25 Resultados com o gênero “Isekai”
Definição: Histórias onde personagens são transportados ou reencarnados em mundos alternativos ou fictícios, frequentemente com elementos de fantasia e aventura. O Isekai explora a adaptação dos personagens a novos mundos e suas jornadas para encontrar um propósito ou resolver conflitos.
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095 — 8 dias após o Natal.
Clyve estava parado sobre uma elevação rochosa, o manto negro oscilando sob o vento seco que cortava o deserto. Atrás dele, seis figuras aguardavam em silêncio absoluto, imóveis como estátuas, os rostos ocultos pela sombra da noite. — Terminamos o treinamento — disse ele, a voz baixa, carregada de uma frieza entediada. — Agora é hora do primeiro passo. Ele fitou a vila à frente: um agrupamento simples de tendas, casas de madeira rústicas e fogueiras acesas. Um acampamento fixo,…- 155,1 K • Ongoing
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1º ESPECIAL DE NATAL — PARTE 3
As perenes ficavam além do trecho mais aberto. O vento cortava mais ali e entrava por baixo da roupa, achando as frestas como se conhecesse o corpo dele. O embrulho maior vinha preso no peito por duas tiras, ao lado da bolsa com o cetro. Pano grosso, nó apertado, cheio de vidro dentro. O menor ficava amarrado por cima, mais firme ainda. “Você escolheu o pior dia pra carregar coisa frágil.” — Eu escolhi o dia que eu tenho. Marco seguiu sem olhar pra trás. O machado batia na perna,…- 155,1 K • Ongoing
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086 — Recurso descartável.
Serana cambaleava no piso quebrado, um joelho quase cedendo. O peito dela subia e descia em golpes irregulares. Quando ela cuspiu, o sangue saiu grosso e escuro e ficou preso nos dentes antes de cair. Os olhos dela não estavam em Hamita. Nem nos três que tinham cercado a general. Estavam fixos adiante, tremendo num ponto vazio do ar, como se esperassem alguém atravessar a poeira. A mão dela foi até a boca. Ela limpou com as costas dos dedos e deixou a mancha ali, exposta, sem se dar ao trabalho…- 155,1 K • Ongoing
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070 — Ele não volta.
NOITE ANTERIOR O luar derramava-se morno sobre os jardins silenciosos do complexo imperial, onde a música e as vozes da arena, ao longe, começavam a esmorecer. O general Luminor Mandilyn cambaleava entre os arbustos, rindo alto com uma taça vazia na mão e um braço ao redor da cintura de uma jovem soldado. Ela usava o cabelo preso em tranças apertadas e ainda tinha fôlego para rir das piadas do general, apesar de estar visivelmente mais sóbria que ele. — Um general... — Luminor dizia, com…- 155,1 K • Ongoing
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Capítulo 096 — Solstício de inverno.
Marco subiu os últimos degraus com a perna pesada, ombro ardendo onde a manopla tinha batido. A nuca ainda lembrava a última correção da Lou-reen. Ele abriu a porta do observatório e o ar de dentro veio diferente do pátio. O relógio de pêndulo marcava o tempo com a mesma indiferença de sempre. Tique. Toque. Tique. Toque. Kalamera estava inclinada sobre o telescópio principal, as luvas escuras sujas de pó fino. Uma placa pequena de metal estava fora do lugar, apoiada numa bancada. Ela girou…- 155,1 K • Ongoing
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1º ESPECIAL DE NATAL — PARTE 4 DE 5
A cozinheira virou o rosto e viu o estado dele: poeira na roupa, marca de corda no pulso, arranhão no braço, o olho cansado. Ela apoiou a faca na tábua, sem pressa. — Você tá com cara de quem brigou com um bicho grande. — Briguei com um bicho médio. — Tá. E ganhou? Marco deu um aceno, mais pra encerrar do que pra contar história. — Preciso de uma coisa. Ela deixou o olhar descer pro pulso dele, pra corda marcada na pele, e voltou pro corte no braço. O canto da boca…- 155,1 K • Ongoing
MALRATH, ANOS TRÁS — Nunca se ajoelhem. Clyve estava acima deles, no alto da colina, recortado contra a noite. O vento puxava a capa e deixava os sons de Malrath longe, abafados, enquanto uma vila dormia atrás da colina. A fileira dos Multiplicadores permanecia imóvel na encosta, ombro a ombro, rostos virados para cima. — Um inimigo que para de atacar para exigir que se ajoelhem é um inimigo fraco. Ele desceu um passo pela pedra seca, devagar, sem tirar os olhos deles. — E tudo…- 155,1 K • Ongoing
Nareth Dovar vinha na direção dela, passo firme, expressão acesa demais para o cenário em volta. O peitoral de mirthril cobria o tronco como uma segunda pele polida, as bordas marcadas por linhas de runa tão finas que pareciam gravadas a bisturi. O brilho não exagerava: um reflexo contido, pulsando perto do centro, como se o metal respirasse. Nareth bateu a mão espalmada no próprio peito. O som reverberou pelo corredor, grave. — As runas dele são inacreditáveis. — os olhos dele…- 155,1 K • Ongoing
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097 — Último dia.
— Calendário… o que é isso? Marco ficou olhando os dois por um instante, o dedo ainda em cima da curva mais baixa. O tique do pêndulo preenchia o espaço entre as palavras. Ele apontou com o queixo para o relógio. — Isso aí separa o dia em partes. Antes, vocês falavam “quando o sol tá alto”, “quando escurecer”, “quando der”. Agora vocês falam uma hora. E a mesma hora serve pra todo mundo. O soldado olhou o pêndulo como se ainda fosse um animal que podia morder. —…- 155,1 K • Ongoing
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1º ESPECIAL DE NATAL — PARTE 5 DE 5
Kalamera ficou de frente para a “árvore” com as quatro mãos ocupadas: duas seguravam um fio, outras duas alinhavam um prisma de vidro que pegava a luz da lamparina e devolvia riscos finos na parede. — Isso fica mesmo pendurado? — Ela girou o prisma um dedo e parou quando a luz cortou o teto. — Fica. — Marco pegou uma esfera oca, leve demais pra parecer real. — A ideia é que brilhe. Ela encostou a esfera perto do rosto, avaliando o furo no topo. — Vocês gostavam de objetos…- 155,1 K • Ongoing
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