Prólogo
Eu vivi para mim mesmo.
Eu tinha talento, então escolhi viver dessa maneira.
Nascido como um mendigo no fundo das favelas, usei um talento que foi despertado pelo acaso para explorar os marginalizados.
Foi porque eu não queria morrer de fome.
Então, eu devorei e explorei todos os cartéis que governavam as favelas.
O objetivo era ter uma casa aquecida que protegesse da brisa fria do inverno.
Nas chamas de uma guerra que tomou conta do continente, fiz um acordo vil com os nobres, satisfazendo seus desejos humildes.
Era porque eu queria o dinheiro que eles tinham.
Quando o Rei Demônio finalmente desceu sobre este mundo, eu me escondi nas profundezas da escuridão, além do seu alcance, e esperei que os Heróis derrotassem o Rei Demônio.
Assim, pude continuar esta vida miserável.
Esta vida foi possível graças ao talento que me foi concedido — esse milagre absurdo.
Foi uma vida em que pisei em inúmeras vidas, mas nunca me senti culpado.
A vida que eu mal havia alcançado era tão doce que eu não conseguia tirar os olhos dela.
Então eu não queria ser compreendido.
Eu nem queria a salvação.
Jurei a mim mesmo que mesmo que se eu tivesse um fim miserável,
Eu aceitaria isso com um sorriso.
Jurei que pagaria com prazer o preço por todos os pecados que cometi na minha vida.
É por isso que.
“Você está acordado?”
No final da minha vida, pensei que não haveria mais ninguém ao meu lado.
Regras dos Comentários:
Para receber notificações por e-mail quando seu comentário for respondido, ative o sininho ao lado do botão de Publicar Comentário.