Índice de Capítulo

    Sentindo os joelhos de Riftan pressionarem sua saia, Maxi estremeceu levemente.

    “Você pode fazer o que quiser,” ele murmurou, sugando suavemente seu lábio. “Então, por favor, não me olhe assim.”

    Seu tom suplicante trouxe um nó à sua garganta, mas ela retomou sua protesta.

    “V-Você f-ficou c-com raiva.”

    “Me perdoe. Não acontecerá novamente.”

    Sua grande mão continuou a acariciar suas costas como se ele estivesse tentando acalmar uma pequena criatura assustada. Ela podia sentir a textura de sua mão áspera através de sua camisola fina. Lentamente, ela sentiu a tensão em seu corpo dissipar. Ela enterrou o rosto em seu pescoço e sentiu um leve arrepio percorrer seu corpo.

    “Maxi…”

    “S-Sua pele está fria. V-Você ficou ao ar livre o-o dia todo?”

    “Eu queria clarear a cabeça…”

    Enquanto Maxi começava a acariciar seu amplo peito, sua voz diminuiu como uma vela se apagando. Sentindo seu desejo pressionado contra sua coxa, ela corou. Ela se perguntou se estava sendo muito atrevida, mas vendo que ele não se opôs, ela fingiu não perceber e esfregou o nariz em seu peito.

    “P-Porque você e-estava c-com raiva de m-mim?”

    “Não era você de quem eu estava com raiva…”

    Sua voz tremia. Depois de hesitar brevemente, Maxi estendeu a mão para tocá-lo sobre sua calça. Seu rosto se contraiu com desejo.

    Maxi sentiu o calor subir à sua cabeça. Ela tinha certeza de que passar metade do dia em angústia tinha feito algo com ela, pois ela estava dominada pelo desejo de ver Riftan desmoronar. Ela deslizou as mãos dentro de sua túnica e acariciou sua cintura fina e bem musculosa. Riftan puxou o ar como se tivesse levado um soco no estômago.

    “Maxi…”

    Ignorando a agitação em sua voz, Maxi traçou as linhas esculpidas em seu abdômen com os dedos. Seu abdômen ficou tenso e duro como uma rocha. Fascinada, ela tentou pressionar os músculos antes de descer para provocar a pele ao redor de seu umbigo. Um gemido abafado escapou de seus lábios.

    “Você sabe o que está fazendo comigo agora?”

    Maxi olhou para cima. Seu rosto estava cheio de desejo. Uma linha profunda apareceu em sua testa, e seus lábios tremiam.

    Ela levantou a cabeça para beijar o canto de sua boca. Riftan endureceu, então começou a agarrá-la famintamente. Maxi gemeu quando suas mãos deslizaram pelo cabelo dela, e ela puxou sua túnica suplicante. Ele segurou suas mãos trêmulas e as guiou para baixo. Quando ela sentiu o calor de sua protuberância, um rubor ardente subiu até as pontas de suas orelhas. A respiração de Riftan ficou ofegante enquanto ele se pressionava impacientemente em suas mãos.

    “Ah…”

    Ouvindo seu gemido trêmulo, Maxi sentiu seus ouvidos formigarem. Ela começou cautelosamente a mover sua mão. Quando ela acariciou a protuberância sob suas calças com mãos trêmulas, sua mandíbula tremeu ligeiramente. Ela estava encantada com a visão de seu marido robusto tremendo como uma fera ferida sob seu toque.

    “V-Você está com d-dor?”

    “Sim… está me matando.”

    Riftan a puxou para seus braços e murmurou algo inaudível. Reunindo coragem, Maxi começou a desfazer as tiras de suas calças. Ela sentiu sua respiração ofegante sobre sua cabeça. Riftan não fez nenhum movimento para impedi-la. Depois de um momento de hesitação, ela começou a tocá-lo tão gentilmente quanto ele a havia tocado. Ele estava tão surpreendentemente suave e quente que ela achou difícil acreditar que esta era a parte dele que a tinha causado tanta agonia tantas vezes.

