Índice de Capítulo

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    Ps: Para finalizar, volto a reiterar que as publicações seguiram normais e recorrentes no ritmo já mencionado mesmo que, por ventura, haja a publicação de capítulos adicionais. E como sempre, fique à vontade para comentar, debater a obra e colocar os seus pontos, pois eu realmente leio os comentários.

    Bom capítulo a todos.

    Conceder seus feitiços a Ocean zerou os pontos de crescimento de Alexander, além de custar-lhe os feitiços. Mas este era um investimento que ele estava mais do que disposto a fazer, já que Ocean valia muito mais do que essas coisas para ele.

    Com Ocean chegando em segurança à sua 1ª evolução, Alexander fez uma pausa para que pudessem comer um pouco e tomar água antes de voltarem a seguir em frente.

    Durante seu avanço, eles encontraram outras criaturas de 1ª evolução, mas Alexander não precisava mais bater de frente com todas, pois Ocean passou a conseguir lutar contra algumas delas.

    Como eles emboscaram tantas criaturas quanto possível à medida que avançavam, a habilidade |Correr| de Alexander e as habilidades |Emboscar|, |Mordida| e |Ataque de Garras| de Ocean subiram de nível, o que as tornou mais fortes, mas não mudou muito suas descrições.

    Quando a noite começou a cair, Alexander não precisou se esforçar muito para achar um lugar para passar a noite. Essa parte da floresta estava cheia de pequenas cavernas e grutas.

    — O que exatamente é essa floresta? — Perguntou-se Alexander enquanto vistoriava uma caverna. — Seu terreno apresenta uma variação muito grande.

    Aproveitando que tinha algum tempo livre antes de se deitar, Alexander usou |Desmantelar| em algumas criaturas que haviam caçado, o que deixou Ocean particularmente feliz, pois ela preferia carne fresca/crua.

    Alexander podia sentir isso, mas ainda continuou a alimentá-la com mais carne seca, ou assada, do que crua. A razão era simples: não pegaria bem continuar dando pedaços de carne crua no meio de uma cidade, e ela precisava se alimentar.

    Os dias seguintes não foram muito diferentes para eles. A única diferença era que quanto mais avançavam, mais fracas as criaturas se tornavam.

    Entusiasmado com essa descoberta, Alexander avançou com ainda mais ímpeto e lutou com ainda mais ferocidade.

    Durante seu avanço, ele percebeu que embora não pudesse ver algumas das habilidades que Ocean ganhou durante sua evolução, ela ainda as possuía.

    No meio de uma das lutas, quando Alexander estava prestes a lançar um feitiço, Ocean se adiantou e disparou um jato de água pela boca que se parecia muito com o feitiço |Jato D’água|.

    Esse ataque dela foi mais forte que um |Jato D’água (Avançado)| de Alexander, comparando-se ao |Jato D’água (Auge)|. Se não fosse pelos bônus que ele ganhou quando sua classe subiu de nível, esses ataques poderiam até mesmo se igualar em poder destrutivo, o que por si só já diz muito sobre a diferença entre um feitiço e uma habilidade especial, pois o atributo (Inteligência) de Alexander, que influencia diretamente em ataques mágicos, era bem maior.

    A dupla continuou caçando criaturas de 1ª evolução por uma semana, até que, em uma dada noite, Alexander começou a avaliar os ganhos deles. — Finalmente cheguei ao nível 17.

    — A quantidade de XP necessária para continuar subindo está aumentando muito — pensou Alexander. — Basta olhar para Ocean. Ela ganhou 4 níveis após sua evolução, enquanto eu só subi 2 níveis porque já tinha muito XP pré-acumulado.

    * Ding! *

    [Você subiu de nível. Mas devido à interferência da habilidade especial |Controle de atributos|, todos os seus aumentos de atributos ao subir de nível foram negados e convertidos em pontos de atributo livre.]

    [+30 pontos de atributo livre]

    [+1 ponto de crescimento]

    *

    [Você subiu de nível…]

    * Ding! *

    [Seu familiar (Ocean) subiu de nível.]

    [Seu familiar (Ocean) subiu de nível.]

    [Seu familiar (Ocean) subiu de nível.]

    [Seu familiar (Ocean) subiu de nível.]

    Na manhã seguinte, a dupla estava pronta para começar tudo de novo, mas não conseguiram encontrar mais nenhuma criatura de 1ª evolução.

    Sem muito o que fazer, Alexander começou a usar |Desmantelar| em algumas pequenas criaturas de 1ª evolução, como o {Coelho Unicórnio}, enquanto Ocean lhe carregava gentilmente e recebia pedaços ocasionais de carne fresca.

