Índice de Capítulo


    — Os arco-íris são tão belos, né, Yuki?

    — Sim, são únicos. Realmente parecidas com as que víamos nos livros.

    Parece que estou sonhando novamente.

    Vejo um céu cheio de nuvens, belas e fofas, cobrindo um lindo arco-íris.

    Ao meu lado, vejo a mesma mulher de sempre, mas sem conseguir ver seu rosto.

    Seus cabelos estão amarrados no estilo maria-chiquinha, de cor rosa.

    Ela está observando o céu junto comigo, o dia está bem claro.

    O que será que aconteceu comigo? Meu corpo estava fraco e acabei desmaiando.

    — Você me ama?

    Ela segurou minha mão enquanto dizia isso.

    O que ela quer dizer com isso?

    — Sim, amo muito! Você é tudo para mim.

    Esse sentimento… por que meu coração está tão quente?

    Parece que estou em paz. Esse sentimento é confortável e seguro, como se eu estivesse em casa, com minha família.

    Sinto o calor do toque da mão dela sobre a minha.

    Meu coração pulsa ferozmente, dizendo que deseja esse momento todo dia.

    Por que sinto isso? É apenas um sonho.

    Mas, por algum motivo, meu corpo e mente querem muito viver esse momento tranquilo.

    Mas, infelizmente, tudo ao meu redor está ficando escuro.

    Parece que vou acordar agora. O sentimento que tinha não está mais evidente.

    O sentimento reconfortante e quente está sumindo gradualmente.


    — Ele está abrindo os olhos, que bom!

    Essa voz doce e alegre, com certeza é a Katsu.

    — Finalmente, né? Perdemos tempo precioso com isso.

    Já essa voz indelicada, conheço muito bem: Aikyo.

    Ao abrir os olhos, vejo o rosto das duas, mas pelo ângulo, o rosto da Aikyo está bem em cima do meu, já o da Katsu está oposto.

    Onde minha cabeça está é bem macio. Parece que estou nas pernas da Aikyo?

    — Onde… estou? — perguntei com a voz fraca.

    Aikyo, com uma expressão fatal e um olhar de ódio, disse: — Não é óbvio? No meu colo, tsc!

    — Não é… isso. Estou no… vestiário ainda? — disse, levantando o pescoço e saindo da perna da Aikyo.

    — Ah… sim! Ainda estamos. Você apagou por uma hora, mais ou menos — disse Aikyo, fazendo movimentos de limpeza sobre seu vestido escolar.

    — Entendo… o que aconteceu?

    Aikyo levantou do banco onde estava e ficou ao lado de Katsu.

    — Bem, você desmaiou, a luz apagou. Depois de dois minutos, ela acendeu e você ainda estava apagado. Logo Katsu sugeriu colocar você sobre o colo dela, mas neguei e coloquei você no meu colo.

    Katsu ficou vermelha, fazendo movimentos de negação com a cabeça.

    — Que estranho… Por que eu desmaiei do nada?

    Meu corpo está fraco e cansado, minha cabeça está doendo muito, a única coisa que consigo fazer é movimentar bem lentamente minha cabeça.

    — Eu que te pergunto isso! O que está sentindo? Não comeu direito hoje? — indagou Aikyo.

    — Irmã… deixa ele em paz. Vamos levar ele na senhorita Pinkrine.

    Katsu, com seu jeito gentil, sempre pensando no melhor.

    — Hmf… perdemos tempo por conta disso. E agora vamos perder mais tempo levando ele lá?

    — Entendo sua raiva, irmã. Mas, por favor, ele precisa ir na medicina. Por favorzinho… — disse Katsu, com um jeito fofo e melancólico ao mesmo tempo.

    — Tsc… hmf. Como dizer não a um rosto tão lindo como o seu? Tá bom, então!

    Aikyo abraçou o braço de Katsu com um rosto corado.

    Será que ela é assim só porque são gêmeas?

    — Vocês têm… certeza disso?

    — Cala a boca. Vem aqui!

