Índice de Capítulo

    O Velho concordou, e Ui nos encaminhou até o local. Passando pelos corredores, os estragos estavam menos visíveis, mas ainda perceptíveis, e muitos estavam sentados no canto, desesperados. Provavelmente esperando o fim. 

    — Me diz, como é o Izumi?

    Gostei dessa garota, diferente da Idalme, que sempre o provocava. Por onde começar para descrever a sua grandeza?

    — Bem, Izumi é um cara esforçado, ele pode ser arrogante, mas é uma boa pessoa.

    Não conseguia expressar o quanto o admirava. Sentia muita vergonha de dizer isso abertamente.

    — O que mais?! — perguntou, entusiasmada.

    — Há? Ele é um cara legal?

    — Hum! Não tem mais nada? Tipo, ele tem namorada?

    Acabei de perceber que realmente não sabia muita coisa sobre Izumi. Falhei como admirador, mas não havia muito mais para contar além do que já disse.

    — Acho melhor perguntar pessoalmente.

    — Ok. Espero que ele não tenha… — respondeu, cruzando os dedos.

    Durante a conversa, Idalme não disse nada, provavelmente sentindo culpa por falar demais. 

    Quando chegamos, era uma casa de pedra de somente um piso e poderia ver uma janela ao lado da porta.

     Ui se despediu. 

    Quando entramos na casa, Idalme pareceu ficar tímida por estarmos sozinhos, talvez estivesse pensando em muitas coisas pervertidas, mas o principal motivo deve ter sido o fato de a cama ser de casal.

    Era uma casa simples, ao entrar já demos de cara com a cama, à esquerda tinha um guarda-roupas e à direita uma mesa pequena.

    — Estamos sozinhos, neh! — falou timidamente.

    — Sim, podes fazer o que quiser.

    — O-o que quiser?!

    Diferente de Izumi, eu era um alfa. Podia não gostar dela, mas outra parte da minha cabeça pensava diferente. Sabia que ela gostava de mim e não diria não.

    — Sim. O que queres fazer?

    — Não sei.

    Andei ao redor do quarto enquanto ela me olhava fixamente e pude reparar outra porta mais à frente. Ao abrir, notei que era um banheiro e tinha uma banheira com água quente, como indicava o vapor subindo.

    — Vamos banhar juntos? — perguntei.

    — Ju-ju-juntos?! — questionou, com o rosto corado.

    — Sim, não quer?

    — Quero — disse, olhando para o lado.

    — Ok, vou te esperar na banheira.

    — Sim.

    Me despi e entrei na banheira, esperando ansiosamente por ela, acho que ela era a mulher mais gostosa com quem me relacionei. Uns minutos depois, ela abriu a porta, mas ainda estava com as roupas de baixo.

    Então o seu corpo era assim por debaixo daquele vestido vermelho?

    Entretanto, podia-se notar as suas curvas bem definidas que deixavam seu corpo mais gostoso. E o tom verde de suas roupas íntimas realçava a cor da sua pele.

    — Vamos tomar banho juntos nus? — perguntou, olhando para o chão.

    — Sim, não quer?

    — Eu… quero — respondeu, corando.

    — Tire os restos das suas roupas, quero ver esse corpo belo.

    — Belo? — questionou com alegria.

    Ela começou a tirar os restos da roupa lentamente, era uma vista boa de se ver. Seu longo cabelo preto que tocava seus volumosos peitos, mas o que mais destacava era a sua pele negra que fazia seus olhos verdes brilharem neste lugar com pouca luminosidade. Se ela não fosse escrota, eu poderia ter me apaixonado.

    — Venha!

    Ela entrou na banheira lentamente, colocando as mãos em seu corpo esbelto para esconder suas partes íntimas. Tão fofa. Sem saber o que fazer, ela olhava para os lados, evitando o contato visual.

    — Posso tocar o seu coração?

    — Si-sim — respondeu ao piscar rapidamente os olhos.

