12 Resultados com a tag ‘Suspense’
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Capítulo 3: O que… eu sou?
3 meses após o massacre — Porto Alegre, RS As ruas estavam vivas. Carro ia, carro vinha… o reflexo dos faróis dançava nas poças que a chuva deixou mais cedo. Gente apressada cruzava as esquinas, uns falando no celular, outros só andando no automático, sem nem olhar pro lado. O barulho dos motores, dos passos, das buzinas… tudo seguia no mesmo tom de sempre.A cidade nem parecia ter parado, mesmo após o fatídico incidente. Poucos meses após, ela voltava ao rumo como se nada…- 136,2 K • Ongoing
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Capítulo 2: Retorno ao início
A mulher em frente ao garoto, que o chamava de filho, apertava-o com tanta força que, por um segundo, parecia que seu corpo fosse se quebrar ali, esmagado por um abraço. — “Essa mulher… ela é bem forte…” — pensou o garoto, enquanto um pequeno sorriso involuntário surgia entre as lágrimas que escorriam de seu olho esquerdo. — “Eu ainda não entendo o que é esse sentimento, porém, de alguma forma… entendo a dor dessa mulher, mesmo sem lembrar dela…” O abraço dela era…- 136,2 K • Ongoing
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Capítulo 8 – Fulga desesperada
Maxwell continua correndo o mais rápido que pode para chegar à vila e ajudar os moradores, avisando-os do perigo iminente. Ao chegar, é recebido por seus vizinhos e vizinhas. Todos pareciam calmos até perceberem que o caçador voltou sozinho. “Maxwell, o que aconteceu com o xerife Steam e o Murei?”, pergunta um dos vizinhos. “Não dá tempo de explicar! Temos que sair daqui agora. Peguem os feridos e os suprimentos!”, afirma Maxwell. “Mas para onde vamos? Está nevando, e sem falar…- 38,3 K • Ongoing
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Capítulo 1: Quem... Eu sou?
#173# #172# Uma noite fria tomava Porto Alegre após uma chuva incessante. As ruas estavam vazias, as luzes fracas, e o vento constante mantinha as pessoas presas aos poucos lugares onde ainda havia abrigo. Frente a todo esse cenário pós-tempestade, um pequeno bar se erguia de forma discreta em uma esquina qualquer. Um local comum, quase inexistente quando comparado à grandiosidade da cidade. Por dentro, nada fugia do normal: mesas ocupadas sem seguir uma ordem definida, copos de bebida…- 136,2 K • Ongoing
Os olhos se abriram devagar. Confusos, varreram o entorno em busca de sentido. Entre pedras espalhadas pelo chão irregular, piscavam sem alcançar entendimento algum. O corpo repousava sobre algo rígido, porém acolhedor. O calor que a envolvia trazia uma memória antiga. Um sorriso brotou. Ela se ergueu. Lágrimas tomaram o rosto ao deparar-se com aquela expressão fria, imóvel como pedra. — Sua idiota! — Pois é, sua idiota mesmo — respondeu ela, sorrindo de canto. O corpo, antes…- 294,2 K • Ongoing
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Quem... Eu sou?
4 de fevereiro de 2024 — a data de um dos maiores e mais hediondos crimes cometidos em todo o mundo: o massacre sangrento ocorrido no Colégio Península, em Porto Alegre, Brasil. Foi o maior massacre escolar do século, com mais de 900 vítimas, incluindo alunos, professores e funcionários. O impacto desse genocídio foi global. Nunca foram descobertos os criminosos por trás de tais atrocidades. Os únicos sobreviventes foram cinco alunos do ensino médio — quatro deles estavam no banheiro no… - Capítulo
Quem... Eu sou?
4 de fevereiro de 2024 — a data de um dos maiores e mais hediondos crimes cometidos em todo o mundo: o massacre sangrento ocorrido no Colégio Península, em Porto Alegre, Brasil. Foi o maior massacre escolar do século, com mais de 900 vítimas, incluindo alunos, professores e funcionários. O impacto desse genocídio foi global. Nunca foram descobertos os criminosos por trás de tais atrocidades. Os únicos sobreviventes foram cinco alunos do ensino médio — quatro deles estavam no banheiro no… - História
O que eu deixei para trás?
Após sobreviver ao maior massacre escolar do século, um jovem acorda sem nenhuma lembrança de quem é. Sem passado. Sem memórias. Sem identidade. Ele tenta seguir em frente, deixando para trás as cicatrizes que não consegue sequer lembrar. No entanto, quanto mais se afasta, mais o destino insiste em trazê-lo de volta. Encontros com pessoas que parecem conhecê-lo revelam fragmentos de uma história que…- 3,5 K • abr 12, '26
- 2,0 K • abr 20, '26
- 1,6 K • Novo
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Capítulo 20
— Acorda, Kanoff Maru! Senti gosto de sangue. Meu rosto gelou. Um medo instintivo — que jamais pensei que fosse sentir — dominou minha mente por completo. Ele... usou o nome de patriarca? — Meu pai morreu!? — Minha voz saiu quase como um choro. Meu coração estava acelerado. Faltou-me o ar e quase vomitei. Ao abrir os olhos, a primeira coisa que vi foi aquela imagem asquerosa. Procurei desesperadamente o rosto da minha mãe e, quase chorando, perguntei: — Mãe... o pai… - Capítulo
Capítulo 20 – Sete Corações
Narrador: Li Wang Mas então, algo o fez recuar.Vireon congelou por um instante, os olhos arregalados. O rosto antes colado ao pescoço de Li Wang afastou-se num rompante, tomado por um medo instintivo. O corpo de Li Wang tremeu.E então… como se algo dentro dela explodisse. Veias saltaram por toda parte, pulsando como cordas vivas.A pele vibrava, parecia prestes a rasgar. O calor que emanava de dentro dela era tão intenso que o ar ao redor tremia, como num deserto escaldante.A respiração…- 106,8 K • Ongoing
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