    Aikyo pegou meu braço esquerdo enquanto Katsu segurava o direito, me ajudaram a andar.

    Já era bem tarde, quase nove da noite, olhando pelo meu relógio.

    Elas realmente queriam me levar para a enfermaria, mas daqui das piscinas até lá é muito longe.

    Elas vão conseguir me levar mesmo?

    Já foi uma luta subir comigo nas escadas, quem dirá me levar até a enfermaria no outro lado da escola.

    Depois de dois minutos andando, uma figura apareceu bem na nossa frente aos poucos.

    Era o professor Okawara, de blusa de frio escura e calça preta. Estava usando seus óculos dessa vez.

    — Posso saber o que está acontecendo aqui? — disse Okawara, com um tom grosseiro.

    — Ah… professor… Bem, o Yuki desmaiou e a gente está ajudando ele, levando até a enfermaria.

    Katsu disse, completamente ofegante, estava na cara que o cansaço bateu nela.

    O esforço que as duas estavam fazendo por mim me deixou contente, mas ao mesmo tempo desconfortável; não queria que elas passassem por isso.

    — Entendi. Por conta da investigação? O que o fez desmaiar?

    — Não sabemos… por isso estamos indo até a enfermaria — disse Aikyo.

    — Esse garoto só dá problemas também, hein? Me perdoem a dor de cabeça que ele está causando às duas.

    Katsu levantou a voz rapidamente depois dessa fala do Okawara: — Não! Está tudo bem… ele não deu dor de cabeça… na verdade, ele ajudou muito!

    — Entendo. Bem, podem voltar para seus dormitórios. Deixem que eu leve o garoto.

    Okawara me pegou e me colocou no colo. Eu não sou pequeno nem leve, mas ele é bem forte e alto, então parece estar tudo bem para ele.

    As duas seguiram o mesmo caminho que a gente, já que os dormitórios delas ficam um pouco depois da enfermaria.

    Tem a enfermaria da escola e a própria enfermaria; onde estávamos indo era a enfermaria dedicada, eu presumo.

    Depois de andarmos um pouco, paramos um pouco a frente da enfermaria, onde Okawara me colocou no chão.

    — Consegue andar, garoto?

    — Sim… obrigado, senhor Okawara.

    — Podem ir, meninas, cuidado no caminho, hein.

    — Tá bom, estamos indo então, professor Okawara. Boa sorte, Yuki. Espero te ver bem amanhã na escola — disse Katsu, dando tchau para mim enquanto Aikyo a puxava para ir embora.

    Estou muito fraco, não consegui dizer nada para elas, mas amanhã eu agradeço.

    — Vai, consegue andar alguns metros sozinho, não, pirralho?

    — Consigo…

    Mesmo com fraqueza, Okawara ainda segurava meu braço caso eu caísse. Aos poucos, andei até a porta da enfermaria.

    Okawara bateu na porta com seu jeito grosseiro.

    De fundo, escutamos uma voz abafada e fraca vindo de trás da porta.

    — Calma, já vou, seu grosso.

    Após alguns segundos, a porta se abriu.

    Dela, apareceu a senhorita Pinkrine.

    — Meu Deus, o que aconteceu com ele???

    A voz dela soou tão alta que meus ouvidos até doeram.

    — Também quero saber, pode olhar as condições dele?

    — Claro, traz ele aqui para a ala, vem, rápido.

    Okawara me colocou na maca, e a senhorita Pinkrine começou a me consultar.

    Depois de alguns minutos de consulta e análise, ela ainda havia tirado um pouco do meu sangue.

    — Bem, seu corpo não demonstra ter nenhum ferimento, nem algum tipo de mordida ou picada de aracnídeo ou bichos peçonhentos — disse Pinkrine, pegando meu braço e apertando pouco a pouco. — Provavelmente deve ser falta de vitamina, você tem comido direito?

    Eu acenei com a cabeça.

    — Entendi, você me disse que estava a tarde inteira em movimento, logo é cansaço e falta de vitamina D. Mas isso é estranho, as partículas ONI supririam qualquer falta de vitamina, tenho certeza que não seja isso.

