1043 Resultados na Nacionalidade “Brasileira” (Original)
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Capítulo 104: Continuar tentando
Tempo se passou e o choro das duas pessoas que repousavam nos braços de Aisha logo cessaram. — E então, como se sentem?— Eu não entendo como isso consegue ser tão bom.— Eu também não entendo.Kizimu e Pandora estavam confusos, o sentimento que restava era uma leveza no coração. As dúvidas não desapareceram, mesmo assim, o corpo de ambos estava mais leve. — Chorar faz bem para o corpo, renova nossa essência, e faz pensarmos com mais clareza. Vocês dois ficam se fazendo de durões, mas…- 261,5 K • Ongoing
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Capítulo 103: A culpa que sobrou
Algumas horas haviam se passado. Kizimu conseguiu convencer Kim a descansar no próprio quarto, e agora, conseguiu respirar fundo, fora dele.— Irmãozão…— Kizimu, você está bem?Aisha e Pandora estavam lá, juntas, prontas para conseguir acalmar o coração assolado dele. Elas estavam completamente preocupadas, Kizimu teve em tão pouco tempo que lidar com seu cavaleiro em um estado tão deplorável.Kizimu tinha um olhar um pouco vazio, mas no fim, respirou fundo e soltou ar.— Não se…- 261,5 K • Ongoing
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086 — Recurso descartável.
Serana cambaleava no piso quebrado, um joelho quase cedendo. O peito dela subia e descia em golpes irregulares. Quando ela cuspiu, o sangue saiu grosso e escuro e ficou preso nos dentes antes de cair. Os olhos dela não estavam em Hamita. Nem nos três que tinham cercado a general. Estavam fixos adiante, tremendo num ponto vazio do ar, como se esperassem alguém atravessar a poeira. A mão dela foi até a boca. Ela limpou com as costas dos dedos e deixou a mancha ali, exposta, sem se dar ao trabalho…- 130,8 K • Ongoing
Quanto tempo eu fiquei gritando por ajuda? Vozes distantes de Kim tentavam acalmar ele, mas, nada era escutado, além de um vazio imensurável. Segundos se passaram anos perdido em lágrimas, sua garganta estava inflamada de tanto gritar. Todos tinham chegado a esse ponto até Kim. Ele não conseguia ver seus rostos, não conseguia ouvir suas vozes. Eles tentavam segurá-lo, mas, nunca soltaria aquela estava em suas mãos. Chorou, berrou, cravejou suas unhas…- 261,5 K • Ongoing
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Capítulo 101: Dalia Ascânio
Corria, corria, corria. Virou a esquerda, cruzou um corredor, pulou as escadas. Seu corpo flutuou e sentiu seus órgãos leves enquanto caia até o último degrau, pisou e empurrou sua sola para auxiliar seus próximos passos. — Ufa— Olhando para trás, notou que estava sozinha. — Onde eles foram parar? O Kizimu sorridente estava logo a frente, não iria perdê-lo de vista mesmo assim. Correu e virou mais um corredor. Um grande hall, lá era um beco de saída, finalmente conseguiu. — Você não…- 261,5 K • Ongoing
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085 — Destruir.
Lou-reen caiu de joelhos com a Espada da Chama Eterna cravada no abdômen. A guarda encostava nela; a lâmina vibrava com calor preso. A chama não se espalhava. O Bracelete de Solun, no pulso de Serana, puxava sem pausa. Era uma tração constante, surda, que afinava o fogo na lâmina e fazia ele correr pra dentro do metal como líquido forçado por um tubo. Debaixo da pele, as veias dela pareciam rios de lava, grossos e incandescentes, acompanhando o ritmo do coração. Lou-reen apoiou a mão na…- 130,8 K • Ongoing
— Como vai ser? Hamita avançou, a sola raspando areia entre as placas rachadas. — Um de cada vez… ou vocês todos juntos? Ao redor, os três que restavam em pé mantinham distância e giravam ao redor de Hamita, apertando o cerco. Löerg segurava o florete alto, ponta estável, sem definir onde acertar primeiro. Cedric deixava as duas espadas baixas e girava as lâminas na mão, impaciente, como quem já contava o tempo. Pátkos estava com o tronco projetado, pés bem plantados, mãos…- 130,8 K • Ongoing
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083 — Esse calor… essa raiva…
As casas do pátio externo estavam abertas por dentro, teto faltando, paredes partidas em ângulos que não pertenciam a construção nenhuma. Um arco de pedra tinha virado metade arco; o resto tinha caído no chão e sido esmagado de novo por algo passando por cima. Em alguns pontos, a terra nem era terra: era um prato raso de rocha exposta, estilhaçada, com marcas longas onde metal tinha raspado e arrancado faíscas. O som vinha atrasado. Primeiro, a poeira tremia. Depois, o impacto chegava,…- 130,8 K • Ongoing
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082 — Eu não sou ele.
O topo da torre estava frio, exposto. O parapeito quebrado deixava entrar fumaça do pátio e um ruído distante de aço e gritos. O piso de pedra tinha rachaduras abertas e riscos de metal onde lâminas tinham raspado com pressa. O Cetro estava preso numa dessas fendas, deitado de lado, imóvel. Asora foi até ele. As duas lâminas seguiam com ela por hábito; ela se inclinou, encostou o joelho na pedra e estendeu a mão para a madeira escura. A vibração pegou antes do toque. Foi um pulso…- 130,8 K • Ongoing
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Capítulo 72 - Dívidas
Em um dos quartos do dormitório do Distrito Azul. — Mara, a comida já ficou pronta? — perguntou um jovem, jogado no sofá. — Mais alguns minutos e sai, calma aí — respondeu uma voz feminina vindo da cozinha. — Boa! Tô ansioso pro jantar de hoje — disse ele, animado. — Ah, pelo amor. — Outro garoto, sentado numa cadeira próxima, suspirou enquanto coçava a cabeça. — Você só pensa em comer, cara? Foca aqui! A gente já devia ter pago aquele maníaco! — Concordo —…- 100,7 K • Ongoing
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