Índice de Capítulo

    Maxi virou-se surpresa ao perceber Riftan brincando com seu colar enquanto descansava a cabeça em um dos braços.

    “O q-que é isso…?” Maxi hesitou e inspirou profundamente.

    Sua mão roçou sua nuca e começou a acariciar a pele exposta acima do decote profundo. Constrangida, ela olhou ao redor do salão, mas os outros estavam tão envolvidos na conversa que não notaram. Ela soltou um suspiro de alívio e afastou o braço de Riftan, mas ele não se moveu.

    Riftan sorriu de lado e começou a brincar com as mechas soltas de cabelo em seu pescoço. Ele tocou sua clavícula com as pontas dos dedos, enviando um arrepio através dela. Ela tremeu. Sua mão percorreu o comprimento de sua espinha antes de segurar sua cintura. Sentindo seu toque em sua barriga, ela corou.

    “R-Riftan…”

    “Parece que minha esposa tomou vinho demais” Riftan dirigiu-se aos cavaleiros. “Vamos partir agora.”

    Os cavaleiros, que estavam conversando animadamente entre si, trocaram olhares significativos. Maxi corou intensamente, certa de que morreria de vergonha.

    “Vamos.”

    Ignorando as brincadeiras sugestivas dos cavaleiros, Riftan ajudou Maxi a se levantar e a conduziu para fora do salão. Ela o seguiu com passos hesitantes. Sua visão oscilou enquanto seus olhos se ajustavam à escuridão. Não havia um fio de luz da lua penetrando pelas janelas opacas, e os corredores eram iluminados apenas por lâmpadas fracas. As paredes emanavam um frio profundo.

    “R-Riftan… p-por favor, vá m-mais devagar…”

    Ela puxou seu braço, incapaz de acompanhar o ritmo acelerado dele. De repente, encontrou-se suspensa no ar. Ela conteve um grito. Riftan a pressionou contra a parede da escada e começou a beijá-la apaixonadamente. Embora o emaranhado de suas línguas parecesse quase insuportável, ela se viu apertando o braço dele. Ela havia provado seus lábios inúmeras vezes, mas cada beijo parecia novo e estranho.

    “Eu queria fazer isso o dia todo… eu estava me segurando por sua causa, mas você estava olhando para outros homens…”

    Seu rosnado reverberou em seus ouvidos e garganta, as vibrações fazendo cócegas em seu interior. Ela gemeu levemente. Seu peito poderoso pressionou contra o seio dela, enquanto Riftan agarrou a parte de trás de sua cabeça com uma mão calejada para puxá-la para perto.

    A cada degrau que ele subia, ele a bombardeava com uma série de beijos. Ela se agarrou ao seu pescoço, com medo de cair pelas escadas. Riftan já fora uma fonte de medo, mas seu toque agora fazia seus pensamentos escorrerem e se acumularem dentro dela como lama.

    “Malditas escadas! Por que há tantas?”

    Enquanto deslizava uma mão por baixo de sua saia para acariciar sua coxa, ela soltou um grito.

    “N-Não…! N-Não aqui fora…”

    O resto de suas palavras foi engolido pelo beijo de Riftan. Um arrepio percorreu seu corpo enquanto ela cravava os dedos em seus ombros. Suas mãos calejadas deslizaram abaixo de sua roupa íntima, o contato entre seus dedos e seu ponto íntimo produzindo um som úmido. Seu interior derreteu, e seu coração pulsava contra o peito.

    “Eu quero entrar em você aqui e agora…”

    Enquanto ele empurrava os dedos mais fundo, ela sentia seu hálito quente em seu pescoço. Ela não conseguia distinguir se as sensações que varriam seu corpo eram de medo ou paixão. Tremendo com o pensamento de alguém espiando-os das sombras, ela se agarrou a Riftan com mais força.

    Queimando de desejo, seus lábios roçavam seus ouvidos, pescoço e clavícula, enquanto seus dedos grossos acariciavam gentilmente sua pele sensível. Quando ela movia o corpo da maneira que ele uma vez a ensinara, Riftan prendia os dentes em sua pele e sugava até a dor. Ele ofegava pesadamente como um cão de caça ansioso diante de um pássaro enredado.

    “Nem mesmo a morte me deterá hoje.”

    Riftan subiu correndo a última escada enquanto Maxi se segurava nele com toda a força. Ele abriu a porta com um puxão. Assim que ela se fechou atrás deles, ele a despiu para revelar seus seios redondos sob a luz. Ela conteve um grito ao ver sua boca envolver o botão de carne. Sua língua acariciava o mamilo sensível, e seus dentes roçavam sua pele antes de morder. Desorientada pela emoção transbordante, ela se contorceu.

    “R-Riftan…”

    “Deixe-me ter você” ele rosnou, seu comando soando como um pedido. “Não diga que você não quer.”

    Maxi sentiu seu coração pulsar sob seu olhar intenso.

    “Eu… Eu…”

    “Eu estou prestes a morrer” ele disse, a voz trêmula. “Deixe-me te preencher. Por favor.”

    Enquanto sugava seus lábios, a pele ao redor de seus olhos esquentava. Sem dizer uma palavra, ela enrolou os braços em volta de seu pescoço. Ele a abraçou com mais força e eles caíram na cama.

