Índice de Capítulo

    AVISO IMPORTANTE!!!

    Olá! Aqui é o Andaz! Quanto tempo, hein?

    Se você passou do capítulo 35 da história antes do dia 15/03/2026, talvez perceba algumas coisas quando continuar a leitura.

    Os detalhes principais estão no canal de avisos do Discord oficial da obra (link no fim deste capítulo), então, por favor, leia-os antes de continuar a história.

    Então, finalmente anuncio que a postagem de novos capítulos voltou à ativa!

    Espero que continuem se divertindo com a novel! Se tiverem algum feedback ou quiserem conversar comigo, há o meu pv aberto e o servidor oficial, onde todos os dias conversamos sobre os melhores assuntos! 😁

    Com o fim deste hiato, prometo continuar me dedicando ao máximo pra que essa novel evolua cada vez mais, sem que eu tenha que passar por mais pausas, e conto com suas opiniões, críticas e ideias para que possamos melhorar nossas narrativas juntos ao longo dessa jornada como leitores e escritores! ❤️

    [ 27 de maio de 1922, Dojo ao lado do Salão de Fogo, Campo de Treinamento 3, 20h00 ]

    No centro do dojo de pouca luz, Akemi e Miya se encaravam de joelhos sobre tatames escuros, ambos com a postura ereta e mãos sobre as coxas.

    De olhos fechados, o rapaz mordia o lábio inferior enquanto ajeitava as costas pela terceira vez. Por causa dos longos dias de incessantes treinamentos, qualquer movimento tornava-se uma tortura silenciosa. “Desse jeito minha lombar vai se soltar do corpo e sair andando pra longe de mim.”

    Miya não falava, somente mantinha sua energia flamejante aquecendo os arredores para que afastasse o frio da noite e confortasse seu discípulo frustrado pelo silêncio.

    — Ei, por que voltamos pra esse lugar? Não terei mais que iniciar a noite sustentando aquelas posturas infernais?

    As reclamações alheias foram friamente analisadas. Resultado: um sorriso singelo na garota.  — Ultimamente venho te batendo menos, né? Ou seja, você tá melhorando… Nikko me relatou que você progrediu bastante sua resistência nos treinos físicos. Ela ficou impressionada quando te viu acompanhando o ritmo dela por todo o percurso de hoje. Parabéns!

    Akemi iluminou-se com as palmas que recebeu; o cansaço foi momentaneamente esquecido e o orgulho aqueceu ambos os corações.

    — Ela tem sido essencial nos treinos. Até hoje me dá dicas sobre como distribuir energia durante exercícios longos. Ela é… incrível, na verdade — apesar da gratidão, Akemi tinha outro questionamento martelando sua cabeça. — Mas falando nisso, você continua sumida dos treinos da tarde. Onde que você… 

    O clima descontraído foi-se embora.

    — Não se engane, mesmo que alcance um bom nível físico, ainda estará longe de estar pronto.

    Akemi desconfiou da frieza em que foi tratado. — … Por quê?

    Miya levou a mão ao peito dele em um toque leve e deliberado, concedendo a sensação de calor percorrendo as veias do coração, destacando o órgão. — A maior força que possui está aqui, maaas… — o dedo momentaneamente subiu à testa. — Sua maior fraqueza está beeem aqui… Quero dizer que pretendo fortalecer sua mente, pois até o modo como você olha pra mim às vezes revela insegurança e confusão. Na sua essência, ainda vejo o mais puro medo.

    Akemi sentiu as colocações e baixou o olhar. — Eu acreditava que essas sensações vinham somente da inexperiência, por saber pouco sobre aura e criar uma imagem errada do mundo. Só que depois de tudo que presenciei, desde os testes de ingresso até Jin e o anúncio da Floresta Estelar, notei que as raízes desse medo são muito mais profundas do que imaginava.

    “Pra piorar, sinto que ainda tô bem longe de arrancá-las. Só de imaginar em voltar atrás já me assombra… embora de algum jeito a ideia de voltar pra casa me dê um certo conforto.”