    O dia foi tão monótono que, tirando as pausas para Ocean descansar, ele nem o viu passar. Era como se tudo estivesse igual o tempo todo na imensidão daquela floresta.

    Quando o sol se pôs, Alexander ainda estava desmantelando uma última criatura e, por isso, decidiu continuar avançando mais um pouco.

    Ocean não se importou em continuar, pois quanto mais ele trabalhasse, mais carne ela ganharia. O que Alexander não esperava era que ela parasse no meio do caminho e levantasse a cabeça.

    Surpreso com isso, ele se concentrou em sentir o que ela estava sentindo e ficou perplexo.

    — Mostre-me garota — pediu Alexander, enquanto guardava a criatura que estava desmantelando e se segurava com firmeza Ocean, que começou a correr.

    Algum tempo depois que começaram a se mover, ele começou a ouvir o som que ela estava ouvindo. 

    Alexander imediatamente pediu para Ocean parar; usou |Revigorar| para limpá-los da melhor forma possível; voltou à sua forma humana; pegou sua [Adaga Robusta de Ferro] e o [Cajado de Madeira da Árvore de Mana]; trocou os seus trapos pelas roupas do [Conjunto do Sobrevivente]; e ativou a sua habilidade |Fortalecimento Corporal Mágico|.

    Ocean não pareceu se importar ou temer a mudança dele. Ela apenas começou a circulá-lo como se estivesse curiosa sobre como ele fez isso.

    Estando pronto, Alexander começou a liderar o caminho com o maior cuidado possível, pois reconheceu o som. O som que ela ouviu e não reconheceu foi o tilintar de metal contra metal.

    Procedendo com cuidado, eles finalmente chegaram a uma área mais aberta, por onde passava uma estrada de pedra. O problema era que não foi só isso, Ocean também começou a sentir cheiro de sangue vindo do lado esquerdo da estrada.

    Alexander pensou um pouco e decidiu verificar a situação de longe. Mas quando estava prestes a sair, o vento frio da noite sacudiu os galhos de uma árvore à beira da estrada e o luar revelou uma caixa, que brilhou ao refletir sua luz.

    Ao se aproximar da caixa de madeira, ele notou que ela tinha algumas partes quebradas, possivelmente devido a uma queda, e que a sorte lhe sorriu, pois a caixa estava cheia de ouro, prata, pedras brilhantes, livros e alguns metais que nunca tinha visto antes.

    Diante de tal sorte, Alexander rapidamente verificou seus arredores para confirmar que ninguém estava olhando, exceto Ocean, e colocou a caixa em seu anel.

    Assim que a caixa desapareceu, Alexander ficou mais calmo. Mas sua tranquilidade não durou, pois não demorou muito para que ele ouvisse uma voz masculina gritando ao longe.

    — Prendam as mulheres! Peguem os bens! E matem os outros!

    Ao ouvir isso, Alexander logo suspirou exasperado por entender o que estava acontecendo. Algum grupo estava tentando roubar outro grupo.

    — Estávamos voltando. Não quero me envolver nisso — disse ele a Ocean, que o seguiu para a floresta. — Sem contar que serei o principal suspeito pelo desaparecimento da caixa aos olhos do grupo que vencer.

    Assim que eles saíram da estrada e subiram em uma pequena elevação, que lhes deu um pouco de cobertura, Alexander parou de se afastar, pois uma linha de pensamento tomou a sua mente: — Eu sempre posso voltar mais tarde e seguir essa estrada até uma cidade ou vila. Mas como faria para entrar e socializar?

    — Não tenho credenciais, referências ou mesmo qualquer informação sobre esse lugar… Na pior das hipóteses, posso até ser tratado com um bandido.

    — Talvez ajudar o grupo que está sendo atacado não seja uma má ideia… No mínimo eu devo conseguir uma direção e algumas informações.

    Ao mudar de ideia, Alexander seguiu o tilintar de metal contra metal. Mas sempre ficando à margem, para ver o que estava acontecendo antes de realmente interferir no conflito.

    Ao achar um bom ponto de observação, ele começou a ver e avaliar toda a situação com calma. E assim como pensava, era uma caravana mercante que estava sendo atacada por bandidos.

    Observando a situação, Alexander percebeu que os ladrões provavelmente venceriam, pois tinham um arqueiro escondido no ponto cego do grupo que defendia a carruagem. Mas também concluiu que não era uma causa perdida, pois o grupo que defendia ainda não estava em grande desvantagem numérica e parecia bastante determinado a sobreviver.

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