CAPÍTULO ANTERIOR:

    — Ótimo… — murmurou Kael, sua voz baixa, mas cheia de ansiedade. — Então… acho que já enrolamos demais, está na hora de agir!

    O grupo se entreolhou por um instante.

    Todos sabiam o que estava em jogo.

    A caçada havia começado.

    Mas ninguém sabia quem realmente caçava, e quem estava prestes a ser caçado…


    No momento atual…

    Diante do colosso de concreto conhecido como Esqueletão, erguia-se a elite das elites de Áurea.

    O pequeno esquadrão, escolhido a dedo pelos três membros da Trion, atualmente liderados por Kael, o Pilar da Força: Os Vigilantes.

    Cinco Kaelums de Áurea com potenciais inimagináveis, cada um com sua especialidade, que os tornavam, por si só, um arsenal vivo, capaz de mudar o curso de uma guerra inteira.

    Lila, Arin, Zara, Jax e Mira, liderados por Kael, estavam reunidos por um único propósito:

    Resgatar Emi Kaede e destroçar quaisquer que fossem os planos da Sacrificium Sanguínis.

    — Kael, tudo pronto para entrarmos no prédio. — disse Lila, surgindo das sombras ao lado do comandante. — Todos os edifícios e ruas ao redor foram completamente evacuados, num raio de cerca de dez quilômetros, sob o pretexto de um “ataque terrorista em larga escala com bombas”, exatamente como pedimos ao governo informar à mídia.

    Kael remangou as mangas da nova camisa social branca que vestia. Seus olhos observavam atentamente o caminho mais curto até o gigantesco prédio abandonado, a aproximadamente dez mil metros de onde estavam.

    — Perfeito. Alguma movimentação no prédio enquanto ocorria a evacuação? — perguntou, mudando o olhar para um pequeno relógio com dados em seu pulso.

    — Nenhuma. — respondeu Lila, seus cabelos escuros como carvão amarrados. — Nem um único guarda na entrada ou reação à evacuação.

    — Isso é estranho. Também não acho que eles queiram envolver cidadãos nesse confronto, pois poderia expor não só a existência dos Kaelums para o mundo, mas causar um apavoro social enorme… e eu tenho a impressão de que eles não querem isso. Não agora, pelo menos. — Disse Kael, clicando na tela de seu relógio, que mostrava um holograma perfeito do Esqueletão. — Mas é estranho não ter nenhum guarda na entrada. Quantas assinaturas térmicas têm dentro do prédio?

    — O drone térmico detectou só três assinaturas de calor lá dentro… o que é estranho. Da outra vez, quando usei ele para checar se o Esqueletão era mesmo a base deles, tinham quatro. Eu tinha certeza que eram do Seprus, da Emi, da garota dos olhos roxos… e do Gorthok, aquele agente que escapou do Louie no último confronto dele.

    Kael apoiou a lateral do rosto na mão, observando o holograma do prédio.

    — Você acha que é uma armadilha? Que a Emi pode nem estar mais lá?

    — A possibilidade disso é bem alta, para ser sincera. — Lila cruzou os braços, a testa suada de nervosismo. — Mas o tempo não está ao nosso favor. E, até agora, é nossa única e melhor chance.

    Kael assentiu lentamente e se levantou da cadeira. Então deu o primeiro passo em direção à parte de fora da nova barraca improvisada, a dez quilômetros do objetivo.

    — Em quais andares estavam essas assinaturas de calor? — perguntou enquanto caminhava.

    — Tinha uma no oitavo andar, a segunda no décimo e a última no décimo segundo — respondeu Lila, caminhando alguns passos atrás. — Provavelmente a do décimo segundo seja da Emi, já que está mais estável… isso se ela ainda estiver ali.

    — Já as do oitavo e do décimo andar não temos como ter certeza. A pessoa no décimo andar está com a temperatura muito abaixo do normal, quase como se o corpo estivesse desligado… — continuou Lila. — Se eu fosse chutar, diria que essa assinatura é da menina dos olhos roxos que o Louie comentou, onde ela parecia e agia como um robô sem consciência. Então, se minhas deduções estiverem certas…

    — Provavelmente o Seprus, ou talvez o Gorthok, está no oitavo andar… — completou Kael.

    — Sim… — respondeu Lila rapidamente.

    — Certo.

    Já do lado de fora da barraca, os outros vigilantes se juntaram a Kael, que, enquanto caminhava, já pensava na melhor estratégia para aquele momento.