    “M-Maxi…”

    Riftan tremia levemente e segurava os ombros de Maxi. Hipnotizada, ela olhou para o rosto dele. Estava nublado de desejo. Seu corpo tremia de desejo, e sua respiração ficava quente e ofegante.

    Maxi sentiu os olhos arderem com a realização de que talvez tivesse iniciado algo que não poderia conter. Incerta de como proceder, ela ficou piscando.

    “N-Não pare… só mais um pouco, Maxi…”

    “O que eu d-devo fazer?”

    Riftan pressionou o dorso da mão na testa como se estivesse tonto e depois guiou a mão dela até envolvê-lo.

    “Mexa sua mão para cima e para baixo… devagar… sim, exatamente assim…”

    Seu rosto estava ruborizado de excitação. Maxi fitou seus olhos febris e começou a acariciá-lo gentilmente, seu coração batendo dolorosamente dentro do peito. Seu corpo musculoso tremendo sob suas roupas amassadas, suas bochechas coradas e respiração irregular… era tudo demais para suportar.

    Todos os pensamentos de vergonha tinham desaparecido. Maxi beijou o pomo de Adão dele e começou a mover a mão um pouco mais rápido. Riftan prendeu a respiração. Tendo alcançado os limites de sua paciência, ele rapidamente removeu a mão dela e se posicionou entre suas pernas.

    Maxi prontamente se abriu para ele. Num movimento rápido, ele ergueu sua camisola e se encaixou nela.

    “Ah…”

    Unidos, seus corpos tremeram. Maxi ofegou; era difícil respirar sob o peso dele. Sentindo que ela não estava pronta, Riftan saiu de dentro dela.

    Mas seu alívio foi de curta duração. Logo ele se encaixou nela novamente. Suas coxas tremendo, ela se agarrou aos seus braços em busca de apoio. Ela sentia como se estivesse abraçando uma bola de fogo.

    “R-Riftan…”

    Ela viu os músculos ao redor dos olhos dele se contraírem. Gotas de suor escorriam por sua testa e molhavam seus cílios longos.

    Riftan podia carregá-la por vários lances de escada ou cavalgar por horas a fio sem suar, mas ela o havia levado à loucura. Luxúria e prazer sensual começaram a se agitar dentro dela.

    Com os olhos marejados de lágrimas, ela o puxou para mais perto. Ele soltou um gemido, e com o corpo pressionando sobre ela, ele começou a se mover com mais urgência. Logo, tudo o que ela conseguia sentir era o prazer enviando arrepios pela espinha. Ela gemeu baixinho e cravou as unhas em suas costas largas e suadas. Seu vestido encharcado de suor grudava em sua pele, e seus corpos, pressionados juntos, pulsavam loucamente como um par de tambores. Seu corpo queimava febrilmente.

    Ela balançou os quadris, implorando por um prazer mais intenso. Riftan tinha o olhar de um homem meio enlouquecido. Ela estava extasiada por vê-lo mais frenético do que ela, por vê-lo tão urgente com a necessidade. Ela queria prendê-lo ao seu corpo para que ele nunca mais dissesse que não precisava dela ou virasse as costas e a deixasse.

    Com um desejo avassalador inundando-a, Maxi se agarrou aos ombros dele. Ela sentiu seu corpo tremer antes que ele a puxasse pelo pescoço para reivindicar seus lábios vorazmente, tentando devorá-la.

    “Maxi…”

    Ele esfregou a língua na dela e ofegou por ar, gotas de suor se formando em sua testa. Seu olhar de angústia a confundiu. Ela era quem se sentia atormentada pela possibilidade de que um dia ele pudesse se cansar dela e deixá-la. Por que, então, ele parecia tão aflito? Por que seus olhos estavam tão cheios de tristeza?

    “Você está me deixando louco.”

