Índice de Capítulo

    O campo ainda fumegava.

    Marcas profundas no chão.
    Pedra derretida.
    Cinzas no ar.

    O sexto round tinha acabado…

    mas ninguém ali estava relaxado.

    Muito pelo contrário.

    Do lado oposto—

    Tsubasa Hayashi abriu os olhos.

    O corpo já estava regenerado.

    Sem queimaduras.
    Sem danos aparentes.

    Mas algo estava… diferente.

    Ele fechou a mão.

    Tentou puxar suas chamas douradas—

    Nada.

    Um silêncio interno.

    Vazio.

    — …Quebrou mesmo.

    A voz saiu baixa.

    Fria.

    Ao lado dele, Genjiro Okabe girava o machado lentamente.

    — Aquele ataque foi absurdo.

    Saka cruzava os braços.

    Olhar fixo no outro lado do campo.

    — Não foi só força.

    — Foi execução.

    Silêncio.

    Os três sabiam.

    Quem tinha feito aquilo.

    Tsubasa respirou fundo.

    — O Ryuji…

    Pausa.

    — é o coração deles.

    Genjiro concordou com um leve movimento de cabeça.

    — Tira ele… o resto desaba.

    Saka falou na sequência:

    — Então a gente para de brincar.

    Os olhos dele ficaram mais sérios.

    — Usa tudo.

    Sem reserva.

    Sem teste.

    — A gente esmaga eles no próximo round.

    Silêncio curto.

    Mas Tsubasa negou.

    — Não dá.

    Saka olhou de lado.

    — Como assim?

    Tsubasa respondeu direto:

    — Minha Kidou foi quebrada.

    Ele levantou levemente a mão.

    Ainda firme.

    Mas sem aquela presença absurda de antes.

    — Minha Ririokutou tá inutilizável por pelo menos dois dias.

    O ar ficou mais pesado.

    Genjiro parou de girar o machado.

    Saka estreitou os olhos.

    — Então você tá sem suas chamas…

    Tsubasa assentiu.

    — Eu não vou conseguir usar meu pico de poder.

    Pausa.

    Mas o olhar dele não vacilou.

    — Vou ter que lutar com o Sen de velocidade.

    Silêncio.

    E então—

    Genjiro sorriu.

    — Então você vai lutar sério.

    Tsubasa respondeu seco:

    — Eu sempre lutei.

    Saka soltou um leve riso.

    — Não.

    — Você sempre dominou.

    Pausa.

    — Agora você vai ter que competir.

    Isso mudou o clima.

    Genjiro deu um passo à frente.

    — Então a gente equilibra.

    Ele apertou o cabo do machado.

    — Eu ativo minha Senkai no começo e—

    Ele parou.

    Pensou.

    Olhou pro campo.

    Sentiu o ritmo da luta.

    E então soltou:

    — Não.

    Saka ergueu uma sobrancelha.

    — Não?

    Genjiro balançou a cabeça.

    — Se eu usar agora…

    — eu perco o trunfo.

    Silêncio.

    — Vou guardar pro final.

    — Quando eles acharem que ganharam.

    O ar ficou denso.

    Saka sorriu.

    — Boa.

    Ele então levantou a mão levemente.

    Como se pesasse a própria decisão.

    — Minha Senkai…

    Pausa.

    — também não dá pra usar agora.

    Tsubasa olhou pra ele.

    — Por quê?

    Saka respondeu, direto:

    — Porque ela não escolhe alvo.

    Silêncio.

    — Ela afeta o ambiente inteiro.

    Ele olhou pro campo.

    Imaginando.

    Calculando.

    — Se eu usar…

    — vocês dois entram junto.

    Genjiro soltou um “tch”.

    — Então é uma bomba.

    Saka corrigiu:

    — É um colapso.

    Pausa.

    — E a gente ainda tá dentro da área.

    Silêncio.

    Tsubasa cruzou os braços.

