Índice de Capítulo

    Entretanto, Cale tropeçou ao se levantar da posição agachada.

    — Ah!

    {Humano, o que foi?!}

    Cale pôde ver alguém segurá-lo antes que ele caísse.

    — …Obrigado.

    — Suas pernas ficaram dormentes?”

    — …Sim.

    Sorriso.

    Choi Han riu baixinho. Era uma risada subconsciente, não um sorrisinho de alegria.

    — Devo carregá-lo se suas pernas estiverem doendo?

    Cale, Choi Han e Raon estavam em uma pequena geleira, dentro de um buraco se escondendo enquanto se cobriam com magia de furtividade.

    — Eu sou uma criança?

    Cale franziu a testa enquanto esticava as pernas dormentes. Então, olhou para Choi Han com uma expressão resmungona.

    — …Mm, você não é amigo do meu sobrinho? Então, tecnicamente, você é uma criança para mim?

    {Isso mesmo! Humano! Você é uma criança comparado ao Choi Han! Hehe! Não importa se você tem vinte ou seis anos, se é você ou eu, somos todos crianças comparados ao Choi Han! Hehehe!}

    “Merda.”

    {Claro, você pode ter tido originalmente uns 36 anos, mas aqui você tem 20! Hehe.}

    “Porra.”

    Cale começou a franzir a testa e comentou casualmente enquanto Choi Han se encolheu ao ver uma carranca tão grande em seu rosto.

    — Me carregue. Minhas pernas ainda estão dormentes.

    “Merda.”

    Choi Han balançou a cabeça enquanto colocava Cale de costas. 

    Foi nesse momento.

    — Você acha que não consigo te alcançar porque você está no céu?!

    Uma voz imponente e opressiva ecoou pela área. Cale sentiu arrepios na espinha depois de olhar para fora por causa da voz.

    — Q-q-que loucura!

    *Chhhhhhhhhhhhh-*

    A água se acumulou em um grande pilar e disparou para cima. O Rei das Baleias Shickler acenou com as duas mãos enquanto ainda pingava sangue preto da boca.

    — Archie!

    — Sim, senhor!

    Havia alguém subindo sobre a coluna de água. A água azul e transparente do mar cercava Archie, a Baleia Assassina, como uma barreira.

    *Oooooo-*

    *Ooooooo-*

    Então, quando ele ouviu mais alguns sons…

    *Baaaaaang!* *Baaaaaang!*

    Baleias e outros animais marinhos começaram a cercar a geleira onde Shickler e Paseton estavam.

    — Kehehehe!

    O pilar de água em que Archie estava finalmente atingiu a mesma altura que os outros no ar.

    — Exatamente o bastardo que eu estava procurando.

    Archie então começou a se mover em direção ao wyvern sobre o qual o Estrela Branca estava. O pilar de água se moveu com ele, abrindo caminho para ele.

    — Vindo até mim sozinho?

    O Estrela Branca zombou antes de olhar para Archie que se aproximava e que zombou de volta.

    — O que foi? Tá com medo putinha? Hum?

    — Há!

    O Estrela Branca riu incrédulo e seu wyvern abriu a boca.

    — Grrrrooooooooooo!

    Archie chegou à frente do wyvern estridente. Então, ele brandiu o punho.

    *Baaaaaang!*

    Uma forte explosão ecoou por todo o campo de batalha. Archie ouviu um chiado antes de perceber que a água ao redor de seu punho começava a evaporar.

    *Ziiiiiiiu* *Chhhhhhh*

    Um braço coberto de correntes brancas bloqueou seu ataque.

    — Não posso deixar um bastardo como você chegar ao nosso lorde.

    O Rei Urso Sayeru sorria tranquilamente enquanto bloqueava o caminho de Archie. Archie inclinou a cabeça para ele antes de fazer uma pergunta.

    — Você é o Rei Urso? Por que diabos você parece tão fraco?

    Sayeru estremeceu e começou a franzir a testa. Então, lançou um olhar furioso para Archie enquanto falava com o Estrela Branca.

