Capítulo 77.2 ❃ Grãos de Esperança, Tempestade no Horizonte.
5º dia do mês, Grande Inverno. Vilarejo [Sem Nome] – 06:10 AM.
Após alguns minutos de caminhada, em meio a conversas sobre a vida e os desafios que aguardam o vilarejo, o trio finalmente chega à residência do patriarca. Ao se aproximarem, avistam Anastácia adentrando a casa com algumas roupas em mãos. Balmor, a princípio, estranha a visita da moça na casa do chefe do vilarejo, mas rapidamente deixa de dar importância a isso, reconhecendo a importância de Anastácia para a região.
Balmor coça sua barba grisalha, ponderando sobre a situação, e logo conclui que Anastácia seria uma valiosa adição ao time encarregado da venda dos alimentos em Nakkie. Com um sorriso de aprovação, ele e Kamila cumprimentam calorosamente Anastácia, mostrando sua gratidão por sua presença e contribuição.
— Senhorita Anastácia, que bom que veio se juntar a nós. Nesse momento, quanto mais pessoas se juntarem para ajudar, melhor será a resposta para esse desafio!
— Isso mesmo! Senhorita Anastácia, do mesmo modo que o senhor Balmor disse, por que não se junta a nós nessa reunião? Mesmo que a senhorita não participe frequentemente das reuniões do vilarejo, você é uma exímia ferreira desse local, não incluir a senhorita nisso não é algo certo.
Com todos reunidos na sala, Kamila, Balmor e Lukas convidam Anastácia para se juntar a eles na discussão sobre o problema do excesso de alimentos colhidos nesse semestre.
— Ah, claro, não vejo problema nisso. Mas esperem um momento sim, que em breve me junto a vocês. — Pedindo um breve momento antes de começarem, Anastácia adentra um dos quartos da casa, levando consigo as roupas que trouxe.
Por alguns minutos, uma tensão silenciosa preenche o ambiente, enquanto todos aguardam ansiosos. Então, subitamente, um grito de entusiasmo ecoa do quarto onde Anastácia se encontra. A curiosidade toma conta dos presentes, e seus olhares se voltam para a porta, esperando pela jovem mulher.
Dentro do quarto, Anastácia adentra silenciosamente e observa Isabel vagando pelo local, examinando os objetos com um olhar curioso. Um leve sentimento de decepção surge em seu rosto quando ela percebe a ausência de livros mágicos naquele lugar. No entanto, esse desapontamento logo é substituído por uma expressão de surpresa quando sua mãe entra no aposento.
— Isabel, preparei algumas roupas um pouco menos… chamativas, diferente das que usou ontem… Messei suas roupas e…
Contudo, antes de terminar sua frase, algo chama a atenção de Anastácia.
A estatura de Isabel parece ter diminuído um pouco, e seu busto farto agora parece mais discreto. As feições que antes denotavam a aparência de uma mulher adulta estão cedendo espaço para traços mais jovens, revelando uma transformação em direção à adolescência.
Sentindo as mudanças em seu corpo, Isabel se observa constantemente no espelho, buscando confirmar suas suspeitas. Com uma mistura de ansiedade e expectativa, ela questiona sua mãe se pode finalmente sair do quarto e explorar o vilarejo como costumava fazer.
— Mãe! Será que agora eu posso sair desse quarto? Não pareço como antes, e até parece que estou do mesmo jeito de antes de ficar daquele jeito. Será que não tem como eu continuar minhas práticas pelo vilarejo e meus estudos…? Nesse lugar nem tem livros mágicos para eu realizar alguns exercícios…
Entretanto, um leve receio toma conta da mente da ferreira, temendo as consequências dessa transformação.
— Isabel… não sei se…
De repente, o corpo de Isabel irradia um brilho intenso e, em seguida, ela encolhe ainda mais, assemelhando-se agora a uma jovem garota de cerca de 12 anos de idade. Nesse instante, Anastácia não consegue conter sua alegria e solta um pequeno grito de felicidade ao ver sua filha de volta, mesmo que agora ela pareça um pouco mais madura do que era originalmente.