    Okawara se levantou da cadeira ao meu lado, inquieto.

    — Então é cansaço mesmo, e com certeza ele não comeu direito hoje. Era só isso mesmo. Você coletou o sangue dele, né?

    — Sim, amanhã eu entrego os resultados a você, Okawara, para entregar ao Yuki.

    — Certo.

    — Então é só fome e cansaço, senhorita Pinkrine? — perguntei, erguiendo-me da maca.

    — Provavelmente, mas amanhã sairão os testes de sangue, vou saber melhor o que está acontecendo, tá bom? Quando chegar em casa, Okawara vai fazer algo para você comer, e depois você dorme direitinho. Certo?

    — Eu o quê? — gritou Okawara.

    — Você entendeu, ele não está em condições de fazer nada. E ele precisa comer algo nutritivo e energético, você é um bom cozinheiro, dá conta, né?

    Okawara ficou com uma expressão de raiva, mas acenou concordando com isso.

    — Melhoras para você, certo, Yuki? Cuidado esta bem? — disse Pinkrine, colocando ambas as mãos em meu rosto.

    Mãos essas que estão cobertas por luvas, a deixando bem gelada.

    — Sim…obrigado senhora Pinkrine.

    Nos despedimos dela e saímos da enfermaria.

    Queria ter ficado por mais tempo, mas pela hora eu tenho que voltar.

    Logo depois, ele me levou de volta ao dormitório.

    Ele fez algo para eu comer, não conversamos nada.

    Ele apenas ficou com a cara emburrada.

    Assim que terminei, escovei os dentes e deitei.

    — Descanse bem, amanhã eu volto aqui antes das sete para ver se está em condições de ir para a escola, entendeu?

    — Sim… obrigado, senhor Okawara.

    — Tsc…

    Ele apagou a luz e foi embora.

    Olhando para o teto, a cor da parede, o escuro em minha volta me fazendo ficar com mais sono.

    Não pude evitar meus últimos pensamentos.

    Eu estou com muita vontade de saber o motivo de eu estar fraco desse jeito.

    Voz misteriosa, o que aconteceu?

    Me responde. Por que você não me responde agora?

    Realmente você é apenas um delírio meu? Você não existe.

    Eu não estou conseguindo ficar de olho aberto… acho que vou… dormir.


    Enquanto Yuki dorme, o diretor está perto da cachoeira junto com Ayumi.

    O diretor estava com seu terno elegante preto, enquanto Ayumi usava a blusa de frio modelo escolar básico, além de estar com seu colar roxo.

    Ayumi andando ao lado do diretor na floresta a noite
    Ayumi e o Diretor Saulo caminhando na floresta

    — Perdemos algumas horas por conta daquela interrupção desagradável do comandante do exército. Eu sei que tenho prazos, mas para que vir com novos planos? Que chatice — disse o diretor.

    — Eu entendo, mas não se pode evitar, o financiamento da escola depende disso — disse Ayumi, com as mãos no bolso da blusa.

    — Tsc… eu sei. Mas finalmente podemos continuar com o mais importante. O que aconteceu com Theo e o Jin? Era isso que você queria me contar?

    — Sim, só me siga, diretor, estamos indo para a cachoeira.

    — Oh, cachoeira, é? Aproveitar e ver aquela vista bela.

    Ambos continuaram o caminho até a cachoeira, no meio da noite e sem ninguém por perto.

    O som do vento trazia ecos das folhas se mexendo, o clima era sombrio e frio.

    Ayumi apressou os passos na frente do diretor.

    — É por aqui, diretor, o jardineiro disse que havia escutado sons de grito vindo da parede da cachoeira — disse Ayumi, andando com pressa.

    — Vindo da… parede? Como assim?

    — Sim, de dentro da parede, como se houvesse um buraco que possibilitasse a entrada para dentro das paredes.

    — Entendi. E o que esses gritos têm a ver com Theo e Jin?

    Ayumi e o diretor enfim chegaram à cachoeira, lugar este cheio de lembranças recentes envolvendo Yuki.