    Pensando rápido.

    — Então resumindo…

    Ele olhou pros dois.

    — Eu sem Kidou.

    — Genjiro segurando Senkai.

    — Saka limitado pela própria habilidade.

    Pausa.

    Os três ficaram em silêncio.

    E então—

    Saka sorriu.

    — Perfeito.

    Genjiro riu junto.

    — Agora sim ficou interessante.

    Tsubasa deu um leve sorriso de canto.

    — Porque agora…

    Ele olhou pro outro lado do campo.

    Onde Ryuji Arata estava.

    — não tem vantagem.

    Silêncio.

    Pesado.

    Real.

    — Só luta.

    O sistema do campo começou a vibrar.

    O juiz preparava o anúncio.

    Mas antes disso—

    Saka falou uma última vez:

    — Foco no Ryuji.

    Genjiro assentiu.

    — Sempre.

    Tsubasa completou:

    — A gente quebra o coração…

    Os olhos dele afiaram.

    — …e o resto para de bater.

    Silêncio final.

    E então—

    o campo inteiro respondeu.

    O Sétimo Round estava prestes a começar.

    E agora…

    ninguém ali estava escondendo mais nada.

    O campo ainda fumegava.

    Marcas profundas no chão.
    Pedra derretida.
    Cinzas no ar.

    O sexto round tinha acabado…

    mas ninguém ali estava relaxado.

    Muito pelo contrário.

    Do lado oposto—

    Tsubasa Hayashi abriu os olhos.

    O corpo já estava regenerado.

    Sem queimaduras.
    Sem danos aparentes.

    Mas algo estava… diferente.

    Ele fechou a mão.

    Tentou puxar suas chamas douradas—

    Nada.

    Um silêncio interno.

    Vazio.

    — …Quebrou mesmo.

    A voz saiu baixa.

    Fria.

    Ao lado dele, Genjiro Okabe girava o machado lentamente.

    — Aquele ataque foi absurdo.

    Saka cruzava os braços.

    Olhar fixo no outro lado do campo.

    — Não foi só força.

    — Foi execução.

    Silêncio.

    Os três sabiam.

    Quem tinha feito aquilo.

    Tsubasa respirou fundo.

    — O Ryuji…

    Pausa.

    — é o coração deles.

    Genjiro concordou com um leve movimento de cabeça.

    — Tira ele… o resto desaba.

    Saka falou na sequência:

    — Então a gente para de brincar.

    Os olhos dele ficaram mais sérios.

    — Usa tudo.

    Sem reserva.

    Sem teste.

    — A gente esmaga eles no próximo round.

    Silêncio curto.

    Mas Tsubasa negou.

    — Não dá.

    Saka olhou de lado.

    — Como assim?

    Tsubasa respondeu direto:

    — Minha Kidou foi quebrada.

    Ele levantou levemente a mão.

    Ainda firme.

    Mas sem aquela presença absurda de antes.

    — Minha Ririokutou tá inutilizável por pelo menos dois dias.

    O ar ficou mais pesado.

    Genjiro parou de girar o machado.

    Saka estreitou os olhos.

    — Então você tá sem suas chamas…

    Tsubasa assentiu.

    — Eu não vou conseguir usar meu pico de poder.

    Pausa.

    Mas o olhar dele não vacilou.

    — Vou ter que lutar com o Sen de velocidade.

    Silêncio.

    E então—

    Genjiro sorriu.

    — Então você vai lutar sério.

    Tsubasa respondeu seco:

    — Eu sempre lutei.

    Saka soltou um leve riso.

    — Não.

    — Você sempre dominou.

    Pausa.

    — Agora você vai ter que competir.

    Isso mudou o clima.

    Genjiro deu um passo à frente.

    — Então a gente equilibra.

    Ele apertou o cabo do machado.

    — Eu ativo minha Senkai no começo e—

    Ele parou.

    Pensou.

    Olhou pro campo.

