quuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuue soooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooono
Capítulo 113 — Algo
— Skuldyr (mastigando pipocas entre seus rangeres de dentes): — Esse é o preço de não saber o que vai ou o que poderia acontecer. Estranhamente, a sensação do desconhecimento é prazerosa.
— Figura Nebulosa (sorrindo e aumentando seu brilho): — Hm, eu que o diga. Enfim, está na hora do show. — (Adentrando a mente do “Mestre” e dirigindo seus pensamentos): — Quebre!
E, como se fossem seus próprios pensamentos, o “Mestre” se moveu e quebrou a última camada que o separava de Deylan e Meiy.
Entre a existência e a inexistência
KRYRLINPRLIN — O som da camada sendo quebrada como uma vidraça.
Phob… Phob… Phob… Phob… Phob…
Eram os sons calmos e barulhentos vindos dos passos lentos do “Mestre“. Sob seus pés, uma gosma lamacenta se formava, cobrindo o “chão” transparente daquele local como uma onda pincelada por uma cor mista entre o cinza e um castanho-lilás.
O “Mestre” encurtava devagar a distância. Deylan segurava firme sua espada enevoada por sombras. Ele firmava também seu olhar, que se mantinha fixo no inimigo.
— Deylan (sentindo uma leve sensação de desconforto): — Por que a lentidão? Está com medo?
O sorriso do “Mestre”, como resposta aos seus questionamentos, alimenta de forma sutil sua raiva. Ele olha para Meiy e percebe sua sonolência.
— Deylan (sentindo uma preocupação sutil): — Hm, não temos muito tempo. — (Respirando profundamente): — Meiy, não se esforce. Fique aqui, descanse e recupere suas energias. — (Jogando um frasco para Meiy): — Be…
Splash! — O som de líquido batendo no chão.
O frasco foi quebrado ainda no ar pela espada do “Mestre”, que gargalhava com sua feição distorcida a cada risada.
— “Mestre” (caminhando): — O que pensa que está fazendo, Deylan? Não estrague a nossa brincadeira! Hi-hahahahah-hi!
— Deylan (entreolhando-se com Blaze e o guerreiro de quartzito): — Argh, já chega. Vamos acabar com isso!
Ambos acenam com a cabeça, concordando com Deylan.
— Deylan (voltando seus olhos para Meiy): — Me…
— Meiy (deitando-se no “chão”): — Não se preocupe, Deylan. — (Abraçando Grick): — Eles vão me proteger.
Os guerreiros de quartzito cinza brandem suas espadas como sinal de que está tudo bem, que eles a protegeriam.
O “Mestre” continuava com o caminhar lento, sem demonstrar qualquer sinal de preocupação. Deylan, Blaze e o guerreiro de quartzito começam a correr, cada um vindo por uma direção diferente. Deylan pelo meio, junto a parte dos guerreiros de quartzito cinza que formavam uma barreira ao redor dele; Blaze ia pela direita e o guerreiro de quartzito ia pela esquerda.
— Meiy (olhando para Deylan correndo em sintonia com os outros dois): — Ele está mais rápido, mas… como? Ele não treinou em nenhum momento, como ele…?
Diante da vinda deles, o “Mestre” apenas engrandecia sua aura vermelha-escura com centelhas de escuridão pura, pincelada como aquarela. Sua estrutura corporal, magra e musculosa, começava a se remodelar aos poucos conforme seus passos; sua face também se transformava. Um sorriso cada vez mais aparente, carregado de perversidade; olhos carregados de uma tranquilidade aterradora.
Ao contrário de seus passos, aquela gosma lamacenta que se formava sob seus pés avançava velozmente, encontrando os três e fazendo-os travar subitamente.
— Deylan (agachando-se, tocando na substância e sentindo um desconforto visceral, tendo um flash de escuridão cheio de rabiscos de criaturas estranhas): — Hargh! O que foi isso? — (Tocando em seu rosto): — Por que estou suando tanto?
— “Mestre” (gargalhando, olhando para o alto): — HIHI-hahahahahahah! — (Baixando a cabeça e penetrando Deylan com o olhar): — Isso é medo, meu caro! Hi-hahahahahahahaha!
Deylan respira fundo e devolve uma das cartas que havia sacado ao baralho. Por conta do limite de quantidade de criações que podia ter em simultâneo, ele fez isso para, em troca, criar outra coisa.
— Deylan (em seus pensamentos): “Não pode ser um frasco, ele vai quebrar. Não podem ser botas, ele não vai nos deixar usar. Tem que ser algo não mais do que uma única coisa.”
Ele abre a palma da mão e algo começa a se formar, a se costurar: uma luva preta com detalhes dourados e, no meio da palma, um anel dourado preenchido por um vidro incomum. Ele colocou a palma sobre o seu peito e uma energia em amarelo-pastel semitransparente o cobriu. Em seguida, rápido além da velocidade que um humano jamais sonharia em alcançar, ele toca o ombro de Blaze e do guerreiro de quartzito com a luva, fazendo ambos serem cobertos por aquela mesma energia.
O “Mestre” transparece um sorriso singelo ao ver os três pisarem sobre a lamacenta gosma e caminharem em sua direção, mas esse sorriso logo é sobreposto por uma distorção, trazendo de volta o sorriso que perturba até o mais forte dos homens.
O desconforto sentido por Deylan diminuía graças à energia que agora salvaguardava sua mente. Agora estavam diante do Mestre, a centímetros de distância. A instantes do choque inicial, controlando seus próximos passos.
Naquele momento, o corpo daquele que uma vez se afirmou como o mestre de Deylan e Meiy, física e mentalmente, era agora uma lembrança distante. Seu corpo estava gigantesco, superando a altura dos três; ele era agora uma besta desacorrentada, repleta de músculos que estilhaçariam as esperanças dos mais fracos.
Blaze se posicionou elevando seus punhos em brasa. O guerreiro de quartzito brandiu e posicionou verticalmente em seu centro, empunhada por sua mão direita, sua lança espiral. Deylan, por sua vez, ergueu sua espada enevoada em sombras e cortou diagonalmente o ar, posicionando a arma.
Abismo — Sala principal da caverna da figura nebulosa
— Skuldyr (esmigalhando o balde vazio de pipocas): — Alguém está a fim de apostar?
— Figura Nebulosa (sorrindo incandescentemente): — Ahhhh, por que não?
— Skuldyr (apontando para o “Mestre”): — A propósito, aquilo já não se parece mais com você. Como o chamaremos agora?
— Mestre (acariciando sua barba): — Hmpf.
— Mílar (vendo o ser): — Aquilo é algo… menos você.
— Figura Nebulosa (sorrindo, iluminando o local): — Isso! O chamaremos de “Algo”. Hihi!
Entre a existência e a inexistência
— Meiy (olhando para a espada na bainha que Deylan portava): “Será que é por conta daquela espada? Daquela vez em que ele a empunhou, além de algo o ter dominado e mudado, ele também estava mais rápido. Talvez tenha algo a ver, talvez ele tenha conseguido controlar isso de alguma forma.” — (Soltando o ar): — Arf… Seja como for, eu vou dormir um pouquinho. — (Abraçando ainda mais Grick e dando um último grito): — BOA SOOOOOOOOOOOOOOOORTE!
— “Algo” (exibindo seus dentes): — Pois vão precisar! Hi-hahahahahahaha!
é sério 1 da manha ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh dito isso caia no sono e venha por um momento ao abismo HIHIhahahaahhahahahahhah

Regras dos Comentários:
Para receber notificações por e-mail quando seu comentário for respondido, ative o sininho ao lado do botão de Publicar Comentário.