Estou revisando, refazendo e remodelando todos os capítulos iniciais de “O que eu deixei para trás?”. Então, já peço desculpas caso vocês percebam uma mudança drástica de qualidade entre os primeiros capítulos e os que virão em seguida.
Quero trazer a melhor versão possível da obra para o Volume 1 físico, que sairá em breve. Por isso, vou tentar concluir toda essa melhoria o quanto antes e peço a compreensão e paciência de vocês durante esse processo.
Muito obrigado pelo apoio de sempre. Vocês são o que me motiva a continuar escrevendo todos os dias!
⟬ ARQUIVO DE ESTÁGIO 1 — Nº 004 ⟭
Diário pessoal — Observações
Autor: Marek Aurellum — Ano XL após a morte de Cristo.
(Documento confidencial. Extraído dos registros centrais da OPKM.)
Originalmente compilado por Marek Aurellum no quadragésimo ano após a morte de Cristo, como parte da obra Crônica de um poder que não compreendo.
𐌌 Após sair do portuário, aluguei uma carroça e parti em direção às montanhas da cidade de Arretium, mais para o interior da Gália Cisalpina e onde ocorreu a triste tragédia do ciclone.
Seguimos pela via dos Apeninos, uma estrada estreita que serpenteia entre colinas íngremes, cercada por pinheiros e rochas altas. O ar fica mais frio a cada trecho, e a névoa baixa torna a passagem dificultosa e até assustadora.
Mas não havia muitas opções. Era o caminho mais rápido para chegar à cidade montanhosa de Arretium, e eu não queria demorar mais do que o necessário nessa missão de fachada dada a mim.
Percorremos todo o trajeto em apenas um dia, até enfim alcançar meu destino, Arretium.
Já na cidade, procurei abrigo no bairro Vicus Silvestris e aluguei um quarto modesto em uma caupona local. Descansaria ali antes de seguir pela manhã às colinas onde o murmurinho do “Homem Ciclone” havia se iniciado.
Continuarei atualizando este diário ao longo da missão.
Decifrando palavras:
Caupona tem o mesmo significado de Pousada ou hotel nos dias de hoje.
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