    Sentiu o ritmo da luta.

    E então soltou:

    — Não.

    Saka ergueu uma sobrancelha.

    — Não?

    Genjiro balançou a cabeça.

    — Se eu usar agora…

    — eu perco o trunfo.

    Silêncio.

    — Vou guardar pro final.

    — Quando eles acharem que ganharam.

    O ar ficou denso.

    Saka sorriu.

    — Boa.

    Ele então levantou a mão levemente.

    Como se pesasse a própria decisão.

    — Minha Senkai…

    Pausa.

    — também não dá pra usar agora.

    Tsubasa olhou pra ele.

    — Por quê?

    Saka respondeu, direto:

    — Porque ela não escolhe alvo.

    Silêncio.

    — Ela afeta o ambiente inteiro.

    Ele olhou pro campo.

    Imaginando.

    Calculando.

    — Se eu usar…

    — vocês dois entram junto.

    Genjiro soltou um “tch”.

    — Então é uma bomba.

    Saka corrigiu:

    — É um colapso.

    Pausa.

    — E a gente ainda tá dentro da área.

    Silêncio.

    Tsubasa cruzou os braços.

    Pensando rápido.

    — Então resumindo…

    Ele olhou pros dois.

    — Eu sem Kidou.

    — Genjiro segurando Senkai.

    — Saka limitado pela própria habilidade.

    Pausa.

    Os três ficaram em silêncio.

    E então—

    Saka sorriu.

    — Perfeito.

    Genjiro riu junto.

    — Agora sim ficou interessante.

    Tsubasa deu um leve sorriso de canto.

    — Porque agora…

    Ele olhou pro outro lado do campo.

    Onde Ryuji Arata estava.

    — não tem vantagem.

    Silêncio.

    Pesado.

    Real.

    — Só luta.

    O sistema do campo começou a vibrar.

    O juiz preparava o anúncio.

    Mas antes disso—

    Saka falou uma última vez:

    — Foco no Ryuji.

    Genjiro assentiu.

    — Sempre.

    Tsubasa completou:

    — A gente quebra o coração…

    Os olhos dele afiaram.

    — …e o resto para de bater.

    Silêncio final.

    E então—

    o campo inteiro respondeu.

    O Sétimo Round estava prestes a começar.

    E agora…

    ninguém ali estava escondendo mais nada.

    — Sétimo Round… COMEÇAR.

    O campo respondeu.

    Sem contagem.

    Sem espera.

    Explosão instantânea.

    Naki foi o primeiro a se mover.

    Não avançou direto.

    Sumiu no ritmo.

    Passos curtos. Irregulares.

    Quebrando leitura.

    Kaede Shizuma entrou logo depois—

    pressão frontal.

    Rápido.

    Agressivo.

    Sem espaço pra pensar.

    Do outro lado—

    Saka já tinha lido.

    — Eles vão tentar quebrar o ritmo.

    Genjiro Okabe avançou.

    — Então a gente quebra eles primeiro.

    E Tsubasa Hayashi…

    desapareceu.

    Não pra atacar.

    Pra procurar.

    Ryuji Arata.

    Mas ele não estava lá.

    O plano começou.

    E por um segundo—

    funcionou.

    Naki entrou pelo flanco.

    Chama branca.

    Interferência.

    Saka travou o fluxo por meio segundo.

    Kaede já estava em cima.

    Sequência rápida.

    Pressão contínua.

    Saka recuou.

    — …Eles começaram bem—

    Genjiro entrou no meio.

    Machado descendo.

    Kaede bloqueou—

    O impacto esmagou.

    O chão abriu.

    Kaede foi jogado.

    Naki tentou punir—

    Chama preta.

    Contato direto.

    Genjiro sentiu.

    Mas ignorou.

    Força bruta pura.

    Ele girou.

    Acertou Naki em cheio.

    O corpo de Naki voou.

    Rolou.

    Levantou—

    já respirando errado.