    — Está pensando demais, Akemi, assim não irá entender o que quero dizer. Meu objetivo com você não é eliminar seu medo por completo.

    O rapaz ergueu os olhos para que escutasse melhor.

    — Medo é essencial para o ser humano… é a forma mais pura do instinto de sobrevivência que nos mantém vivos. Sem medo, você seria imprudente. Sem medo, você morreria na primeira batalha real, tudo em conta da mera ignorância, ou na pior das hipóteses, do traiçoeiro ego.

    Akemi entendeu que o problema não era sentir medo: o problema era ser dominado por ele, o que paralisaria decisões e impediria reações.

    Mais uma vez, outra dúvida o invadiu, mas Miya já sabia dela há muito tempo.

    — Está com dificuldade em saber como resolverá seu medo?

    O silêncio do garoto confirmou.

    — Hihihi, certo. Farei três perguntas a você. Três cenários. Cada um exigirá coragem, mas acima de tudo, exigirá que você pense e use sua maior força. Beeem aqui… Confio no seu potencial com a mente sã, então, por favor, prove-me de que estou certa.

    — Tá… tá bom.

    — Primeira pergunta! Uma cobra imensa surgiu no seu caminho durante uma caminhada na floresta. Você não tem chances de enfrentá-la, muito menos de escapar dela. O que você faria?

    “Cobra imensa?” Akemi imaginou a cena: seus passos sobre a trilha cheia de folhas e o forte sol ofuscando sua visão por entre pinheiros gigantes, quando repentinamente, um movimento sinuoso revelou escamas escuras sob brilhos dourados, onde olhos reptilianos e presas à mostra se levantaram e barraram o seu caminho.

    Seu primeiro instinto: correr.

    Mas Miya encarava, esperando a melhor resposta.

    — Eu… fico parado primeiro. Cobras reagem a movimentos bruscos. Se eu correr, ela pode atacar. Então eu fico parado, respiro fundo pra controlar o pânico, e depois… recuo devagar. Muito devagar. Dando espaço pra ela, mostrando que eu não sou ameaça.

    — E se ela avançar mesmo assim?

    Akemi pensou rápido. — Daí não teria outra opção a não ser me defender. Talvez descarregar eletricidade no chão ao redor ou algo assim. Não pra matar, mas pra intimidar já que é um animal. Isso… isso funcionaria?

    Miya ponderou e sorriu sutilmente. — Arriscado… porém, interessante. Você pensou em controle ao invés de destruição. Isso é raro.

    Akemi suspirou o ar entalado nos pulmões, aliviando-se.

    — Segunda pergunta. Imagine-se encurralado por alguém mais forte, mais rápido e mais experiente. Nada de truques, nada de aura, só o corpo, só você. Esse alguém avança com a intenção de te apagar do mundo, e não há instinto animal ou manobra emocional que altere as motivações assassinas do sujeito. Qual decisão você tomaria quando o oponente partisse pra cima?

    “Encurralado contra alguém mais forte, rápido… e experiente?” Akemi se viu em um beco com paredes de pedra por ambos os lados. À frente, uma figura imensa: músculos, cicatrizes e olhos tão vazios que sequer deixavam resquícios de que aquele ser possuía alma. Conversar não era uma opção. “Nada de aura, só corpo… O que eu faria?”

    Fugir? Nem pensar, não havia saída. Lutar? Negativo, perderia facilmente.

    “Mas talvez haja uma alternativa.”

    — Eu enganaria ele!

    — … Como?

    — Eu fingiria que um ataque pela direita, mas atacaria pela esquerda! Ou fingiria recuos, mas avançaria! Ou… já sei! Utilizaria o ambiente, talvez jogaria algo pra distrair e… se nada disso funcionasse, eu usaria o momento em que ele atacasse contra ele mesmo. Tipo… desviar e fazer ele bater na parede.