    — Eu vou cuidar desse desgraçado, então vá fazer o que tem que fazer.

    — Claro.

    O Estrela Branca puxou as rédeas do wyvern e se moveu em direção ao chão, afastando-se de Sayeru e Archie.

    Sayeru olhou em sua direção antes de envolver todo o seu corpo com luz.

    — Sua baleia maldita bastardo e arrogante, eu vou-

    — Ei!

    Entretanto, Archie nem estava olhando para Sayeru enquanto gritava em direção às costas do Estrela Branca que descia.

    — Ei! Estrela Branca, você está me evitando? Hein? Está com medo de mim? Hmm? Por que está mandando seu subordinado lutar comigo? Ei, seu desgraçado! Está fugindo? Está abandonando esse seu subordinado fraco e fugindo? Hmm? Você é covarde? Ei, vadia, por que não está me respondendo? Hmm? Você deve estar com muito medo.

    Sayeru começou a franzir a testa. Archie e Sayeru logo fizeram contato visual. 

    Sayeru foi o primeiro a falar.

    — Olha só essa maldita Baleia desgraçada e sua boca grosseira.

    — Ainda é mais pesada que a sua boca. Seu fracote.

    — Seu filho da puta!

    — Por que eu seria seu filho? Que idiota.

    Sorriso.

    Archie estava sorrindo.

    Sua tarefa nesta missão era simples.

    Archie, aja como quando você era mais jovem.

    Era um trabalho tão fácil. Archie achou que era perfeito porque o estresse vinha se acumulando dentro dele há algum tempo.

    Seu alvo é o Rei Urso. Continue latindo perto dele e irrite-o. Faça com que ele não tome decisões calculadas!

    Era algo que ele fazia muito bem. 

    Archie lançou o punho em direção a Sayeru, que era seu alvo desde o início.

    — Ei, fracote, brinca comigo! Não fuja igual ao seu chefe! Kahahaha!

    — Seu bastardo louco!

    “Por que só tem malucos em todo lugar?” 

    Sayeru atirou furiosamente uma flecha de luz em direção a Archie.

    *Baaaaaang!* *Baaaaaang!*

    A flecha explodiu com dois ruídos enquanto Archie sacudia o punho levemente queimado. A barreira de água que o Rei Baleia havia criado para Archie era forte.

    — Ei. Faça direito, sem ir com calma. Você está me menosprezando?

    Archie avançou em direção a Sayeru com uma expressão de raiva no rosto. Ele percebeu que Sayeru tinha pegado leve com ele.

    “Os olhos desse desgraçado estão revirados.”

    Sayeru olhou para Archie, que estava avançando em sua direção com um sorriso raivoso e enlouquecido no rosto, demonstrando desgosto.

    {Humano! O Archie está indo muito bem! Isso é tão divertido!}

    Choi Han, Raon e Cale. O trio invisível se movia rapidamente. Cale, que estava nas costas de Choi Han, conseguiu ter uma boa visão da situação no campo de batalha.

    Ele abriu a boca para falar.

    — …Uau.

    *Baaaaaaaaaang!*

    Uma grande lança azul atingiu um wyvern.

    — Grieeeeeeeee-!

    O wyvern caiu no chão e o Estrela Branca, que estava de costas, deu um impulso para se afastar do monstro em queda.

    — Como esperado, o rei é diferente.

    O Estrela Branca segurava a espada de fogo. No entanto, não era a mesma espada que ele usou para lutar contra Witira antes. Estava misturada com a Espada dos Desastres do Matador de Dragões.

    *Tap*

    O corpo do Estrela Branca disparou para frente com um leve ruído.

    *Baaang!*

    A lança azul logo se chocou contra a espada de fogo. Esse foi o começo.

    *Bang!* *Baaaaang!* *Bang, baaaaaang!*

    A lança e a espada continuaram a se chocar sem parar. Cada choque era tão explosivo quanto o outro.

    O Estrela Branca começou a sorrir.

