32 Resultados na categoria ‘O que Eu Deixei Para Trás?’
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Capítulo 8: Poderes Kaelums
O homem de cabelos grisalhos desfaz a esfera dourada rodeada por correntes com um gesto tranquilo. Em seguida, se vira para Louie com um leve sorriso no canto da boca, meio enigmático, meio divertido. — Eu sou Kael Dragan — disse, com a voz firme, mas serena, como quem tá revelando algo importante sem fazer alarde. — Um dos três comandantes de Áurea. Deu um passo à frente, olhando nos olhos de Louie. — E isso que te mostrei agora… é um dos meus poderes — completou, apontando com…- 86,6 K • Ongoing
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Capítulo 7: O refúgio em Áurea
Escuridão do túnel cercava tudo. Louie e o homem de cabelos grisalhos seguiam em silêncio, só o som dos passos ecoando leve pelas paredes úmidas. O ar ali dentro era estranho… Pesado, meio abafado, mas, ao mesmo tempo, era fresco e confortável. Como se aquele lugar não pertencesse ao mesmo mundo de onde tinham vindo. Cada passo deixava pra trás o que Louie conhecia. Cada metro avançado parecia puxá-lo pra longe da vida que ele achava que levava. E no meio do medo, da…- 86,6 K • Ongoing
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Capítulo 6: Sombras da Perseguição
A noite se estendia silenciosa, envolta por um ar frio. As luzes distantes tremulavam como estrelas cadentes, refletindo no asfalto úmido e nas janelas já fechadas das casas. — "Quem era aquele cara de agora há pouco…? O que ele realmente quer comigo? Será que dá pra confiar no que ele disse?" A mente de Louie não parava. Era como uma tempestade de perguntas que não deixavam ele respirar em paz. Mas, mais do que tudo isso… Tinha uma sensação esquisita que não saía de sua…- 86,6 K • Ongoing
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Capítulo 5: Vibrações no escuro
Era só mais uma noite comum.Porto Alegre seguia acesa sob a luz fria da lua, e as ruas, mesmo tarde, ainda tinham vida passando. Louie, meio perdido nos próprios pensamentos, decidiu sair pra caminhar.Já fazia um dia desde aquele momento estranho em frente ao memorial do Colégio Península. E desde então…A cabeça dele parecia não ter mais espaço.Era informação demais, coisa demais pra processar de uma vez só. Queria respirar um pouco.Dar uma volta.Só andar por aí e tentar clarear as…- 86,6 K • Ongoing
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Capítulo 4: A Voz do Silêncio
Meia hora depois do memorial... Louie e Nina seguiam lado a lado para casa, caminhando pelas ruas escuras da cidade. A luz dos postes caía sobre o asfalto seco, criando sombras que tremiam conforme os passos avançavam. O som distante dos carros atravessava o ar frio, surgindo em um instante, mas sumindo quase que no mesmo. A cidade seguia normalmente, completamente indiferente ao turbilhão dentro de Louie. Entre um som e outro, nas sombras que surgiam a partir das silhuetas dos irmãos, o…- 86,6 K • Ongoing
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Capítulo 3: O que… eu sou?
3 meses após o massacre — Porto Alegre, RS As ruas estavam vivas. Carro ia, carro vinha… o reflexo dos faróis dançava nas poças que a chuva deixou mais cedo.Gente apressada cruzava as esquinas, uns falando no celular, outros só andando no automático, sem nem olhar pro lado. O barulho dos motores, dos passos, das buzinas… tudo seguia no mesmo tom de sempre.A cidade nem parecia ter parado, mesmo após o fatídico incidente. Poucos meses após, ela voltava ao rumo como se nada tivesse…- 86,6 K • Ongoing
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Capítulo 2: Retorno ao início
A mulher em frente ao garoto, que o chamava de filho, apertava-o com tanta força que, por um segundo, parecia que seu corpo fosse se quebrar ali, esmagado por um abraço. — “Essa mulher… ela é bem forte…” — pensou o garoto, enquanto um pequeno sorriso involuntário surgia entre as lágrimas que escorriam de seu olho esquerdo. — “Eu ainda não entendo o que é esse sentimento, porém, de alguma forma… entendo a dor dessa mulher, mesmo sem lembrar dela…” O abraço dela era…- 86,6 K • Ongoing
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Capítulo 1: Quem... Eu sou?
Uma noite fria tomava Porto Alegre após uma chuva incessante. As ruas estavam vazias, as luzes fracas, e o vento constante mantinha as pessoas presas aos poucos lugares onde ainda havia abrigo. Frente a todo esse cenário pós-tempestade, um pequeno bar se erguia de forma discreta em uma esquina qualquer. Um local comum, quase inexistente quando comparado à grandiosidade da cidade. Por dentro, nada fugia do normal: mesas ocupadas sem seguir uma ordem definida, copos de bebida cheios, outros vazios,…- 86,6 K • Ongoing
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O Fantoche da Calamidade
Havia se passado aproximadamente uma hora desde que a portinhola foi aberta para a entrega da comida. Louie já havia comido. Sentia-se um pouco mais disposto fisicamente, mas sua mente continuava em um turbilhão — tomada por dúvidas, perguntas, lembranças quebradas… E uma dor incessante. — Ugh… porcaria de dor. — Louie suspira. — Pelo menos a dor diminuiu um pouco depois que comi… E então, com um movimento simples, Louie apoia as duas palmas de suas mãos no chão, forçando seu… - Anterior 1 2 3 4 Próximo