    Miya levou a mão ao queixo, imaginando a cena, e logo, chegou a uma conclusão. — Pft, falar é fácil, mesmo, hihihihiii! Que ideia horrííível!

    — Ei! Qual é a graça!? Se não há escapatória, preciso criar a minha, e nesse cenário contra um oponente superior em todos os quesitos, não haveria outra opção a não ser tentar o impossível.

    A segunda resposta convenceu melhor.

    — Bom, de qualquer forma, você acabou descrevendo três fundamentos da nossa arte marcial: enganar o oponente, usar o ambiente, e redirecionar força. Você formalmente não é um mestre em combate, mas pelo visto, pode pensar como um lutador.

    — Então foi uma boa resposta?

    — Pra você, ainda não. Pra alguém preparado, sim. Considere isso um elogio.

    — Ceeerto — assentiu Akemi, imaginando que merecia uma apologia menos adversativa.

    — Está indo bem, só foque em uma coisa: sempre buscamos o caminho mais seguro que exista, e mesmo que em certas situações a paz fique fora de alcance, entregar-se ao caos jamais será escolha de quem carrega um coração limpo.

    “Ela fala com tanta convicção e clareza…”

    — Entendido!

    — Preparado pra última questão?

    — Positivo!

    — Muito bem… — Sorrateiramente, o rosto gentil de Miya perdeu as emoções, mergulhando nas sombras, e a voz ganhou o peso de algo antigo e calafriento. — Terceira e última pergunta. Akemi… imagine-se em uma sala fechada. Enquanto sons de botas se aproximam, o cheiro de sangue arrepia o interior das suas narinas, pois diante de si, estirada no piso, a pessoa que significa tudo para você… que você ama, soluça o próprio líquido carmesim da vida. Ela está respirando devagar, chamando por sua presença como se fossem as últimas palavras que teria a chance de dizer.

    Akemi mente imediatamente conjurou uma imagem: seu avô deitado no chão e sangue para todos os lados. — Humf — ele apertou os punhos; a existência daquela cena, mesmo que imaginária, já causava transtornos internos que embaralhavam seus pensamentos, misturando o medo da perda, a dor da tragédia, e a tranquilidade de que tudo aquilo era falso. “Não sei por quanto tempo consigo manter esse cenário, o que ela planeja com isso?”

    Miya prosseguiu sem receio: — Esta pessoa está respirando devagar, chamando por sua presença. São as últimas palavras. Mas nesse instante, você sente duas rotas bagunçando sua mente: o afeto puxa você para perto de quem ama… e ao mesmo tempo, o dever empurra você para encarar o causador de toda aquela dor, aquele que tirou o sangue de quem você ama.

    — Miya… Do jeito que você fala… Esse sentimento de “dever” não seria… vingança?

    — …

    — Miya?

    — Pense como quiser. Continuando, o causador está logo atrás de você. Somente pensar em sua presença já te dá ânsia. E aquele som de botas vêm dos passos lentos dele, pronto para desaparecer de vista sem sequer reconhecer que feriu fatalmente o que você mais amava…

    Akemi sentiu náusea subindo. O cenário em sua cabeça era tão vívido que parecia real. O cheiro de sangue, o som das botas, a sensação de desespero absoluto… Mas aquele pesadelo estava longe do fim, havia mais história, e a cada relato, o jovem ficava cada vez mais abismado.  

    — De repente, a voz enfraquecida da pessoa caída pede para que você não reaja… que não tente alcançar o desgraçado que provocou aquilo — a história acelerou, afiando palavras em gestos bruscos. — Entretanto, mesmo com o pedido de calma, a adrenalina o consome. Seus olhos se focam, seus dentes travam, e o sangue sobe. A fúria acaba de te convencer de que pode fazer qualquer coisa. O calor sobe pelo peito, o coração dispara, e seus ouvidos descartam qualquer súplica, como se o mundo se silenciasse de uma vez!

