Capítulo 181: Durante esses três anos, parte 4
Dois dias se passaram após a conversa entre o militar e a ex -lenda urbana. Ambos patrulhavam pelas ruas daquela cidade, enquanto batiam um papo:
— Ei, sabe uma coisa que lembrei? Você disse ter mais de mil anos de vida, isso é verdade?
Afirmou o Khayal, enquanto olhava a moça imortal. A mulher, escutando aquilo, logo afirmou em um tom levemente irritado:
— Ei, eu nunca disse que tinha mais de mil anos! Eu disse que eram exatos mil anos! Nada de me envelhecer, pivete
O criativo escutou aquilo, dando alguns risadas e logo retrucando:
— Certo, certo! Bem, na pesquisa feita, a inteligência do exército, percebeu que você supostamente já fez parte de várias lendas nacionais, ao longo deste milênio! A maioria eram bons mitos… você gosta de ajudar?
Maria escutou aquilo, continuando a observar os seus arredores, enquanto responde o seu companheiro de time:
— É, gosto! Sabe, algo que minha mãe me ensinou, é que se deve fazer o bem, sem olhar a quem!
Ao ouvir aquilo, o militar jovem ficou levemente afetado, como se tivesse se lembrado de alguma coisa, mas logo respondeu a moça. Assim, ambos tiveram o seguinte diálogo:
— Ah, maneiro! Minha mãe também me dizia isso, ela era uma mulher muito boa!
— Alguém da sua família, falar isso? Me desculpe, mas vocês foram horríveis no meu período de origem! Até escravos vocês tinham!
Khayal, escutando aquilo, rapidamente retrucou a moça, se defendendo:
— Ei, não coloque um crime do passado, em cima de mim e da minha mãe! Não sei como eram meus ancestrais na sua época, mas eu não tenho nada deles além do sobrenome!
Maria, escutando aquilo, colocou seus braços para o alto enquanto fala:
— Opa, me desculpe senhor! Aproveitando o assunto, como está sua querida mamãe hoje em dia?
A patrulha continuou, agora tendo alguns poucos segundos de completo silêncio, até que o homem criativo decidiu responder:
— Neste momento, minha mãe está morta! Sabe, aconteceram alguns conflitos no país em que morávamos, e isso acabou custando a vida dela.
A mulher de longa vida escutou aquilo, e logo respondeu o amigo, tendo o seguinte diálogo:
— Me desculpe por isso, eu não sabia! Você não é de Buraji? Que surpresa!
— Não, não sou! Sou originário de um pequeno país próximo da Ásia. Mas, essa nação acabou sucumbindo durante uma guerra e deixando de existir, poucos sobreviveram.
A mulher rapidamente notou um pequeno roubo sendo feito, e após escutar as falas do seu aliado, ela afirma:
— Quero saber mais sobre isso, mas depois! Agora tem um vagabundo fazendo merda ali!
Rapidamente, ao localizar aquele de quem Maria estava falando, Khayal ativou seus poderes, criando uma cúpula que cobriu a área de oitocentos metros entre eles e o criminoso, imaginando que aquele homem se teleportaria para a frente da dupla, e que logo começaria a futura na gravidade zero. Assim, o ladrão de banco apareceu na frente dos dois, flutuando e indefeso, onde a novata logo perguntou, tendo o seguindo diálogo:
— Esse é um dos membros do narcotráfico, Khayal?!
— Não, não é! Esse é só um vagabundo comum. Os membros daquela gangue de tráfico, são conhecidos por terem tatuagens de lagartos na cara. Esse aqui, é apenas descartável!
Ao dizer isso, o homem-imaginação estalou seus dedos, fazendo aquele cara ser reduzido a pó e o dinheiro voltar para dentro do banco.
De longe, os observando com um binóculos, Upahan estava analisando a dupla, dizendo em pensamento:
“Khayal, o quase onipotente! Mesmo novo, ele é muito forte graças a esse poder, que permite que ele faça basicamente tudo, e…”
Virando seu equipamento e ajustando o alcance de visão do mesmo, o mercenário deu um foco especial na jovem, continuando seu monólogo mental:
“Sua mais nova aliada, Maria! Não se tem muitas informações além de mitos, mas se sabe que ela tem uma habilidade perigosa, que só se ativa após sua morte! O chefe daquela gangue, mandou eu capturar ela viva… isso vai ser difícil!”
Logo, o homem de dois metros de altura se levantou, começando a se alongar levemente. Mexendo em alguns frascos que carregava consigo, ele começou a passar os líquidos em balas de sua arma, falando:
— Sabe, esses venenos são difíceis de arranjar e caros! Mas, como a dose é não letal, não gasto muito!
Com tudo pronto, um sorriso surgiu no rosto dele, com Upahan afirmando:
— Bem, hora do show surpresa para esses dois!

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