Índice de Capítulo

    *Nota do autor: Aviso de Skip de boa parte do capítulo. Desça o capítulo, pois vai ter um aviso sinalizando o fim desse Skip.

    Bom capítulo a todos.

    Após tentar muito entender como fazer aquilo do jeito certo, a demi foi pegando o jeito aos poucos.

    Mesmo com o “tormento” que Alexander estava lhe impondo do outro lado, ela ainda conseguiu fazê-lo chegar lá com o tempo. — Espera, Diana… Para, para.

    O aviso dele não adiantou muito. A demi-canídea só se levantou depois que terminou tudo até não sobrar nada.

    No momento em que se levantou e limpou a boca com o braço, ela o fitou com olhos completamente alterados.

    — Eu consegui — declarou Diana quase triunfante.

    Sem esperar qualquer resposta, montou nele como uma vaqueira e começou a cavalgá-lo o mais forte que pôde.

    Ele ainda tentou se levantar um pouco para se ajustar na cama, mas a demi bateu com as duas mãos no peito dele e o pressionou contra o colchão. — Minha recompensa.

    A canídea então olhou no fundo dos olhos dele, como se lhe dissesse que agora era a vez dela.

    Aquela era a sua merecida recompensa. Ele não deveria se mover.

    Ao vê-la assim, o dragonoid só pôde ceder e recuar em suas ações.

    Notando que ele parecia ter entendido a mensagem, Diana voltou a dar tudo de si em seu próprio movimento. A demi só foi começar a parecer satisfeita depois de ter descontado sua frustração nele 3 vezes mais do que o tempo que ele a fez passar se segurando.

    Mesmo assim, não foi como se ela estivesse satisfeita pelo resto do dia. Ela só estava satisfeita o suficiente para permitir que ele voltasse a se mover.

    — Como está se sentindo? — perguntou Alexander, sorrindo. — Eu sei que você já está totalmente lúcida novamente.

    — Estou bem — respondeu Diana se esticando um pouco. — Mas você foi tão malvado me fazendo ter que me segurar daquele jeito… Eu estava quase enlouquecendo.

    — Não foi isso que você pediu? — provocou ele ao abraçá-la. — Ou vai me dizer que não gostou de como se sentiu quando finalmente recebeu sua “recompensa”?

    — Realmente valeu a pena me segurar um pouco — admitiu a demi, surpreendentemente, sem muito constrangimento. — Quando finalmente o fiz, foi como ondas… Uma mais forte que a outra.

    — Não se empolgue tão rápido… Qual é a pressa? — brincou o dragonoid com uma risada. — Calma, temos o dia todo de qualquer maneira… Venha comigo.

    Guiada ao banheiro, a canídea ficou surpresa ao vê-lo gerar construtos de gelo em conjunto com o feitiço |Revigorar| para fazer um chuveiro aquecido por mana da luz.

    Muito animado com aquela ideia — ainda mais porque ela os permitia se ensaboar enquanto ainda trocavam carícias com seus corpos molhados esfregando um no outro — Alexander não conseguiu mais conter sua excitação. Mergulhou nela, fazendo-a uivar de prazer, indo até o fim já na primeira estocada de tão molhada ela estava.

    Naquele vaivém no “chuveiro”, o dragonoid a levantou e usou o peso dela enquanto aproveitava o caminho livre para atacar os peitos dela com a boca. A intensidade foi tanta que os olhos dela pareciam querer revirar.

    Quando ambos já estavam prestes a chegar lá, Alexander estendeu a mão e um rabo falso voou para sua mão. Ela estar bem ensaboada foi de grande ajuda nesse momento.

    Sentindo a inserção daquele corpo estranho, ela imediatamente comprimiu todos os músculos pélvicos. O aumento no aperto pareceu apenas tornar o sexo ainda mais intenso para ambos.

    — Relaxe — sussurrou Alexander no ouvido dela. — Só estou brincando um pouco com você. Nada mais.

    Com o tempo e várias carícias para relaxá-la, Diana foi promovida com sucesso de uma cauda para duas-caudas; mesmo que temporariamente.

    Com ela já mais relaxada e receptiva, Alexander finalmente suspirou aliviado.

    O dragonoid só ousou provocá-la daquele jeito porque ela havia pedido e ele sabia que a demi tinha total confiança nele. Caso contrário, eles correriam o grande risco de ela ficar completamente apavorada, resultando em seus músculos pélvicos literalmente travarem com ele dentro dela do pior jeito possível, ao invés de só apertá-lo mais um pouco.