    — “Jax é a principal força e resistência do grupo, já a Mira funciona como um suporte perfeito estando junto dele. Arin é extremamente ofensiva e destrutiva, enquanto a Zara tem ataques com pouca destruição, mas muito mais precisão.” — Ele levantou o olhar para frente, decidido. — “Acho que essa é a melhor opção.”

    — Escutem bem. Vamos nos dividir da seguinte forma: eu fico com o oitavo andar, para tentar conter o Seprus num combate direto, evitando ao máximo danos muito severos à cidade. Arin e Zara, cuidem do décimo andar. Arin, inicialmente, fique só de suporte para a Zara. Não use nada tão destrutivo a menos que seja a última opção e, mesmo se chegar a esse ponto, tente evitar ao máximo, até termos certeza de que a Emi está fora da zona de risco dos teus ataques… não faça como tu fez na Ilha de Martim Vaz, por favor.

    — Mas que indireta bem direta foi essa aí, Kael?! — retrucou Arin na mesma hora. — Tu podia pelo menos ser mais discreto com isso!

    — Continuando… — disse Kael, ignorando Arin com um olhar de zero remorso. — Jax e Mira, vocês vão para o décimo segundo. Se a Emi estiver lá e precisar de suporte médico, a Mira conseguirá cuidar dela na hora. E, caso não seja ela, e sim uma variável inesperada, acredito que vocês também serão capazes de lidar. Isso é tudo para vocês.

    Zara, logo após Kael terminar de falar, lançou uma risada irônica para Arin enquanto apertava seus braceletes de combate.

    — Escutou o que o Kael disse, né? Espero que você não destrua uma ilha como da outra vez.

    — Primeiramente, a gente nem está numa ilha dessa vez — murmurou ela, com um sorriso levemente irritado. — Segundamente—

    — Tu sabe que “segundamente” não existe, né? — disse Zara, cortando a fala de Arin.

    — Isso não vem ao caso. Voltando ao assunto, se você me fizer ver unicórnios de novo, eu tento não fazer um estrago tão grande. — retrucou Arin, com um sorriso debochado.

    Jax retirava seus óculos escuros do rosto, fechando-os e colocando dentro do bolso.

    Mira se aproximou dele, dando uma leve cutucada com o cotovelo.

    — Que raro, decidiu tirar os óculos do rosto? Pensei que eles já tinham grudado em ti. — disse ela, soltando uma breve risada.

    — Que engraçadinha, hein. Olha como eu tô rindo… ha ha ha. — respondeu ele, soltando uma risada claramente falsa. — Vê se tenta acompanhar nossa velocidade pelo menos, espertalhona.

    — Tu sabe muito bem que não é só porque eu sou suporte que eu sou lenta. Posso não estar no nível de vocês, mas ainda assim sou bem mais rápida do que conseguem imaginar, e uso muito bem a minha inércia zero.

    — Eu sei disso. Afinal, já convivo contigo há muito tempo e, mesmo sem considerar isso, você ainda é uma Vigilante. Independente de ser suporte ou não, isso é o mínimo esperado.

    Kael olhou para Lila, que se preparava para a partida ao seu lado.

    — Lila, você será nossa mediadora entre os grupos. Evite confrontos diretos até que a Emi esteja completamente segura.

    — Entendido! — respondeu, sem hesitar.

    Kael estralou os dedos, pressionando sua mão direita sobre a palma esquerda.

    — Todos prontos? — perguntou Kael.

    — Sim! — todos responderam juntos, os olhares confiantes na direção do objetivo.

    — Então, vamos aceitar o convite deles e entrar na toca do leão de cabeça. — disse enquanto olhava para frente. Todos os Vigilantes se agruparam ao seu lado. — Avancem, Vigilantes! Por Áurea, hoje vamos conquistar a vitória!

    — POR ÁUREA! — todos gritaram juntos.

    E, como a luz que rasga a sombria escuridão da noite, o grupo avançou ainda mais rápido que ela.

    O ar ao redor dos seis mal percebia estar sendo atravessado.

    As ruas de concreto por onde passavam restavam apenas com o rastro derretido deixado pelos seus pés.

    Em um piscar de olhos, percorreram todo o caminho até alcançarem a entrada principal do grande edifício.

    Pararam subitamente em sua frente.

    Atrás deles, tudo o que ficou para trás, incapaz de acompanhá-los, explodiu em uma rajada de vento violenta.

    O chão por onde correram se rachou antes mesmo de ser perceptível estar rachado.