— Hiiii! Isabel! Você…! Você…! Você…!
— Eu, eu, eu, eu?
— Você encolheu! E-eu não sabia que era assim que funcionava!
— …!
Isabel examina a palma de suas mãos, percebendo claramente a diferença em seu corpo. Para sua surpresa, suas roupas começam a ficar mais largas e soltas, revelando partes do corpo que uma jovem dama não deveria expor. Todavia, apesar das mudanças, seus longos cabelos brancos permanecem do mesmo comprimento, levantando questionamentos na mente da ferreira.
”Mesmo que o corpo dela esteja retornando para o mesmo modo que antes, seu cabelo não retrocedeu nenhum pouco… O que isso significa?”
De repente, ao dar um passo à frente, todas as suas vestes escorregam de seu corpo, deixando-a completamente nua diante de sua mãe, que permanece ali, observando-a com serenidade. A figura esguia de Isabel é exposta, revelando uma beleza etérea que contrasta com sua aparência juvenil.
Sem hesitar, Anastácia corre em direção a Isabel e entrega-lhe a vestimenta preparada anteriormente. Ela espera ansiosamente que as medidas estejam corretas, tendo se baseado nas roupas originais da garota para confeccioná-las. As vestes são simples, porém superiores às peças utilizadas pelos aldeões locais.
Com agilidade, Isabel se veste, sentindo a maciez do tecido contra sua pele. As roupas se ajustam perfeitamente, realçando sua forma juvenil. Ela olha para sua mãe com gratidão, sabendo que Anastácia fez o possível para garantir que ela se sentisse confortável e adequada em seu corpo atual.
A blusa se ajusta levemente à sua nova forma, exibindo uma porção delicada de sua barriga, um pequeno deslize por parte de Anastácia. Suas calças de couro marrom-escuro cobrem elegantemente suas pernas, enquanto as botas de couro preto com solados grossos protegem seus pés. Para adicionar um toque de discrição, ela veste um pequeno colete também de couro preto.
— Então… como fiquei?
— Você está linda, minha filha!
Apesar de não possuir mais sua forma madura anterior, nos olhos da ferreira, Isabel permanece bela como sempre
— Obrigada, mãe…
Isabel vai rapidamente até um espelho e lá admira seu reflexo, satisfeita com suas novas roupas.
— Será que encolherei novamente…? Não quero perder a chance de vestir essa roupa de novo…
— Não seja boba, Isabel. Mesmo que encolha novamente, não quer dizer que não crescerá novamente como uma pessoa normal.
Essa afirmação já havia passado pela mente de Isabel, mas ela faz um beicinho, expressando seu desejo:
— Mas eu não quero esperar! Quero vestir o que eu quiser agora!
— Ai, ai…
Anastácia, com um sorriso no rosto, observa sua filha começar a adotar novamente seus comportamentos juvenis, o que a deixa animada por não ver mais a versão madura que Isabel havia mostrado no dia anterior. De repente, uma batida ressoa na porta do quarto. Mãe e filha se entreolham confusas, mas logo a voz de Lukas é ouvida do outro lado:
— Anastácia, sou eu. Posso entrar? — Pedindo permissão para entrar, Anastácia prontamente confirma e o rapaz de óculos adentra o quarto.
Lukas observa Isabel atentamente, ajustando casualmente seus óculos no rosto. Ele não fica muito surpreso com a aparência atual dela, já que passou a maior parte do dia acompanhando o processo de retorno dela à sua forma anterior. Na sua opinião, levaria muito mais tempo para que Isabel voltasse à sua juventude, mas conforme ele havia teorizado na casa de Anastácia, a garota de cabelos brancos gradualmente recuperou sua aparência original ao longo das horas.
Com habilidade, Lukas questiona Isabel sobre como ela se sente, se algo está errado com seu Mana ou seu corpo:
— Vejo que parece bem, Isabel. Mas do mesmo modo como fiz antes… como está se sentindo? Sente dor em algum lugar? Fadiga? Falta de mana…?