    — Você luta bem, mesmo parecendo pálido.

    A espada mirou na abertura da Baleia e a lança mal conseguiu se defender.

    — Ughn!

    O Rei das Baleias Shickler soltou um breve gemido. De perto, a pele de Shickler parecia azulada.

    — Que fraco.

    O Estrela Branca que estava calmamente avaliando Shickler percebeu que Shickler estava sorrindo para ele.

    — Tenho força suficiente para enfrentá-lo.

    “Mm!”

    O Estrela Branca recuou com urgência.

    *Chhhhhhhhhh!*

    Um longo fio d’água atingiu repentinamente o local onde o Estrela Branca esteve. A água então cercou Shickler antes de se transformar em uma capa ao redor de seus ombros e criar uma parede gigante.

    — …Sim. Você deveria ser capaz de fazer pelo menos isso.

    O Estrela Branca então avançou em direção a Shickler novamente.

    — Grrrrrooouuum!

    — Ooooooo-

    Os wyverns e as baleias já estavam lutando. O oceano e o céu. Cada um mirava na área que era incompatível com eles e focavam nas aberturas dos inimigos.

    A espada do Estrela Branca cravou-se na parede azul de Shickler.

    *Chiiiiiiiiiiizzzzzz*

    A lança azul de Shickler surgiu na abertura criada pela água evaporando. 

    O Estrela Branca lançou sua própria parede de água.

    *Bang!* *Bang!* *Baaaaang!*

    Os confrontos continuaram. Nem Shickler nem o Estrela Branca mostraram qualquer sinal de que iriam recuar. 

    O Estrela Branca pôde ver Shickler sorrindo nesse momento.

    — Parece que é minha vitória.

    Cale ouviu Raon gritar após ouvir a declaração de Shickler.

    {Humano!}

    Uma voz de mulher ecoou pelo campo de batalha ao mesmo tempo.

    — Pai!

    *Chhhhhhh-*

    Dois grandes chicotes de água miraram nas costas do Estrela Branca. A lança azul de Shickler atingiu a frente do Estrela Branca ao mesmo tempo. O Estrela Branca saltou do chão após ver sua frente e suas costas serem atacadas ao mesmo tempo.

    *Bang!* *Baaang!*

    Os chicotes e as lanças se chocaram na área vazia. 

    O Estrela Branca olhou para trás enquanto saltava.

    — Vocês estão todos aqui.

    Os outros guerreiros Baleias também começaram a aparecer atrás de Witira. 

    O Estrela Branca e Shickler se entreolharam. Shickler começou a falar naquele breve momento de contato visual. 

    — Sim. Estão todos aqui.

    Ele tinha o sorriso de um vencedor no rosto. Parecia relaxado, como se soubesse que não iria perder.

    Entretanto, aquela expressão relaxada logo desapareceu.

    — Meu lado também está aqui.

    I Estrela Branca sorriu gentilmente.

    — O que?

    A expressão de Shickler se enrijeceu. Ele ouviu o grito desesperado de Witira nesse momento.

    — Paseton!

    Shickler se virou rapidamente após sentir uma forte pressão atrás de si. Ele conseguia ver seu filho, Paseton. E atrás de Paseton…

    Um homem estava rindo.

    — …O Rei Urso!

    Sayeru ria enquanto movia seu braço fraco como se fosse uma cobra. Antes que Paseton, chocado, pudesse correr… Sua mão furtiva agarrou rapidamente o pergaminho que saía do bolso de Paseton.

    — Merda!

    Já era tarde demais quando Paseton agarrou sua camisa.

    — Filho!

    Shickler rapidamente jogou a lança azul em direção a Paseton, não, em direção a Sayeru. Ele então rapidamente cobriu seu filho Paseton com a parede de sua capa.

    Um homem caiu do ar.

    — Argh!

    Archie estava deitado na geleira enquanto gemia. Seu corpo inteiro tremia levemente. 

