90 Resultados com o aviso “Multilação”
- História
O que eu deixei para trás?
Após sobreviver ao maior massacre escolar do século, um jovem acorda sem nenhuma lembrança de quem é. Sem passado. Sem memórias. Sem identidade. Ele tenta seguir em frente, deixando para trás as cicatrizes que não consegue sequer lembrar. No entanto, quanto mais se afasta, mais o destino insiste em trazê-lo de volta. Encontros com pessoas que parecem conhecê-lo revelam fragmentos de uma história que…- 2,4 K • mar 30, '26
- 1,9 K • abr 7, '26
- 3,5 K • abr 12, '26
Capítulo Extra Em luto pelas vítimas do massacre do Colégio Península, um evento que existe exclusivamente dentro do universo da obra e que ocorreu há cinco meses na linha do tempo da história, mas que ontem, dia 04/02, completaria dois anos na nossa, enviei hoje um capítulo extra como brinde, marcando oficialmente o encerramento do segundo volume de “O que eu deixei para trás?”. Aproveito também para agradecer, de coração, a todos que acompanham essa história até aqui. O apoio, os…- 130,1 K • Ongoing
- Capítulo
Capítulo 45: Antes da tempestade
CAPÍTULO ANTERIOR: — Certo… mas isso é algo perigoso até mesmo para você, Kael... Ela sustentou o olhar. — Por isso, tenho alguém de confiança para te acompanhar. Alguém que você conhece bem também. Ele será o suporte ideal nessa missão. Kael estreitou os olhos. — Quem? Aura não hesitou. — Elian. Elian Moreau. #02# Os olhos de Kael fixaram-se em Aura, como se estudasse suas palavras. — Certo... o poder dele seria muito útil considerando o clima, a…- 130,1 K • Ongoing
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Capítulo 13: Sussuros do sangue
Áurea seguia na sua rotina de sempre. O sol artificial já tinha passado de seu ponto mais alto, e a luz dourada começava a perder aquele brilho intenso de meio-dia, e entrava no início da tarde. Fazia algumas horas desde que Louie tinha sumido… ou melhor, desde que tinham sequestrado ele. Kael estava sentado em uma poltrona branca e macia da sala de espera da base de comando. Braço apoiado no encosto, perna esticada, batendo os dedos repetidamente no apoio da cadeira sem nem…- 130,1 K • Ongoing
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Capítulo 6: Sombras da Perseguição
A noite se estendia silenciosa, envolta por um ar frio. As luzes distantes tremulavam como estrelas cadentes, refletindo no asfalto úmido e nas janelas já fechadas das casas. — "Quem era aquele cara de agora há pouco…? O que ele realmente quer comigo? Será que dá pra confiar no que ele disse?" A mente de Louie não parava. Era como uma tempestade de perguntas que não deixavam ele respirar em paz. Mas, mais do que tudo isso… Tinha uma sensação esquisita que não saía de sua…- 130,1 K • Ongoing
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Capítulo 5: Vibrações no escuro
Era apenas mais uma noite comum em Porto Alegre, desperta sob a luz fria da lua, enquanto o movimento habitual seguia pelas ruas. Por estar perdido nos próprios pensamentos, Louie decidiu sair para caminhar. Já fazia um dia desde o estranho momento em frente ao memorial do Colégio Península. E desde então, sua cabeça não tinha espaço para mais nada. Era informação demais para processar de uma vez. Ele só queria respirar. Andar sem rumo, vagar pela cidade e tentar organizar os…- 130,1 K • Ongoing
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Capítulo 4: A Voz do Silêncio
Meia hora depois do memorial... Louie e Nina seguiam lado a lado para casa, caminhando pelas ruas escuras da cidade. A luz dos postes caía sobre o asfalto seco, criando sombras que tremiam conforme os passos avançavam. O som distante dos carros atravessava o ar frio, surgindo em um instante, mas sumindo quase que no mesmo. A cidade seguia normalmente, completamente indiferente ao turbilhão dentro de Louie. Entre um som e outro, nas sombras que surgiam a partir das silhuetas dos irmãos, o…- 130,1 K • Ongoing
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Capítulo 3: O que… eu sou?
3 meses após o massacre — Porto Alegre, RS As ruas estavam vivas. Carro ia, carro vinha… o reflexo dos faróis dançava nas poças que a chuva deixou mais cedo. Gente apressada cruzava as esquinas, uns falando no celular, outros só andando no automático, sem nem olhar pro lado. O barulho dos motores, dos passos, das buzinas… tudo seguia no mesmo tom de sempre.A cidade nem parecia ter parado, mesmo após o fatídico incidente. Poucos meses após, ela voltava ao rumo como se nada…- 130,1 K • Ongoing
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Capítulo 2: Retorno ao início
A mulher em frente ao garoto, que o chamava de filho, apertava-o com tanta força que, por um segundo, parecia que seu corpo fosse se quebrar ali, esmagado por um abraço. — “Essa mulher… ela é bem forte…” — pensou o garoto, enquanto um pequeno sorriso involuntário surgia entre as lágrimas que escorriam de seu olho esquerdo. — “Eu ainda não entendo o que é esse sentimento, porém, de alguma forma… entendo a dor dessa mulher, mesmo sem lembrar dela…” O abraço dela era…- 130,1 K • Ongoing
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Capítulo 1: Quem... Eu sou?
#173# #172# Uma noite fria tomava Porto Alegre após uma chuva incessante. As ruas estavam vazias, as luzes fracas, e o vento constante mantinha as pessoas presas aos poucos lugares onde ainda havia abrigo. Frente a todo esse cenário pós-tempestade, um pequeno bar se erguia de forma discreta em uma esquina qualquer. Um local comum, quase inexistente quando comparado à grandiosidade da cidade. Por dentro, nada fugia do normal: mesas ocupadas sem seguir uma ordem definida, copos de bebida…- 130,1 K • Ongoing
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