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    Achou que não vinha essa semana haahahhahhahh mas dessa vez não o culpo eu atrasei a vigia do abismo para o fim de semana propositalmente é o melhor momento para vigiar

    Mas sinto que algo está faltando tem algo estranho aqui

    O “Mestre” se levanta, ergue a espada e a posiciona no centro da testa de Meiy.

    Schh! — O som rápido de um corte diagonal na testa de Meiy. Um risco pequeno que agora a marca.

    O “Mestre” permanece diante de Meiy, observando-a. Vendo o sangue dela descer lentamente do leve corte e pintar o chão gota por gota.

    “Mestre” (olhando ao redor): Você se escondeu… (levantando a voz): Porquê se esconde, DEYLAN?

    A voz do mestre viaja pelo local e a única resposta que conseguiu foi o silêncio.

    Abismo — Sala principal da caverna da figura nebulosa

    Mílar (com os olhos brilhando em verde): Ao que parece, ele descobriu uma fraqueza.

    O Mestre inspira e expira.

    Mílar (com os olhos em um ponto específico da tela): Como se sente?

    Mestre (com os olhos em um ponto específico da tela): Não sei o que dizer. (Sorrindo): Hmpf, não achei que chegaria a uma situação como esta. Acho que é esta a sensação… de não saber o que vai acontecer.

    Figura Nebulosa (sorrindo, olhando para um canto específico da tela): É interessante, não é? Ter essa sensação e querer ver o que acontece.

    Skuldyr (rangendo os dentes, olhando para um canto específico da tela, curvando-se, cruzando os dedos e colocando o queixo por cima): É, isso é realmente uma sensação deveras agradável. Às vezes você tem boas ideias, YG. HuHu!

    Figura Nebulosa (sorrindo de forma cintilante): Às vezes? Minhas ideias sempre são boas; vocês é que não sabem apreciar a minha arte. Hi Hi!
    (juntando dois dedos para um estalo): Agora, vamos juntos ver o que acontece. Hi!

    A figura estala os dedos, pois ela havia parado — ou melhor, congelado — tudo enquanto conversavam.
    Com o estalar, tudo voltou a se mover.

    O sangue de Meiy voltava a pingar.

    Entre a existência e a inexistência

    “Mestre” (acariciando a barba): Esta é a única coisa que você é capaz de faz—

    Antes que completasse a sua fala, o “Mestre” viu pequenas partículas de um verde-azulado se formando elas emitiam o som de vidro se quebrando.


    E em meio às partículas, Deylan surge.

    “Mestre” (mostrando um sorriso singelo): Decidiu se revelar?

    Deylan (fazendo uma lâmina esverdeada e escura surgir na palma de sua mão): Apenas quero tornar as coisas mais interessantes.
    (Posicionando-se): Preciso acabar logo com isso antes que ela tenha uma hemorragia.
    (Olhando nos olhos do “Mestre”): Posso te perguntar algo?

    “Mestre” (posicionando-se): Vá em frente.

    Deylan (olhando para Meiy): Quem é você?

    “Mestre” (encurtando a distância entre eles em uma lenta caminhada): E por que pergunta? Você não sabe quem sou?

    Deylan (segurando firme na espada): Apenas sei que você não é o nosso Mestre.

    “Mestre” (demonstrando um sorriso novamente): O que te faz pensar que não sou?

    Deylan (caminhando para trás, aumentando a distância): Porque você é….

    “Mestre” (caminhando mais rápido): Eu sou?

    Deylan (com as costas quase encostadas à “parede” do local): É…

    Ele levemente se agacha e se propele em direção ao mestre; o “Mestre” faz o mesmo.
    As duas espadas se chocam.

    Deylan (com a espada posicionada defensivamente contra a do “Mestre”): Fraco.

    O “Mestre” puxa a espada ao alto e começa uma chuva de golpes rápidos contra Deylan, que sentia seus ossos doerem com cada impacto causado.

    O “Mestre” não dava folga para que ele respirasse; atacava sucessivamente.

    Deylan tentava defender, mas cada golpe era mais e mais pesado para ele, que só conseguia resistir levemente porque o “Mestre” estava controlando a potência.

    O ataque continuou até que a postura de Deylan foi quebrada, fazendo com que a espada caísse de suas mãos.

    “Mestre” (com a espada posicionada contra a testa de Deylan): Tem certeza do que diz?

    Deylan (com os dois braços levantados, mostrando um grande sorriso): Tenho.

    Deylan começa a se fragmentar nas mesmas partículas de onde surgiu.

    O “Mestre” ataca, mas nada acontece; as partículas somem.

    Ele percebe a estratégia de Deylan e olha para trás: lá estava ele, perto de Meiy, colocando uma carta na testa dela, exatamente no local do corte causado pelo “Mestre”.

    O “Mestre” tenta se aproximar, mas é parado por uma camada invisível à sua frente que se quebra em partículas verde-azuladas.

    Ele olha para o chão e vê uma fileira de cartas; e rapidamente, começa a quebrar, uma a uma, cada camada.

    Enquanto isso, a carta na testa de Meiy cura seus ferimentos e a traz de volta a si.

    Meiy (com a visão ainda embaçada): Deylan?

    Deylan (sorrindo para ela): Eu mesmo. HiK Hik!
    E aí, quer vingar o Blaze?

    Meiy (sentindo um nó e uma dor em sua mente): Argh…
    (sentindo um imenso ódio): Sim. Ele o fez sofrer. Ele deve desaparecer.

    Deylan (dando uma carta a ela): Segure e coloque acima do umbigo.
    Ainda temos um pouco de tempo até que ele quebre tudo e chegue aqui.

    Para vencê-lo, precisamos ser mais do que dois.
    Esta carta te permitirá trazê-lo de volta; invoque quem mais você puder, precisaremos de muita ajuda para conseguir vencê-lo.

    Meiy (enchendo-se de alegria): Conseguirei trazê-lo de volta?
    Te-he, obrigada! A gente vai vencer, vamos derrotar esse impostor.

    Deylan (vendo o “Mestre” ainda ao longe, quebrando cada camada com um golpe): Você também percebeu? Que não é ele?

    Meiy (olhando para o “Mestre”): Sim, pela forma de falar dele, algo me pareceu estranho.
    (Levantando-se): Vamos fazê-lo se arrepender de se passar por nosso mestre.

    Meiy coloca a carta por cima de seu umbigo.

    Um brilho escarlate intenso a cobre; o brilho se quebra como vidro e a revela trajada em uma armadura preta com listras horizontais esculpidas.

    Cada listra era como um rio por onde corria um líquido escarlate.

    Ela sentia seu poder mágico ser amplificado.

    Então, transformou seu braço esquerdo em um cajado e o ergueu.

    A esfera no topo do cajado brilhou e, dela, uma esfera de magma saiu e pousou no chão.

    A esfera se quebrou e, de lá, uma mão com dedos afiados como garras surgiu.


    Algo muito estranho

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