    — Tch…

    Do outro lado—

    Tsubasa apareceu.

    Do nada.

    Na frente de Kaede.

    Golpe.

    Kaede nem viu.

    Impacto direto.

    O corpo travou.

    E caiu de joelhos.

    — …Ryuji não tá aqui.

    Tsubasa murmurou.

    Olhos frios.

    — Então vocês morrem primeiro.

    O plano…

    começou a falhar.

    Naki voltou.

    Mesmo ferrado.

    Mesmo lento.

    — Ainda não.

    Ele avançou de novo.

    Chama ciano.

    Contato—

    Saka desviou.

    Contra-atacou.

    Sequência limpa.

    Naki bloqueou duas.

    A terceira entrou.

    O corpo dele girou.

    Caiu de lado.

    Kaede tentou levantar—

    Genjiro não deixou.

    Chute direto.

    Seco.

    O ar saiu.

    O corpo caiu de novo.

    Agora pesado.

    Agora lento.

    Agora no limite.

    — Acabou.

    Genjiro avançou.

    Saka junto.

    Tsubasa fechando por trás.

    Formação perfeita.

    Pressão total.

    Sem saída.

    Naki tentou levantar.

    O corpo não respondeu.

    Kaede tentou—

    Falhou.

    Os três estavam em cima.

    — Vocês seguraram bem — Saka disse.

    — Mas acabou aqui.

    Tsubasa ergueu a mão.

    Movimento final.

    Execução limpa.

    Sem erro.

    Sem chance.

    E então—

    — Sai de perto deles.

    O som cortou o campo.

    O ar rasgou.

    Antes que qualquer um reagisse—

    um raio atravessou o espaço.

    Explodiu entre eles.

    Separando tudo.

    Força bruta.

    Velocidade absurda.

    Ryuji Arata apareceu.

    No meio.

    De frente pros três.

    Respiração pesada.

    Olhos acesos.

    — …Demorei.

    Silêncio.

    Naki, caído no chão, soltou um riso fraco.

    — Um pouco.

    Kaede cuspiu sangue.

    — Mas chegou.

    Do outro lado—

    Tsubasa sorriu.

    — Então você tava se escondendo.

    Ryuji respondeu seco:

    — Eu tava escolhendo o momento.

    Genjiro girou o machado.

    — Chegou tarde.

    Ryuji deu meio passo à frente.

    Os raios começaram a subir de novo.

    Mas agora—

    mais controlados.

    Mais densos.

    Mais perigosos.

    — Não.

    Ele olhou pros três.

    Um por um.

    — Cheguei na hora certa.

    Silêncio.

    O campo inteiro sentiu.

    O plano não foi perfeito.

    Eles apanharam.

    Quase caíram.

    Quase perderam.

    Mas sobreviveram.

    E agora—

    os três estavam juntos de novo.

    Mesmo quebrados.

    Mesmo no limite.

    Mas juntos.

    E isso…

    era o que faltava pra luta sair do controle de vez.

    O campo não respirava mais.

    Ele tremia.

    Ryuji Arata deu o primeiro passo.

    E não foi só movimento.

    Foi comando.

    Os raios explodiram ao redor do corpo dele—

    densos.

    Condensados.

    Controlados como lâminas vivas.

    Ao lado—

    Kaede Shizuma ergueu a cabeça.

    Os olhos brilharam.

    Vermelho.

    Puro.

    Seus raios surgiram—

    diferentes.

    Mais agressivos.

    Mais instáveis.

    Como se quisessem rasgar tudo.

    E atrás—

    Naki estendeu a mão.

    Ciano.

    Branco.

    Preto.

    As três chamas acenderam ao mesmo tempo.

    Mas dessa vez…

    não era caos.

    Era controle.

    Era intenção.

    Ryuji falou baixo:

    — Agora.

    Eles se moveram.

    Juntos.

    Sem atraso.

