveria fazer, senhor Bryan!
Não era só respeito; também era carinho, admiração.
Embora bastante competente, Ana esboçava humildade.
Foi o que Huli pensou ao assisti-los comemorar.
— “Suas capacidades são exemplares e, mesmo na seriedade do serviço, guardam um sorriso cujo brilho renova o brio de qualquer lutador desgastado…”
Ele ficou um tempo olhando para a dupla para, também, relaxar e tomar fôlego para o que viria.
Foi o minuto mais duradouro desde a crise — e só se passou um minuto.
Voltando aos papéis milenares, enfim chegaram ao último estágio… e o mais crítico deles.

— O estudo final do Tratado do Samsara: Portão Fechado do Feng Shui — falou o raposo, mostrando o documento com a gravura.
— Feng Shui?! Mas… — Bryan coçou a cabeça. — E porque o portão está fechado?
Assim que o urso fez sua pergunta, Huli respirou fundo e ficou em silêncio.
A pausa não foi como das outras vezes, onde o fôlego ou outros fatores precisavam de mais preparo.
Agora o tom era muito mais pesado, o que necessitava de mais cuidados.
— Quero que ouçam atentamente… — Huli sussurrou mais uma vez, porém com mais controle da respiração. — Todos que estão nesta sala já alcançaram os portões do Feng Shui, eu presumo.
Um outro silêncio veio à retórica, Bryan e Ana com seriedade no olhar.
Era um caminho livre para Huli continuar, sem rodeios — todos tinham o mesmo nível.
— De fato… — tornou a manusear o documento. — Então, com isso, vamos definir bem essa fase.
O raposo tomou a frente, sem rodeios.
— Atingir o cosmo é a concretização maior do Nirvana, onde o lutador encontra o poder máximo. Ele pode ir até onde sua fé lhe mandar, sua honra permitir ou outras particularidades. Isso é subjetivo ao indivíduo.
Com o pedaço de papel em mãos que explicava do Portão Fechado, o ruivo deixou com que o pedaço de celulose fosse ao chão, seguindo seu fluxo de atrito com o ar.
Assim que atingiu o assoalho nobre do salão, ele foi enfático:
— No Samsara, atingir o Feng Shui é impossível — falou, fechando os olhos.
Ana engoliu seco, deixando claro que o incômodo não era vago. Bryan cerrou os punhos, como sinal de revolta.
— O propósito de ter deixado que esse documento fosse ao chão simboliza a queda do lutador. Sua moralidade tem o mesmo nível do rodapé desta sala que estamos… mas ele recebe em troca algo por seu advento corrompido.
Ana, dando um passo, perguntou:
— Como assim, senhor Huli?
— Ele recebe o Estigma do Selamento Samsara.
A notícia soou como uma bomba.
Bryan não ficou calado, também dando passos em direção a Huli.
Ele estava logo à frente da mesa.
— Caro Huli, o que significa isso?
A resposta veio, mas não do raposo.
Sua secretária fez isso.
— Uma marca. Ela sempre fica alojada na testa, em sinal de mácula.
— Mácula?! Você quer dizer que quem tem essa marca é o desgraçado que está entre os meus meninos? Se sim, isso facilita muito as coisas!
Não era tão fácil.
Embora tal marca trouxesse o portador à superfície, não era um critério generalizado.
— Não, honorável Bryan… — Huli falava, com o olho visível aberto. — Essa marca só dificulta o juízo.
— E porquê está dizendo isso? Se o lutador estiver desfilando por aí, tanto tirar onda com a tatuagem na testa pensando estar na moda, isso é quase como um alvo!
Ana Andirá, pondo a mão no ponto de seu chefe, retrucou.
— Senhor Bryan, ele está certo. Nem eu mesma poderia inibir essa pessoa só por estar ostentando o Estigma.
— E porque não?
— Porque… ele não escolheu por esse caminho.
— Como é?! O maluco treina, segue por um caminho cheio de más escolhas e você me diz que não podemos fazer nada? Me explique melhor!
A complexidade da situação tomava liga.
As cartas estavam na mesa, outras até no chão.
Huli alinhou a fala de Ana e, aproveitando a deixa, iniciou seu monólogo.
— Recapitulando até onde chegamos no Tratado do Samsara: o lutador é seu próprio elemento, o condenando no karma.
Algo mudou no semblante sério do guardião.
A respiração falhava — não ofegante, mas vibrante — ocasionado por um surto de vontade.
As mãos tremeram, dentro e fora, com sua cauda se movendo lateralmente.
A inquietação foi resultado das lembranças — Huli tinha um vasto conhecimento histórico marcial, mas que se munia na história do planeta geral.