Ela acaricia sua pele, toca seu rosto e desliza os dedos pelos longos cabelos brancos, buscando imperfeições ou falhas, mas, assim como ela se sente, não encontra nada.
— Não, professor Lukas. Eu me sinto bem, nenhum pouco dolorida ou cansada. — Sua pele está suave, seus traços faciais estão perfeitos e seus cabelos brancos continuam brilhantes e saudáveis.
Confirmando suas dúvidas, agilmente o rapaz se aproxima de isabel, ele agacha-se em sua frente e a encara nos olhos, lhe pedindo para que mostre sua barriga.
— Muito bem, Isabel. Agora que parece está tudo mais controlado, deixe-me ver sua barriga agora.
— Mi-minha… barriga…?
— Com certeza. Há um selo bem em cima do seu ventre e eu irei removê-lo. Relaxe, não irá doer e nem demorar muito. — O rapaz revela um sorriso doce, para fazer a garota não se preocupar muito com o que está por vir.
— Ce-certo… — Isabel, com cautela, levanta parcialmente o colete e a blusa, revelando a pele intocada e macia, que parece ser tão suave quanto seda.
Agachado-se diante dela, Lukas abre suas mãos próximo ao ventre da jovem. Um círculo mágico roxo, — com gravuras complexas e desconhecidas, forma-se ao redor de seu pulso, enquanto outro surge no ventre de Isabel, exibindo as mesmas características como tatuagens negras.
Com agilidade, o rapaz gira parcialmente sua mão no sentido anti-horário, fazendo com que a tatuagem se desprenda da pele da garota e se conecte ao círculo em seu pulso, removendo completamente o selo. Um brilho etéreo preenche o quarto por um instante, dissipando-se logo em seguida.
Enquanto o processo se desenrola, um leve rubor invade a pele de Isabel, mas ela não sente dor ou desconforto significativo. Quando Lukas conclui o procedimento, ele fixa seu olhar nos olhos safira da garota e a adverte:
— Você não deve acumular mana constantemente, pois isso levou seu corpo a desenvolver um padrão enquanto dorme, realizando a técnica e resultando em sua forma madura anterior.
A revelação deixa a ferreira e sua filha estupefatas. Isabel abaixa timidamente a cabeça e promete não focar tanto na técnica, comprometendo-se a se fortalecer da forma mais comum, treinando na caça de monstros.
— Eu… entendo… professor Lukas… Eu só queria ficar mais forte logo e… ajudar minha mestra… Reconheço que abusei demais dessa técnica e prometo me fortalecer do modo comum de agora em diante: Caçando monstros! — Com determinação, ela ergue o punho no ar.
No entanto, é a mãe quem a adverte, proibindo-a de enfrentar monstros sem compreendê-los adequadamente.
— Nem pensar! Isabel, compreendo que você quer ser reconhecida a todo custo pela senhorita Evangeline, mas entenda que isso não é necessário.
— Como não é necessário, mãe?
— Minha filha, você não entendeu nada ainda?
— …?
— A senhorita Evangeline já lhe reconheceu muito antes de você pedir para segui-la. Veja, foi ela mesmo que disse que você tem um potencial acima do comum. Foi ela que lhe ensinou sua técnica para finalmente encontrar seu atributo. Por que continua pensando que precisa fazer ela te reconhecer? Foi porque ela não disse isso em voz alta?
— Mas… eu…
— Isabel, entendo que você quer ficar forte como ela, até eu sinto um pouco de inveja da senhorita Evangeline por ela ser tão forte assim. Mas os meios que ela tomou não são um exemplo a se seguir. Você entende que ela quase se matou naquela floresta? E agora, ela está naquela masmorra, sozinha, acompanhada com nada mais que ela mesma.
— É desse jeito que você quer ficar forte? Se pondo sempre em perigo, Isabel?