    Após o banho, foram para a banheira, depois da banheira se agarraram na parede e assim por diante até usarem todas as partes possíveis do banheiro.

    — Tem certeza de que ainda quer continuar? — perguntou Alexander, dando à demi-canídea algum tempo para se recuperar. — Eu posso acabar deixando marcas difíceis de apagar… Vou estar basicamente tentando deixar você louca de excitação.

    — Gulp — Diana. — O jeito que você fala só me deixa mais molhada.

    — Tudo bem então — sorriu ele, também havido por aquilo. — Mas se não conseguir suportar, me avise.

    Depois que conversaram, algumas coisas aconteceram e Diana também subiu a voz várias vezes. Mas nenhuma delas transmitiu a menor vontade de parar.

    Assim, o casal foi seguindo seu dia com loucuras cada vez mais intensas.

    O interessante para o dragonoid foi que ele notou alguns aspectos importantes, como o fato de ela não ser uma “M”.

    A demi-canídea realmente gosta da sensação de ser intensamente estimulada, mas não por “dor” ou submissão; principalmente quando a dor passa de um certo ponto. O que ela gosta é de uma “performance de alta intensidade”.

    Diana também desenvolveu um gosto por coisas peculiares, como mordê-lo — quase como se o reivindicasse para si.

    Como não havia perigo nesses atos, Alexander foi bem permissivo. As mordidas dela não o machucavam devido à alta resistência de sua pele: ela afundava sob a pressão dos dentes e voltava ao normal assim que era liberada.

    Um ponto que o dragonoid destacou em sua mente foi o relato da demi de que se sentia mais animada e enérgica com certas atividades — provavelmente porque ele era basicamente uma usina de energia biológica. Ou seja, toda e cada parte do seu corpo está constantemente sendo energizada, logo é extremamente rica em energia.

    O auge do dia para eles também foi precedido pelo momento mais delicado. Alexander não mediu bem todas as possíveis consequências e acabou exagerando.

    Seu entusiasmo mostrou-se excessivo; um erro que deixou Diana a um passo de ter a mente estilhaçada.

    Sem aviso prévio, ele removeu a venda que cobria os olhos da demi àquela altura e revelou uma nova visão do quarto.

    O ambiente fora completamente espelhado com gelo, água e luz; era quase um caleidoscópio. Contudo, foram suas provocações que quase levaram a mente dela ao colapso.

    — Olhe ao redor e pense nas coisas que fizemos — sussurrou o dragonoid no ouvido dela enquanto gesticulava para a miríade de reflexos, ainda se metendo nela com força. — É verdade, eu estava propondo as coisas na maior parte do tempo. Mas não é como se você não estivesse gostando.

    — Você reconhece a mulher nesses reflexos, Diana? — perguntou ele, levantando-a e deixando-a completamente exposta ao próprio reflexo. — É você. Este é o rosto que só eu já vi.

    Ao ser confrontada dessa forma com a realidade, a demi imediatamente perdeu a reação; seus olhos ficaram vazios. Foi como se não conseguisse se reconhecer naquele rosto tão distorcido de prazer por tê-lo bem fundo dentro dela.

    Quando percebeu a gravidade da situação, foi a vez de Alexander perder o chão e ficar meio indefeso. Ele não podia deixar a mente dela se fragmentar assim.

    Sem saber bem o que fazer, o dragonoid fez a conexão deles pulsar e ressoar dentro dela. Isso felizmente a acordou.

    Um pouco confusa por “acordar” daquele jeito, Diana pareceu recapitular algo. Ela então se contorceu de um jeito bem elástico para se girar no corpo dele, envolveu os braços em volta do pescoço dele e o jogou sobre os restos da cama.

    — É culpa sua… Tudo culpa sua! — acusou ela, seus olhos ardendo com intensidade. — Mas você vai me pagar.

    Daquele momento em diante foi como se a demi estivesse possuída. Ela perdeu qualquer senso de inibição ou pudor.

    Se não fosse por ele, eles teriam atravessado as paredes com seus próprios corpos — algo que, naquele momento, a canídea não parecia se importar muito se realmente acontecesse.

    Diana urrou cada uma das provocações que conhecia ao mesmo tempo em que se insinuou provocativamente em cada uma dessas situações. Pela primeira vez em muito tempo, Alexander quase/basicamente perdeu a consciência.

    A princípio parecia que a intenção deles era derrubar o quarto, mas a situação foi avançando ao ponto de que parecia que queriam derrubar tudo. O dragonoid até teve que energizar toda a estrutura do quarto para que ela não cedesse.

