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    『 Tradutor: Crimson 』


    [Despertar da Besta]

    De repente, meu coração começa a disparar. Posso sentir o sangue correndo para a minha virilha enquanto um desejo avassalador de transar turva minha mente. Meu corpo para de me obedecer e tento avançar— querendo arrancar as roupas de Marianne e usá-la até que ela esteja completamente encharcada pelo meu gozo.

    Mas, claro, isso não é algo que eu seja capaz de fazer contra Marianna. Mesmo com o Despertar da Besta, não consigo romper o feitiço congelante sobre meu corpo. Tudo o que posso fazer é exibir expressões enlouquecidas enquanto tento me libertar.

    “Posso ver que você está muito bravo, e sua raiva é justificada,” Marianne suspira ao ver minha expressão transtornada. “Mas fazer isso também é necessário. Assim que formarmos o Vínculo de Sangue, poderei rastrear sua localização o tempo todo. Também poderei sentir se você estiver em perigo. E, mais importante, com um único comando meu, o outro lado nunca poderá fazer uso de você.” Ela me diz calmamente.

    Ela parece pensar que estou lutando apenas porque me sinto injustiçado e com raiva. E, embora eu realmente ache que ela é uma hipócrita desgraçada, estou excitado demais para reunir qualquer raiva de verdade neste momento.

    “Mas você não precisa se preocupar. Exceto em situações de emergência, nunca lhe darei ordens. Também vou liberar algumas das restrições que vêm com o Vínculo de Sangue. Acredite, sua vida cotidiana não vai mudar em nada.”

    Ela parece bastante sincera ao dizer isso. Mas, claro, não importa o que ela está dizendo ou como está dizendo. Neste momento, tudo o que importa para mim é me libertar e dominá-la.

    E, como se estivesse ouvindo meus desejos, ela continua…

    “E embora eu esteja escravizando você contra sua vontade, há um lado positivo que você já conhece— o processo é muito prazeroso.” Marianne sorri de forma sedutora, deslizando as alças de seu longo vestido vermelho.

    Como em câmera lenta, seu vestido cai ao chão e seu belo corpo se revela por completo. Mesmo neste estado, não consigo deixar de ficar impressionado. Ela é simplesmente uma obra de arte. Sua pele é muito pálida, típica de uma Vampira. E, embora seja magra, seus peitos e bunda são cheios e bem definidos. Junto de seu rosto encantadoramente belo, ela parece ter sido esculpida em mármore.

    Não sei como isso é possível, mas ao vê-la assim, começo a lutar ainda mais. Tanto que posso sentir minhas veias saltando— mas ainda assim, sem sucesso.

    “Você já sabe o quão prazeroso é ter seu sangue sugado, certo? Minha filha já lhe deu uma experiência em primeira mão. Mas ela chegou a mencionar que o prazer é proporcional à força do Vampiro em questão?” Ela faz um gesto com a mão, me arremessando de volta para a cama, com os membros abertos como uma águia.

    “E eu sou a Vampira mais poderosa que existe…”

    Ela estala os dedos e minhas roupas desaparecem. Instantaneamente, meu pau duro como pedra salta para fora, pulsando em direção ao teto. Até Marianne fica momentaneamente surpresa ao me ver assim.

    “Vejo que você não é totalmente contra isso…” Ela solta uma leve risada, subindo na cama antes de se posicionar sobre mim.

    Com as pernas abertas, tenho uma visão clara de tudo ali embaixo. Sua buceta é de um tom rosa pálido e parece linda. Não há um único fio de cabelo— o que é curiosamente semelhante a Zakira. Também não parece depilado, o que me faz pensar se Vampiros são naturalmente assim.

    Mas isso não ajuda em nada meu estado atual. Ver sua buceta tão perto e ainda assim não poder foder até dar câimbra no quadril, está me enlouquecendo.

    “Vamos começar a cerimônia.”

    Marianne respira fundo, começando a esfregar sua buceta no meu pau. A fricção, a umidade— tudo é agradável, mas está longe de ser suficiente. Ela então abaixa a cabeça, separa os lábios e revela suas presas alongadas, parando ao lado do meu pescoço.

    Posso perceber que ela hesita por algum motivo. Talvez esteja mudando de ideia.

    “Muito improvável…” Ela murmura baixinho para si mesma, balançando a cabeça.

    E antes que eu possa me preparar, meu pau entra com tudo em seu buraco apertado — sendo enfiado de uma vez só. No exato momento, seus dentes perfuram minha pele e ela começa a sugar meu sangue.