    A barreira do Rei Baleia ainda estava presente, porém, essa barreira estava causando faíscas devido ao choque da luz e da corrente.

    Archie só conseguia gemer, sem conseguir levantar a cabeça da geleira.

    — Hehehe-!

    Sayeru, que estava por trás disso, não conteve o riso. Archie não era páreo para ele. Afinal, ele era o Rei Urso.

    *Tap*

    Ele entregou o pergaminho à pessoa que pousou ao seu lado.

    — Ei, aqui.

    O Estrela Branca recebeu o pergaminho com calma. Então, comentou:

    — O poder não está aqui.

    — Você não consegue sentir ele?

    — Exatamente.

    Dizia-se que apenas dois poderes ancestrais do atributo terra existiram durante os tempos ancestrais. Destes, um deles se dizia ser possuído pelo antigo Estrela Branca…

    O atual Estrela Branca seria capaz de sentir algo se um poder ancestral existisse por perto. 

    No entanto, ele não sentiu nada. Então, o que poderia ser aquele pergaminho? O que era isso que as Baleias estavam se esforçando tanto para proteger?

    Além disso-

    “Por que não vejo Cale Henituse?”

    Essa era a maior questão na mente do Estrela Branca.

    — Retire o que disse!

    — Mate esse bastardo!

    Ele ouvia os gritos dos guerreiros baleia e via Witira e o Rei Baleia avançando em sua direção. No entanto, logo desviou o olhar.

    — Lance o círculo mágico de teletransporte!

    Vários magos negros começaram a lançar um círculo mágico de teletransporte após ouvirem o grito de Sayeru. Pareciam ter praticado isso muitas vezes. Era natural. Esses magos negros haviam sido reunidos especificamente para lançar esse teletransporte rápido.

    Sayeru começou a comandá-los no lugar do Estrela Branca. No entanto, logo se virou para olhar para ela ao sentir que algo estava estranho.

    O Estrela Branca olhava silenciosamente para o pergaminho.

    — …O que está errado?

    As mãos do Estrela Branca tremiam enquanto ele segurava o pergaminho. Sayeru nunca tinha visto o Estrela Branca daquele jeito.

    Infelizmente, o Estrela Branca não conseguiu responder à pergunta de Sayeru. Seus olhos estavam arregalados, fixos no velho pergaminho em sua mão.

    — …Isso é real.

    — O que você quer dizer com ‘isso é real?’

    Sayeru se aproximou dele, confuso, mas o Estrela Branca continuou lendo o pergaminho sem parar. Havia palavras escritas na língua do antigo continente oriental. Era estranho encontrar algo no continente ocidental escrito na língua do continente oriental, mas havia algo ainda mais estranho.

    Uma língua desconhecida.

    A linguagem que o Estrela Branca só tinha visto em um outro lugar durante seus 1.000 anos de vida e ainda não tinha conseguido decifrar.

    — …Nelan Barrow…….!

    A linguagem das memórias de Nelan Barrow estava neste texto ancestral.

    — Isso parece um texto ancestral de verdade.

    Parecia ser como Sayeru descreveu. A sensação do pergaminho, bem como a forma única como a tinta penetrava no pergaminho… Tudo parecia exatamente como se usava nos tempos ancestrais. No entanto, a língua do primeiro Matador de Dragões, Nelan Barrow, era a maior prova.

    Sayeru olhou para o status do teletransporte antes de ler o texto escrito no idioma do continente oriental.

    < …Debati por um tempo. Não tinha escolha, pois tinha visto os resultados criados pelos sacrifícios de tantas pessoas. Ao mesmo tempo, encontrei as sementes que poderiam gerar um desastre como esse novamente. O lugar mais frio no Norte, o lugar mais quente no Oeste e o lugar mais resistente no Leste. >

    Houve muitas outras frases longas depois disso. Os olhos de Sayeru ficaram nublados enquanto ele continuava a ler.

    O local onde eles esperavam que o poder final do atributo terra estava localizado… Este texto abordava a terra da tribo da Baleia, o Reino Caro e o Reino Roan.