    Vergonha e excitação. Receio e expectativa. Enquanto essas emoções a envolviam, ela o beijava como em um torpor. Acima deles, os lençóis se amontoavam como nuvens de algodão. Ele retirou o grampo de cabelo dela para desfazer sua elaborada trança antes de arrancar sua camisa. O ar fresco que roçava seu corpo nu despertou o último vestígio de razão que restava nela.

    “P-Precisamos t-tomar um b-banho antes…”

    “Para você adormecer de novo? Nem pensar.”

    Ele a interrompeu no meio da frase e agarrou seu seio. O bico macio havia se tornado úmido com sua atenção.

    “Eu vou te banhar depois, então…”

    O restante de suas palavras se perdeu enquanto ele murmurava em sua pele. Como massa nas mãos de um padeiro, ela se entregou ao toque dele, seus membros debatendo-se sob os lençóis. Cada vez que a ponta de sua língua girava ao redor da parte mais sensível de seus seios, ela sentia seu sangue efervescer.

    “I-I-Isso é-é e-estranho…”

    Ela estava gaguejando mais do que o habitual, mas estava muito distraída para sentir vergonha. Riftan acariciou suas orelhas suavemente e se posicionou, quase explodindo de excitação, entre suas pernas. A rigidez dele roçava lentamente contra sua feminilidade, separada apenas por uma fina camada de roupa. Embora seus corpos estivessem pressionados juntos, ela sentia um vazio insuportável dentro de si.

    “Meu coração pode parar.”

    A voz de Riftan fazia cócegas em seu pescoço tenso. Ele pressionou os lábios nos dela novamente enquanto desfazia as tiras de sua calça. Suas línguas se entrelaçavam suavemente. Maxi apertou os olhos quando sentiu sua carne quente contra a dela. A carne dele, que estivera roçando entre suas pernas, separou sua entrada e entrou com um único e profundo impulso. Maxi se contorceu com a sensação ainda não familiar. Cada músculo do corpo de Riftan se contraiu enquanto ele soltava um gemido contido.

    “N-Não aperte tanto…”

    “D-D-Desculpa…”

    “Espire… isso, um pouco mais…”

    Ela se debatia como um peixe preso na rede. Seu hálito quente, impregnado com o doce aroma do vinho, umedecia sua pele. Úmidos de suor, seus fios de cabelo negros roçavam sua testa. Ela sentia pulsar onde estavam conectados.

    “Será que é assim que se sentiria mergulhar em creme quente?”

    Embora suas palavras fossem doces, ele tinha a expressão de um homem sob tortura. Enquanto o atrito do tecido grosseiro estimulava sua pele nua, Maxi tentava se acostumar com a sensação dele preenchendo-a. Seus corpos inferiores, firmemente entrelaçados, se esfregavam como serpentes se contorcendo.

    Incapaz de suportar mais, Maxi se contorceu, e Riftan começou a se mover.

    “Ah!”

    Seu comprimento grosso deslizou lentamente para dentro dela antes de se retirar até a ponta, apenas para penetrar mais fundo. Sua bainha ficou melada com mel. Um formigamento alcançou as pontas de seus membros. Gemendo baixinho, ela arqueou as costas.

    Riftan se inclinou sobre ela para colocar a boca em seus seios, cada sugada reacendendo o calor dentro dela. Seu corpo tremia com seus movimentos, e o calor entre suas coxas aumentou para envolvê-la por completo. Suas pernas tremiam enquanto ela atingia o clímax, e ela apertava. Riftan arfou e inchou dentro dela.

    “N-Não…”

    Maxi se debatia sob ele. Seu corpo parecia estranho. O corpo de Riftan, ardendo como ferro incandescente, pesava sobre o dela com movimentos urgentes, mas graciosos. Um olhar tão intenso que a assustava; um batimento cardíaco poderoso o suficiente para surgir na superfície de sua pele; e o movimento primal dentro dela… sua mente estava sobrecarregada. Uma dor tão apaixonada e doce…

    Maxi tremia como se um raio tivesse a atingido, seu coração batendo descontroladamente. Enquanto torcia o torso para se libertar das sensações enlouquecedoras, Riftan a ergueu e a colocou em seu colo.

    “Ah! Ah…”

    Maxi se viu em seus joelhos, de frente para ele com as pernas abertas. Ela o recebia ainda mais profundamente e tremia, a estimulação sendo demais para suportar.

    Riftan segurou cabeça dela e sussurrou: “Mais… só um pouco mais, Maxi…”

    Maxi se agarrou ao seu pescoço. Uma vez rompidas, as comportas não podiam ser fechadas. Cada vez que ele afundava nela, seus quadris tremiam com vida própria, e seu corpo se apertava como se buscasse algo mais. Justo quando ela achava que não aguentaria mais a estimulação, seus movimentos finalmente cessaram. Ela fechou os olhos, sentindo uma essência morna irromper dentro de seu corpo. Uma gota de suor escorreu por sua bochecha.

    “Eu pensei que ia morrer” sussurrou Riftan, lambendo a gotícula.

    Ainda meio tonta, Maxi olhou para cima, para o rosto corado dele com olhos semicerrados. Um par de olhos escuros piscava entre mechas de cabelo desgrenhado, insatisfeitos.

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