    — Miya? Você-

    — E aí, surge aquela vontade absurda de interromper aquele monstro… custe o que custar. Independente do modo, eliminando-o, queimando-o, decepando-o, mutilando-o! Tudo seria melhor se aquele covarde não existisse! — A última palavra saiu arranhada, um rompimento da alma que tirou o fôlego da garota.

    O choque tirou a fala de Akemi, sobrando a espera.

    — Então… me diga… se tudo em você pede… vingança, ao mesmo tempo em que a pessoa que ama clama pela sua calma… o que você… faria?

    Ambos os jovens respiravam pesado. Mãos tremiam e olhos se estatelavam.

    “O que eu… faria?” Akemi fechou os olhos, respirou fundo, e quando abriu os olhos novamente, encontrou o sentimento que o ajudaria na resposta:

    — Eu ficaria com a pessoa que amo. Ao lado dela, seguraria sua mão, ouviria suas últimas palavras. Porque… se aqueles são os últimos momentos que terei com ela, deixar isso escapar para correr atrás de vingança seria… seria desperdiçar o que resta.

    Miya enrijeceu-se e murmurou. — Desperdiçar? — A indignação a tomava. — E quem casou aquela dor simplesmente escapa?

    — Pra mim, acho que ele deixaria de ter qualquer importância. Eu abriria mão da fuga dele momentaneamente, só para permanecer nos últimos momentos com quem realmente significa algo pra mim. Perder tudo de uma vez, inclusive a mim mesmo, seria um risco inconsequente. Faz sentido, não faz?

    — Você realmente acha que é tão fácil assim? 

    Akemi surpreendeu-se com a intensidade repentina. — Miya, eu-

    — Esqueceu que você nem está escutando o que dizem!? — A garota apontou para o jovem, sua mão tremia levemente. — Seu coração já decidiu! Porque tudo em você implora pra ir atrás daquele monstro! A raiva já tomou conta, lembra!? — Sua respiração acelerou juntamente das palavras chorosas — e então, o que você faz? Finge que está calmo? Finge que consegue controlar? Finge que pode simplesmente… simplesmente ficar lá parado enquanto aquele desgraçado desaparece pela saída?

    — Miya, calma-

    — Não me fale de calma! — Nas laterais de um sorriso quebrado, lágrimas amargas e desesperadas desceram. — Sabe o que é sentir isso!? Sabe o que é falhar em defender quem te protege? Sabe o que é se sentir incapaz de demonstrar sua força e ter que escolher entre amparar alguém que você ama ou… ou… 

    Paralisado, Akemi via o choro de Miya buscando a comparação que não vinha.

    Era estranho vê-la naquele estado. Aquela pessoa calma, gentil, sempre culta, desmoronava. E embora não fosse a primeira vez que aquilo acontecia, a intensidade do descontrole estava mais evidente do que nunca.

    “Ela viveu isso. Ela realmente viveu algo assim.” Akemi apertou o próprio coração. — Miya… eu… eu sinto muito, eu-

    — Não me peça desculpas — a garota limpou os olhos rapidamente com as costas da mão. A angústia cresceu tanto que não restou forças nas palavras. — Só… só me diga a verdade. O que você faria? De verdade. Essa resposta óbvia… essa resposta bonita de simplesmente “manter a calma e ficar com quem amo” não existe. Eu sei que ela não existe.

    “Hm… Ela não quer uma resposta perfeita, ela quer que eu entenda. Mas entender o quê? Que às vezes a escolha certa é impossível? Que às vezes você perde de qualquer jeito? Não, tem que haver outra resposta.” Akemi fechou os olhos e lembrou das duas primeiras perguntas. A cobra: controle ao invés de destruição. O oponente: criação de saídas em meio ao impossível. 

    Finalmente, uma resposta surgiu.

    Não em palavras, em ação.

    Akemi rapidamente avançou para um forte abraço.