    Eles só pararam quando Diana ficou sem energia — um feito que demorou muito para acontecer. Ela conseguia repor uma parte da sua energia durante o próprio sexo.

    O que salvou a situação, de certa forma, foi uma peculiaridade dela: sua preferência por ser “recheada”.

    Com a energia que sustentava seu corpo quase esgotada, a demi não aguentou mais manter aquela intensidade.
    Ela ficou cansada, mas seu rosto exibia um amplo sorriso quando se deitou para dormir no peito dele.

    Aproveitando que Diana dormia serenamente em seu peito, Alexander usou sua energia e mana para ir energizando o corpo cansado dela aos poucos.

    Mesmo não estando tão cansado quanto ela devido à disparidade de energia, ele ainda se sentiu tão realizado quanto ela. Parecia que toda a excitação acumulada nele havia se consumido e só lhe restava carinho e cuidado por ela.

    Fim do Skip.

    Nota do autor: Lembrem-se, este é um romance de fantasia, então os personagens são concebidos em condições ideais de saúde física e mental. Dito isto, tomem precauções e cuidem de seus respectivos parceiros, pois quanto mais íntimo é o ato, mais arriscado ele é — até mesmo tocar e beijar podem transmitir doenças… Previnam-se.

    Aninhada nele, a demi descansou por cerca de mais ou menos 1 hora. Ela não se recuperou totalmente, mas acordou de bom humor e muito feliz.

    O que realmente surpreendeu Alexander foi o fato de ela ter voltado a ficar tímida depois que acordou. Suas memórias pareciam ir voltando aos poucos à medida que ela ia olhando ao redor do quarto.

    O rosto dela ficava cada vez mais vermelho conforme as lembranças iam passando pela sua mente.

    Como Diana não parecia mais confortável ali, o dragonoid decidiu ir acertar as contas e deixar aquele estabelecimento. Mas não sem antes pegar suas coisas e liberar uma película de água usando |Revigorar| e |Barreira D’água|.

    A água dos seus feitiços limpou tudo com que entrou em contato e eles guardaram as coisas que haviam comprado.

    Quando saíram do quarto — já escondidos pelas mesmas cúpulas de antes — o casal encontrou o bordel em pleno funcionamento, deixando Diana ainda mais vermelha. A gerente já estava até os esperando.

    — Pedimos desculpas pela bagunça — adiantou-se Alexander se desculpando. — Não é como se tivéssemos dado perda total no quarto… O banheiro está intacto. Não fomos lá depois que ficamos mesmo “animados”.

    — Não é como se você não tivesse me avisado — suspirou a responsável pelo bordel. — Mas precisavam mesmo tentar derrubar todo meu estabelecimento?

    — Nos desculpe. É que seu ambiente era tão bom que acabamos nos empolgando um pouco — disse o dragonoid em tom apologético, mas não muito arrependido. — Vai precisar de alguma taxa adicional?

    — Não. Seu generoso adiantamento já cobriu tudo — assegurou a demi-felina, mudando seu sorriso de “a negócios” para “a prazer”. — Mas tenho que admitir: quero muito provar esse docinho aparentemente tímido que é capaz de destruir um quarto pelo menos uma vez.

    — Não antes de mim! — exclamou um desconhecido. — Essa vadia deve ser muito boa no que faz para fazer isso com tanta intensidade por tanto tempo.

    — Parece que realmente existem pessoas que só se arrependem depois de mortas — exasperou-se Alexander, frio.

    Antes mesmo de terminar a sentença, ele já estava na metade do caminho até o dono da voz. Sua velocidade foi assombrosa mesmo com Diana nos braços.

    Apesar de também ser um tipo de demi-felino com uma medalha de ouro no peito, o dono da voz não conseguiu reagir à investida dele a tempo.

    O sujeito só se manteve vivo porque o dragonoid forçadamente parou seu movimento para não colidir com a demi responsável pelo bordel. Caso contrário, o sujeito teria sido estraçalhado em um só golpe.

    — Ele realmente merece sua proteção? — perguntou Alexander mortalmente frio. — Porque ele se tornou um homem meio morto no momento em que a ofendeu… Agora só falta saber quando dará seu último suspiro miserável.

    — … — Responsável pelo bordel.

    Regras dos Comentários:

    • ‣ Seja respeitoso e gentil com os outros leitores.
    • ‣ Evite spoilers do capítulo ou da história.
    • ‣ Comentários ofensivos serão removidos.
    AVALIE ESTE CONTEÚDO
    Avaliação: 100% (11 votos)

    Nota