    Murmurando para si mesmo, Riftan a penetrou mais profundamente. Ele já a havia preenchido completamente, mas se impulsionava ainda mais fundo como se ainda estivesse insatisfeito. Maxi já não conseguia compreender suas palavras. O intenso prazer rasgando seu interior havia dominado seus sentidos. Encolhendo os dedos dos pés, ela envolveu as pernas em volta da cintura dele.

    Seu corpo tremia enquanto ele entrelaçava sua língua úmida com a dela. Havia um leve gosto de sangue em sua boca, mas ela simplesmente ignorou e fechou os olhos.


    Algo fresco tocou a pele entre as pernas de Maxi. Com um sobressalto, ela abriu os olhos e viu o contorno do rosto esculpido de Riftan. Ele estava limpando a carne inchada entre suas pernas com um pano úmido. Ela soltou o ar e murmurou sonolenta.

    “Ainda está cedo. Volte a dormir.”

    Ele a secou gentilmente com um pano seco antes de cobrir suas costas com um cobertor. Só então Maxi percebeu que ele já estava vestido. Já era de manhã. Enquanto ela piscava para ele, atordoada, ele afastou os cabelos de sua testa. Ela o olhou, os olhos pesados de sono. Como sempre, seu rosto não demonstrava emoção alguma, como se nada tivesse acontecido na noite anterior. Isso a deixou perplexa, como ele poderia parecer tão tranquilo após um encontro tão intenso. Ela saiu apressada da cama.

    “Eu-eu devo m-me levantar…”

    “Eu te disse, você deveria dormir mais.”

    Seu tom sério fez com que ela olhasse para cima. Ele ainda estava zangado? Os lábios de Riftan se contorceram em um sorriso amargo como se tivesse lido seus pensamentos.

    “Como eu disse, você pode fazer o que quiser. Então não me olhe assim.”

    “M-Mas…”

    “Embora eu não entenda por que você está tão determinada em aprender algo tão inútil…”

    Os ombros de Maxi caíram. Parecia que Riftan não a tinha levado a sério quando ela disse que queria ajudar. Ele terminou de amarrar os cadarços da bota e continuou.

    “Mas eu suponho que seria útil se você conhecesse alguns feitiços defensivos. Claro, eu nunca permitiria que acontecesse algo que exigisse que você os usasse… nas não custa nada.”

    “E-Eu…”

    Maxi apertou os lábios. Ela estava prestes a dizer a ele que queria aprender magia não para se proteger, mas para ajudá-lo.

    Mas ela sabia que não tinha feito nada para sugerir que poderia ser confiável ou que poderia se tornar uma feiticeira capaz. Afinal, ele só a tinha visto desmaiar ou tremer de medo diante do perigo. Pedir sua confiança parecia ser exigir demais.

    Riftan parecia estar acalmando-a como faria com uma criança birrenta. Tentando esconder sua decepção, Maxi assentiu. A permissão era um começo. Ela tinha certeza de que ele a veria de maneira diferente assim que se tornasse uma feiticeira habilidosa. Até que esse dia chegasse, tudo o que ela podia fazer era estudar e treinar mais.

    “O-Obrigada por me permitir estudar magia.”

    Riftan usava uma expressão ambígua que não era nem um sorriso nem um franzir de testa. Ele plantou um beijo na testa dela, depois se levantou da cama.

    “Me avise imediatamente se Ruth tentar te envolver em experimentos estranhos.”

    “V-Você não deveria se preocupar c-com isso. E-Ele tem sido um b-bom professor.”

    Ela pretendia tranquilizá-lo, mas seu rosto escureceu. Maxi sentiu seu corpo tenso com medo de ter dito algo errado, mas Riftan saiu do quarto sem mais uma palavra.

    Maxi deitou na cama e ouviu seus passos se afastando. A fraca luz da manhã entrava pela janela. Com um suspiro, ela puxou os lençóis sobre a cabeça.

    Tudo deveria estar bem agora. Não deveria?

    Ela fechou os olhos, dominada pelo cansaço.

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