    Miya congelou, seus olhos surpresos sobre os braços do rapaz se arregalaram. — O-o que você-

    Eu não sei a resposta — confessou Akemi, sua voz baixa e envergonhada saía abafada pela sua boca pressionada sobre o ombro da garota. — Sou só um garoto que cresceu em uma área tranquila. Minha vida inteira foi ajudar meu avô no trabalho, imaginar coisas, sonhar com algo maior. Um cenário como esse… de magnitude tão complexa e tão caótica… seria insolucionável para mim.

    Miya abriu a boca para que falasse, mas nada saiu.

    Mas mesmo que a resposta de manter a calma e permanecer com a pessoa que você ama pareça óbvia, entendi que ela é a opção mais complicada a ser escolhida, talvez impossível àqueles que possuem um coração, porque quando tudo está desabando, as emoções vencem, sempre vencem, e eu sei bem disso.

    Akemi pausou, respirou fundo, e seguiu.

    É difícil ter escolhas corretas em uma encruzilhada que envolve pessoas que você ama e pessoas que você odeia cegamente, ainda mais quando se trata de vida ou morte. Ninguém nasce como o gênio do controle emocional. Então, a resposta não está no que fazer naquele cenário, e sim, o que fazer antes para evitar aquela dor. Ter força, coragem, e sabedoria. Se você é uma pessoa poderosa o bastante para defender tudo o que ama, você nunca verá a dor daqueles que ama. Esse é o meu objetivo, e espero que você, Miya, me ajude a ser dessa forma. Você é claramente mais forte do que eu, mas assim como você já mostrou que quer me proteger, eu também quero te proteger por tudo o que você fez por mim até aqui.

    Durante o abraço, Akemi esperava por uma reação, palavra, ou qualquer coisa.

    Segundos passaram, e sutilmente, surgiu-se uma mudança no corpo da garota.

    “Espera… ela tá… tremendo?”

    Pânico.

    — Miya?! — Akemi a soltou imediatamente, afastando-se e escondendo o rosto vermelho entre gestos descontrolados e vexatórios. — Desculpa! Desculpa mesmo! Eu… eu não devia ter feito isso, foi invasivo, foi estranho. Só senti que você tava estressada e… achei que talvez um abraço ajudasse a te acalmar, mas eu fui um idiota e-

    Ele se calou quando finalmente viu aquele rosto neutro com lágrimas que caíam silenciosamente.

    — Miya…?

    Então, a garota piscou lentamente. Uma vez, duas vezes. E finalmente, acordou do transe. — Ah… — Suas mãos retornaram aos olhos, secando as lágrimas. — Desculpa. Isso foi… inesperado.

    — Você tá bem?

    — Estou… Estou sim — respondeu ela, a voz trêmula voltava ao controle. 

    — Tem certeza? Porque você-

    — Sua resposta foi perfeita, Akemi.

    — … Foi?

    Miya assentiu, sua alegria voltou aos lábios. — Foi, realmente, perfeita.

    — Ah… então fico feliz! Hehe.

    — Porém — Miya juntou as mãos e baixou o olhar. — Não sei se serei realmente capaz de te ajudar a alcançar o patamar que precisa. Agora, eu mesma entendo plenamente que estou longe de ter o controle emocional perfeito que você mencionou. Eu ainda… ainda carrego muita coisa. Muita raiva. Muito medo. Muita dúvida… — Terminado o desabafo, ela ergueu o rosto. — Mesmo assim, prometo que farei de tudo pra continuar compartilhando o que sei para você.

    — Então tá decidido! — Akemi devolveu a alegria, mas no fundo, perguntava-se sobre que tipo de ferida Miya carregava a ponto de esconder tamanha angústia sob um semblante de gentileza. Ele cogitou perguntar algum dia, mas a ideia se desfez. “Se for pra saber… vai chegar até mim do jeito certo.”

    — Akemi.

    — Oh! Sim?

    — Acho que tá na hora de você saber melhor sobre quem eu realmente sou. Sobre a minha verdadeira origem…

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