Por isso, controlou melhor as palavras, o que seria a tônica a seguir, ao continuar:
— Durante essas fases, sua moralidade, já deteriorada e desnuda, mergulha em um mar de lamentações e agonia no Chi pútrido. E cá estamos, nobres lutadores…
Huli tomou ar, era visível sua agonia interna.
As palavras que falou tinham um peso tanto melancólico quanto ético.
— Estamos diante de um lutador com desequilíbrio pleno. O Taiyang e o Yueliang em conflito, com a balança destruída.
Antes de prosseguir com a explicação, tomou ar. O pulmão inflou assim como as palavras que voltaram:
— A culpa do passado torna-se identidade absoluta, a sina de Mão de Lutador Lendário é simulada…
Um pesar, lá no fundo, veio à superfície: era uma luta que Huli travava para continuar. Os fatos o feriam.
E, ao fim, decretou o viés:
— A loucura, desqualificação essa presente nos insanos, nas pessoas verdadeiramente ruins não por escolha, mas por consequência, expõem o Portão Fechado: colapso espiritual e chegada ao que chamo de Trono Imoral. Noutras palavras, isso seria o âmago da mácula…
Ele se virou, como um orador, para Ana e Bryan.
Os dois o ouviram, ansiosos por mais explicações.
Eles já tinham percebido a mudança do guardião, ficando em silêncio como resposta a isso — e muito respeito a ele.

O valor esplêndido dos registros históricos colhidos com tanto afinco por eras estavam expostos como nunca — e esse era o fardo que Huli carregava.
Mesmo vulnerável como nunca antes, Huli ignorou esse estado e prosseguiu:
— Esses escritos antigos vieram de todas as partes de Avalice. Milhares de anos, história franca e de diferentes formas ideológicas e políticas, até religiosas, contribuíram para o desenvolvimento das artes marciais.
O raposo tomou mais ar, a voz quase lhe fugiu — o peso maior não era em passar a mensagem e sim saber de toda a história e segurar a emoção.
— O que é um lutador sem fé, sem moral… e sem propósito? Entendam: povos de todo o planeta denominaram essa mácula de várias formas…
E existiam muitas, de fato:
— Hei-an, Huai De, Warui, Kurayami e tantas outras, por várias civilizações, Uma delas, oriundas de povos afastados, define melhor o infortúnio que estamos prestes a lidar…
E, com a voz embargada — Huli estava quase deixando transparecer seu choro — ele definiu em uma só frase o cerne do portador do Estigma do Selamento Samsara:
— O “Mal que habita”.
O pesar também contagiou Bryan e Ana.
A frase, carregada de simbologia religiosa, trouxe um pouco de trevas aos pensamentos de todos.
Isso ligou a uma interação esperada em outra parte da Arena Shang Mu.
A transição de cena, logo após a última fala de Huli, levou o foco até onde o time de Lilac estava.
E lá, ao perceber, a dragão sorriu.
Ao fundo, ela viu o restante de seu time se aproximar, devolvendo o mesmo gesto singelo.
Eram Santino Rock, Milla…
E Noah Hibiki, que olhava para sua líder de forma neutra.
Sem que soubesse, o passado se tornava presente.
Mas como será o futuro?

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