    — Hum?

    Sua expressão então ficou estranha ao ver uma língua desconhecida que ele nunca tinha visto antes. No entanto, seu rosto logo se encheu de ainda mais confusão.

    Havia um pequeno pedaço de papel grudado no pergaminho. Parecia que alguém o havia colocado ali sem querer e esquecido de removê-lo.

    O pedaço de papel caiu do pergaminho. Sayeru observou o Estrela Branca pegá-lo.

    Este pedaço de papel era um pedaço de papel moderno. Alguém parecia ter escrito rapidamente nele. Parecia que alguém havia feito comentários após ler este pergaminho ancestral. No entanto, Sayeru não conseguia lê-lo. Os textos escritos no papel estavam na mesma língua desconhecida usada no pergaminho.

    — …Há alguém.

    Ele ouviu a voz baixa do Estrela Branca nesse momento. Sua voz tremia de choque, excitação e loucura.

    — …Há uma pessoa que pode ler este texto.

    *Ooooooong-*

    O teletransporte começou. Sayeru olhou para seus subordinados, que mal conseguiam se defender dos ataques das Baleias, depois para o círculo mágico de teletransporte que estava sendo completado e, finalmente, para o Estrela Branca.

    O Estrela Branca estava rindo como se estivesse chorando enquanto continuava a falar.

    — Sim. Foi estranho. Há outros dois para quem o tempo é distorcido. Como pode haver outros que também tiveram o tempo distorcido?

    Aquilo era estranho. Não, ele deveria ter pensado que era estranho. Começou a pensar nos dois bastardos que estavam em seu caminho. Os dois humanos estranhos que ele conheceu na capital Mogoru e percebeu que o tempo também estava distorcido para eles. Então pensou no bastardo que até então considerava apenas um subordinado de Cale Henituse.

    Por que?

    Ele era alguém com cabelos e olhos negros, e parecia ter aparecido repentinamente neste mundo. Era um humano que mantinha a juventude porque o tempo era distorcido para ele, embora o Estrela Branca pudesse dizer que ele havia vivido muito tempo. Ele também era talentoso no manejo da espada.

    — …Por que não percebi isso até agora?

    — Aquele bastardo- Ele é como Nelan Barrow.

    Ele se lembrou de algo dos registros do primeiro Matador de Dragões que estava na vila dos Matadores de Dragões, informações que as pessoas no mundo não conheciam porque somente aqueles da vila dos Matadores de Dragões tinham acesso a essas informações.

    Os cantos dos lábios do Estrela Branca começaram a subir lentamente.

    — …Choi Han……

    “Aquele desgraçado consegue ler esse texto!”

    Os olhos do Estrela Branca começaram a brilhar. Ele havia encontrado um jeito. Não, ele poderia ter encontrado uma oportunidade de acessar todos os registros dos tempos ancestrais e se tornar um governante ainda mais poderoso.

    — Sayeru, chame aquele bastardo.

    — Quem?

    — O bastardo que começou o incêndio na selva.

    A pessoa que iniciou o incêndio na Seção 1 da Selva com o antigo Príncipe Imperial Adin e os magos negros.

    — Ah, o desgraçado que disse que ia atear fogo e apagá-lo? O desgraçado que disse que se infiltraria na Selva como espião, fingindo ser um xamã?

    — Sim.

    — Por que você precisa daquele bastardo ilusionista?

    — Por uma pessoa.

    *Paaaat!*

    O teletransporte foi concluído, e o Estrela Branca desapareceu instantaneamente da terra da tribo das Baleias. Ele disse algo a Sayeru depois de ver o rosto carrancudo de Witira desaparecer.

    — Preciso fazer alguém meu.

    Havia uma necessidade de controlar alguém.

    Os cantos dos lábios do Estrela Branca estavam agora totalmente curvados para cima.

    ***

    — Choi Han, aquele bastardo deve vir te procurar, certo?

    Cale perguntou enquanto dava de ombros, rindo.

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