    E após essa chamativa chegada, o silêncio voltou a dominar as ruas ao redor do Esqueletão… mas apenas por instantes.

    Com um simples aceno de Kael, os membros se dividiram e rapidamente seguiram caminhos diferentes.

    Jax e Mira subiram pela escada em espiral no setor leste do prédio, seus passos eram rápidos, mas ainda assim não se comparavam à velocidade anterior.

    Arin e Zara seguiram pela escadaria sul, avançando em zigue-zague pelos corredores até reencontrarem as escadas.

    Kael, por sua vez, seguia sozinho pela escadaria principal. Seus movimentos eram calmos, porém rápidos, ansiosos para recuperar aquela que jurou proteger.

    A tempestade que se aproximava, abalará não só Porto Alegre, mas o Brasil inteiro.

    E o Esqueletão, por fim, rapidamente voltaria a ter sangue em suas paredes… Isso se restasse alguma.


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    FRAGMENTO HISTÓRICO 4:

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                     ⟬ ARQUIVO DE ESTÁGIO 1 — Nº 003 ⟭

               Diário pessoal — Observações

            Autor: Marek Aurellum — Ano XL após a morte de Cristo.

    (Documento confidencial. Extraído dos registros centrais da OPKM.)

    Originalmente compilado por Marek Aurellum no quadragésimo ano após a morte de Cristo, como parte da obra “Crônica de Um Poder que Não Compreendo”.

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    𐌌 Completei meu primeiro objetivo. Fui ao portuário de Ariminum e procurei nos registros os nomes dos proprietários das terras destruídas. E, impressionantemente, os rumores não eram mentira. Todos os donos mortos das propriedades arrasadas no incidente do “Homem da Tempestade” realmente pertenciam ao mesmo grupo de navegadores.

    Fico impressionado com coincidências assim. É extraordinário que uma coisa dessas aconteça. Mesmo sabendo que nada disso é verdade, não posso negar que, por um instante, fiquei com o pé atrás.

    Mas o mundo gira em torno de coincidências. E mesmo que muitos acreditem que fomos forjados por seres maiores, e eu mesmo não me exclua disso, creio também que nossa existência, assim como a desses seres supremos, nasceu de acasos da vida. Sempre me perguntei algo que ninguém parece questionar: se dizem que os seres supremos criaram tudo, então quem criou os próprios seres supremos? De onde vieram? Do nada? E, se foi do nada, quando o nada passou a existir?

    É por dúvidas como essas, sem respostas claras, que sempre mantenho certa desconfiança sobre aquilo em que todos, inclusive eu, acreditamos. Mas independentemente disso, há algo de que tenho plena certeza.

    Humanos não possuem forças capazes de criar desastres divinos como “ciclones caminhantes”.

    ❖━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━❖ ⟬ FIM DO FRAGMENTO

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    FRAGMENTO HISTÓRICO 5:

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                      ⟬ ARQUIVO DE ESTÁGIO 2 — Nº 071 ⟭

               Diário pessoal — Teoria

            Autor: Marek Aurellum — Ano XL após a morte de Cristo.

    (Documento confidencial. Extraído dos registros centrais da OPKM.)

    Originalmente compilado por Marek Aurellum no quadragésimo ano após a morte de Cristo, como parte da obra “Crônica de Um Poder que Não Compreendo”.

    Arquivo duplo, modificado pela OPKM adicionando conceitos atuais.

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    ARQUIVO 1:

    (Era de Marek Aurellum)

    Como os Kaelums são tão rápidos? Como podem ser tão superiores aos humanos comuns?

    Com essas perguntas em mente, passei dias observando de perto pessoas com e sem os poderes Kaelum. E acredito que encontrei um possível motivo.

    Percebi que o movimento deles não se comporta como o de pessoas normais. É como se o próprio mundo não oferecesse a mesma resistência. Há algo dentro dos corpos Kaelum que faz com que cada gesto pareça mais leve, mais livre, quase sem o peso que todos nós sentimos ao nos mover.

    Para explicar melhor, usei um exemplo simples.

    A pedra e a bolinha de papel.

    As duas podem ter o mesmo tamanho, mas não o mesmo peso. E isso muda completamente o efeito de seus movimentos. Uma pedra arremessada dói e machuca. A bolinha de papel, mesmo lançada com a mesma velocidade e força, mal causa impacto. Além disso, objetos leves parecem atravessar o ar com mais facilidade.