    Ela aceitou isso, mas, no fundo, compreendeu minhas intenções. Usar o pretexto de tocar seu coração era apenas uma maneira indireta de abordar o assunto. Aproximei-me e coloquei minha mão em seu peito.

    — Estranho, não consigo ouvir os batimentos — provoquei.

    — Isso… isso é o… peito errado.

    — Então, é esse?

    — Não, o outro — disse enquanto ficava mais vermelha.

    Eu estava a provocando, mas vê-la gemendo e esboçando timidez me excitava bastante. Fiquei apertando os peitos dela e perguntei:

    — Onde está esse coração?

    — Ele está… entre… os peitos — respondeu, fitando-me com desejo.

    — Entendi.

    Levantei um pouco e coloquei o meu Dinamite explosivo entre os seus peitos.

    — Esse?

    Ela ficou muito surpresa com o tamanho da minha arma, mas não desviou o olhar, como se estivesse vendo uma pela primeira vez.

    — Lave-o! — ordenei.

    — Sim.

    Ela começou a lavar a minha arma com os seus peitões, achei que ela entenderia diferente, mas vejo que ela entendia do assunto. Estava ótimo, mas me surpreendi com o que ela fez depois. Não imaginaria que ela faria isso por conta própria, por seus peitos serem grandes, era possível fazer isso.

    — Você!? — Gemi enquanto falava.

    Essa foi a primeira vez que recebi algo assim, uma experiência que poucos puderam vivenciar. Meu Dinamite explosivo não aguentou e explodiu, mas tudo foi neutralizado por aquela boca.

    Ahhh! Com certeza, vou me lembrar disso para sempre!

    Para finalizar, ela abriu a boca e mostrou a explosão do meu esperma e depois engoliu. Que mulher safada e irresistível, vou te comer até amanhã de manhã.

    — Engoli tudo! — declarou safadamente.

    — Sim, sua safada! — respondi enquanto engolia saliva seca.

    — Com isso, somos namorados? — perguntou, com um olhar travesso no rosto.

    Essa teria sido uma experiência agradável se não fosse por aquela pergunta. Eu estava disposto a fazer de tudo hoje, mas acabei perdendo o ânimo.

    Ela achou mesmo que ia ter uma relação amorosa comigo? Impossível!

    Eu poderia simplesmente ter continuado, mas seria melhor parar por aqui, porque depois do ato vinham as consequências. Saí da banheira e comecei a me limpar.

    — Não quer?

    Me limpei, vesti minhas roupas e ela estava na banheira, ansiosa pela minha resposta. Não olhei para trás e disse:

    — Enquanto você não melhorar essa tua personalidade escrota. As chances serão nulas.

    Ela não me respondeu, e eu nem olhei para trás. Não sabia se estava triste ou indiferente. Andei, abri a porta, saí do banheiro e sentei-me na cama. Passou uma hora e ela ainda não tinha saído do banheiro, o que era compreensível após a rejeição do homem de quem ela gostava. Parecia que ela estava esperando que eu adormecesse antes de sair.

    Duas horas se passaram, e ela ainda não tinha saído. Logo em seguida, ouvi alguém correndo, o que me deixou em alerta. Depois, ouvi um barulho alto, como se algo grande tivesse sido derrubado. A pessoa que vinha correndo abriu as portas com força e gritou.

    — O demônio está aqui! — gritou Ui.

    — Mas não era amanhã?

    — Não sabemos, é a primeira vez que isso acontece, por favor, salve a nossa vila!

    — Ok, vou na frente, chame Idalme, ela está no banheiro!

    — Ok!

    Corri até onde estava o demônio e pude ver vários aldeões desesperados correndo com medo. Logo à frente estava o soldado machucado, e eu me aproximei.

    — Afaste-se, agora é a minha vez!

    — Por favor, salve a nossa vila — pediu o soldado.

    O soldado correu em uma direção, e lá estava o velho, observando calmamente a situação.

    Tirei meu cachecol dourado do pescoço, que normalmente usava como capa, e o amarrei na cintura. Saquei minha espada e disse:

    — Olá, meu primeiro Boss!

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