Blyd

    Histórias 1
    Capítulos 31
    Palavras 46,7 K
    Comentários 25
    Tempo de Leitura 2 horas, 35 minutos2 hrs, 35 m
    • Capítulo XVIII: Cães de Guerra.

      Capítulo XVIII: Cães de Guerra. Capa
      por Blyd Que os Fragarks são um povo violento eu já sabia, mas que usavam escravos como soldados é novidade. Aquele soldado do dia anterior parece ser algum tipo de comandante ou algo assim. Ele nos levou para um campo de treinamento e está nos preparando para alguma coisa. O campo é cercado por muralhas altas e grossas, e tem muitos soldados garantindo que nós não fujamos. Nós estamos a dias treinando com alabardas, mas nada além de uma técnica básica. Posso não entender uma palavra sequer que eles…
    • Capítulo XIX: Olhos Fechados.

      Capítulo XIX: Olhos Fechados. Capa
      por Blyd Continuamos marchando para o norte, eu e Fidel seguimos soltos, os outros acorrentados. Devido a noite anterior, muitos estão mancando e resmungando; olham para mim com raiva e me amaldiçoam. Fidel disse que eu não devia dar atenção, e que devo fazer corpo rígido e cruel com eles, porém, falar é fácil. E nem mesmo ele age da forma como me recomenda agir. O peso de ser cruel ficou todo para mim, e pode ser mais um para minha consciência no futuro. “Talvez eu possa te dar uma força” Disse…
    • Capítulo XX: No Olhar.

      Capítulo XX: No Olhar. Capa
      por Blyd Na manhã seguinte Fidel se adiantou e saiu antes de mim. Quando desci para o cais, todos os escravos estavam me aguardando, faltando somente os soldados para nos conduzir ao navio. Como sempre, aqueles acorrentados me olhavam com desgosto e ódio; porém agora pareciam cochichar entre si sobre algum plano. Fidel veio à mim avisar justamente sobre o caolho, esse escravo chamado Higg parecia ser o líder de um possível motim.  Os soldados finalmente surgiram para nos conduzir, eu seguia na frente…
    • Capítulo XXI: Prova de Amizade.

      Capítulo XXI: Prova de Amizade. Capa
      por Blyd Assim que os novos escravos chegaram nós embarcamos. Os homens acorrentados foram novamente largados nas condições insalubres do fundo do navio. Já eu e Fidel nos tornamos parte da tripulação. Mesmo sem luxos, somente ter liberdade de ir e vir foi altamente prazerosa. Da mesma forma, auxiliar ativamente na condução do navio foi ótima. Os Fragarks apontavam o que fazer e eu os ajudava. Muitas vezes me pediam para que eu subisse nos mastros, e lá de cima observava o mar e sua infinitude —…
    • Capítulo XXII: Terras Abandonadas

      Capítulo XXII: Terras Abandonadas Capa
      por Blyd Assim que descemos a colina, tropas inimigas nos renderam. Eles executaram o soldado Fragark restante. Quanto a nós, os escravos, fomos acorrentados e postos em uma carroça — pelo menos não teríamos mais que marchar. E nessa carroça, tendo pouco barulho e com a chuva cessando, dormi um pouco. No sonho, eu estava nu e no escuro. O chão era molhado e refletia tudo, a pouca luz que existia vinha das minhas cicatrizes, e graças à elas podia ver minha silhueta por completo. Eu caminhava por aquele…
    • Capítulo XVI: Recomeço.

      Capítulo XVI: Recomeço. Capa
      por Blyd No dia de minha partida de Wäl voltei a vestir minha armadura — a mesma reluzente e adornada com os entalhes da deusa. Não por querer lutar, mas sim para não ser pego desprevenido de novo. O dia era nublado, mas não tinha cheiro de chuva. Me despedi daquela cidade não com orgulho, e sim com gratidão. Muito pelos fazendeiros que me receberam, e mais pelo que significou esse lugar para mim, um recomeço. Não iria mais levantar minhas armas sem um propósito, mas... que propósito tenho?…
    • Capítulo XV: Arrependimento.

      Capítulo XV: Arrependimento. Capa
      por Blyd Por mais que eu sobreviva às batalhas, jamais terei às vencido. Por alguma razão eu... não consigo fazer as escolhas certas por mim... tudo o que eu toco... tudo se destrói. Cleonice, Galvênia... o grupo de aventureiros que eu fazia parte... talvez eles não fossem perfeitos. Quer dizer, não eram. Giulia era meiga, mas também sádica e odiava o que era diferente dela; Taerdus era engraçado, leal, mas se perdia com as mulheres; e Gryiejörn... talvez eu o odiasse..., mas talvez, só talvez, se eu…
    • Capítulo XIV: O Desejo.

      Capítulo XIV: O Desejo. Capa
      por Blyd Eu estava jogado ao chão, morrendo a cada respiração, contando as batidas do coração. Tudo estava escurecendo, Sagi estava em silêncio... então algo tocou minha nuca. Toda a dor, todos os meus ferimentos estavam curados. Mesmo os colaterais da absorção haviam desaparecido. Quando me levantei, olhei para aquela figura feminina nua. Ela sorria de forma simpática, e perguntava meu nome. — Piscis... — Disse desviando o olhar. — Não precisa se envergonhar — Riu a Deusa — Agora se…
    • Capítulo XIII: Masmorra dos Desejos parte III.

      Capítulo XIII: Masmorra dos Desejos parte III. Capa
      por Blyd Chegamos ao quinto e último andar. Era uma sala como qualquer outra, não... era diferente. Parecia ser um salão comunal, repleto de mesas, armários cheios de louça, e esse tipo de coisa. Havia um parapeito no fundo, mas nenhuma escada. Então Sagi pulou por cima, e caiu no que parecia um coliseu. Havia um jarro no centro, um de barro bem adornado. — Quer apostar que é um Djinn Guardião? — Perguntou Sagi. “Não entendi...” Pensei. — Você vai ver...  Sagi encostou no jarro.…
    • Capítulo XII: Masmorra dos Desejos parte II.

      Capítulo XII: Masmorra dos Desejos parte II. Capa
      por Blyd Sagi, ou Sagicrus o Indômito, revelou que a masmorra não era grande coisa — pelo menos não para ele. O segundo e terceiro nível foram vencidos de forma fácil por ele. Claro que Giulia e Gryiejörn também conseguiram passar, mas não foi por seus méritos como guerreiros e sim pela capacidade de se esconderem. Agora no quarto nível as coisas começam a complicar. Nos deparamos com uma sala totalmente branca e vazia, e ninguém — com exceção de Sagi — sabia o que esperar. — O que é isso?…
    Nota