    — Bem, é porque, segundo o jardineiro, os gritos diziam algo, diziam para ajudar o Theo. E que a voz do grito era do Jin.

    — O quê?? Mas, mas como ele sabe que a voz era do Jin? — indagou o diretor, com uma expressão assustada.

    — Jin era aprendiz de jardinagem desse jardineiro, por isso.

    — Entendi. Isso é bastante estranho, não acha? Qual a chance deles estarem dentro da parede? E outra, como que mais ninguém escutou eles? — disse o diretor, fazendo pose de pensador.

    — Eu sei que está estranho, ainda mais que só agora que tiveram os gritos, o que deixa mais estranho, porque não gritaram antes se estão sumidos há mais de um mês?

    — Exato. Estão há muito tempo fora, deveriam ter morrido de fome ou desidratação, e agora que gritaram? Pra mim deve ser loucura ou mentira do jardineiro — disse o diretor, balançando a cabeça.

    — Loucura não sei dizer, mas acho que pode ser mentira.

    Ayumi rapidamente virou a cabeça para a direção da floresta.

    — O que foi, Ayumi?

    — Você não escutou? Um som de folhas sendo pisoteadas grosseiramente?

    O diretor virou seu olhar para a mesma direção, um grande vácuo negro dentro da floresta.

    Não se dava para ver o que havia por lá, apenas o som de uma noite normal perto de árvores.

    Mas, aos poucos, o som das folhas sendo pisadas se aproximava, aumentando gradualmente o volume.

    Até que uma imagem surge do vácuo preto, um homem vestido com traje de jardinagem.

    — Ah, é o jardineiro que falou comigo — disse Ayumi.

    — Entendo. Quer dizer que foi você que ouviu os gritos?

    O homem na frente de ambos estava com uma expressão diferente no rosto, parecendo alguém maluco, com um sorriso aberto em ambos os cantos, um olhar com sede de sangue.

    — Por que ele está sorrindo, Ayumi? — perguntou o diretor.

    — Não sei, ele está estranho, não era assim quando veio falar comigo mais cedo.

    O jardineiro ainda estava parado, com seu jeito estranho.

    — Bem, não quero perder meu tempo aqui, fale logo, jardineiro, você quer perder seu emprego? — disse o diretor, com seu tom de voz tranquilo.

    Com o brilho do luar, o jardineiro cruzou os braços, ainda com o sorriso no rosto, e disse:

    — Estou muito surpreso que realmente vieram até aqui. Não esperava que vocês fossem tão burros.

    — Perdão, o que você quer dizer com isso? — indagou o diretor.

    — Ora, diretor, não está óbvio? Logo você, que sabia que havia um espião do Japão por esse lugar, não entendeu até agora?

    As expressões de Ayumi e do diretor foram de surpresa.

    O diretor retirou suas mãos do bolso, colocando a direita na cintura.

    — Entendo. Então você é o espião? Por que está dizendo isso logo para mim? Já concluiu sua missão, eu presumo? — disse o diretor.

    — Eu? Ah, com certeza… não! Mas irei agora, matando você aqui e agora.

    O homem retirou uma faca da cintura.

    — Oh… então sua missão é me matar? O que o Japão ganha exatamente com isso? Não entendo — disse o diretor, com seu jeito excêntrico e calmo.

    — Cale-se. Você não precisa saber de nada, HAHA. Você só precisa… morrer. Morrer! Morrer! Você só precisa disso, MORRER!

    O olhar desse homem estava corrompido, sua sanidade se perdeu há tempos. Ele segurou a faca com as duas mãos, se preparando para atacar.

    — Não compreendo, mas se é isso que você quer, então infelizmente vou ter que contratar outro jardineiro. Ayumi, faz… aquilo!

    Ayumi olhou de canto para o diretor, com uma expressão emburrada.

    Tirou as mãos do bolso da blusa e levou até o colar em seu pescoço.

    Retirou de dentro do colar um comprimido branco, o qual engoliu.

