Histórias 1
Capítulos 13
Palavras 29,3 K
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por Tiago Henrique — O sol raiando trouxe uma luz fria e cruel ao amanhecer. A fumaça ainda pairava sobre Rhasta, misturando o cheiro de madeira queimada com o orvalho da manhã. Os sobreviventes, com rostos pálidos e corpos fatigados, juntaram os cacos da noite de terror, mas, antes, pararam para velar os entes queridos que se foram na batalha. No pequeno cemitério local, os moradores reuniram-se em um silêncio pesado. Hilla estava ao lado da cova recém-fechada de Rolly. Seu rosto encontrava-se endurecido… 29,3 K Palavras • Ongoing

por Tiago Henrique — O dirigível sobrevoava as casas, ainda distante da praça central. Rolly observava, pensando em como derrubar “aquela coisa”. Olhou para as torres de vigilância, algumas tombadas, outras vazias. Olhou em direção à sua casa, mas as cortinas de fumaça no meio do caminho tampavam-lhe a visão. — "Raios! Estão em todas as partes! Minha família ou as crianças, por onde devo ir?!" Em meio à indecisão, um cavalgar chamou sua atenção. Um trote lento surgiu em meio à penumbra, um rapaz… 29,3 K Palavras • Ongoing

por Tiago Henrique — No silêncio das águas escuras da gruta, Sue boiava com os ouvidos mergulhados e a mente distante. Seu rosto expressava-se de diferentes formas, experimentando emoções distintas, viajando entre sonhos distantes. Ela sorriu ao se ver carregada no colo por seu pai biológico, Ell. O cabelo dele era castanho-claro, liso e curto. Os olhos eram azuis brilhantes, símbolos da família Dell. A pele parda clara, já marcada pelo sol, evidenciava uma vida de aventuras e batalhas. Ell andava por uma escada… 29,3 K Palavras • Ongoing

por Tiago Henrique — Algumas dezenas de crianças, muitas delas órfãs, e adultos que não tinham como se proteger foram guiados por Laz, Khalos e Asper. Andando com cuidado, longe das batalhas e espreitando-se pelas paredes, eles avistaram a Guilda, passando por uma torre de vigilância vazia. — Oh, minha Gaia! — uma criança exclamou alto ao ver o corpo caído com ferimentos de corte. Era um dos soldados de Rhasta. — Krofter! — Khalos aproximou-se. — Está morto. Eles estão por perto. — Pense nisso… 29,3 K Palavras • Ongoing

por Tiago Henrique — A noite iniciou-se na Vila Rhasta. A comemoração e música alta davam o ritmo da praça central. Alguns mercadores usavam instrumentos musicais à base de mana, metais com pedras mágicas, outros que se assemelhavam a harpas e saxofones. Crianças se divertiam em rodas de água manipuladas por Rolly, que já estava ofegante, pensando em quando aqueles pirralhos iriam se cansar. Mercadorias e novas tecnologias eram apresentadas aos moradores, invenções que usavam mana para funcionar,… 29,3 K Palavras • Ongoing

por Tiago Henrique — Em outra vila pacata, não muito diferente de Rhasta, os habitantes testemunhavam o horror em plena luz do dia. As plantações devastadas, casas inteiras ardendo em chamas e as ruas ficaram abertas por cicatrizes de batalha. Corpos jaziam no chão, com a vida esvaindo-se, enquanto crianças choravam em desespero e animais corriam sem rumo. Mães e crianças foram rodeadas e acuadas por um grupo de saqueadores. Entre os vilões estava Lucy, uma mulher adulta de cabelos castanhos, com… 29,3 K Palavras • Ongoing

por Tiago Henrique — O sol raiava sob um céu de brigadeiro na Vila Rhasta. O vento fresco e agradável soprava lentamente. A temperatura estava amena, nem calor nem frio, era um belo dia para se viver. As caravanas chegavam, deixando as pessoas curiosas, pois sempre havia algo novo, uma tecnologia da cidade grande, armamento, remédios ou qualquer apetrecho inédito naquela era de descobertas. Os estudiosos ainda convergiam entre si, alguns chamavam o período de Era Mágica e outros de Era Humana. Os mercadores foram se… 29,3 K Palavras • Ongoing

por Tiago Henrique — Hilton Groeman Rhasta mantinha-se imponente no centro do descampado, guardando uma pesada urna de bronze posicionada exatamente no interior de um círculo perfeito riscado na terra. Encontravam-se no fim da madrugada, a poucas horas de o sol raiar sobre o horizonte. Mesmo sob a escuridão daquele horário, mitigada apenas pelas fogueiras que estalavam ao redor e pela penumbra pálida do céu, era possível observar uma grande massa de terra flutuando estática a poucos metros acima da cabeça do… 29,3 K Palavras • Ongoing

por Tiago Henrique — Um lugar onde cada passo fazia a grama quebrar como se fosse cinza. O ar cortava os pulmões, ardendo como se chamas incendiassem o peito. Ruínas se esfarelavam, e a água de um vermelho venenoso exalava uma maldição que já durava onze anos. Duas espadas estavam cruzadas no chão em um terreno parcialmente destruído. Rolly, descansando sobre uma rocha, contava a história para sua filha sobre como foi a última visita a Lunara pós-guerra. — Foi o que vi quando voltei naquela expedição a… 29,3 K Palavras • Ongoing

por Tiago Henrique — O traje de couro marrom era desgastado, mas resistente, o material preferido no reino para evitar o metal. Era mais uma vestimenta para suportar os movimentos do usuário do que para deter um ataque, pois um corpo revestido de mana mostrava-se mais resistente que qualquer couro velho. Dentro desse traje de batalha, Sue, que na época tinha dezesseis anos, reclamou enquanto se olhava no espelho. Hilla a ajudava a se vestir. — Aposto que tem coisa muito melhor lá embaixo — resmungou a jovem. —… 29,3 K Palavras • Ongoing