    Quando movo meu braço na água, é pesado. No ar, é bem mais leve. Mas em ambos os casos, sinto como se o mundo reagisse ao meu movimento. Acredito que essa reação funciona como paredes invisíveis. Algumas são rígidas, como a água empurrando meu braço. Outras são quase imperceptíveis, como o ar resistindo levemente quando corro.

    Mas com os Kaelums, tudo isso parece se comportar de forma diferente.

    Essas paredes do mundo não se formam da mesma maneira diante deles. O ar não oferece a resistência que deveria. O ambiente não os trata como trata a nós. Eles se movem como se o mundo simplesmente não conseguisse empurrá-los de volta.

    Não sei o que causa isso dentro deles. Não sei por que acontece. Mas está lá. Posso observar, posso ouvir e posso sentir, afinal… Também sou um Kaelum.

    Um dia, talvez, eu descubra o motivo disso acontecer, mas até lá, vou nomear essa descoberta de Catenae Laxae (Correntes Frouxas).

    ARQUIVO 2:

    (Reavaliação da OPKM usando conceitos atuais)

    As anotações de Marek Aurellum anteciparam de forma impressionante o que hoje chamamos de Inércia Zero. Mesmo seu nome original sendo Catenae Laxae, acredita-se que ele não se encaixa tão perfeitamente, então foi alterado com o tempo.

    Os registros modernos confirmam que o que Marek descreveu como a ausência de resistência do mundo é o principal motivo que permite aos Kaelums atingirem e ultrapassarem velocidades superiores à da luz. Quando a massa efetiva do corpo se aproxima do zero, o ambiente simplesmente não reage, e o movimento ocorre sem colisão, sem arrasto e sem onda de choque.

    A Inércia Zero não é fixa. Ela evolui conforme o treino de um Corpo Kaelum. Quanto mais desenvolvido o controle de seu corpo e poderes, mais o usuário reduz sua resposta ao ambiente.

    Então, mesmo que todos os Kaelums tenham esse conceito, alguns possuem controle superior a outros. Um Kaelum recém transformado terá uma inércia zero menor, sofrendo mais resistência do ar e atingindo velocidades inferiores. Um veterano, por outro lado, é capaz de reduzir quase por completo o contato com o ambiente.

    Nos registros oficiais da OPKM, apenas um nome alcançou a Inércia Zero Absoluta: Daltro Kaede.

    O fenômeno foi confirmado por análises internas, ainda que seu corpo não esteja mais disponível para estudo. A marca deixada por sua simples existência permanece como a referência máxima já registrada.

    Abaixo do nível absoluto encontram-se alguns poucos indivíduos que chegaram extremamente perto desse feito, e que, segundo previsões técnicas, devem alcançá-lo em breve. Entre eles:

    Yuri Aruanã, Ryusei, Ravi Devadatta, Long Wei, Femi Adebayo e Ezekiel Ward, membros do atual Decastellum.

    Kael Dragan, da cidade subterrânea de Áurea, localizada sob o Rio Guaíba na cidade de Porto Alegre, no estado do Rio Grande do Sul, Brasil.

    Vidar Valdaskar, da cidade flutuante de Vallheim Vetrask, situada sobre o Cânion Kangerlussuaq, no oeste da Groenlândia, próximo ao Círculo Polar Ártico.

    Todos esses nomes apresentam respostas ao ambiente que se aproximam do colapso total, com seus corpos atingindo níveis de massa efetiva tão baixos que beiram a fronteira teórica do Zero.

    Até hoje, porém, Daltro Kaede segue sendo o único caso absoluto.

    Nenhum outro corpo já analisado alcançou o colapso total da massa efetiva.

    No entanto, é importante ressaltar que esta classificação se refere apenas à velocidade do Corpo Kaelum, e não à velocidade dos ataques Kaelum, que seguem uma física própria gerada pelos poderes do indivíduo. Um exemplo é a Lança Prometéica de Adrian Kallistratos, da Grécia e membro do Decastellum. O projétil criado por sua técnica já foi registrado atingindo velocidades milhares de vezes superiores à luz, sendo um dos raros fenômenos comparáveis, em teoria, a velocidade que se esperaria de um corpo com Inércia Zero Absoluta. O mesmo vale para indivíduos que utilizam seus poderes para ampliar artificialmente sua velocidade, ultrapassando temporariamente os limites do próprio corpo.

    Porém, acredita-se que o zero não seja um limite. Mesmo dentro da própria Inércia Zero Absoluta, estudos teóricos indicam a possibilidade de níveis mais profundos de colapso, sutilezas e expansões que ainda fogem à compreensão atual.

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                         FIM DO FRAGMENTO

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