87 Resultados com o aviso “Multilação”
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Capítulo 14: Acorrentado à Vida
O dia seguia no mesmo ritmo de sempre, como se tudo que acontecia nas sombras continuasse lá. E com Louie não era diferente. — Ugh… minha cabeça… — murmurou, mexendo de leve as pontas dos dedos. — Meus olhos… parece até que alguém costurou eles… não consigo nem abrir de tanto que dói. Soltou um suspiro pesado, ainda de olhos fechados, como se não tivesse força nem pra isso. — Essa dor tá pior que ressaca… — sorriu de leve, meio dolorido. — Não que eu saiba como…- 126,4 K • Ongoing
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Capítulo 40: Camélia branca
Dois meses podem parecer pouco. Mas são suficientes para que uma casa estranha vire rotina. Para que o silêncio deixe de ser desconfortável. Treinos que antes pareciam punição passaram a ganhar propósito diário. Tempo bastante para que um nome recém-descoberto soasse natural pelos corredores. E para que o medo de um passado perdido desse espaço ao receio de perder um futuro ainda incerto. Houve dias difíceis. Manhãs em que os músculos gritavam mais alto que a própria…- 126,4 K • Ongoing
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Capítulo 5: Vibrações no escuro
Era só mais uma noite comum.Porto Alegre permanecia acesa sob a luz fria da lua, e mesmo tarde a cidade ainda se movia. Louie, meio perdido nos próprios pensamentos, decidiu sair pra caminhar.Já fazia um dia desde aquele momento estranho em frente ao memorial do Colégio Península. E desde então…A cabeça dele parecia não ter mais espaço.Era informação demais para a cabeça dele processar de uma vez. Ele só queria respirar um pouco.Andar sem rumo.Só passear por aí e tentar clarear as…- 126,4 K • Ongoing
Aproximadamente uma hora após a abertura da portinhola para a entrega da comida. Louie já havia comido. Sentia-se um pouco mais disposto fisicamente, mas sua mente continuava em um turbilhão, tomada por dúvidas, perguntas, lembranças quebradas… E uma dor incessante. — Ugh… porcaria. — Louie suspirou. — Pelo menos a dor diminuiu um pouco depois que comi… E então, com um movimento simples, Louie apoiou as duas palmas no chão, forçando seu corpo para frente. Ficando assim de…- 126,4 K • Ongoing
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Capítulo 12: Sombras nos becos
A cidade de Áurea ainda brilhava. Dourada. Como se nada pudesse apagar aquele brilho futurista dela… Nem mesmo as sombras dos becos. O sol artificial da manhã iluminava prédios e ruas da região central, deixando poucos lugares cobertos na escuridão. Na superfície, a grande cidade de Porto Alegre seguia no mesmo ritmo. O tremor de instantes atrás assustou por ser algo extremamente incomum no Brasil, mas não deixou estragos ou vítimas. Só um incômodo que passou rápido, mas não…- 126,4 K • Ongoing
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Capítulo 30: Céu em fissão
Nas ruínas do Esqueletão, travava-se uma batalha silenciosa entre forças opostas: a gravidade e a atmosfera, o peso do afeto contra a beleza da indiferença. De um lado, a ânsia de proteger sentimentos tão frágeis quanto vidro; do outro, a frieza implacável de alguém que já não se lembrava dos seus. Era a luta entre o que ama e o que não sente, entre quem tenta segurar o mundo e quem lutava para vê-lo ruir. E ali, sobre os escombros do antigo Esqueletão, selava-se enfim… o desfecho…- 126,4 K • Ongoing
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Capítulo 47: Sob engrenagens podres
CAPÍTULO ANTERIOR: Até que— Ele reconheceu. A pressão simplesmente desapareceu, como se jamais tivesse existido. O brilho assassino se dissipou, seu olhar suavizou, e um sorriso surpreso surgiu lentamente em seus lábios. — …Kael? À sua frente, o comandante se revelava por completo, os cabelos agora grisalhos, o corpo robusto marcado pelo tempo e pelas batalhas. — Há quanto tempo… Elian. #02# O ambiente ao redor ainda tremulava com os resquícios das pressões…- 126,4 K • Ongoing
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Capítulo 3: O que… eu sou?
3 meses após o massacre — Porto Alegre, RS As ruas estavam vivas. Carro ia, carro vinha… o reflexo dos faróis dançava nas poças que a chuva deixou mais cedo. Gente apressada cruzava as esquinas, uns falando no celular, outros só andando no automático, sem nem olhar pro lado. O barulho dos motores, dos passos, das buzinas… tudo seguia no mesmo tom de sempre.A cidade nem parecia ter parado, mesmo após o fatídico incidente. Poucos meses após, ela voltava ao rumo como se nada…- 126,4 K • Ongoing
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O Ataque dos Mortos-Vivos
Petrogrado, 1912. A chuva tamborilava suave contra os vidros da pequena cafeteria no centro da cidade. Elias, de olhos cansados e barba por fazer, entrou apressado, escapando de uma tempestade que mal dava sinais de cessar. Trazia consigo o cheiro de terra molhada e esperança frustrada — como se a vida o tivesse deixado à margem por tempo demais. Ao virar-se para procurar uma mesa, trombou com uma mulher que carregava duas xícaras fumegantes. O café espirrou, quente, direto em sua…- 4,4 K • Oneshot
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Capítulo 6: Sombras da Perseguição
A noite se estendia silenciosa, envolta por um ar frio. As luzes distantes tremulavam como estrelas cadentes, refletindo no asfalto úmido e nas janelas já fechadas das casas. — "Quem era aquele cara de agora há pouco…? O que ele realmente quer comigo? Será que dá pra confiar no que ele disse?" A mente de Louie não parava. Era como uma tempestade de perguntas que não deixavam ele respirar em paz. Mas, mais do que tudo isso… Tinha uma sensação esquisita que não saía de sua…- 126,4 K • Ongoing
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