    Sem dúvida.

    Ryuji entrou pelo centro.

    Velocidade absurda.

    Sumindo.

    Aparecendo.

    Pressionando direto.

    Kaede veio pelo lado.

    Raios vermelhos cortando o ar.

    Ataques rápidos.

    Constantes.

    Sem dar espaço.

    Naki ficou atrás.

    Mas não passivo.

    Dominando o campo.

    Chamas surgindo onde precisava.

    Interferindo.

    Quebrando ritmo.

    Controlando o fluxo.

    Do outro lado—

    Saka reagiu primeiro.

    — Eles sincronizaram.

    Genjiro Okabe avançou.

    — Então a gente segura.

    Tsubasa Hayashi sumiu.

    Velocidade pura.

    A colisão veio.

    Ryuji apareceu na frente de Genjiro.

    Golpe elétrico direto.

    Genjiro bloqueou—

    Mas o impacto empurrou.

    Kaede entrou junto.

    Raios vermelhos explodindo no flanco.

    Genjiro travou.

    Pela primeira vez…

    recuou.

    Saka tentou intervir—

    Naki já estava lá.

    Chama branca.

    Toque.

    Fluxo interrompido.

    A técnica de Saka falhou antes de nascer.

    — Tch—

    Ele recuou.

    Recalculando.

    Mas não tinha tempo.

    Ryuji já estava de novo.

    Agora mais rápido.

    Mais preciso.

    Golpe.

    Outro.

    Mais um.

    Sequência absurda.

    Genjiro defendia.

    Mas estava sendo empurrado.

    Pressionado.

    Forçado.

    Kaede não parava.

    Ataques laterais.

    Abrindo brechas.

    Criando caos.

    Naki fechava tudo.

    Cada tentativa de resposta—

    era punida.

    Cada movimento—

    era lido.

    Tsubasa apareceu atrás de Ryuji.

    Ataque direto—

    Mas Kaede interceptou.

    Raio vermelho contra lâmina.

    Explosão.

    Os dois foram lançados para trás—

    Mas voltaram na hora.

    Sem pausa.

    Sem hesitação.

    — Eles tão… conectados — Saka murmurou.

    Genjiro travou o machado contra mais um golpe de Ryuji.

    — Não é só força.

    — É leitura.

    Ryuji avançou de novo.

    — É sincronia.

    Os três atacaram ao mesmo tempo.

    Centro.

    Flanco.

    Controle.

    Impacto triplo.

    O chão quebrou.

    O ar distorceu.

    A pressão caiu como uma avalanche.

    Genjiro foi empurrado.

    Saka recuou mais um passo.

    Tsubasa travou o corpo—

    mas sentiu.

    Sentiu de verdade.

    — …Eles estão crescendo no meio da luta.

    Silêncio.

    Curto.

    Mas pesado.

    Ryuji apareceu no centro do campo.

    Respiração forte.

    Mas firme.

    Kaede ao lado.

    Sorrindo, mesmo sangrando.

    Naki atrás.

    Olhar frio.

    Calculando o próximo movimento.

    Do outro lado—

    os três ainda de pé.

    Ainda firmes.

    Mas—

    diferentes.

    Respiração mais pesada.

    Postura mais tensa.

    E pela primeira vez—

    sem controle total.

    Saka limpou o sangue do canto da boca.

    — A gente ainda aguenta.

    Genjiro girou o ombro.

    — Mas não por muito tempo.

    Tsubasa olhou direto para Ryuji.

    Os olhos afiados.

    Mas agora…

    mais sérios.

    — Se isso continuar…

    Pausa.

    — A gente perde.

    Silêncio.

    O campo inteiro entendeu.

    A luta ainda não tinha acabado.

    Mas o equilíbrio…

    quebrou.

    E agora—

    não era mais questão de quem era mais forte.

    Era questão de quem ia cair primeiro.

    E naquele ritmo…

    alguém ia cair logo.

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