85 Resultados com o aviso “Morte Gráfica”
- Capítulo
Capítulo 1: Quem... Eu sou?
#173# #172# Uma noite fria tomava Porto Alegre após uma chuva incessante. As ruas estavam vazias, as luzes fracas, e o vento constante mantinha as pessoas presas aos poucos lugares onde ainda havia abrigo. Frente a todo esse cenário pós-tempestade, um pequeno bar se erguia de forma discreta em uma esquina qualquer. Um local comum, quase inexistente quando comparado à grandiosidade da cidade. Por dentro, nada fugia do normal: mesas ocupadas sem seguir uma ordem definida, copos de bebida…- 109,6 K • Ongoing
- Capítulo
Quem... Eu sou?
4 de fevereiro de 2024 — a data de um dos maiores e mais hediondos crimes cometidos em todo o mundo: o massacre sangrento ocorrido no Colégio Península, em Porto Alegre, Brasil. Foi o maior massacre escolar do século, com mais de 900 vítimas, incluindo alunos, professores e funcionários. O impacto desse genocídio foi global. Nunca foram descobertos os criminosos por trás de tais atrocidades. Os únicos sobreviventes foram cinco alunos do ensino médio — quatro deles estavam no banheiro no… - Capítulo
Quem... Eu sou?
4 de fevereiro de 2024 — a data de um dos maiores e mais hediondos crimes cometidos em todo o mundo: o massacre sangrento ocorrido no Colégio Península, em Porto Alegre, Brasil. Foi o maior massacre escolar do século, com mais de 900 vítimas, incluindo alunos, professores e funcionários. O impacto desse genocídio foi global. Nunca foram descobertos os criminosos por trás de tais atrocidades. Os únicos sobreviventes foram cinco alunos do ensino médio — quatro deles estavam no banheiro no… - História
O que eu deixei para trás?
Após sobreviver ao maior massacre escolar do século, um jovem acorda sem nenhuma lembrança de quem é. Sem passado. Sem memórias. Sem identidade. Ele tenta seguir em frente, deixando para trás as cicatrizes que não consegue sequer lembrar. No entanto, quanto mais se afasta, mais o destino insiste em trazê-lo de volta. Encontros com pessoas que parecem conhecê-lo revelam fragmentos de uma história que…- 2,3 K • mar 5, '26
- 2,8 K • mar 9, '26
- 2,1 K • Novo
- História
MutaVirus
O mundo não acabou com uma bomba. Nem com uma guerra. Acabou com o ar. Um vírus invisível tomou os céus — e qualquer um com mais de 24 anos caiu como mosca. Os mais novos? Tiveram azar. O vírus não mata, mas transforma. Uma única gota de sangue infectado na corrente errada... e o monstro desperta por dentro. Rápido. Doloroso. Irreversível. Nesse inferno em chamas, onde o caos é rotina e a esperança é uma piada de mau gosto, um grupo de jovens luta para sobreviver. Mas a verdadeira ameaça não são os infectados lá fora — são as mutações que nascem dentro deles. O vírus corrompe, enlouquece, molda. E cada contato com o sangue contaminado pode mudar tudo: a mente, o corpo, a alma. No centro desse pesadelo está Bruno Mohammad: 17 anos, pardo escuro, cicatriz no rosto, olhar de quem já viu o fim do mundo e decidiu encarar de volta. Ele é força bruta e trauma encarnado. Não é herói. Não é vilão. É o que sobrou de alguém que foi quebrado por dentro... e gostou do som da rachadura. Com personagens complexos e situações no limite da insanidade, MutaVirus mistura adrenalina, horror psicológico e ação visceral num universo onde a juventude é uma sentença... e o maior risco é sobreviver tempo demais.- 1,6 K • set 13, '25
- 1,9 K • set 20, '25
- 1,6 K • set 21, '25
“Relações de família não são meu forte.” Izandi, a Oniromante “Apesar de que já sabia ler e escrever desde os três…” E fechou os olhos. E os abriu. Estava arrematada no canto. Seu pescoço dobrado pressionava o queixo contra o peito dolorosamente. Acordara sentindo fedor de fumaça. Amava o cheiro de incenso, mas detestava o de fumaça… Jen acordou quase ao mesmo tempo. Rapidamente, ela saltou da cama e se cobriu com uma calça e um gambesão — a luz vermelha se…- 215,6 K • Ongoing
O céu ruía em chamas de gelo… Trovejavam os rugidos do Dragão Gélido acima das muralhas quebradas de Reitz, cuspindo rajadas congelantes que transformavam homens em estátuas. O chão tremia sob o peso da criatura colossal, cujas asas eram como véus da morte cobrindo os exércitos que ainda resistiam. E foi quando ele surgiu. Yzael e Loky, cobertos por uma armadura de malha reluzente, ombreiras de prata gravadas com o brasão dos Caçadores de Dragões, e uma capa rubra ondulando ao vento.…- 29,4 K • Hiatus
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Capítulo 36 — Selo Carmesim
— Não mexa nisso — Nytheris advertiu, puxando meu braço para trás. — É magia de escuridão corrompida… Um tipo de magia proibida. Ignorei o aviso e examinei a parte interna da máscara, onde não havia aquela escuridão estranha. Nas bordas, quase imperceptíveis, pequenos glifos brilhavam fracamente, parecendo reagir à minha proximidade. Eram círculos concêntricos atravessados por linhas quebradas, como um sol aprisionado por espinhos. — Isso… parece um selo — murmurei enquanto…- 148,4 K • Ongoing
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O Ataque dos Mortos-Vivos
Petrogrado, 1912. A chuva tamborilava suave contra os vidros da pequena cafeteria no centro da cidade. Elias, de olhos cansados e barba por fazer, entrou apressado, escapando de uma tempestade que mal dava sinais de cessar. Trazia consigo o cheiro de terra molhada e esperança frustrada — como se a vida o tivesse deixado à margem por tempo demais. Ao virar-se para procurar uma mesa, trombou com uma mulher que carregava duas xícaras fumegantes. O café espirrou, quente, direto em sua…- 4,4 K • Oneshot
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Capítulo 34 — Tão Fraco, Tão Tarde.
Desativei parcialmente a gravidade, descendo rápido e parando em intervalos até tocar o chão. Ele não avançou; parecia saber que, se apenas esperasse, meu tempo chegaria. — Nytheris, espada! Nytheris emergiu de mim, criando duas espadas negras com sua mana. Uma para mim, outra para ele. A pele e a carne do meu peito pendiam, expostas. Agarrei a espada com a mão direita, os dedos escorregando no cabo por causa do sangue. A lâmina negra pulsava, como se tivesse vida, e eu…- 148,4 K • Ongoing
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