Anastácia destaca que ela e Evangeline são pessoas distintas, e embora Isabel a veja como sua mestra, há lições que um aprendiz deve aprender com os erros de seu mentor.
Isabel absorve as palavras de sua mãe, compreendendo a importância de adquirir sabedoria e experiência antes de se aventurar em desafios desconhecidos. Ela aceita que há muito a aprender e está disposta a trilhar seu próprio caminho, aprendendo com suas próprias experiências.
Revelando um sorriso, Isabel assente em concordância:
— Certo, mãe. Farei o meu melhor em relação a isso.
Lukas, ainda agachado próximo a Isabel, encara Anastácia e menciona sobre a reunião em andamento do lado de fora:
— Agora que tudo parece mais estável… Anastácia, a princípio eu vim aqui lhe informar sobre a reunião que está rolando do lado de fora. Kamila, Dona Marta e senhor Balmor já começaram a conversar sobre o assunto.
— Ai, meus divinos! Eu esqueci completamente! — Anastácia rapidamente lembra que foi convidada a participar e segue com Lukas para fora do quarto, enquanto Isabel os segue de perto.
Do lado de fora, todos sentados à mesa observam a jovem de cabelos brancos como a neve sair do quarto ao lado dos dois. Balmor percebe algo familiar nos sentidos ao observar Isabel, mas não consegue identificar o que exatamente é familiar nela. Ele opta por ignorar e volta sua atenção à conversa em andamento.
— Então, como havíamos falado. As provisões no vilarejo quase triplicaram em comparação ao semestre anterior. Precisamos de um meio para resolver esse problema.
— Concordo, chefe interina Kamila. Nossos espaços já estão completamente lotados, e os visitantes, que já compraram algumas provisões para reabastecer na sua viagem, não podem lotar seu transporte com comida… — Marta revela um sorriso serrado, imaginando as carruagens lotadas de alimentos com os passageiros presos do lado de dentro.
— Sim, entendo completamente, Dona Marta. Lukas a um pouco atrás sugeriu que… Ah, aí está ele e trouxe a Anastácia junto. Conseguiu resolver o que tinha la dentro, Anastácia?
— Sim… sim… Nada muito grave… Só trouxe algumas peças de roupa para Isabel…
— Ah…! En-entendo… Bom, se arrume, vamos recomeçar isso. — Kamila faz uma breve pausa, permitindo que Anastácia se acomode em uma das cadeiras.
— Muito bem, agora que estão todos aqui, deixa eu resumir algumas coisas… — Ela recapitula tudo o que foi discutido com Dona Marta e Balmor, relatando que “Dona Marta, responsável pelas visitas de pessoas de fora que passam pelo vilarejo em sua rota para fora do reino de Axerth, ofereceu-se para providenciar algumas carroças e burros de carga para transportar os suprimentos até Nakkie”
No entanto, no meio de sua fala, Balmor a interrompe, alertando os perigos que se espreitam no caminho do vilarejo até Nakkie:
— Sim, é muito importante ter os meios de poder levar tudo, mas não se esqueçam dos perigos que possuem na estrada, ainda mais de noite.
— Perigos?
Kamila o questiona.
— Sim, chefe interina. Os perigos são dos mais variados, contudo os comuns são os monstros na periferia da Grande Floresta de Arrow e alguns bandidos de estrada. É muito perigoso cruzar um caminho tão grande sem segurança nenhuma.
— Senhor Balmor tem razão. Mesmo que nos possuímos uma grande cota de suprimentos este ano, não podemos desleixar na segurança. Ser roubado na estrada é a última coisa que queremos no caminho até Nakkie.
Dona Marta acrescenta
Lukas, com um sorriso estampado no rosto, ajeita seus óculos e um brilho intrigante se reflete em suas lentes.
— Em relação à segurança, não se preocupem, eu irei acompanhar a caravana e protegerei ela de quaisquer ameaças!