    Seu corpo reagiu de uma forma bruta, veias em seu rosto ficaram evidentes, enquanto escorria sangue de seu nariz.

    Os olhos roxos de Ayumi rapidamente ficaram brancos, assim como seu cabelo.

    O homem correu na direção do diretor com a faca em mãos.

    Ayumi, em questão de milissegundos, virou vários fragmentos brancos que se separaram no ar e rapidamente se reuniram na frente do homem com a faca.

    Quando ele percebeu, a lâmina já havia atingido a barriga de Ayumi.

    — HAHA… você… você vai morrer, diretor! Você vai morrer!

    O homem sequer entendia o que estava acontecendo. Seus olhos estavam arregalados, perdidos em pura insanidade.

    Então, a faca começou a se contorcer.

    O metal entortou lentamente, como borracha sendo esmagada por uma força invisível, até a ponta ficar completamente torta para o lado.

    Nem sequer havia causado um arranhão em Ayumi, além de um pequeno rasgo em sua blusa.

    — Você estragou minha blusa favorita, seu verme… — disse Ayumi, com uma voz densa e grave, alterada pelo uso daquele poder.

    Alucinado, o homem continuou sorrindo enquanto tentava golpeá-la repetidas vezes, mesmo com a faca inutilizada.

    Ayumi fechou a expressão.

    Com raiva, ergueu o punho e acertou o peito do homem.

    O impacto foi brutal.

    Fragmentos brancos explodiram ao redor de seu braço no instante da colisão. O peito do homem afundou violentamente, e a mão de Ayumi atravessou carne, ossos e órgãos até arrancar o coração para fora.

    O sorriso insano finalmente desapareceu.

    Seus olhos, antes enlouquecidos, voltaram lentamente ao normal.

    Lágrimas começaram a escorrer pelo seu rosto.

    Como se, apenas naquele último instante, ele tivesse recuperado a consciência.

    Seu corpo começou a rachar.

    Pequenos fragmentos brancos surgiram por sua pele como porcelana quebrando, espalhando-se lentamente até partes inteiras de seu corpo começarem a se desfazer.

    Ayumi retirou a mão ensanguentada do peito dele enquanto observava aquilo em silêncio.

    — Que cara estranho… O que houve com ele? Está na cara que esse homem não era espião coisa alguma. — disse o diretor.

    Os cabelos brancos de Ayumi começaram a escurecer novamente.

    Seus olhos voltaram ao tom roxo habitual enquanto os fragmentos desapareciam de seu corpo.

    — Eu também não sei… Mas se ele falou sobre um espião, então realmente existe um espião aqui dentro. — respondeu Ayumi, limpando o sangue da boca.

    — Sim. O verdadeiro espião provavelmente manipulou esse jardineiro para fingir ser um. Assim, se nós matássemos esse homem, a história terminaria aqui.

    — Sendo assim… isso confirma que realmente há alguém infiltrado aqui. Você estava certo, dire—

    Antes de terminar a frase, Ayumi tossiu sangue.

    — Droga… Tome. — disse o diretor, retirando um lenço do bolso e entregando para ela.

    Ayumi levou o lenço à boca enquanto respirava fundo.

    — Usar esse poder concentrado em um corpo que não está acostumado com ele é perigoso demais. Desculpe fazer você passar por isso. — disse o diretor, alisando levemente o ombro dela.

    — Tudo bem… Desde o início eu sabia dos riscos.

    Diretor pegou Ayumi pelo ombro e a ajudou a caminhar.

    Após isso, ambos começaram a caminhar para longe, como se nada tivesse acontecido.

    Mas, escondida entre a escuridão da floresta, havia uma pessoa encapuzada observando toda a cena desde o começo.

    Quem era aquela pessoa misteriosa?

    Arco: Investigação.

    Regras dos Comentários:

    • ‣ Seja respeitoso e gentil com os outros leitores.
    • ‣ Evite spoilers do capítulo ou da história.
    • ‣ Comentários ofensivos serão removidos.
    AVALIE ESTE CONTEÚDO
    Avaliação: 0% (0 votos)

    Nota