    E então, minha mente fica em branco.

    Sinto como se tivesse transcendendo, flutuando no céu enquanto sou lentamente elevado em direção ao paraíso. Alcancei a tranquilidade, e não há mais nada que eu deseje deste mundo. Não terei arrependimentos, mesmo que morra agora.

    Depois de um momento experimentando esse estado maravilhoso, meus olhos se abrem lentamente e percebo o que está acontecendo. Marianne não estava mentindo — o que acabei de sentir foi a sensação mais intensamente prazerosa de todas. Não pode ser descrito apenas como um orgasmo, parecia como se eu tivesse ultrapassado algum tipo de limite.

    E, como esperado, isso me fez gozar instantaneamente. Na verdade, eu ainda estou gozando — movendo o quadril de forma intensa enquanto continuo me movendo contra Marianne, com o sêmen ainda sendo liberado.

    Smack

    Dou um tapa forte em sua bunda macia e enfio meu anelar em seu outro buraco. Ao fazer isso, um leve tremor percorre seu corpo, mas é só isso. Ela está ocupada demais sugando meu sangue para se importar com qualquer outra coisa.

    Com um empurrão para o lado, eu me viro junto com Marianne, ficando por cima dela agora. Meu corpo não para nem por um segundo enquanto continuo me movendo. Isso é tão bom que, embora eu já tenha terminado de gozar, em poucos segundos meu pau volta a ficar duro. Estranhamente, a sensação gelada da sua buceta contrasta de forma intensa com o calor do meu pau, criando uma sensação indescritível.

    Meu segundo clímax é tão intenso quanto o primeiro. Minha visão escurece por um instante devido à intensidade, e consigo ouvir Marianne gemendo; sua buceta agora preenchida com meu pau, seu útero cheio de sêmen e cu liberando cada vez mais fluídos conforme o movimento do meu dedo.

    Solto um grunhido quando as últimas gotas saem, e imediatamente depois uma mensagem aparece diante dos meus olhos.

    [Despertar da Besta Encerrado]

    “Uugh…”

    Meus membros perdem força enquanto o desejo que dominava minha mente começa a desaparecer. Me sinto fraco e levemente tonto — mas, surpreendentemente, pela primeira vez, não perdi a consciência após o fim do Despertar da Besta. E quando finalmente consigo pensar além disso, percebo algo incrível.

    O feitiço foi quebrado! Posso me mover novamente!

    Na verdade, acho que ele foi quebrado no momento em que gozei pela primeira vez. Depois disso, tudo o que fiz foi sem qualquer restrição. Marianne nem sequer tentou me impedir! Era como se meu sangue tivesse feito ela perder completamente o controle!

    Sim…

    Espera um segundo…

    Sinto um desconforto. Marianne ainda está presa ao meu pescoço, sugando sangue sem parar. E embora ainda seja uma sensação intensa, minha cabeça começa a girar por causa da perda de sangue.

    “Pare…” Murmuro fracamente.

    E Marianne para imediatamente. Ela abre a boca, retirando as presas do meu pescoço e afastando a cabeça. Eu também recuo por instinto, me afastando antes de cair de volta na cama.

    Olho para o lado e vejo Marianne ainda encarando intensamente meu pescoço. Devido às propriedades curativas da saliva de um vampiro, o ferimento já está se fechando. E enquanto isso acontece, o rosto dela se contorce, mostrando desespero e angústia. Qualquer um perceberia que ela queria continuar — e não de uma forma controlada.

    Mas então… por que ela parou? Porque eu pedi?

    Basta olhar para a expressão perdida dela para perceber que não está em condições normais. Ela parece alguém privado de algo que deseja muito. Então não foi por isso.

    Mas então por quê?

    Espera… isso não é parecido com…

    Um pensamento absurdo atravessa minha mente, fazendo um arrepio subir pelas minhas costas. Olho para Marianne com os olhos arregalados, engolindo em seco.

    “L-Levante-se,” digo, hesitante, apenas para confirmar.

    Marianne se levanta imediatamente na cama.

    Não pode ser…

    “Vira e fica de quatro.”

    Ela obedece na mesma hora, mostrando as costas enquanto se inclina perfeitamente. Daqui de baixo, consigo ver claramente todos seus buracos ligeiramente entreabertos. Eles ainda brilham de forma tentadora enquanto porra continua a escorrer, descendo por suas coxas e caindo na cama.

    Nem fudendo…

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