Anastácia o observa de soslaio, um tanto cética em relação às suas habilidades, lembrando-se do breve duelo mágico que ele teve com sua filha anteriormente. Percebendo a expressão duvidosa da ferreira, ele acrescenta:
— Eu sou muito mais forte do que aquilo… — A afirmação avulsa deixa todos perplexos enquanto Anastácia assente com um sorriso confiante.
Uma pequena teoria começa a se formar na mente imaginativa de Kamila, que vislumbra Lukas e Anastácia de mãos dadas em um horizonte ao pôr do sol. No entanto, ela balança a cabeça para afastar esses pensamentos e volta a concentrar-se na conversa.
Nesse momento, Isabel interrompe, expressando o desejo de participar da jornada com o professor Lukas.
— Eu também vou!
Instantaneamente, todos sentem que isso não é uma boa ideia, mas Isabel insiste que quer se tornar uma aventureira e que essa experiência ajudaria a ganhar habilidade e conhecimento ao observar de perto o comportamento dos monstros ao longo do caminho.
— Eu preciso ir, só assim poderei ter a experiência que preciso pra me tornar uma aventureira! É isso que eu quero me tornar, derrotar monstros, explorar o mundo… Ser alguém muito forte! Se eu observar como os monstros atuam, poderei ganhar uma certa experiencia ao participar de perto!
Uma leve sensação de desconforto se instala no peito de Lukas e Anastácia ao perceberem que Isabel utilizou suas próprias palavras anteriores para conseguir o que desejava.
“Há! Ela estava fingindo sua postura até agora! Quem diria que Isabel seria tão perspicaz assim…” Um sorriso amargo se desenha nos lábios de Lukas, enquanto Anastácia demonstra hesitação.
Isabel continua sua argumentação, mencionando o desejo de visitar Karenn em Nakkie e verificar como ela está:
— Eu também quero visitar a professora Karenn na cidade. Preciso vê como ela indo.
Isso faz com que Lukas se ilumine de entusiasmo, vendo também uma oportunidade de verificar o estado de sua colega de trabalho. Assim, o rapaz se posiciona a favor da participação de Isabel na caravana, concordando com seu desejo de acompanhar a jornada.
— Muito bem. Se é isso que você quer, não vejo problemas.
— Lukas! Ela é só uma criança!
— Uma criança mais forte do que eu já vi. Vamos Anastácia, olhe para ela, você não pode prendê-la pra sempre… E seu desejo não é ruim, além do mais, estarei lá com ela.
Um misto de incredulidade e surpresa estampa os rostos de todos diante da proposta do professor. No entanto, Lukas rapidamente explica que Isabel já havia estado em Nakkie anteriormente, acompanhada por Anastácia.
— Vejam bem. Isabel e Anastácia já foram em Nakkie antes. E, como Anastácia está ocupada com sua loja no momento, devido à alta demanda que cresceu com as ferramentas de cultivo, Isabel seria uma ótima proposta de guia na cidade.
— Bem… pensando por esse lado… até que faz um pouco de sentido…
Anastácia compreende a lógica por trás da sugestão, reconhecendo a importância de ter um guia experiente em um local tão vasto. Sentindo-se um pouco mais confiante diante das palavras seguras de Lukas, ela confirma a afirmação do professor, lembrando-se da presença de Ivan no local.
— Também tem aquele Healer conhecido em Nakkie. Evangeline treinou com ele. E do modo como ela o respeita, com certeza ele é um homem sábio e educado. Então, creio que também não há problema nesse plano, além é claro que ele pode ensinar algumas coisas para ela.
A confiança de Anastácia em Ivan é reforçada por sua conexão com Evangeline, que compartilhou muitas informações sobre o homem e seu treinamento.
Anastácia sugere que seria benéfico para Isabel aprender algumas coisas com Ivan e se posiciona a favor de sua filha ir junto com a caravana. Marta e Balmor trocam olhares, ainda hesitantes diante da ideia. Todavia, ao contemplarem os olhos suplicantes e lacrimejantes de Isabel, acabam cedendo e aceitando a proposta.

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